História Lucky Ones - Capítulo 2


Escrita por: ~

Exibições 22
Palavras 772
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Esporte, Fantasia, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eis o cap. 1, está meio parado porque a rebeldia vai começar no cap. 3. É para esclarecer algumas coisinhas sobre a titia querida...
Espero que gostem -M

Capítulo 2 - Capítulo Um


Fanfic / Fanfiction Lucky Ones - Capítulo 2 - Capítulo Um

Após o dia difícil de ontem, Brooklyn acordou triste por conta da notícia chocante de ontem.  Tomou um banho e se arrumou para tomar o café da manhã. Foi até a cozinha  e viu que sua tia estava conversando pelo celular com alguém, parecia muito feliz para quem disse que estava bastante triste e chorando. ‘’Vai ver ela está feliz por algo..’’ Brooke pensou enquanto sentava na cadeira da mesa.

-Oi lindinha! – a tia desligou o celular e se virou para ela- Dormiu bem?

-Sim, e você? Vejo que está bem feliz, por sinal –Brooke dizia com pouco de inveja da tia.

-É... ainda estou bastante abalada pela perda da minha irmã...ainda não caiu a ficha- A tia olhou para baixo, com um ar triste. Brooklyn olhou ao seu redor.

-Todos nós estamos- Dizia com os cotovelos apoiados na mesa e apoiando sua cabeça em suas mãos.

-Hoje vou tomar o café na pizzaria, se você quiser ir comigo...-Com 26 anos e muito bonita, Beverly tem os olhos verdes e cabelos castanhos longos, além de seios grandes, curvas e bumbum avantajado brasileiro. É neta de brasileiros e se orgulha disso. É a mulher que dá inveja às alemãs.

-Pode ser! –A menina sorriu e a tia foi para a sala e pegou suas chaves enquanto Brooke pegou seu celular da escrivaninha. Usava uma calça jeans, tênis e camiseta, apenas para o café.

   Elas entraram no carro chique e com os assentos de couro. Beverly não colocou o cinto e Brooke sim. Ela deu partida e saíram do condomínio.

-‘’Preciso de conversar contigo! ‘’- Brooke visualizou a mensagem de seu amigo Joshua.- ‘’Pessoalmente? Bom.. não estou adequada...você sabe, pode ser por áudio ou mensagem?’’- Teclou e nem percebeu o caminho que estava sendo feito.

-Você ainda vai para Harvard? –A tia disse enquanto dirigia. Brooke colocou o celular em cima das coxas e olhou para ele.

-Sim, meus pais deixaram 500 mil para pagar os cinco anos da universidade, moradia e comida... é muito dinheiro.

-Que dinheiro mesmo!- A tia parecia surpresa na quantia dita pela sobrinha...

-Tia, quem é Jerome? – Perguntou e ela sorriu.

-Meu futuro namorado, ele vai estar conosco na pizzaria. Você pode conhecê-lo hoje mesmo- Beverly estava animada.

-Então era com ele que você conversava esse tempo todo? –Assentiu e a menina bateu palminhas de felicidade. Pelo menos algo bom.

                          ***

Elas entraram na pizzaria e um homem moreno sorriu. Beverly foi em direção a ele. Se abraçaram.

-Oi menina linda! –Ele disse abraçando Brooklyn. Alto, com tatuagens nos braços, bonito.

-Oi.. obrigada – Corava enquanto agradecia pelo elogio. Sentaram. Beverly ao lado dela e em frente de Jerome.

-Não foi por nada, vocês são irmãs?- Ele disse, não sabia de nada.

-Não.. sou a tia dela- Beverly respondeu instantaneamente.

-Vocês são parecidas..-Ele disse e ela sorria toda derretida, a sobrinha parecia entediada e começou a mexer no celular. A pizza chegara.

-Obrigada- Brooke agradecia e mexia em seu celular.

 Eles começaram a conversar, não parecia interessante para Brooke, mexia em seu Twitter e tentava conversar com Joshua. ‘’Não consigo falar contigo agora. Estou um tanto ocupada agora.’’ –mandou a mensagem.

-Tenho medo de morrer solteira. Quero ter um marido, filhos. – Eles estavam em um encontro casual com um empecilho: Brooklyn. Evitaram dizer algo comprometedor que ela escutasse.

-Você encontrará o amor, Beverly. Ele existe.- Jerome disse e ela estava adorando, Brooklyn se conterá para não rir da cena.

-Minha irmã e meu cunhado me diziam isso, eles morreram junto com o amor- Beverly tocou na ferida da Brooke, que saiu da mesa.- Brooke, não- A tia disse alto e a menina saiu da pizzaria.

-O que foi isso? –Jerome disse sem entender nada e a tia inspirou.

-Ela perdeu os pais ontem.. os Morrison, ela está muito abalada e eu deveria ter contido minha boca!- Disse arrependida comendo um pedaço de pizza de calabresa.

-Isso é triste. Eu vi sobre ontem, ela é jovem.- Ele disse e comeram.

-Vou ter que leva-la ao psicólogo, ela não está bem... está desequilibrada, eu sei que foi ontem, mas não teve a necessidade de sair batendo os pés..- A tia disse e ele concordou.

 Continuaram a conversa e após quase cinco horas se conhecendo cada um foi para sua casa e Brooklyn não apareceu.

-‘’Brooke, cadê você?’’ – Tia enviou uma mensagem para ela e não respondeu e nem visualizou.

-Cadê essa recém-órfã? Deveria levá-la a um orfanato, sei lá... ela está dificultando meus planos. Que suma e não apareça mais. – Disse para si.

Tomou um vinho e comemorou, estava prestes para ficar com o jogador do Bayern de Munique, Jerome Boateng.

                       ***



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