História Luxurium - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aventura, Bruxaria, Demônio, Lobisomem, Saga, Trama, Vampiro
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Palavras 3.006
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Escolar, Famí­lia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Super Power, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - 01- Para Sempre 17


 

Era uma noite de sexta-feira. Já estava pronta para sair com Mike, meu namorado.

Mas ele não.

 Mike sempre se atrasava.

Então para passar o tempo, fui conversar um pouco com os meus amigos pela internet.

– "Eliza, você precisa saber disso.” – disse Jessica.

Jessica era minha melhor amiga, eu e ela éramos como duas irmãs, às vezes até mais do que isso.

– "O quê?” – perguntei curiosa.

– "É o Mike, ele está te traindo Liza”.

- "E como você sabe disso? "

–"Vou te mandar umas fotos que eu vi”

– "Okay”

Já havia mudado de meu humor com essa notícia. Fiquei meio desconfiada porque desde sempre Jessica quer me separar do Mike. Acho que ela tem uma queda por mim. (risos) Acho engraçado.

–“Aqui estão.”

Vi as fotos...

E eram comprometedoras.

Eram as fotos de Mike praticamente nu beijando outras garotas. Em todas as fotos.

Parei de respirar por um instante.

–“Ah não...” – eu disse –“Ele vai se ver comigo!” – complementei.

–“Desculpa amiga...Não queria te ver assim...” – disse Jessica.

–“Não Jess... Você não tem culpa...”

–“O que você vai fazer?”

–“Hoje nada... Vou pegar ele de surpresa”

–“Olha lá hein?”

–“Obrigada amiga, você sempre tão cuidadosa comigo...Te amo" (risos)

– “Eu sei.”  – disse Jess.

Continuamos conversando e tagarelando sem parar até que Mike manda uma mensagem de texto.

“Amor vou te ligar ok?”

Respondi que sim e ele me ligou.

“Oi, Liza nós iremos mudar os planos. Em vez de sairmos somente nós dois, que tal nós irmos até a casa de Adam e fazer uma festinha?”

Quando Mike acabou de falar vi que tinha alguém me olhando na janela.

Fui olhar quem era.

– Ah... Pode ser, mas vai demorar? – perguntei colocando minha cabeça do lado de fora da janela, para ver quem estava me espionando.

Não era ninguém.

Fechei a janela.

–“Não. Não irá demorar muito.” – afirmou ele.

–“Então tudo bem, então passo na casa do Adam mais tarde.”

–“Eu ia te buscar, mas já que você quer vir sozinha.”

–“Não, tudo bem, eu vou  sozinha.” – eu ri.

–“Tudo bem.” – disse Mike.

–“Certo, vou me arrumar e mais tarde passo na casa dele.” 

–“Eu te amo” – Mike.

Desliguei sem responder. Não podia acreditar que ele tinha a coragem de dizer que me “amava” depois de tudo que vi.

Peguei as minhas coisas e fui colocando na minha mochila. Ainda fiquei olhando a janela com desconfiança.

“Deve ser coisa da minha cabeça”, pensei.

Liguei o chuveiro e tomei um banho rápido, mas o suficiente para clarear as ideias. Minha mente latejava de mais por conta do excesso de informações dos últimos tempos. Eu não ia muito bem na escola.

Peguei minha mochila e desci as escadas.

 

Minha família estava toda na sala.

Mamãe estava escrevendo um artigo de moda em um blog, meu pai lendo jornal e meu irmão jogando vídeo game na maior altura.

– Será que você pode ter um pingo de educação e abaixar o volume David? – perguntei.

– Cala essa boca Liza.

– Olha só! Então ok... Quer ficar surdo antes do 60 anos, vá em frente.

 

Ele me olhou com uma cara de medo.

Que eu até me assustei.

 

– Elizabeth... Pare de assustar seu irmão... – disse mamãe com um tom de cansaço.

 

Olhei para David e fiz aquela cara novamente.

Ele abaixou a volume.

Foi automático.

 

– Queria que sua mãe fosse assim (risos) – zombou meu pai.

– George! – exclamou mamãe.

– O que eu fiz Margareth? – todos riram na sala.

– Você está insinuando o que? Que não tenho autoridade com os nossos filhos? – disse mamãe.

 

Nem tive o interesse em saber como terminaria aquela briga. Abri a porta, e saí pela varanda, mas minha mãe me puxa pelo braço.

– Aonde a senhorita pensa que vai?

– Em uma festa, com o Mike.

– Termina que horas? – perguntou ela preocupada.

– Ah...Depois das 10:00h mãe. – chutei.

– Quero ver você aqui 10:00h em ponto mocinha!

– Ok mãe. – não reclamei, afinal não estava muito a fim de me divertir mesmo.

 

Minha mãe me deu um beijo na testa e me despedi de meu pai também.

 

Fiquei com um certo medo depois que vi a tal pessoa na minha janela me espionando.

Fui andando até a casa de Adam e de repente vi um vulto passando bem rápido a uns dois metros da minha frente.

Congelei.

Meu coração foi parando aos poucos, junto com a minha respiração.

Não suporto adrenalina. Sou muito fraca para fortes emoções. Olhei no meu relógio e marcavam oito e quinze da noite.

Fechei os olhos e pensei “Deve ser só coisa da minha cabeça”, quando abri de novo meus olhos senti um vento gelado passando por trás de mim. Parecia que era alguém correndo na velocidade luz.

Congelei mais uma vez.

Mas continuei andando até a casa de Adam.

Sabe aquela sensação de estar sendo seguida? Era essa a sensação.

A rua inteira estava muito escura, poucos postes estavam acesos. Árvores em volta balançavam por conta dos fortes ventos que se passavam naquela hora. As cores vivas das casas de meu bairro aparentavam ter sido pintadas de cinza. Um cenário típico de filme de terror.

Finalmente cheguei.

Toquei o interfone do apartamento de Adam, número 201. Foi Mike que me atendeu e abriu o portão para mim.

Por um momento pensei como seria estranho Mike querer trocar uma noite comigo por uma festa com os amigos.

“Para mim já é a gota d’água”, pensei enquanto estava no elevador.

Procurei a porta com o número 201 e apertei a campainha.

Adam apareceu na porta.

 

– Oi! Como vai? Sinta-se a vontade . – não pude não notar que o som estava alto. Parecia mesmo uma festa a final.

– Ei amor, que saudade! – disse Mike, mas eu nem dei um abraço tão forte nele, como sempre fiz. Ele não percebeu. Mike tentou me beijar, mas desviei para pegar um pouco de bebida para nós.

– Um brinde... – eu disse sem terminar.

– A quem? – indagou.

– A nós... Um brinde a nós Mike.

 

Nós brindamos e ele tentou me beijar, mas desviei meu rosto propositalmente mais uma vez.

Dessa vez ele se irritou.

 

– O que foi? Aconteceu alguma coisa? – cara de pau. Eu queria demonstrar raiva pela traição, mas não o que fiz.

– Nada amor. É só uma pequena afta, que anda me incomodando ultimamente. – dei uma desculpa.

– Coitadinha. – disse Mike, já com a voz e o comportamento um pouco alterados por conta do álcool.

– Está tudo sobre controle Mike. Estou bem.

– Mas que bom. – Mike fez uma cara estranha para mim.

 

Eu fiquei encarando Mike por alguns segundos e logo pude ver o que a cara dele dizia.

“Sexo”.

Até parece que ia transar com ele depois de descobrir o que ele fez. E desviei meu olhar mais uma vez.

Fui ver as outras pessoas que marcavam presença na festa.

Eram só mais duas meninas. Uma delas era amiga de Adam e a outra era obviamente amiga dos dois. Todos estavam sentados em um sofá beje amarelado, bem em frente deles havia uma mesa baixa de sala de estar com alguns petiscos e umas garrafas de bebidas baratas. Não pude não reparar que o apartamento era bem pequeno, mas com espaço o suficiente para organizar uma festa pequena.

De repente surge Calvin na escuridão do corredor  no lado esquerdo da casa. Ele vem diretamente a mim.

– Oi Eliza! – disse ele.

– Ei Calvin, quanto tempo (risos) – o cumprimentei.

 

Calvin me olhou de baixo para cima.

 

– Você está ótima!

 

Ri meio sem graça.

 

– Sério? – perguntei.

– Sério, você está perfeita como sempre.

 

Calvin sempre me elogiava em tudo. Sempre fomos muito amigos, não nos separava-mos por nada desde de a época do primário. Poucas pessoas se aproximavam dele pois tinham um certo medo dele. Calvin acreditava em seitas demoníacas, bruxas, ocultismos, vampiros e outras coisas que não são consideradas normais.

O visual dele era como dessas bandas punk de rock, só que sem muitos piercing’s. Às vezes duvidava se ele acreditava em Jesus Cristo. Não tenho fanatismo religioso algum, mas acreditar em coisas ocultas não era uma coisa que eu gostava.

 

Mike olhou para mim e puxou-me para o seu peito.

– Eu quero você longe desse cara.

– Esse “cara” é seu amigo. – retruquei.

– É. Mas ele me assusta às vezes.

 

Dei uma risada alta.

– Mike, até eu sou mais perigosa do que Calvin Harbering e não duvide disso (risos).

– Ah! Okay mocinha. Estou morrendo de medo de você.

– E deveria. – eu disse.

– Eu deveria? – perguntou ele.

– Sim. – respondi com um tom mais seco.

– Você está estranha hoje... Aconteceu alguma coisa?

– Não amor... Não está acontecendo nada. – eu disse, depois dei uma grande golada na minha bebida.

 

Ele me olhou com uma cara estranha.

E sim... Eu não estava normal nessa noite. Todos os meus conceitos que tinha sobre ele... Já não eram mais válidos. Ele virou um traidor... E eu havia me tornado um objeto de traição.

Sim, ele vai me pagar, porque não suporto traição. Odeio esse tipo de gente.

 

Mas olhando de novo para a sala, ou melhor, o “centro” da nossa festa. Cheguei a obvia conclusão de que havia mais gente interessante para conversar do que com Mike.

– Então Eliza. Essas são Karen e Amanda, caso não tenha apresentado. – disse Adam.

– Não, não apresentou (risos). – disse eu, já um pouco alterada por causa da bebida. Dei um beijinho no rosto de cada uma e me sentei no pequeno sofá em frente ao que as duas estavam sentadas.

– Posso saber quando é que Will irá aparecer? – indagou Amanda.

– Daqui a pouco ele vai estar aqui. Parece que ele foi comprar algumas coisas antes de vim para cá. – disse Adam.

– É porque eu e a Karen temos que ir embora daqui a pouco – disse Amanda.

– Tudo bem, sem problemas meninas. – disse Adam.

Olhei para o relógio, e estava marcando nove horas em ponto. “A hora não passa mesmo meu Deus”, pensei.

Não pude notar que uma delas estava olhando diretamente para mim. Decidi encarar de volta na segunda vez.

Era Karen.

Ela me olhava de um jeito que parecia que queria me devorar ou alguma coisa do tipo. Notei também que Calvin estava nos olhando, principalmente para Karen.

Estava hipnotizada.

– Então... Quantos anos você tem? – pergunta Karen quebrando o transe que fazia em mim. Por um segundo até esqueci a minha idade. O olhar de Karen eram fixos e penetrantes. Ela tinha a pele bem branca com olhos verde–azulado, era morena com cabelos longos, muito bonita.

 

Estava tão hipnotizada com a beleza dela que naquele momento até poderia dar-lhe um beijo.

 

– É... Tenho dezessete. – respondi meio que em outro planeta.

– Quando é o seu aniversário? – perguntou.

– Faço aniversário no dia sete de dezembro. – respondi.

– Hum... E você ainda estuda não é?

– Sim, estudo sim, mas no momento estou de férias.

– Entendo. Calvin não parava de falar em você, que eu deveria te conhecer. – ela abre um espaço entre ela e Amanda e logo faz um sinal que era para sentar do lado dela e fui automaticamente por educação – Então resolvi vir aqui para te ver já que me insistiu tanto. – ela rira um pouco e olhando diretamente para Calvin.

– Sem problemas, pareço ser chata, mas sou legal – rimos.

Ela voltou com aquele olhar fixante em mim e a encarei mais uma vez.

“Mas qual é a dela?” pensei. Karen me fitava bem em meus olhos enquanto falava um pouco dela mesma. Conversamos sobre tudo: esporte, cinema, escola, boates etc. Mas ela não parava de olhar para Calvin, como se ele estivesse a vigiando e ela espreitava por uma brecha. Não estava entendendo nada. Talvez seja por conta da bebida. Por que ela estava me hipnotizando daquele jeito? Acho que é melhor para de beber por hoje.

Mas não conseguia pensar em muita coisa.

Não conseguia olhar mais para lado nenhum. O que estava acontecendo?

 

– Preciso ir ao banheiro... Você vem comigo? – disse ela, ainda com aquele olhar.

– Claro... – respondi meio que mecanicamente, mesmo não querendo ir, mas meu corpo não me obedecia. Karen me puxou do sofá com uma mão e fomos em direção ao banheiro.

 

Nós entramos e enquanto ela se olhava no espelho, eu trancava a porta, no caso de algum engraçadinho tentar abri-la. Karen estava fazendo xixi na hora que a fechei. O banheiro era bem pequeno, mas cabia nós duas tranquilamente.

 

– Vai retocar a maquiagem? – perguntei.

– Na verdade não, vou dar um jeito em seu cabelo parece que está meio acabado. Sem ofensas Eliza (risos).

– É... Ele desarruma muito fácil. – ri – Você tem algum pente? – perguntei.

– Sim, claro. – Karen pegara um pente do seu estojo de maquiagem e começou a pentear meus cabelos. Bem de vagar. Ela terminou de pentear um lado e jogou esse lado do cabelo para o meu ombro esquerdo. Karen estava atrás de mim.

Ela já tinha acabado de arrumar meus cabelos azuis com mechas em preto, e peguei umas das mechas. Quando levantei meu rosto, vira uma coisa um tanto anormal no reflexo no espelho do banheiro.

Parecia que Karen estava encostando seus lábios no meu pescoço.

Rezei para que aquilo não fosse verdade. Mas ela me abraçou. Colocando seus braços e mãos sobre a meu abdômen. Ela estava  quente e bem diferente da Karen que estava conversando a sala.

– Posso saber o que está fazendo? – indaguei rindo.

– Bem... Nada. Não posso abraçar uma amiga? – tentou se explicar.

– Mas desse jeito? – perguntei de novo. Ela chegou mais perto de mim, com um olhar mais ousado.

– Por quê? Você sentiu alguma coisa estranha? – ela abriu um sorriso inocente e de repente o fechou.

Agora ela tinha aquele olhar fixante e seus lábios pareciam estar mais vermelhos e atraentes.

Comecei a sentir uma coisa que nunca senti antes. Uma força estranha que vinha de baixo para cima e fazia minhas bochechas corarem. Essa mesma força estranha me impulsionava para mais perto de Karen até ficar cara a cara com ela. Não sabia o que fazer. Não conseguia me mexer. “O que estava acontecendo?” pensei. Até que essa força estranha começa a ficar mais forte a cada segundo. Nunca vi meu coração bater tão forte assim. Ele mais parecia uma bomba relógio. Estava prestes a explodir. Não conseguia entender.

Karen pôs sua mão esquerda no meu rosto e aos poucos foi encostando seus lábios nos meus. Ela insinuou que daria um beijo, mas logo desviou para minha bochecha esquerda, somente encostando seus lábios pelo meu pescoço. Karen estava muito quente e isso me estimulava, sem saber ainda qual era o motivo.

– Nossa...Como você está quente... – sussurrei.

Ela tira a minha blusa e a dela.

– Está melhor? – perguntou.

– Sim... Não, Karen... O que estava fazendo?

Karen começa a sussurrar.

– Você é irresistível sabia?... Não sei até quanto tempo posso me controlar – ela me encurrala contra a parede de azulejo com os dois braços. Seu lindo corpo com seus seios fartos estavam curvados maliciosamente contra a mim. Eu lutava fervorosamente para não beija-la como ela queria. Seus lábios pareciam tão atraentes e o calor de seu corpo me sufocava. Karen ficou apertando o meu corpo contra o dela. Ela segurou meu rosto mais uma vez e beijou meu pescoço. Ela murmura algo em meu ouvido “Me desculpe, mas não consigo resistir ”, Karen estava pronta para me beijar.

Mas desviei. 

– Não... Karen o que está fazendo?
Desfiz a marreira que ela fazia com seus braços. 

– Me desculpe... 

Queria sair correndo, mas não conseguia. Só ficava parada bem a sua frente, sem nenhuma barreira. Mas seus olhos azuis me devoravam. Essa era a barreira.

 

Lá estava ela, linda, atraente e semi nua.

Ela continuava a me devorar pelos olhos, parecendo se controlar ao máximo, para não fazer nenhuma besteira.

– Você está assustada? – pergunta ela.

– Um pouco. – confessei.

– E agora? – Karen pôs suas mãos em meus seios. Perdi a minha respiração na mesma hora. Ela chegou bem perto de mim e disse “E agora? Está assustada?” 

Ela gargalhou.

Veio em minha direção mais uma vez.

– Eliza... Te dou uma última chance de sair de perto de mim... – ela deu uma pausa para respirar – Pois se ficar... Não serei responsável pelos meus atos. – seus olhos haviam mudado de cor ou era impressão minha? – Você não sabe o quanto estou me controlando para não fazer o que minha mente me manda fazer... Por favor, vá embora. – sua boca dizia completamente o contrário que sua mente queria naquele momento. Karen estava lutando contra ela mesma, mas a má notícia que eu também estava fazendo mo mesmo.

– Não consigo... É muito mais forte do que eu... Não sei o que está acontecendo. – ela se aproximou para sussurrar algo em meu ouvido.

Eu sei muito bem o que está acontecendo... Sua mente não para de implorar por mim... Posso ouvir seu coração incrivelmente acelerado...

Tentei relutar a excitação, mas Karen era mais forte do que eu.

Por favor... Vá embora... – disse ela fechando os olhos e dando passagem a mim.

– Você consegue ler mentes? – Karen me encarou por uns segundos, seus olhos realmente haviam mudado, pareciam estar brilhantes.

– Eliza... Sou capaz de fazer coisas que você nem imagina. – ainda a encarava, meu coração acelerado com sua resposta. Fechei os olhos e por alguns segundos conseguia controlar meus movimentos, como vestir minha blusa por exemplo.

 

– Acho que já devem estar sentindo a nossa falta.

– Eu acho que sim... – concordou Karen um pouco séria.

Saí sem avisar em direção a sala de estar em busca de uma bebida bem forte – mesmo sendo de menor e sabendo que era errado, mas quem ligava pra isso agora não é? – para acalmar os nervos. E que nervos eram aqueles? Estava aparentemente confusa e louca de vontade de transar com Karen.
Só queria saber o que era aquilo tudo.

.Calvin olhara para Karen e ela estava aparentemente atordoada. Por minha causa, eu acho. Enquanto quase todos foram em direção a porta da sala para se despedir, eu ainda estava isolada em um canto escuro da sala, perdida em meus pensamentos impuros e confusos.

Ainda estava confusa com essa história.

Quem era Karen a final?

O que ia acontecer comigo? Será que gosto de mulher?

Essas perguntas me atormentavam e mexiam com a minha cabeça naquela hora.


Notas Finais


Oi gente, se gostaram da história por favor, favoritem pois toda semana irá sair de 2 a 3 capítulos novos, conto com a participação de vocês :) deixem seus comentários em baixo se quiserem, agora é só aguardar pelos próximos episódios ^^

Grata.

de Jessica W. Passos


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