História Lust for life - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Walking Dead
Personagens Aaron, Abraham Ford, Beth Greene, Carl Grimes, Carol Peletier, Daryl Dixon, Glenn Rhee, Hershel Greene, Maggie Greene, Michonne, Negan, O Governador, Paul "Jesus" Monroe, Personagens Originais, Rick Grimes, Rosita Espinosa, Sasha, Shane Walsh, Tara Chambler, Tyreese
Tags Carl Grimes, Carol Peletier, Daryl Dixon, Glenn Rhee, Maggie Greene, Michonne, Paul Jesus Monroe, Rick Grimes, The Walking Dead
Visualizações 73
Palavras 2.828
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


EU DISSE QUE VINHA E VIM! AAAAAA nem acredito que consegui postar como prometido hahaaha
Espero que gostem, porque as tretas tão vindo aeee.
APROVEITEM.

Capítulo 5 - He knows something


Fanfic / Fanfiction Lust for life - Capítulo 5 - He knows something

 

POV Skye

 

A porteira estava aberta quando chegamos na fazenda. Já imaginava o que podia ter acontecido, e pelo barulho que veio do curral dos porcos eu acho que estava certa. Fiz Falcon cavalgar mais rápido e quando chegamos lá, um walker tentava atravessar a cerca do curral fazendo os porcos se agitarem. Sua atenção foi desviada pelo barulho dos cavalos, e aquele troço começou a andar na nossa direção.

Saltei de Falcon e fui até ele, mas antes de chegar mais perto uma flecha atravessou o crânio e o walker caiu.

Olhei pra Daryl e fiz uma pergunta muda só com minha expressão.

-Mais rápido.- Falou descendo de Fergus.

-Ok, eu preciso de um banho e descansar um pouco.- Meu pai disse entregando a rédea de Tyra nas minhas mãos.

-Tudo bem, te acordo se algo acontecer.

Bear me deu um beijo na testa e depois de acenar brevemente pra Daryl entrou em casa.

Arrastei o corpo do walker pra um pouco longe dos animais e voltei pra perto dos cavalo.

-Vou colocar eles no estábulo, escovar e dar comida.

Estendi a mão para pegar as rédeas dos outros mas ele não deixou.

-Eu te ajudo.

-Não precisa.

Deu de ombros.

-Não tenho muito pra fazer agora, e se eu te ajudar você acaba logo e pode ir descansar.

Cedi e o guiei até o estábulo.

Daryl era uma boa pessoa, dava pra notar mesmo que ele tivesse um olhar de “mantenha distância”. Eu ainda não tinha convivência suficiente pra dizer nada demais dele, mas por enquanto era o que minha consciência me dizia.

Comecei a escovar Falcon depois de explicar pra Daryl onde ficava tudo. Meu cavalo balançou a crina e bufou sentindo a primeira escovada me fazendo rir.

Escovei todo ele, depois peguei uma boa quantidade de ração e despejei no cocho. Espalhei feno pelo chão pra ficar macio e saí pra cuidar de Tyra.

-Ei garota, sua vez.- Ela relinchou baixinho.

Tyra era uma lady, às vezes achava que tinha sido gente em outra vida porque ela se comportava como uma verdadeira madame quando íamos cuidar dela. Chegava a ser bem engraçado.

Ela levanta as patas com delicadeza, inclina levemente o pescoço e até balança a crina como se fosse uma modelo.

Enquanto a escovava senti olhares nas minhas costas e me virei um pouco percebendo Daryl encostado em uma viga de braços cruzados me encarando. Ele desviou o olhar quando olhei em seus olhos e se voltou para Fergus, que parecia ter gostado dele.

-Você leva muito jeito com eles.- Falou meio pra si.

Sorri alisando Tyra.

-Fui criada em meio a isso.

Tyra moveu a cabeça perto de mim como se quisesse um abraço.

-São cavalos bonitos, e muito bons.

Andou até Falcon e passou a mão na cara dele.

-Esse aqui parece ter uma ligação diferente contigo.

-Falcon e eu somos muito grudados, eu que fiz o parto dele. A mãe dele era minha égua.

Daryl resmungou um som de compreensão.

Me veio uma dúvida na mente, uma que não tinha vindo em nenhum momento desde que encontrei essas pessoas novas na fazenda dos Greene.

Larguei a escova em uma prateleira.

-Como se conheceram?

Ele me olhou com uma sobrancelha levemente erguida.

-Você e os outros.

Daryl mordeu o canto do polegar antes de falar.

-Na estrada, fugindo de toda a merda.

Olhei pra ele esperando que continuasse.

-As coisas começaram a ficar mais feias, vimos bombas sendo jogadas no centro de Atlanta e a solução foi ir pra um penhasco que eu e meu irmão conhecíamos, os outros foram junto e acabamos ficando um tempinho lá.

-Você tinha um irmão.- Comentei meio baixo.

-É, o Merle. Mas ele deve ter morrido.

-O que aconteceu?

Ele se mexeu meio inquieto e voltou sua atenção a Fergus.

-Rick o prendeu em um telhado porque ele estava sendo uma ameaça, quando voltamos pra buscar ele não encontramos.

-Rick fez isso?

-É, na hora eu fiquei bem puto. Mas Merle meio que mereceu, só que eu só não sei se ele conseguiu sobreviver.- Deu uma pausa. -Deve ter sobrevivido, o desgraçado sortudo deve ter achado um jeito de viver e me deixou de novo.

Daryl parecia contar aquela última parte mais pra se convencer do que pra me contar.

-Meu irmão eu sei que morreu, eu que tive que resolver quando ele se transformou.

Ele me olhou rapidamente e voltou a mexer com Fergus.

-Não sei seu sobrenome.

Falo depois de um tempo em silêncio.

-Dixon.- Responde simplesmente.

O analisei, e meu olhar o fez me devolver a encarada.

-Que foi?

-Combina com você, o seu nome.

Ele deu um meio riso.

-Não sei se isso é uma coisa boa.

-Eu acho que sim, é um nome forte.

Voltei a cuidar de Tyra, ainda dando atenção a ele.

Dixon. Com certeza era um sobrenome forte.

Ele me olhou e parecia tentar decifrar se eu estava falando sério.

-Que foi?- Devolvi a pergunta.

Deu de ombros.

-Só tô pensando que seu nome também combina com você.

Falou me pegando de surpresa.

-Combina?

-É, Skye é nome de gente avoada.

Rolei meus olhos enchendo o cocho de Tyra.

-Ha..ha.. Muito engraçado.

Ele riu um pouco.

-Na verdade é nome de gente diferente.

-Diferente?- Levantei uma sobrancelha.

-É, nunca vi ninguém com esse nome.

Eu sorri.

-Isso me faz diferente e especial.

-Talvez faça mesmo.- Ele resmungou.

Meu rosto esquentou um pouco e eu pigarreei.

-Acabamos aqui.

 

Mostrei a propriedade para Daryl. Ele ficou atento a tudo o que eu dizia e fazia poucas perguntas, o que eu associei a ele provavelmente já entender bastante de tudo o que eu ia falando.

Estava perto do anoitecer e eu tinha falado para Daryl que ele iria jantar conosco, e agora precisava preparar tudo.

Agora eu pegava alguns ovos, e tinha pedido pra ele pegar algumas cenouras na horta junto de umas hortaliças. Ainda não tinha falado que ele podia dormir lá se quisesse, e nem sei como daria essa ideia.

Na verdade eu nem sabia porque queria isso. Mas queria. De certa forma, Daryl me dava uma sensação de segurança.

Voltei pra dentro de casa ao mesmo tempo que meu pai descia as escadas.

-Ainda não descansou?

Neguei colocando os ovos na bancada.

-Skye, você tem que descansar também. Por um acaso dormiu a noite passada?

-Não, mas ta tudo bem. Eu tô bem e preciso fazer o jantar.

Ele tirou a panela que eu tinha abaixado para pegar das minhas mãos e me olhou com o olhar de pai.

-Vá tomar um banho, eu faço o jantar.

-Pai…- Tentei argumentar.

-É uma ordem mocinha.

Ele olhou pela janela para a horta e franziu a testa.

-Esqueci que ele estava aqui.

-Tudo bem se ele ficar?- Perguntei andando para a porta.

Bear concordou.

-Ele é um bom homem, não desconfio de seu caráter.

Era o jeito dele de dizer que Daryl parecia uma boa pessoa e que poderia passar esse dia, agora noite, conosco.

Subi as escadas e fui direto para meu quarto fechando a porta depois de entrar.

Rumei para o banheiro me despindo pelo caminho. Minhas roupas estavam impregnadas com o cheiro de morte, e eu sentia meus ombros pesados.

Sentir a água quente bater em minhas costas foi uma sensação tão boa que até me fez suspirar. Eu não sabia que precisava tanto disso até sentir.

Meu corpo foi todo deixando a tensão aos poucos. Fiquei só assim por alguns minutos e logo comecei a me lavar. Era bom, muito bom, mas eu tinha que descer.

 

Cheguei na cozinha encontrando meu pai e Daryl em um assunto sobre caça. Era bom ver o velho Bear voltar a falar sobre um de seus assuntos favoritos, ele não mencionava nada disso desde a morte de mamãe e Ethan. Principalmente porque Ethan era seu mais fiel companheiro de caça.

-Quer ajuda?- Perguntei chegando do lado dele.

-Pode cortar as cenouras, eu faço os omeletes.

-Sim senhor.

-Mas então, a região aqui é boa pra caça. Ultimamente os bichos estão mais escassos mas ainda dá pra achar bastante coisa. Eles sentem o perigo, e se escondem até de nós.

Daryl assentiu. Ele mexia em uma flecha sentado a mesa.

Meu pai estava com um avental de florzinhas que era da minha mãe e eu ri reparando isso.

-Que foi sunshine?

Apontei pro avental. Ele olhou e riu voltando a mexer na panela.

-Achei apropriado já que temos visita.

Me sentei a mesa e ri.

-Sr. Dixon se sinta honrado, Bear Woods não costuma colocar esse avental pra qualquer um.

Daryl deu um meio sorriso envergonhado.

-Vai passar a noite aqui Daryl?- Meu pai perguntou.

-Ah, eu não…-

-Claro que vai.- O interrompi. -Nem pense em ir andando de volta a noite.

-Eu sei me proteger.

-É, mas é muito mais inteligente dormir aqui.

Dei de ombros e ele me encarou com uma expressão que não decifrei muito bem mas me parecia que eu tinha vencido. E nem precisei dar a ideia.

-E então Daryl, você caça a quanto tempo?

Ele encarou as mãos.

-Desde pequeno, uns nove anos talvez.

-Nove?- Bear virou pra perguntar.

Dixon assentiu confirmando.

-Nossa, deve ser um especialista.

-Não diria isso.- Deu de ombros. -Mas eu sei bastante coisa.

-Eu ensinei Skye aos dez, e Ethan aos dez também.

-Ethan?- Daryl perguntou meio confuso.

-Meu irmão.- Falei encarando a toalha de mesa.

Ele abriu a boca em compreensão.

-Skye caça muito bem. Mas entre seguir rastros e atirar, sua maior habilidade é atirar.

Sorri envergonhada.

-Que nada pai.

-É verdade. A melhor atiradora da família.- Bear disse orgulhoso.

-Devo ter puxado no campeão de tiro do condado.- Falei levantando a sobrancelha e sorrindo.

Meu pai sorriu e abaixou o fogo da panela vindo se sentar conosco a mesa engatando de novo no papo de caça.

 

Depois que acabamos de jantar, um ensopado maravilhoso que meu pai fez, eu me levantei da mesa e suspirei.

-Bear Woods, já pra cama.- Falei pegando os pratos.

Meu pai se levantou rindo.

-Parece até que ela que é a mãe.- Falou pra Daryl, e o outro riu. -Tudo bem, eu vou dormir então. Preciso mesmo descansar. Não fiquem acordados até muito tarde, precisam descansar também.

Ele veio até mim pra me dar um beijo na testa, passou por Daryl colocando uma mão no ombro dele e seguiu seu caminho para a escada.

Levei os pratos a pia e comecei a lavar.

-Seu pai é um cara bem legal.- Daryl comentou.

-É sim, ele é incrível.

Um silêncio caiu e eu rapidamente terminei de lavar os pratos. Quando me virei, Daryl desviou o olhar como se tivesse ficado me analisando.

-Vou apagar a luz daqui, acho melhor ficarmos na sala.

Ele concordou e levantou me seguindo.

Na sala Daryl parecia meio sem jeito.

-Pode ficar a vontade.

Ele se sentou no sofá e eu sentei na poltrona que era da minha mãe abraçando minhas pernas.

Passou um tempo e eu bocejei.

-Devia ir deitar.- Dixon falou girando uma flecha entre os dedos.

-Eu tô legal.

-Não dormiu a noite passada.

Soltei uma risada meio abafada.

-Você pode dormir um pouco.

Ele resmungou.

-O que?- Perguntei.

-Disse que não preciso.

-Claro que precisa.- Falei. -Todo mundo precisa.

-E por que não vai dormir também?

-Porque…- Não achei motivos. -Não sei.

-Eu fico de vigia.

Cerrei meus olhos.

-Posso ir dormir.- Falei me levantando. -Mas você também vai ter que dormir nem que seja um pouco.- Estendi a mão.

Daryl olhou da minha mão pra mim.

-Vamos.- Falei.

Ele bufou e levantou.

Peguei a mão dele o fazendo me olhar assustado.

-Calma, eu não vou te morder.

Ri da cara que ele fez e o guiei para o segundo andar.

Lá em cima o levei até o quarto de Ethan. Estava do mesmo jeito que ele tinha deixado, e eu não me importava que outra pessoa dormisse ali. Não Daryl.

-Ok, pode dormir aqui. Vou pegar uma coberta pra você, as noites estão congelando.

Coloquei uma cadeira em frente o armário do meu irmão e abri a porta. A coberta estava no fundo da última prateleira então eu me estiquei pra pegar. Só que eu me desequilibrei e acabei quase indo de cara no chão.

Quase porque Daryl me segurou antes.

Arregalei os olhos e o encarei. Ele me olhava, fixamente e sem piscar. Eu estava meio quente no rosto, devia estar vermelha com certeza. E minha garganta de repente parecia seca demais.

-Toma cuidado.- Ele sussurrou.

Pisquei algumas vezes.

-Obrigada.- Falei me soltando dele.

Subi na cadeira de novo, alcancei a coberta e desci colocando ela na cama.

-Então, qualquer coisa pode chamar. Boa noite.

Daryl resmungou um “boa noite” e eu saí do quarto fechando a porta.

Andei rápido até o meu quarto e fechei a porta a trancando. Me taquei na cama e respirei fundo.

Por que eu tinha paralisado olhando pra ele? Por que tinha sentido uma sensação tão boa em estar nos braços dele?

E pior, por que parecia que eu tinha gostado?

 

A manhã veio mais rápido do que eu desejava. Parecia que eu só tinha fechado os olhos por poucos minutos e logo estava abrindo de novo.

Olhei meu relógio de cabeceira e me assustei em ver que já eram quase nove horas. Pelo visto eu tinha dormido bastante. Só esqueceram de avisar meu corpo disso. Eu estava massacrada, parecia que nem tinha dormido direito.

Lavei o rosto e desci as escadas sendo recebida pelo som de algo sendo feito na cozinha e uma risada meio grave.

Cheguei na cozinha e meu pai fazia torradas, com Daryl de platéia.

Daryl se calou quando cheguei, somente acenando pra me dar bom dia.

-Ah, bom dia sunshine.- Bear disse se virando e me vendo ali parada na porta. -Temos que tomar nosso café pra partir pra casa de Hershel logo.

-Por que a pressa?- Perguntei me sentando.

-Eu não gosto daquele cara.- Respondeu colocando as torradas em um prato na mesa.

Olhei pra Daryl, ele desviou o olhar.

-Nem eu.- Falei.

-Desculpa Daryl, mas não confio nem um pouco nele.- Disse meu pai pra Dixon.

-Acho que ninguém confia muito.

Ver que nem as pessoas do grupo de Shane tinham muita confiança nele só confirmava minhas certezas de que ele não era nem um pouco flor que se cheire.

O pior era que fazer algo pra controlá-lo podia ser pior.

 

3 dias depois

 

-Sua perna está bem melhor, já pode sair da cama pelo jeito.- Falei terminando de enfaixar a perna de Randall.

Ele me olhava fixamente. Toda consulta ele ficava assim. Mas nada dizia.

E isso estava começando a me incomodar.

-Quer falar alguma coisa? Alguma dúvida?- Ele negou e eu suspirei. -Toma seu remédio.

Falei e saí do quarto deixando TDog entrar pra vigiar ele.

Andei pela casa, cheguei na varanda e acabei encontrando Maggie em frente a casa.

-Esse cara é muito esquisito.- Falei chegando perto dela.

-O que?- Perguntou confusa.

-Randall, o garoto. Fica me encarando esquisito.

Ela franziu a testa e sorriu engraçado.

-Ele pode achar você uma graça.- Falou tentando me fazer rir.

Eu ri fraco.

-Tô falando sério Maggie, ele pode estar planejando alguma coisa ou saber de algo que não sabemos e ta escondendo isso.

-O que ta acontecendo?- Rick chegou perguntando.

-O garoto, fica encarando Skye e ela acha que ele pode estar escondendo alguma coisa.

Rick balançou a cabeça e colocou as mãos no quadril.

-Vamos ficar de olho nele. Não se preocupe, tudo bem?

Balancei a cabeça concordando.

-Temos que resolver o que fazer com ele.- Disse. -Shane acha que devemos o matar de uma vez.

Neguei.

-Esse cara é um louco.- Falei baixo.

-Acho que podíamos reunir todo mundo.- Maggie disse.

-Sim, podemos fazer isso. Me ajudam a chamar todo mundo?

Concordamos e nos separamos.

 

Estavam todos na sala, só faltava Hershel. E ele chegou e estendeu o braço pra que começasse a pequena reunião.

-Temos que decidir o que fazer com o garoto.- Falei. -Ele já pode se levantar.

-Então podemos colocar ele em algum lugar da rodovia, com um cantil e uma faca.- Andrea disse.

-Não acho muito humano.- Dale deu sua opinião.

-É melhor do que o ter aqui sendo uma ameaça.- Glenn disse.

Ficou um pequeno silêncio.

-E se ao invés de uma estrada, o deixássemos em um lugar com cercas ou muros?- Meu pai deu a ideia.

Rick meneou a cabeça.

-Melhor.- Falou concordando. -Todos concordam com isso?

Resmungos de concordância ecoaram pela sala, com exceção de Shane que tinha a cara fechada, o que não era novidade nenhuma.

Aos poucos todos foram saindo da sala sem dizer nada. Era praticamente levar o garoto para a morte. Mas eu concordava que era melhor do que o deixar aqui com a gente.

Ainda mais quando aquele olhar me passava que ele sabia mais do que nós, e eu não sei se ia gostar de saber o que tinha na mente dele.


Notas Finais


E aí????? Que acharam darlings?
Randall vocês sabem né, mas aguardem que a treta vai vir e posso garantir que tem coisa nova haha
Climãaaao entre Skye e Daryl durante a encaradinha HAHAHAAHA amo!! Tá só começando então foi bem light amores.
BEAR EU TE VENERO! Fazendo amizade com o querido já hahahaa É ou não é o melhor personagem dessa estória?
Então amores, o próximo deve vir só sexta mesmo porque essa semana é de provas na faculdade e eu vou me enfiar no meu casulo ahhaaha. Dei uma nos estudos pra vir aqui postar esse capítulo correndo e já tô voltando pros textos de novo, SOCORRO.
Espero que tenham gostado. ME CONTEM, EU NÃO MORDO! JURO! hahahahaha
Até o próximo darlings,
xx.


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