História Lust for life (destiel) - Capítulo 5


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Categorias Supernatural
Personagens Castiel, Charlene "Charlie" Bradbury, Dean Winchester, Gabriel, Sam Winchester
Tags Castiel, Colegial, Dean, Drama, Gabriel, Lust, Lust For Life, Novak, Sam, Supernatural, Winchester
Visualizações 18
Palavras 1.147
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - 13 beachs


A tarde com Dean foi incrível, passamos o resto do dia falando baboseiras e assuntos aleatórios posso disser que estávamos formando um grande laço de amizade, o que é estranho já que nunca imaginei uma pessoa como eu ser amigo de uma pessoa tão popular com ele.

 

Voltei pra casa e fui checar meu celular e quando abri milhares de notificações de Gabriel falando sobre seu encontro perfeito com Sam, visualizei aquilo tudo e ignorei, não estava com saco para ler os draminhas e os quase surtos dele, coloquei meu celular pra carregar na cabeceira da cama e fui tomar um banho.

 

Sai do banho e vi uma notificação de mensagem chegar, até pensei que fosse Gabriel fazendo drama porque não respondi ele mas quando fui olhar não era Gabriel, era Dean, tinha me esquecido que dei meu número a ele.

 

D.W-olá raio de sol 

 

"Raio de sol" ele me deu esse apelido pela tarde quando estávamos andando pelo parque e viu meu rosto brilhar contra o sol, eu achei fofo.

 

C.N–olá rsrs. 

 

D.W–quer faltar aula amanhã comigo?

 

C.N–meu deus eu ouvi isso bem? Dean winchester fora da lei.

 

D.W–hshshsh, bobo.

 

D.W–fale sim um ou não.

 

C.N–okay.

 

D.W-ótimo, agora vou dormir já está tarde, boa noite raio de sol.

 

C.N–boa noite Dean.

 

Me despedi e fui dormir, pensando em o que Dean teria de tão importante amanhã para faltar aula, logo ele um dos melhores alunos daquela escola, queridinho de todos, até mesmo dos professores, querer passar um tempo comigo, logo eu que sou um lixo ambulante, um ze ninguém para a sociedade. Desculpe por meus dramas exagerado as vezes, mas é apenas a verdade.

 

À noite foi longa, já que meus pesadelos não me deixavam dormir em nenhum instante, assim que fechava os olhos me vinha imagens perturbadoras e horripilantes que deixariam qualquer ser humano horrorizado pelo resto de sua curta vida. 

 

Acordei um pouco tarde, 7:35AM para ser exato, me levantei da cama e fui fazer minha rotina chata e entediante de todos os dias, minha mãe hoje foi me deixar no colégio ( o que é muito raro de isso acontecer ), me deixou em frente o portão de entrada me dando um pequeno é aterrorizante beijo de despedida, odeio beijos de despedida, me dão anciã, desci do carro o mais rápido possível pois faltava apenas 5m para a primeira aula começar e tinha que chegar a tempo, mas fui interrompido por uma buzina é uma voz familiar me chamando.

 

—Vem, entra aqui rápido.

 

Era Dean, acho que o seu convite da noite passada me chamando para cabular aula era verdade mesmo.

 

—Isso é serio mesmo?

 

—Sim, e não reclame, você vai gostar o que tenho pra te mostrar.

 

—Okay! 

 

O caminho até o lugar misterioso de Dean foi longo mas tranquilo, conversamos assuntos interessantes dessa vez, como por exemplo, o que aconteceu no último episódio de GOT, eu amava essa série e ele também pelo que pude perceber, eu e Dean tínhamos muitas coisas em comum que até eu me assustava um pouco.

 

—Toma, coloca isso–falou me entregando um lenço em minhas mãos.

 

—Pra que eu vou querer um lenço?

 

—Para tapar seus olhos–sorriu quando reparou minha cara confusa.

 

—Eu não vou tapar meus olhos se é o que quer saber.

 

—A vai lá raio de sol, não fode com minha surpresa, coloca por favor–fez um biquinho implorando para que pouse-se o lenço.

 

Dei uma olhada de relance e pus o lenço, cobrindo meus olhos, bloqueando toda a luz que minha íris era responsável de controlar, sobrando apenas uma vazia escuridão, conseguia apenas ouvir os sons que aquele ambiente causava, ouvi passos vindo em minha direção, obviamente de Dean, abriu a porta esquerda do lado do passageiro onde estava e me puxou delicadamente me guiando.

 

Depois de um bom tempo caminhando por aquele lugar sentia cada vez mais uma brisa forte vindo em meu rosto, barulhos de ondas ficavam cada vez mais expostas em meus tímpanos, já poderia concluir que estava em uma praia( o que era óbvio ), sons de gaivotas começaram a ecoar, e o cheiro da água salgada estava invadindo minhas narinas sensíveis.

 

—Estamos em uma praia?–perguntei meio óbvio.

 

—Sim estamos–falou Dean ainda me guiando para não sei lá a onde.

 

—E o que tem de tão importante em uma praia para você me fazer faltar aula e ainda mais me forçar a colocar um lenço em meu lindo olhos.

 

—Desculpe por força-lo a princesa cobrir seus lindo olhos azuis–falou em tom sarcástico–prometo que valerá a pena, só confia em okay?

 

—Okay okay–falei com uma voz cansada–vai demorar ainda muito pra chegar? Estou cansado.

 

Ele não respondeu, apenas bufou e seguiu em frente, 5 minutos depois ele finalmente parou de andar.

 

—Prontinho chegamos, pode tirar o lenço da cara raio de sol 

 

Assim que ouvi aquelas palavras tirei o lenço o mais rápido que pude, aquilo já estava me incomodando, meus olhos se assustaram um pouco com a invasão do sol, mas logo se acostumaram, assim que consegui recuperar 100% da minha visão, pude ver uma pequena cabana de frente ao mar, muito bonita por sinal.

 

—E então...o que achou?–Dean falou quebrando o pequeno silêncio que jazia.

 

—Legal–falei em tom seco–você que construiu?

 

—A cabana? Sim foi eu medo que construí.

 

—Essa parte da praia é muito bonita–falei fazendo um pequeno giro em 360–como consegui encontrá-la?

 

—Estava esperando você perguntar isso–falou soltando um lindo sorriso amarelado no meio da frase–eu estava a procura de um lugar que eu poderia chamar de meu entende? Então pensei, por que não uma praia? Eu amo praias e com certeza me sentiria muito bem em ter uma praia só pra mim, andei por 13 praias até encontrar uma vazia, e foi essa a escolhida, a "13 beachs" esse foi o nome que dei a ela.

 

—Interessante, mas me responde uma coisa–parei um pouco fazendo uma pose pensativa– você falou que queria uma praia apenas pra você, então por que está apresentando ela a mim? Isso não estragaria seus habitat pessoal?

 

—Sim estragaria, mas me sinto sozinho em um lugar tão imenso considerado apenas pra mim, queria compartilha-lo com alguém, e algo me dizia que você era a pessoa certa para isso.

 

Era isso mesmo que acabei de ouvir, alguém no mundo finalmente me achava confiável? Nem Gabi depois de anos de amizade me achava confiável totalmente, e Dean que me conheceu a poucos dias já tinha essa certeza, eu definitivamente não sei o que pensar, acho que lisonjeado era a palavra certa a se disser o que estava sentindo naquele momento, lisonjeado e totalmente apaixonado por aquilo que ela estava fazendo por mim, ninguém em toda a minha vida foi tão gentil e carinhoso com minha pessoa, eu gostava disso.



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