História Lucky One - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Drama, Exo, Novela, Romance, Violencia
Visualizações 30
Palavras 1.619
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura s2

Capítulo 8 - Capítulo 6


Bella Accetti*

Coreia do Sul, Seul

Dois de Julho de 2020

Quarta feira, 8:10 AM

O apartamento não era pequeno, também não era enorme. Tinha uma sala boa, uma cozinha também boa, dois quartos, sendo que um era suíte, e um banheiro.

— Não sabia que estava mobiliada. — Disse sentando no sofá. — É um bom apartamento.

— Sim. — Respirou fundo. — Vou tomar um banho e me arrumar para o velório. — Falou e eu apenas concordei com a cabeça.

Eu havia perguntado a Tae-Hong se ele queria que eu fosse, mas ele havia dito que não, que seria um clima muito pesado, que era melhor eu ficar em casa esperando ele. Porém eu sabia do fundo da minha alma que ele iria demorar, que ele provavelmente iria para a casa dos irmãos.

— Ah ... — Sussurrei e deitei no sofá. — O que eu devo fazer? — Perguntei olhando para o teto. — Tae-Hong vai no enterro da mãe e eu vou ficar aqui sozinha ... — Respirei fundo.

— Amor! — Gritou do chuveiro. — Pode passar para mim a roupa que eu vou? 

— Onde está? — Perguntei.

— Dentro da minha mochila. — Falou e eu levantei do sofá. — Tem um ferro de passar roupa dentro do armário do nosso quarto.

— Está bem. — Disse indo em direção à sua mochila.

A roupa preta estava dobrada em um bolso separado. Não era nada muito chique, porém também não era nada muito simples, um calça preta, uma blusa social e um par sapatos, ambos pretos.

Enquanto passava as roupas uma pessoa não saia da minha cabeça, Nina. Seria muita falta de educação a minha não ligar para ela? Não ir no chá de fraldas do filho dela?

Será?

[...]

Nina Accetti*

Coreia do Sul, Seul

Dois de Julho de 2020

Quarta feira, 10:47 AM

— Tia Nina, por que o Lorenzo não para de se mexer? — Yura perguntou e eu rir.

— Porque ele gosta de você. — Sorri e ela também.

— A Maria Flor também gosta dele. — Segurou minha mão.

— Gosta?

— Não vê a hora de brincar com ele. — Olhou nos meus olhos. — Está me falando que ele é muito parecido com o tio ChanYeol. — Murmurou.

— Sério? Queria que ele se parecesse comigo. — Fiz bico e ela riu.

DIN DÓN

— Acho que o seu pai chegou. — Disse levantando.

Yura era uma fofura, muito inteligente e doce. ChanYeol achava ela um pouco "estranha" por ela ter uma amiga imaginária e falar sozinha, ou então brincar sozinha. Só que ele não entendia que crianças faziam coisas daquele tipo, e que provavelmente Lorenzo faria aquilo também.

"Deus que me livre" Era sempre o que ele falava quando eu tocava naquele assunto.

As vezes eu me perguntava como ChanYeol iria reagir quando o bebê finalmente fosse nascer, se ele seria aquele pai babão ou então aquele pai muito protetor. Mas eu acho que o momento que ele mais esperava era de ter Lorenzo em seus braços.

— Tchau! — Disse acenando assim que Yura entrou no carro, junto do pai.

As vezes me perguntava como deveria ser difícil para JongIn criar uma menina sozinho, principalmente ele que era homem, então não entendia nada que se passava na cabeça da menina.

Imagine, você e sua esposa estão muito felizes, esperando sua primeira filha, vocês são bem jovens, mas a felicidade é tão bela como o fato de vocês serem pais. Porém algo da errado, no meio do parto, sua esposa tem uma parada cardíaca e vem a falecer, ou seja, é você e sua filha no mundo, sozinhos.

— Fique quieto um pouco, Lorenzo. — Disse passando a mão em minha barriga, indo em direção à cozinha. — Vamos, comer alguma coisa, estou com fome. — Abri a freezer da geladeira e peguei o pote de sorvete de morango. — Hummm ... — Abri a gaveta, peguei uma colher e sentei em um dos bancos que ficava em frente ao balcão.

Da sala, escutei a música do telefone, tocava e tocava, indicando que alguém estava me ligando. Levantei do banco e fui em direção à sala, bufando e de braços cruzados.

— Alô? — Perguntei voltando para a cozinha.

— Nina? — Sua voz saiu clara.

— Bella? — Perguntei sorrindo, abrindo o pote de sorvete.

— Está tudo bem com você? — Perguntou.

— Sim, e com você? — Perguntei colocando uma colher de sorvete na boca.

— Mais ou menos. — Disse baixo. — Stella lhe contou?

— Não, o quê?

— Estou de volta na Coreia. — Disse e me engasguei com o sorvete.

— O-O quê?!

[...]

Park ChanYeol*

Coreia do Sul, Seul

Dois de Julho de 2020

Quarta feira, 7:39 PM

Estacionei o carro e peguei a maleta que estava no banco de trás. Sai do carro e entrei em casa, que estava um silêncio total, até a luz da sala estava apagada.

— Nina? — Perguntei. — Nina, cadê você? — Subi as escadas e fui até nosso quarto, nada. — Cadê você, mulher?

Fui até o meu escritório e coloquei a maleta em cima da mesa. Olhei pela janela, tendo uma bela visão do lado de fora. Apenas poucas luzes do quintal estavam acesas.

— Então você está ai? — Me perguntei e fui correndo até o lado de fora.

Nina estava sentada em um dos bancos de madeira, de pernas cruzadas e com um copo de suco de laranja nas mãos, na sua frente havia outra mulher, só que de costas e também com um copo de suco na mão, e na mesinha de madeira que ficava entre os dois bancos havia uma tábua com alguns queijos.

— Por que está aqui fora? — Perguntei indo em direção as duas.

Nina me olhou assustada e a mulher ficou quieta. Os olhos de Nina se voltaram para a mulher, que pareceu respirar fundo e sorrir, o que só deixou a expressão de Nina mais assustada.

— Olá, ChanYeol. — A mulher falou e fui para o lado de Nina.

Seus cabelos batiam na cintura, os olhos estavam os mesmos, seus lábios entre abertos, mostrando os dentes brancos e perfeitos. Seu corpo não era o como o uma adolescente pequena de cinco anos atrás, seus seios estavam maiores e o corpo mais modelado. Ainda carregava as sardas no rosto, porém não lhe davam mais uma expressão inocente.

— Se lembra de mim? — Perguntou colocando o copo em cima da mesa. — Ou não?

— Parece outra pessoa ... — Sussurrei e ela riu. — Nina ela é quem eu estou pensando quem é?

— Em carne e osso! — Nina disse e eu olhei espantando para a mulher.

— Bella?! — Perguntei e sorriu, mostrando as covinhas.

Vendo agora não parece muito diferente!

— É, ele ainda se lembra de mim. — Disse e eu levantei, indo em direção a menor, logo depois lhe puxando para um abraço apertando.

— Eu senti sua falta, nós dois sentimos sua falta. — Disse e uma risada saiu de seus lábios.

— Eu também senti falta de vocês dois.

— Está noiva? — Perguntei olhando para aliança em um de seus dedos.

— Sim. — Colocou uma mexa de cabelo atrás da orelha.

— Soube que ele é professor de física, é verdade? — Sentei ao lado de Nina, que sorriu.

— Sim. — Olhou para a aliança com um sorriso nos lábios. — Mas só isso que aconteceu de legal na minha vida ... — Cruzou os braços e encostou nas costas do banco. — Vocês vão ser pais, nunca pensei que isso fosse acontecer!

— Eu também não. — Nina disse. — Mas e você Bella, pretende ter filhos um dia?

— Oh ... — Colocou outra mecha do cabelo atrás da orelha e sorriu sem graça. — Sim, um dia, quem sabe?

[...]

Bella Accetti*

Coreia do Sul, Seul

Dois de Julho de 2020

Quarta feira, 10:00 PM

— Como foi o enterro? — Perguntei passando a ponta dos dedos em seu peito nu.

— Horrível. — Sussurrou. — Eu odeio velórios. — Suspirou. — Mas eu me sinto mal, ela estava doente e eu em outro país e ...

— Tae-Hong, você não tem culpa de nada. — Disse olhando em seus olhos. — No momento você tem que ser forte e ... — Travei ao lembrar daquela frase. — Acreditar que tudo vai ficar bem.

— Eu não sei com arranjei uma mulher tão maravilhosa como você. — Sua mão foi até minha nuca e com o seu polegar acariciou minha bochecha. — Agradeço aos céus todos os dias por me dar alguém como você.

— Eu também. — Encostei nossas testas e olhei no fundo de seus olhos. — Eu te amo tanto, sabia?

— Eu também te amo muito. — Abraçou minha cintura e me puxou para mais perto.

— Tae-Hong ... — Murmurei apreensiva.

— Hum?

— O que você pensa de ter um filho? — Minha voz falhou na última palavra.

— Esse assunto outra vez não, Bella ...

— Mas ...

— Bella, eu não quero ver você sofrer, não quero passar por um pesadelo só para ter um filho!

— Mas eu estou disposta ... — Murmurei.

Meu sonho, desde de que eu era bem pequena, era de ter um filho. Alguns achavam isso brega, porém meu sonho de princesa era ser mãe, ter um filho para criar e dar amor. Mas nem tudo são flores, além ter que fazer um longo tratamento para poder ter um filho, Tae-Hong dizia que não queria me ver sofrer.

Mas não vale apena lutar pelos nossos sonhos?

— Mas eu não. — Suspirei e a luz do seu lado da cama foi apagado.  Boa noite.

— Boa noite. — Sussurrei apagando a luz do meu lado.


Notas Finais


Bella quer ter um filho e Tae-Hong não ):


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...