História Luxury (ItaDei) - Capítulo 2


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Categorias Naruto
Personagens Deidara, Hinata Hyuuga, Itachi Uchiha, Naruto Uzumaki, Obito Uchiha (Tobi), Sakura Haruno, Sarada Uchiha, Sasuke Uchiha
Exibições 232
Palavras 1.062
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Não me incomode, Deidara.


Fanfic / Fanfiction Luxury (ItaDei) - Capítulo 2 - Não me incomode, Deidara.

-Ah, nem pense em transformar isso numa coisa sentimental...

Itachi resmungava, mal humorado, como sempre.

-Tudo bem, coração de argila... - Deidara riu.

-Argila...? - O moreno ficou um pouco pensativo no momento, coçando o queixo. -Não seria pedra? Sabe? Coração de pedra, como as pessoas dizem...

-Não... Seu coração é de argila. Aí eu posso moldá-lo. - Deidara levou as duas mãos até as bochechas de Itachi, a boca que havia em cada mão pôs a língua para fora, lambendo o rosto de Itachi.

-Ah, merda, Deidara! - Itachi se afastou, passando no rosto um pequeno pedaço de papel que tirou do bolso da calça. -Isso é nojento, sabia?

O loiro riu mais um pouco, abraçando o maior e logo após o encarando, com divertimento nos olhos.

-Onde posso deixar minhas coisas?

-Ah, isso... Tem um quarto sobrando, eu normalmente deixo alguns... Objetos de trabalho lá. No entanto estão guardados no armário.

Deidara assentiu, levando suas malas, seguindo Itachi até o quarto, saindo do pequeno cubículo, que era a entrada, ode deixaram os sapatos.

Passaram pela sala, era simples, com dois sofás e uma televisão de plasma com video-games e um pouco mais ao lado uma pequena mesa de madeira, redonda, com duas cadeiras, em frente à uma sacada com portas de vidro.

Entraram no corredor meio apertado, havia uma pequena porta que se assemelhava à porta dos bares de velho oeste, que dava para a cozinha, do outro lado, um pouco mais à frente, era a porta do banheiro, como Itachi havia dito, estava fechada e era de madeira branca.

Então o corredor fazia uma curva para a direita, abrindo-se num espaço um pouco maior com três portas de madeira em diferentes tons. A mais escura era a lavanderia, a de tom médio era a porta do quarto de Itachi e a mais clara o quarto de Deidara.

Ao entrarem, o quarto não era tão pequeno, havia um armário pequeno e um guarda roupas branco. O teto tinha um formato quase triangular, de subida em relação ao chão, como uma rampa. Havia uma janela diagonal, que acompanhava o formato do teto, sobre a cama, era grande e bem arrumada.

Havia um tapete felpudo pelo chão e algumas estantes com livros, e um cacto pequenino na janela.

-O quarto é legal. - Deidara sorriu, deixando suas malas num canto do quarto.

-Que bom que gostou. - Itachi parecia um pouco inexpressivo, entediado. -Ah... - Ele mexeu em seu bolso e puxou o celular de Deidara. -Seu celular.

Eles trocaram os aparelhos, agora cada um com o seu.

-Precisa de ajuda para arrumar suas coisas? - O maior perguntava.

-Estou bem, não se preocupe. Obrigado por tudo, novamente. Você salvou meu pescoço... Novamente.

Itachi apenas assentiu, deixando o quarto e fechando a porta.

Deidara abriu a janela, sentindo a brisa fria de um tempo de chuva chegando. Pegou de seu bolso da calça uma cartela de cigarros e um isqueiro, acendendo o cigarro e o fumando.

Sentou-se no chão frio de madeira, encostado no pé da cama e olhando fixamente para o teto branco de formato inclinado para cima.

Itachi parecia sempre estar livrando Deidara da maioria de seus problemas.

Isso porque o loiro era um imã de problemas. Sempre estava se envolvendo em brigas e discussões, mas era a primeira vez que algo sério assim acontecia.

E não que Deidara fosse um vagabundo, mas ele tinha um problema em agendar o pagamento de suas dívidas. Ele ganhava bem, até, vendendo online artigos decorativos de argila e escrevendo crônicas e poesias para um jornal da vila da folha, usando o pseudônimo de Kuchi que significa boca. O que era engraçado para si.

E claro, fazia isso por conta de ter praticamente fugido da vila oculta da pedra.

Aquele lugar... Já não era mais bom para Deidara.

No entanto ainda usava sua bandana.

E os problemas pareciam lhe perseguir na vila da folha, seus poucos companheiros eram Itachi e Obito, que ele chamava de Tobi, já que isso o remetia à tempos onde sua amizade era tudo que lhe preocupava, realmente.

Ele tinha se tornado alguém irreconhecível, apenas para si mesmo. Não sentia que era capaz de sentir as coisas, realmente, apenas forjar tudo.

Suspirou, inalando pouco da fumaça e logo a soltando pelos lábios.

Prendeu o cigarro entre dentes e finalmente abriu suas malas, guardando e organizando tudo dentro do guarda roupas até então, vazio.

Olhou para o estreito e longo armário de metal, onde estariam os materiais de trabalho de Itachi.

Estava curioso, e o abriu cuidadosamente, vendo que dentro do pequeno armário, haviam vários materiais de jardinagem, pás, sementes, vasos delicados e terra, além de pequenos fertilizantes, pesticidas e outros materiais irreconhecíveis para Deidara.

À essa altura, seu cigarro já havia acabado e mal o havia fumado, sendo assim, apenas jogou a bituca pela janela e a fechou, vestiu uma camiseta preta e trocou sua calça por um short largo, branco e um pouco curto, considerando que sua barra encostava um pouco acima da metade de suas coxas.

Acendeu mais um cigarro e caminhou até o corredor, ouvindo o som da televisão ligada no jornal local, então seguiu até a sala.

Itachi arrumava seu rabo de cavalo baixo, sentado sobre o sofá com um jornal sobre as pernas.

-O que está fazendo? - O loiro sentou ao lado de Itachi.

-Já arrumou suas coisas? - Itachi roubou o cigarro de Deidara e deu um longo trago.

-É... Não sabia que você praticava jardinagem. - Deidara sorriu, pegando seu cigarro de volta.

-Isso não é da sua conta. - Itachi revirou os olhos, lendo o jornal. Estava na página das obras de Deidara.

-Só por que é coisa de menininha...? - O loiro riu, provocante.

-Quanto você ganha pra escrever uma droga dessas? - Itachi perguntou, satirizando de forma clara. -Uma poesia sobre explosões? Isso não parece muito promissor.

Deidara revirou os olhos, e sorrindo com uma ideia que se acendeu na sua cabeça como uma lâmpada em desenhos animados.

Se aproximou mais de Itachi, deitando sua cabeça sobre suas pernas, cobrindo o jornal, com um sorriso maroto.

Essa foi a vez de Itachi revirar os olhos, encarando Deidara de forma fixa e hipnotizante.

-O que você quer agora, Deidara? - Ele estava mal humorado. Como sempre.

-Atenção. - Sorriu. -Vamos beber sake juntos.

-Não me incomode, Deidara... Não me incomode.




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