História Lucy says: OMG! - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Cana Alberona, Gray Fullbuster, Laxus Dreyar, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel
Tags Comedia, Nalu, Romance
Exibições 154
Palavras 1.608
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Nudez
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


'Cês' pensaram que eu não ia rebolar minha bunda hoje, né?

Vocês nem precisam me xingar porque eu sei que boa parte aqui quer a minha morte e eu só peço amor no coração de vocês xD

ENTÃO, tentando justificar a minha sumida. Eu tive uma GRANDE crise de criatividade esse ano, deu um pane no meu sistema e eu não conseguia escrever nada, nem pequenos textos, nem prólogos, nem capítulos, nada de nada. Se pra vocês foi horrível, para mim foi desesperador. É extremamente sufocante querer escrever, mas sentir que suas mãos não querem e não sabem como fazer. Eu não melhorei da crise, mas consegui terminar o capítulo, então quis vir aqui dar uma luz a vocês, para que vocês saibam que eu não desisti das minhas fanfics, mas que estou com pequenos problemas. Também teve o fato de que eu tentei focar mais nos estudos esse ano e realmente deu certo porque a lindona aqui conseguiu passar em matemática antes do último bimestre (sou foda :D), então pode ser que nas férias eu consiga escrever mais e tals.

OUTRA COISA, cês curtem k-pop, meus amores? Eu tenho projetos (que não vão ser lançados agora porque já tô enrolada suficiente) que envolve fanfics de alguns grupos que eu gosto, inicialmente só tenho projetos pra fanfics do BTS, mas poderá surgir de outros grupos e tals. Caso vocês gostem e queiram ler esses futuros projetos, avisem que quando eu postar deixarei o link <3

SOBRE CNALH, ainda não tenho previsão de atualização, mas estou tentando ao máximo escrever para poder trazer alegria a vocês :3

MAIS UMA COISA, viram a nova capa? *O* Maravilhosa, não é? Queria mandar um beijo pra Aloi que fez essa capa pra mim e agradecer muuuito ela por isso <3

dedicação especial; mikazoka e bluardo por não terem desistido de mim e me apoiado nesse momento difícil <333
obs; thanks for the more than 100 Favorites <3333 AMO VOCÊS;
ps; o nome do cap tá uma merda, mas relevem q
ps2; caso queiram socializar é só seguir no tt (@isastark_)

Capítulo 9 - 9 - Soluções e Solidão


— Gays? — perguntei, surpresa com a descoberta. Virei-me para Rogue, chocada. — Mas você pegou no meus peitos.

— É, peguei neles porque eles são incrivelmente grandes e precisava saber se eles eram de verdade. — riu, fazendo-me rir também. — Achei que soubesse desde o dia que eu disse que Troy Bolton era gostoso.

— Na época todo mundo achava ele gostoso. — ele concordou com a cabeça. — Mas eu realmente não esperava que vocês dois fossem ficar juntos. Sting era bastante… punk, na escola. Inclusive, não me esqueci do dia em que você rabiscou meu caderno e perdi metade das minhas matérias.

— É, eu lembro desse dia. — o loiro exibiu um sorriso nostálgico. — A questão é que estamos juntos, felizes e com um filho bem pestinha. — bagunçou o cabelo escuro da criança.

— Vocês podiam ao menos terem me avisado, pestes, eu daria uma ótima madrinha para ele. — comentei, fazendo drama.

Rogue ergueu as sobrancelhas, enquanto ria.

— Sim, tô vendo como você daria uma bela madrinha. — dizia apontando para algum lugar, segui o dedo dele com o olhar e pude ver Artie puxando a roupa de um casal.

Corri rapidamente até ele, o puxando antes que o casal se desse conta de que havia uma criança - aparentemente perdida, já que estava sozinha - tentando chamar sua atenção. Suspirei de alívio quando voltamos para a fila, dessa vez me certificando de segurar firmemente as mãos do pequeno.

— Artie, por favor, não me dê um susto desses! — ele assentiu com a cabeça, segurando a minha mão com força, como se dissesse que não iria mais escapar. Ffaltava apenas uma pessoa para que pudéssemos fazer nosso pedido. — Nós deveríamos marcar de sair um dia desses, levar as crianças para brincar e tudo mais. — comentei.

Ambos abriram um enorme sorriso e concordaram, seguimos conversando, até que eu finalmente conseguisse fazer meu pedido. Me despedi do casal e do filho deles e segui até onde Cana estava. Artie parecia ter se acalmado sobre o assunto, é óbvio que ele não iria aceitar Laxus logo de cara, mas tenho certeza de que se o loiro quiser, conseguirá conquistar o coração do baixinho. Bacchus pode não ter sido um ótimo pai , mas ele ainda era o pai dele.

Vi os dois de longe e ambos pareciam conversar seriamente sobre algo, Cana parecia triste e Laxus desolado. Nós nos aproximamos lentamente deles e ambos ficaram em silêncio.

— Artie! — Cana disse, suspirando de alívio e pegando o pequeno no colo, enquanto o enchia de beijos. — Nunca mais saí correndo desse jeito, ouviu? Eu fiquei desesperada! Promete que não vai fazer mais isso? Hein? — o pequeno apenas concordava com a cabeça. — Se você quiser, a mamãe promete que não irá namorar ninguém, eu fico com você.

Olhei para Laxus, que parecia bastante triste com o comentário da morena. Artie olhou para ele e abriu um sorriso, fazendo-o sorrir também.

— N-Não se p-preocupe, mãe. E-Ele parece l-legal. — o pequeno disse, causando surpresa em todos nós. Cana sorriu, beijando-o mais uma vez.

— Sabia que você é incrível, filhote? Incrível! — Artie sorria com os beijos da mãe e Laxus possuía um sorriso enorme em seu rosto. Acredito eu que Cana tenha acertado na escolha dessa vez, o loiro me parece ser uma pessoa boa, ao contrário do canalha do Bacchus.

— Que tal agora irmos nos divertir, hein? Eu estou bastante empolgada em ir na montanha-russa! — comentei sorrindo, enquanto começavamos a caminhar pelo parque.

— Quem não te conhece até acha que você é corajosa, Lucy. — olhei mortalmente para Cana, que apenas deu os ombros como resposta.

O que a morena disse não é nenhuma mentira, aqueles que me conhecem bem sabem que eu não sou a coragem em pessoa e estou muito longe disso. Lembro muito bem da vez em que eu e Cana fomos ao parque de diversões na nossa adolescência, Gildarts havia conseguido os ingressos pela metade do preço e ficou animado para nos levar. Eu achei que era uma boa ideia, mas só achei mesmo porque quando eu encarei todos aqueles brinquedos tive certeza que sairia dali traumatizada.

E foi exatamente isso que aconteceu. Eu não conhecia direito os brinquedos então decidi ir no primeiro que apareceu na minha frente e, puta merda, nunca me arrependi tanto de uma escolha. Aquela coisa girava muito rápido e ainda subia e descia o tempo todo. Nem preciso dizer que sai toda descabelada e tonta de tanto ter girado. Como se já não bastasse eu quase ter morrido nesse brinquedo, eu, linda e maravilhosa, decidi que seria uma ótima ideia ir num maldito brinquedo que girava e ficava de cabeça pra baixo - pois é, nunca me deixe escolher um brinquedo. Parecia realmente uma ótima ideia na hora, mas depois que ficamos de cabeça pra baixo e minha bunda descolou do acento, a única coisa que eu soube fazer foi gritar e implorar para que o homem parasse o brinquedo.

Por conta desse episódio bem vergonhoso, Cana costuma me sacanear sempre que vamos ao parque de diversões. Porque ao contrário de mim, Cana é bastante corajosa e raramente grita em brinquedos.

— Por favor, não me lembre do Evolution, ainda passo mal só de lembrar daquela coisa. — fiz careta de quem vai vomitar, causando mais risadas na morena.

— Não posso esquecer daquele belo dia e da sua cara de desespero. — riu. — Um dia temos que repetir a experiência.

— Nem ferrando.

Como estávamos acompanhados do Artie, decidimos ir em brinquedos mais “leves” como o carrossel e carrinho de bate-bate, pois essas eram as atrações mais infantis do local. Não demorou muito para que o pequeno sentisse fome então decidimos ir ao McDonald's.

— O que vocês vão querer? — Laxus perguntou, nos olhando. Estávamos sentados em uma mesa próxima à lanchonete e perto de uma loja com alguns joguinhos que Artie encarava sem nem piscar os olhos.

— Eu quero meu BigMac. — a morena comentou animada. A coisa mais sagrada para ela depois da família é o BigMac e eu não brinco quando digo isso, ela ama o hambúrguer mais do que a mim. — E o Artie vai querer um McLanche Feliz, não é meu amor? — o pequeno assentiu sem dar muito atenção.

— McCheddar. — senti água na boca só de falar.

— Ok, eu vou fazer os pedidos. Hoje é por minha conta. — piscou um olho para a morena.

— Eba! Adoro comida de graça. — comentei, arrancando risadas do loiro.

Cana me deu um tapa, me fazendo parar de rir automaticamente.

— Nada disso, eu não vou deixar você pagar tudo sozinho. Não quero usufruir do seu dinheiro, Laxus. — revirou os olhos.

— Você não está usufruindo, eu estou fazendo isso porque quero.

— Laxus… — ela encarou ele.

— Cana… — ele também encarou ela.

— Você é muito teimoso, que droga! — ela disse, arrancando risadas do loiro, que se abaixou para beijá-la.

— É, eu sei. Deixe eu fazer um agrado a vocês, só hoje.

Ela mordeu o lábio, desviando o olhar.

— Ok. — ele sorriu. — Mas só hoje.

O loiro a beijou mais uma vez antes de sair para fazer o pedido.

Não vou mentir, assistir toda aquela cena me fez querer ter alguém ao meu lado. Afinal, por mais feliz que você esteja sozinho, sempre vai haver um momento em sua vida que te fará se sentir mais solitário do que já é e esses momentos costumam ser bastante dolorosos. Respirei fundo me lembrando dos momentos que vivi com Gray. Querendo ou não, o moreno sempre seria minha referência aos tempos bons que eu tive, já que o mesmo foi responsável por muitos desses momentos.

Talvez eu esteja sendo precipitada, mas queria poder ter alguém comigo nesse momento.

“Vocês já se sentiram solitários hoje?

Ou nessa semana? Nesse mês?

É incrível como podemos nos sentir solitários e inferiores tão de repente e muitas vezes por motivos tão bobos. Recentemente me senti solitária ao ver a felicidade da minha melhor amiga e do namorado dela. Faz tanto tempo que não sinto essa felicidade que me senti completamente deslocada naquele momento.

Eu vejo tantas pessoas fazendo discursos e comentando o quão são felizes sem ninguém que ás vezes acho que o problema é meu, talvez eu não tenha sido feita pra ser feliz sozinha e esteja condenada e viver uma vida infeliz com alguns gatinhos para alegrar o meu dia.

Se isso acontecesse antigamente, quando eu ainda era jovem e não havia tido o coração quebrado como agora, eu provavelmente diria que não estou com ninguém porque a pessoa certa não havia aparecido, como toda adolescente diz. Sempre esperando o príncipe encantado, que vai acabar muitas vezes sendo a maior decepção da sua vida. Eu realmente nunca entendi a nossa fascinação por achar o homem perfeito como nos livros e nos filmes, somos tão obcecadas por algo irreal que acabamos muitas vezes quebrando as nossas caras.

Não existe perfeição, não existe pessoas perfeitas, somos todos falhas.

Começamos a falar de solidão e olha só, viemos parar em um assunto como esse. Acho que estou fugindo um pouco do foco, não é mesmo?

Enfim.

Não é errado se sentir solitário, caso algum de vocês que esteja lendo pense isso. É óbvio que a pessoa perfeita não vai simplesmente bater na sua porta qualquer dia desses, mas não acho que devemos desistir de tentar amar, por mais que isso seja doloroso.

Quem sabe eu possa procurar alguém novo para amar?”

Suspirei, terminando de escrever e postando o texto logo em seguida. Joguei o notebook par a um canto da cama e me deitei encarando o teto. Eu realmente penso em cogitar a ideia de procurar alguém novo... Mas como se nem ao menos me lembro de como é conhecer alguém novo?

Suspirei novamente, toda aquela situação estava me torturando por dentro.



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