História Luxury (ItaDei) - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Deidara, Hinata Hyuuga, Itachi Uchiha, Naruto Uzumaki, Obito Uchiha (Tobi), Sakura Haruno, Sarada Uchiha, Sasuke Uchiha
Exibições 235
Palavras 1.368
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Mais uma Fanfic minha, pq eu nunca me canso zksnaksnsks
Espero que gostem!
Boa leitura!

Capítulo 1 - Mudança.


Fanfic / Fanfiction Luxury (ItaDei) - Capítulo 1 - Mudança.

Deidara ainda estava jogado em sua cama, eram duas da tarde.

Estava cansado, havia chegado de uma festa eram sete da manhã e mal havia dormido. Seu corpo todo doía e sua cabeça ainda girava por conta da bebida.

O cabelo longo e dourado caía sobre seis ombros e seu abdome, bagunçados e sem nenhum nó.

Apenas acordou pelas insistentes batidas na porta, parecia que alguém havia morrido ou algo assim. Isso o deixou mal humorado.

O loiro coçou a barriga nua e se levantando, pegando pouco menos da metade superior de seu cabelo e a prendeu com um elástico preto. Caminhou até a porta, bocejando e coçando a cabeça.

Quando a abriu, só pôde ver a síndica de seu prédio, com um olhar furioso. Era uma baixinha meio gorda, pálida, de cabelos pretos e vestia um yukata preto.

-Dia bonito, Harara-san... - Deidara sorriu, acenando levemente com a mão.

-Não tão bonito! - Ela estendeu uma folha aos olhos de Deidara, a balançando. -Sabe o que isso significa? Ah? Sabe?

-Hmm... A senhora está me dando uma carta de amor...? - Deidara fez uma piada provocadora.

-É uma ordem de despejo! Por barulho excessivo, atraso no pagamento de aluguel, por ter quebrado e não indenizado três vasos e quebrado o botão do elevador! - Ela abaixou a folha e deu um sorriso histericamente bravo porém vitorioso. -Tem até as três e meia da tarde pra se retirar!

Aquilo o surpreendeu. Deidara estava incrédulo e ia contestar a ordem de despejo mas Harara apenas largou-lhe a folha e saiu à bater os pés por todo o corredor.

Então o loiro fechou a porta, sentando-se no chão, fechou a porta e esfregou uma das mãos no rosto, logo após lendo a carta.

"Ordem de despejo para o senhor Deidara.
Motivos: perturbação do sossego, danos ao patrimônio e atraso no pagamento da conta de aluguel.
O morador tem até as três e trinta da tarde do dia cinco de agosto para se retirar do apartamento."

Deidara não podia acreditar. Aquilo não podia ser real.

Para onde iria? Estava totalmente sozinho no mundo.

E quando queria apenas chorar e resolver seu problema, sente uma vibração insistente em seu bolso da calça.

Não era seu celular. Era o celular se Itachi, que também estava na festa.

E havia uma ligação esperando ser atendida, era seu próprio número e Deidara atendeu rapidamente.

-Trocamos de celular... - Itachi disse, mal humorado. -Novamente. Por acaso está fazendo isso para eu procurar por você, é...?

-Desculpe... - Deidara respondeu, meio aéreo e desanimado, simplesmente triste. -Eu meio que fui despejado e tô tentando resolver isso. Acho que vou ter que ir pra casa do Tobi...

-Sério? Que merda... - Itachi dizia, com um pingo de compaixão na sua voz amarga. -A casa do Tobi tá cheia de gente, cara, se quiser, pode ficar na minha casa... Até achar outro lugar.

Deidara não contei um grito de felicidade.

-Nossa! Obrigado, mesmo! Caralho, Itachi! - Deidara estava animado e revigorado.

-Mas nada de festas, ouviu?

-Se estiver falando sério eu paro até de beber cerveja, cara.

Itachi riu do outro lado da linha.

-Venha logo para cá. - Itachi disse, antes de desligar.

Deidara se levantou, animado.

Separou algumas malas abertas pelo chão e começou à tirar suas roupas do armário.

O apartamento já veio mobiliado, então nem as panelas dali eram suas. Deidara só era dono de suas roupas, sapatos, livros, seu celular e seu notebook.

Separou tudo que tinha em duas malas de rodinhas e duas malas de mão. Felizmente, não tinha muitas coisas.

Pegou seu pote de economias e as espalhou sobre a bancada, contando o valor que lá havia para tentar pagar um táxi.

Sessenta, tinha sessenta yens e nada mais.

Isso teria que dar.

Arrastou as malas pesadas, deixando seu apartamento, com a chave num gancho ao lado da porta e entrando no elevador, minúsculo. Mal cabiam as malas junto do louro.

A descida foi lenta e macia, silenciosa.

Quando chegou ao térreo, o elevador parou com um solavanco e Deidara se desequilibrou, caindo de quatro em cima de suas malas quando a porta, rapidamente se abriu.

Puxou as malas e saiu pelo salão, sendo parado por um momento, pelo porteiro.

-Está saindo sem a camisa, Deidara...? - Ele riu, baixo.

Deidara olhou para si, ainda estava sem a camisa, seu cabelo cobria quase todo seu abdome.

Pegar uma camisa agora era totalmente fora de mão, definitivamente, sairia assim mesmo. Que mal teria, certo?

-Às vezes precisamos inovar... - Disse. -Sayo, Gin-san.

O porteiro lhe deu um breve aceno enquanto Deidara ainda puxava suas malas, desajeitadamente, a rua estava cheia, cheia de olhares para si e suas malas.

O loiro caminharia até a rua dos táxis. Era uma rua ainda mais cheia, onde poderiam haver brigas e lutas por um táxi, pois haviam mais pessoas do que táxis.

Suas malas provavelmente piorariam tudo, mas era necessário.

Caminhou um tanto que rápido, estressado, ansioso, mordendo o lábio inferior de forma à aliviar seu estresse, de alguma maneira.

Haviam realmente muitas pessoas, estava muito barulho, aquilo o agoniava.

Então, uma multidão de pessoas invadiu sua visão, como uma onda gigante do mar. Famílias, namorados, solteiros, gente louca, gente bonita, velhos e jovens. Todo o tipo de pessoa, na rua dos táxis.

Os veículos de cores diferentes estavam em fluxo constante pela rua, andando, estacionando, parando ao sinal, conversando entre si. Alguns taxistas andavam lentos, sem pressa e tranquilos, enquanto outros saíam disparados, quase que na velocidade da luz.

Era uma tarefa difícil achar um veículo vago, Deidara andou por vários metros até ver um senhor de bigode dentro de um carro estacionado perto da calçada, no entanto, se aproximando do carro, havia um homem com sacolas nas mãos.

Deidara correu com suas malas, correu o máximo que pôde na direção do carro.

Então, bateu no vidro, delicadamente.

-Quanto está a corrida até o centro residencial da vila da folha? - O loiro perguntou, ofegante.

-Quarenta. - O taxista respondeu, seco.

Deidara sorriu, mostrando suas malas ao taxista.

Ele saiu do carro, entediado, guardando as malas de Deidara no porta malas, enquanto, o loiro viu pelo canto do olho, seu antigo rival de táxi se aproximar. O homem das sacolas.

-Você sabia que eu ia pegar esse táxi, não sabia? - Ele perguntou, com raiva explícita.

-Regra do mais rápido, cara... É assim que as coisas funcionam aqui. - Deidara deu um sorriso provocante.

-Ah, seu filho da puta...! - o cara das sacolas deu um soco no olho do aloirado.

Um corte pequenino se abriu na maçã de seu rosto, ele estava pronto para revidar quando o taxista chamou sua atenção.

-Entre logo no carro, garoto!

Deidara apenas entrou no banco de trás, sentando-se e respirando fundo, mais aliviado.

Após mais ou menos de uma hora, já estava na frente do prédio de Itachi, um prédio alto e claro, limpo, organizado e silencioso.

Desceu do carro, pagando ao taxista e pegando suas malas, dirigiu-se ao porteiro na recepção, bem vestido, que lançou um olhar torto à Deidara.

-Meu senhor, o albergue de mendigos é daqui duas quadras. - disse.

Deidara riu, afinal, estava machucado e  sem camisa, a confusão fazia sentido.

-Não... Estou aqui procurando Itachi Uchiha. Me chamo Deidara. Ele está me esperando.

O porteiro assentiu, interfonando para Itachi, e logo após desligando, depois de uma curta conversa, encarou Deidara e lhe disse:

-Pode subir. É o décimo andar, número vinte e cinco.

Deidara assentiu, seguindo para dentro do elevador, espaçoso e bem iluminado.

O antigo prédio do loiro parecia mais um chiqueiro, comparado à esse.

Quando a porta se abriu, com delicadeza, Deidara não teve que procurar muito, Itachi já estava na porta de sua casa, e sorriu ao ver o amigo.

E quando Deidara se aproximou, sua face se espantou.

-O que houve com seu olho...? Se envolveu em outra briga...? Droga, Deidara! - Itachi segurava o rosto do loiro.

-Hmm... Como é bom ter você cuidando de mim... Ita-chan...

Deidara deu um sorriso provocante e Itachi riu mal humorado.

-Nem sonhe... - o moreno disse, pegando duas malas do amigo e o puxando para dentro.

-Itachi... - Deidara sussurrou.

-Sim?

-Obrigado...



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