História Luxury Boy - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Visualizações 81
Palavras 3.294
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Lemon, Romance e Novela, Slash, Yaoi
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Annyeong

Quem está curiosa para saber da vida do kook??

Então lá vai...

Boa Leitura

Capítulo 15 - Confession; Deception; Guilt.


Fanfic / Fanfiction Luxury Boy - Capítulo 15 - Confession; Deception; Guilt.

Confissão: ato ou efeito de confessar-se;

Decepção: sentimento de tristeza, descontentamento ou frustração pela ocorrência de fato inesperado, que representa um mal; desilusão, desapontamento;

Culpa: emoção penosa resultante de um conflito, responsabilidade por dano, mal, desastre causado a outrem.

 

 

      − Pai... mãe...por favor me entendam, eu não gosto dela.

 

      −JungKook você não precisa estar amando a menina só a respeite, com o tempo o amor vem.

 

      − Mas mãe eu não quero me casar, eu sou jovem demais e eu não... eu não gosto de meninas. Pai... Mãe eu sou gay!

 

Meu pai franze o cenho levanta da cadeira onde está sentado e vem na minha direção. O som do tapa que ele da em meu rosto ecoa pelo pequeno apartamento. O homem até agora bravo fica furioso e seu rosto se contorce apertando os lábios e piscando diversas vezes os olhos marejados. Ele me fita com um misto de fúria e decepção nos olhos. Minha mãe está calada e aperta as mãos.

 

 

      − CHEGA!! Jeon JungKook você vai casar com a irmã dele e ponto final. Nossas dividas com esse agiota só aumentam e quando ele veio propor esse acordo para que elas cessem eu senti que seria a única solução. Sua mãe precisa desse dinheiro para o tratamento dela então o assunto está encerrado, você vai casar com ela até o final do mês que vem.

 

      − Por favor, querido o deixe fazer o que quer da vida, eu não me sentirei bem se você o obrigar assim.

 

      −Nós não temos escolha, ele vai casar com ela e fim de assunto.

 

      − Não eu não vou! Eu vou conseguir o dinheiro pai de uma maneira ou outra eu consigo, por favor, mãe não me obrigada a casar com ela.

 

      − JungKook pare com isso, não faça sua mãe sofrer mais. Você sabe que não temos escolha, quantas vezes vou ter que repetir isso.

 

      − Pai me de uma chance, só uma eu te imploro eu vou conseguir um emprego, um bico, mais de um emprego, não sei eu me viro. Eu posso te ajudar.

 

      − Chega! Pare com isso você vai casar com ela! E nunca mais repita essa idiotice de ser gay, inventar coisas não vai fazer você se livrar do compromisso.

     

      − Eu te odeio! Desculpa mãe, mas eu não posso...

 

E eu saí correndo dali indo para a rua tentando fazer as lágrimas pararem de sair. Corri por um longo tempo indo parar em uma praça onde fiquei sozinho. Deitei em um banco e deixei que as lágrimas terminassem de lavar meu rosto por que o desespero de ter que me casar com alguém como pagamento de uma divida de dinheiro não me abandonava. Tenho só 17 anos, ainda estou terminando o ensino médio como vou poder pensar em casar, como casar com alguém que não conheço, que nunca vi por mais de cinco minutos, que nunca conversou comigo.

Ainda penso sobre esse papo de ser gay, não sei o que realmente me atrai em um homem ou o que não me atrai em uma menina. Levanto do banco e seco o rosto molhado na manga da camiseta que uso. Olho a minha volta e não vejo ninguém, talvez por ser tarde as pessoas já estejam em suas casas com suas famílias jantando ou conversando. Na minha casa isso raramente acontece. Minha mãe está sempre passando mal por causa do tratamento para a leucemia, meu pai está sempre correndo de um emprego para outro tentando pagar os agiotas que não param de bater na nossa porta e eu, bom eu estou sempre os decepcionando.

Olho o relógio e vejo que esta quase na hora de meu pai levar minha mãe para mais uma internação. O médico dela pediu que eles fossem à noite desta vez e tenho que voltar para casa e me despedir dela. Levanto e saio a passos curtos e sem pressa, sei que quando chegar em casa o clima estará péssimo e isso não faz bem para minha mãe. Caminho com as mãos no bolso na tentativa de esquentá-las por que a noite esta fria e cai uma leve chuva que me deixa todo molhado. Coloco o capuz do moletom fino que uso e apresso o passo à medida que a chuva se intensifica. Vou chegando perto de casa e vejo uma multidão de pessoas aglomeradas em frente do prédio onde moro. Carros de policia parados ali e uma ambulância que bloqueia a entrada me fazem sair correndo e tentar entrar no prédio. As pessoas não dão passagem e as empurro com força tentando achar um espaço onde possa entrar o que consigo e novamente sou impedido de entrar pelo policial que esta na porta do prédio.

 

      − Eu moro aqui moço, por favor, me deixa passar.

 

      − Não ninguém pode entrar, são as ordens. Nem mesmo os moradores estão entrando então cai fora moleque.

 

      − Mas a minha mãe está doente ela pode estar passando mal.

     

      − Já disse que não. – ele fala enfático e se posiciona de tal forma na frente da porta que não tenho como entrar.

 

 

Saio dali voltando para o meio da multidão que fala de tudo um pouco. Não sei o que aconteceu por que para cada pessoa que pergunto escuto uma estória diferente. Uma vizinha de porta me vê e me chama. Vou até ela vendo que a senhora está chorando.

 

      − Senhora Lee o que aconteceu?

 

      − Jeongguk ainda bem que você não estava em casa.

 

      − O que aconteceu, por favor, a senhora sabe?

 

      − Seus pais...

 

 

Ela diz isso e sinto minhas pernas fraquejarem. O que aconteceu com meus pais? Tento novamente chegar ao nosso apartamento e sou segurado pelos braços pelo mesmo policial de antes. Ele me leva até a corda de isolamento e me debato quando vejo passar duas macas até a ambulância. Saio de suas mãos e corro até lá. Nas macas estão meus pais. O lençol cobre o corpo de ambos e minhas lágrimas escorrem grossas pelo rosto.

 

      − Pai... Mãe...

 

 

As portas da ambulância são fechadas e ela sai com as sirenes ligadas. A Sra. Lee se aproxima e pega em meu braço.

 

 

      − Você não vai junto? – ela pergunta olhando para o carro da policia parado ali.

     

      − Eu? Mas eles foram levados...

 

      − Para o hospital – ela responde – corre Jeongguk, corre meu filho que seus pais precisam de você.

 

Enxugo as lagrimas na manga do meu moletom e saio correndo. Vi o símbolo da ambulância e sei para qual hospital eles foram levados. Pego um ônibus e sigo ansioso para que tudo esteja bem e para que esse ônibus não demore a chegar lá. Duas três quatro paradas e chego na frente de uma praça. Sei que dali para o hospital é só mais duas quadras. Corro novamente pedindo aos céus que meus pais estejam vivos quando eu chegar lá.

 

Entro na recepção do hospital ofegante pela corrida e pergunto pelo casal que chegou há pouco tempo. A recepcionista me mostra o caminho para a emergência e caminho rápido sem correr. Chego ao setor e procuro meus pais. Tem muitas pessoas naquele lugar e está difícil conseguir falar com alguém, todos os enfermeiros estão ocupados. Olho cama por cama até que no final daquela fila eu os acho.

Meu pai está muito machucado, ele tem cortes pelo rosto e um cano enfiado na boca. Minha mãe está ao lado com vários enfermeiros à volta tentando reanimá-la. A saúde dela é muito frágil e vejo seu peito subir e descer pelos movimentos de ressuscitação. O aparelho doa batimentos cardíacos está apitando e mostra um risco na tela. Levo minhas mãos à boca e tento não chorar pela cena que vejo.

 

Médicos entram e saem correndo contra o tempo para tênar salvar minha mãe. Meu pai é atendido ao lado, mas parece que vai sobreviver. vejo que um dos médicos para e diz olhando para o relógio.

 

      − A paciente não resistiu. Hora da morte: 22: 45.

 

Eles param o que faziam e o lençol cobre seu rosto. Eu choro desesperado e baixo. Um dos enfermeiros pede licença e pergunta quem sou. Eu falo entre as lágrimas e choro que sou o filho deles. Um dos médicos me chama para conversar.

 

      − Sinto muito pela sua perda. Ela chegou aqui com múltiplas fraturas e não resistiu. Estamos tentando salvar seu pai. Você terá que falar com a polícia.

 

Ele se afasta e eu fico paralisado. Como eles ficaram assim? Múltiplas fraturas... Quem teria feito isso com eles?

A polícia está no local e um policial me chama. Ele me faz muitas perguntas e eu quase não as consigo responder. Eu não estava em casa e não sei de alguém que não gostasse de meus pais. Eles eram solícitos com todos. Ajudavam a quem pedisse ajuda, davam comida a quem batia a nossa porta mesmo que muitas vezes nós mal tivéssemos para nós mesmos. Todos na vizinhança adoravam meus pais.

 

O policial me pergunta se meu pai tinha dividas de jogo ou com agiotas então me lembro de nossa discussão. As palavras dele me obrigando a casar com a irmã daquele homem parecem vir aos meus ouvidos como se ele estivesse parado a minha frente naquele momento. Eu nego por que tenho medo que realmente ele tenha feito isso a meus pais. Eles dizem que vão continuar a investigar e saem.

 

Volto para perto de meu pai e vejo que ele está ligado a algumas máquinas que monitoram seu coração e o ajudam a respirar. Seu rosto está inchado pelo espancamento e os cortes agora têm pontos. Sento ao seu lado e fico ali vigiando seu sono. Adormeço sentado.

 

Eu acordo com o movimento do local e vejo que meu pai continua desacordado. Um enfermeiro vem na minha direção e diz que não posso ficar ali, ele me diz que é melhor eu ir para casa e voltar na manhã seguinte por que talvez meu pai já tenha ido para um quarto.

Eu obedeço e vou para casa. Caminho nas ruas sem muito sentido, sem mesmo sentir o frio que congela meus ossos. Chego em casa e entro no apartamento. Vejo alguns móveis quebrados, sangue espirrado na parede e algumas barras de ferro pintadas no chão junto com o giz que contornou o corpo de meus pais.

As marcas da violência que aconteceu naquele lugar que era pra ser seguro, que era pra ser chamado de lar, me fazem cair de joelhos e eu choro. O choro vem do fundo da minha garganta, de dentro de meus pulmões que expelem o ar junto com gritos abafados pelas minhas mãos. Eu choro e bato no chão em desespero. Não sei o que vai ser de mim. Tenho só 17 anos e perdi minha mãe, meu pai está ligado a maquinas e minha casa está toda quebrada. Eu arranquei a fita da policia que estava bloqueando a porta e assim que eles descobrirem provavelmente virá me tirar daqui. Para onde vou, o que vai ser de mim? Talvez eu deva ir morar com a minha tia em Busan, talvez eu saia da escola e vá trabalhar para me sustentar. Os questionamentos se misturam com o medo de ficar sem meu pai também.

Entro no meu quarto e vejo um papel em cima da cama misturado com as cobertas. Parece um bilhete e tem o nosso nome: Jeon.

Eu abro lentamente a folha lendo o aviso que tem escrito ali.

 

 

      Espero que você tenha entendido que nosso acordo não pode ser quebrado. Nunca mais tente desistir dele ou o seu fim será igual ao de seus pais.

 

Meu coração para de bater por uma fração de segundo e eu tenho certeza que quem fez aquilo foi o agiota que meu pai falava. A raiva se mistura com o medo e eu deito na cama chorando enquanto amasso o papel entre meus dedos. Adormeço ali mesmo entre a bagunça.

 

 

A manhã chega e eu abro meus olhos ouvindo barulhos. Sento assustado na cama e escuto vozes falando sem parar. Levanto e vou espiar pela fresta da porta e vejo dois homens altos. Eles falam no casal que vivia aqui e em seu filho, vulgo eu, no que o chefe deles mandou fazer se me achassem e isso me arrepia a nuca. Olho para os lados e vejo a janela do quarto que da para uma escada de incêndio.

Saio pela janela descendo a escada e quando chego à calçada eu corro. Corro muito até chegar ao hospital. A polícia está lá novamente e o tal bilhete no meu bolso. Caminho até a cama do meu pai puxando o ar para que a respiração normalize. Vejo que meu pai está acordado e paro ao seu lado.

 

      − Pai? O senhor está bem? Consegue me ouvir?

 

 

Ele vira a cabeça lentamente e pergunta pela minha mãe. Eu começo a chorar e não consigo falar nada, mas nem preciso. Ele fita o teto e vejo algumas lágrimas escorrerem pelo canto de seus olhos. Eu me agarro na mão dele e peço perdão pelo que aconteceu. Meu pai vira a cabeça para mim e sorri de leve.

 

      − Jun...Kook, por...favor cui...de-se não faça na...da que provoque ele. – meu pai fala com dificuldade – ele... vai...vir atrás de vo...você.

 

      − Pai, não fala. Não se esforce, por favor, eu vou me cuidar. O senhor tem que ficar bom.

 

 

Ele aperta a minha mão.

 

      − Jung... Kook, me prometa que... Que vai... Casar com. a ir... irmã dele.

 

      − Não pai, não posso.

 

      − Prometa...

     

      − Pai eu não posso me casar com ela eu sou gay.

 

 

Meu pai solta minha mão lentamente e eu vejo os aparelhos pararem. Eles apitam e em segundos os enfermeiros entram no quarto me empurrando e seguindo para cima do meu pai tentando reanimá-lo. Eu fico escorado na parede vendo tudo aquilo e não choro. Minhas lágrimas não saem, a única coisa que fica é uma sensação de culpa por estar vendo meu pai morrer.

Por minha culpa meus pais foram espancados, por minha culpa meus pais sofreram e por minha culpa eles morreram. Saio do quarto ao ouvir o medico falar o horário da morte e caminho até o corredor sentando no banco que ali tem. A correria a minha volta mais parece à cena de um filme antigo. As vozes das pessoas sumiram e eu vejo dois homens caminhando pelo corredor virem em minha direção. Olho para cima e apago.

 

 

 

 

 

 

 

 

Após um tempo abro meus olhos vendo uma sala toda branca. Escuto sons de pessoas falando e vejo que ao meu lado outra pessoa deitada. Tento levantar e fico tonto. Um rapaz de cabelo rosa me segura e diz que devo ficar deitado. Ele sorri para mim e deita na cama ao meu lado. Fico olhando para seu rosto que é muito bonito.

 

      − Por que você está aqui? – ele pergunta

 

      − E. eu não sei – falo passando a mão nos cabelos – eu vim ver meu pai e acho que desmaiei.

 

      − Aah...e por que seu pai está aqui?

 

      − Por que... – paro e olho para ele que continua a sorrir – por que você quer saber?

 

      − A por nada não é só pra puxar assunto.

 

      −Hum.

 

 

Vejo o rapaz sorridente levantar e fazer uma reverencia.

 

      − Prazer meu nome é Park Jimin, mas pode me chamar só de Jimin – ele levanta e ri alto. Sua risada é gostosa e quando ele ri seus olhos se fecham deixando somente dois riscos aparecendo em sua face.

 

      − Pra... prazer eu acho, meu nome é Jeon JungKook. – tento levantar para reverenciá-lo também, mas fico tonto de novo.

 

      − Ei ei não se esforce tanto, se você desmaiou é melhor ficar deitado. Quantos anos você tem? – ele senta na minha cama de pernas cruzadas esperando a resposta.

 

      − Eu tenho 17 e você?

 

      − Aish, você é mais novo que eu, tem que me tratar por hyung eu tenho 19 anos. E ai não vai me contar por que seu pai está aqui?

 

      −Ok hyung e não acho melhor não contar, não quero envolver mais ninguém nas minhas confusões.

 

      − Confusões? Você se mete nisso? Com essa carinha de bebe recém-saído das fraldas e de quem precisa urgentemente de um amigo, olha nunca iria imaginar.

 

 

A enfermeira entra no quarto e nos interrompe.

 

      − Sr. Park volte para seu leito, já disse que não pode ficar incomodando os outros pacientes.

 

 

A mulher de rosto sério parece brava com o menino de cabelos cor de rosa. Ele solta um arfar descontente e volta à cama onde deita e puxa o lençol até a altura do queixo. Ela vem na minha direção e coloca uma maquininha em meu braço dizendo que vai verificar meus sinais vitais. Eu olho para o outro que faz caretas para a mulher e ri colocando a mão na boca.

 

 

      − Pronto o Sr só precisa esperar o medico vir liberá-lo e quanto a seu pai bem... – ela faz uma pausa – ele terá o corpo liberado junto com sua mãe no final da tarde então se cuida menino. – ele termina de falar e sorri se despedindo.

 

      − Se... seus pais morreram? – fala o rosado me olhando com os olhos arregalados.

 

      − Sim.

 

 

Ficamos em silencio até que o medico entra e me diz que já posso ir para casa. O homem de jaleco branco me diz também que as despesas do hospital já foram pagas por um homem alto e magro. Ele diz que o tal homem perguntou pelo filho do casal, mas ele não respondeu nada por causa da ética medica.  Eu agradeço e levanto colocando meus sapatos e caminhando até a porta.

 

      − JungKook – escuto o rapaz me chamar – você mora com mais alguém?

 

      − Não.

 

      − E onde vai ficar agora que seus pais morreram?

 

      − Eu ainda não sei, talvez com uma tia em Busan.

 

      − Eu sou de lá também, quem sabe a gente se encontra não é mesmo...

 

      − É quem sabe.

 

Saio dali e vou para casa. No final da tarde volto para o funeral de meus pais. A capela está cheia por causa dos nossos vizinhos que estão inconformados achando que fomos vitimas de um assalto ou coisa do tipo. Eles entram um por um para prestar suas homenagens aos meus pais. Em um instante onde todos estão do lado de fora conversando um homem alto, magro e sério entra e os reverencia. Eu olho para ele, mas não sei quem é nunca vi esse homem antes.

 

      − Meus sentimentos, seus pais eram pessoas boas.

 

      − Obrigado.

 

      − Precisamos conversar – ele diz me mostrando o bilhete que estava na minha cama – quanto antes melhor.

 

O homem fala isso e levanta saindo da capela. Meu sangue ferve pelo atrevimento dele vir até aqui. Seul uma cidade tão grande, com tantas possibilidades e com tantos canalhas igual a esse agiota que mata pessoas desesperadas por causa de dinheiro. Eu vou atrás dele, mas não o acho, o homem sumiu em meio a todas aquelas pessoas.

O funeral termina e volto para casa. Estou deitado na cama de meus pais quando escuto um barulho na sala. Levanto lentamente tentando não fazer barulho e vou até lá. A sala está escura e não consigo ver direito então sinto que alguém me segura por trás e um pano é colocado em meu rosto me fazendo desmaiar.

 

 

Acordo em um lugar estranho parece um açougue ou algo do tipo. O cheiro forte de sangue me assusta e quando abro meus olhos vejo dois homens parados me olhando. Estou atirado no chão sujo do lugar então me arrasto até dar de costas em uma parede. Os homens caminham até mim e um deles se abaixa.

 

      − Olá JungKook, é um prazer conhecer meu futuro cunhado.


Notas Finais


HUmmm quem será esse agiota... será alguém que a gente conhece??

Acho que não mas não posso contar quem é, vocês vão ter que descobrir lendo.

Teorias? Funcionam mas nem sempre as coisas são o que parecem.

E esse encontro dos amigos Jimin e Jeongguk? fofos né :) dai vai surgir uma amizade e uma futura parceria na boate hein, prestem atenção nos próximos capitulos.

Esse capitulo foi postado hoje em homenagem a uma amiga querida que ta passando por um momento dificil assim como eu e que precisa do nosso carinho. Então amiga vai com fé que vou estar aqui te esperando viu.

Kisses.


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