História Luxury Lollipop - Capítulo 20


Escrita por: ~

Exibições 72
Palavras 3.361
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Slash, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


EU SEI, EU DEIXO VOCÊS ME MATAREM OK?
Super sei que vocês devem me odiar e querer me caçar agora mas eu realmente quero me desculpar. To no 3º bimestre escolar, prestes a me formar, Enem e UERJ me tomando o tempo. To mais perdida que Homem-Formiga perto de bonecos em miniatura. ~que~ Enfim, se puderem me perdoar, prometo postar mais porno gay amem irmãos
SEM CONTAR
QUE MAMIS AQUI
ESTÁ ESCREVENDO UM LIVRO
E ELE TA SAINDO GALERA
6 CAPÍTULOS MARAVILINDOS <3 <3

Outra coisa, escutei suas ideias nos comentários antigos, e estou focando agora em Sabriel. Sim, eles vão voltar a ser AMIGOS. Não se enganem pois quem me conhece sabe que eu não jogo casal assim com facilidade.
OUTRA COISA: Amo vocês queridos *33*

PS: #foratemer

Espero que apreciem e se divirtam bastante. Desculpe qualquer erro, ta bem?
Outra coisa, por último, eu juro:

VOTEM AI:

SAM BOTTOM & GABE TOPS

SAM TOPS & GABE BOTTOM

Capítulo 20 - XX- Bus Problems


 O sol já reinava no céu, um tanto escondido em meio a multidão de nuvens, e o silêncio estava estabelecido como o de cotidiano no Flat dos Novaks. Miguel e Adam dormiam juntos em um dos quartos, enquanto o restante dos familiares estavam na sala juntos ainda rindo da festa passada e de outras coisas.

 O moreno mais velho da família tinha despertado a alguns minutos atrás e agora encarava o menor ao seu lado. Ele analisou seu corpo e sorriu ao recordar do que haviam feito. Beijou sua testa suavemente e tratou de levantar-se da cama cuidadosamente para não acordá-lo, tomar seu banho e se arrumar.

 Quando terminou seus afazeres, Miguel direcionou-se até a sala, onde estranhou o fato de estar tão lotada. Todos os presentes o encararam e sorriram maliciosamente para o mesmo. Ele revirou os olhos e desejou bom dia, ainda com a testa franzida.

 - O dia tá bom, mas a noite deve ter sido melhor, maninho. - zombou Lúcifer como sempre, enquanto estava abraçado em seu namorado. Balthazar o repreendeu mas riu junto. Miguel não compreendeu a piada e ergueu as sobrancelhas.

 - Do que está falando? - indagou o moreno estranhando o assunto. Ele estava na cozinha mas ainda assim podia sentir os olhares sobre suas costas.

 - Você e o irmão do Dean dando uma festa de gemidos, ué! - disse Gabriel sem pudor. Miguel corou totalmente, mas eles não puderam ver. O mais velho jogou a cabeça para os lados negando.

 - Vocês ouviram? - ele perguntou um tanto constrangido.

 - Acho que até o corredor de baixo conseguiu ouvir o little peixinho gemendo. - disse uma voz adentrando o Flat. Charlie trazia consigo duas sacolas com pães e coisas parecidas, logo despejando-as na mesa e chamando os outros - Ew, espero que tenham usado camisinha.

 - Não acredito que vocês estão falando sobre isso. - disse Miguel terminando de preparar o café. Ele apanhou o resto dos materiais dentro dos armários para fazer o famoso American Breakfast.

 - Vocês dois pareciam cachorros no cio. - comentou Chriz lixando as unhas. Todos concordaram - O assunto só vai morrer quando a GaGa aparecer aqui.

 - O novo assunto da nossa panelinha, Miguelito. - riu Balthazar enquanto sentia os lábios do namorado circularem seu pescoço - Sorte que o Dean não tá aqui, ou você morria, cara.

 - Eu não to aqui pra que? - perguntou uma nova voz adentrando o local. Todos viraram-se contra a porta e notaram que o Winchester mais velho tinha acabado de entrar junto à Castiel, que estava com os cabelos extremamente bagunçados e com as roupas amaçadas, assim como ele.

 - Olha, parece que alguém tava se pegando no banheiro do corredor. - comentou Gabriel rindo junto com Chriz. Os dois fizeram um hi-5 enquanto zombavam do moreno. Miguel estava com quase tudo pronto até que escuta alguém o chamando.

 - Miguel? - dizia Adam numa tentativa quase falha de andar. O loiro estava com as medeixas extremamente soltas e com várias marcas pelos ombros e pescoço. Certo, aquilo chamou a atenção dos amigos e familiares, o que gerou um tanto de desconforto, pois este não gostava de atenção sobrecarregada nele.

 - Adam? - indagou o Novak confuso ao vê-lo. O moreno largou o material ali e foi até o menor que apenas sorriu e deu-lhe um beijo casto.

 O loiro mais novo do local estava recostado na batente da porta vestindo uma camisa do namorado, que ficava três vezes maiores que seu corpo. Os presentes encararam o menino e ele sentiu as bochechas tomarem cor na mesma hora. Ele os deu bom dia e tentou andar, sentindo uma dor imensa em meio as pernas, o que gerou caretas a sua face.

 - Você tá bem, meu Anjo? - ele perguntou baixinho unindo suas testas e roçando os narizes.

 - Minhas pernas doem. - ele murmurou. Miguel explicou que aquilo as vezes acontecia. Ele olhou em direção a mesa e notou que todos prestavam atenção nos dois - O que vocês estão fazendo aqui?

 - Se quiser que a gente saia é só avisar, sweet. - disse Gabriel zombreteiro.

 - O que o Adam está fazendo aqui? - perguntou Dean semicerrando os olhos.

 - Dean... - Castiel murmurou tentando controlar o homem de cabelos cor de trigo, que provavelmente iria se irritar a qualquer momento.

 - Ué, o Miguel tirou o cabaço do garoto. Dã! - dizia Lúcifer como se o caso fosse óbvio. Dean que bebericava o café, parou no caminho, ergueu a cabeça sério e observou o irmão mais novo engolir o seco e se esconder atrás do moreno.

 - Como é que é, oh Urubu?!- ele indagou e apenas não se levantou porque Castiel o segurava - Eu falei que você só tirava a virgindade do garoto depois do casamento, miserável de uma figa!

 A discussão sobre os fatos acontecidos anteriormente resultava em diversas risadas entre os amigos. O mais velho dos primogênitos Winchesters já tinha jogado um pote de nutella em Miguel e ameaçado o mesmo de morte. Adam revirava os olhos com toda a proteção do irmão e sentava-se ao lado do mais velho.

 A pequena reunião do café da manhã parecia estar tranquilo até Gabriel lembrar dos gemidos de Adam, o que fez o mesmo quase fuzilá-lo apenas com os olhos. O brincalhão da família que estava sentado ao lado de seu mais novo amigo explicava a situação em que se encontrava quando chegara da festa e como tinha ficado traumatizado.

 - Vocês tinham que ver, era tão alto que eu pensei que tinha deixado algum site pornô ligado! - comentava ele enquanto escutava as risadas dos outros. Adam já não sabia aonde enfiava a cabeça.

 - Claro que não, seu idiota. - protestou o loiro em auto-defesa - Eu não tenho culpa se tinha um pênis enorme batendo com força quase perfurando o meu intestino!

 - Santa Britney Spears, eu que sei, sweet. - dizia ele entre risos - Eu gravei quando cheguei.

 - Você o que?! - berrou Miguel junto ao namorado enquanto arregalava os olhos.

 - Eu não podia deixar meu melhor amigo na mão em uma hora dessas. - ele dizia enquanto explicava e mexia em seu aparelho celular - E como um bom irmão de coração, eu tive que gravar isso!

 - Gabriel, se você clicar esse botão eu juro que espalho o vídeo pornô que você gravou no carro pra faculdade inteira! - ameaçou Miguel com os olhos fervendo em raiva. Gabriel sorriu travesso em sua direção.

 - Sendo assim eu não mostro.

 - Agora eu quero ouvir. - disse Dean malandro. Castiel deu-lhe um tapa.

 - Mas é lógico que eu vou deixar vocês ouvirem, um vídeo pornô em meio a tantos meus no Xvídeos não vai fazer diferença! - ele disse e jogou o aparelho ligado nas mãos do Winchester. Antes que pudesse ouvir qualquer coisa ele saiu correndo e viu o irmão mais velho na sua cola. Por sorte conseguiu chegar ao quarto e trancá-lo - Chupa essa, Miguel!

 - Caralho, Miguel, você comeu o meu irmão ou torturou o coitado com vibradores de choque? - questionou Dean arregalando os olhos enquanto escutava os sons saíndo do IPhone. Sua boca abria e fechava espantado.

 - Deixa de ser idiota, Deanno. - Adam revirou os olhos e logo o encarou - Pera, isso existe? Vibrador de choque?

 - Pra que quer saber, Adam? - ele perguntou desconfiado. Adam corou instantaneamente.

 - Seu irmão ainda não fodeu o Cas, então eu respondo, Dam. - dizia Lúcifer sorrindo maldoso - Existe sim, e é uma delícia, mas com um pau desses que meu maninho têm, pra que vai querer um?

 - Esse assunto é desnecessário. - disse Miguel enquanto terminava de tomar seu café preto. Em algumas horas teria que ir para a aula.

 - Bom dia, Vietnã!

 A porta de entrada tinha sido aberta e de lá surgiram três pessoas. Gadreel correu em direção ao amigo e o examinou com os olhos. Ele sorriu abobado e puxou Wee juntamente a Ray.

 - Minha Santa Ada Lovelace! - vociferou a morena sorrindo maliciosa - Não sei se o Miguel te deixou chupões ou marca de território.

 - Foram os dois, boneca. - respondeu Charlie entrando na onda.  A ruiva deu-lhe um tapa próximo a bunda que estalou alto. A morena corou em resposta mas nao disse nada.

 - Safadas. - vociferou Adam rindo.

 - Nunca mais eu deixo meu irmão dormir aqui. - falou Dean encarando o cunhado que ria de canto e beijava a testa do menor ao seu lado. Ora ou outra o loiro gemia em raiva pela dor não passar logo.

 - Eu juro que eu mataria o Gabe se conseguisse mover as pernas. - disse Adam enquanto fechava a cara. A dor em meio a suas pernas parecia não passar e aquilo o deixava frustrado.

 - Miguel deixando o namorado paralítico, que coisa feia! - zombou Lúcifer.

 - Vocês não vão nos deixar em paz, mesmo, não é? - dizia Miguel bufando - Obrigado, Castiel, por ser o único sensato aqui.

 - Não liga, Mi, eles são uns otários. - o moreno mais novo deu um pescotapa no namorado e logo depois abriu um sorriso sacana nos lábios - Mas eaí, maninho, já pode substituir o Kid Bengala!

 - Só me faltava essa!

 O horário da manhã corria rapidamente e aquilo não era tão bom. Quando chegasse às duas da tarde teriam o trabalho produtivo junto à Robert e Bartolomeu, onde visitariam o interior da cidade e ali passariam o dia.

 - Se alguém ficar para trás, eu não me responsabilizo! - exclamou o loiro, Bartolomeu, em tom de brincadeira, - o que de fato assustou a maioria dos alunos em volta. Gadreel sorriu em sua direção.

 - Vocês acham que vamos parar em alguma lanchonete? Saí sem comer. Arg! - resmungou Gadreel sentado ao lado de Adam e Gabriel, com quem conversava,

 - Ora, não resmungue, Gad! - brincou o menor entre eles rindo malicioso - Aposto que você está bem alimentado de ontem a noite com o professor tesão de quarenta anos!

 - Gabe, seu safado! - Adam fez um high-5 com seu melhor amigo, enquanto riam da situação do outro.

 - Gente, eu não acredito, ele ta ali. - disse Gabriel diminuindo a respiração. Seu coração acelerou ao ver o primogênito do meio dos Winchesters. Ele o encarou de volta e sorriu de volta, mas o loiro não deu bola por mera persistência.

 - Gabe, eu sei que você está irritado com ele, mas por que não vai conversar com ele? - indagou Gadreel. Adam assentiu para esforçar os dois.

 - Não. - respondeu ele frio ao lembrar-se do que o maior havia o feito.

 - Mas Gabe...

 - Ele me bateu, Adam! - ele disse em alto tom com os olhos marejados. Gadreel o abraçou de lado, e bem nesse momento Bart estava o encarando. Ele engoliu o seco e arregalou os olhos.

 - Fique calmo, Gabe, talvez ele estivesse de cabeça cheia. - disse Adam tentando amenizar a situação - Eu mesmo falarei com ele.

 Gabriel recostou-se no banco e encolheu um pouco as pernas - o que, de fato, já tinha virado um costume quando se irritava e logo após chateava-se. Ele queria chorar mas não se daria ao luxo de o verem chorando em público. Muito menos demonstrar fraqueza por causa de Samuel Winchester.

 Do outro lado do onibus estavam Castiel e Dean, que conversavam baixinho, trocando carícias de vez em quando. O moreno estava completamente feliz por estar ao lado de seu amado, e Dean sentia o mesmo. Em um momento, não muito definido, Castiel comentou algo sobre como estavam as notas do loiro, e este ficou estático.

 - Cas, não vamos falar sobre isso agora. - Dean falou tentando esquivar do assunto.

 - Nem vem com essa, Dean! - respondeu o moreno cerrando os olhos. - Eu me preocupo com você. Nós queremos fazer uma viagem nas férias, mas preciso saber como está a sua situação com as aulas!

 - Deixa disso, Castiel. - rebateu Dean revirando os olhos.

 - Não deixo mesmo, agora me dig…

 Antes que o menor tivesse chance de terminar sua fala, Dean virou com os olhos transbordando raiva e falou alto.

 - Porra, Castiel, eu já disse pra esquecer essa merda, mas que inferno! Se eu quisesse conselho eu ligava pra minha mãe. - ele revirou os olhos e estufou o peito, puxando o ar e inserindo-o para dentro.

 Ao olhar para o lado, Dean notara a besteira que havia feito. O moreno possuia as gigantesca órbes azuis arregaladas e brevemente marejadas. As bochechas já estavam coradas e o nariz fungando. Dean bateu na própria testa e negou com a cabeça. Ele aproximou-se do namorado e abraçou-o pelos ombros, tomando-o para si.

 - Hey baby,me perdoa, por favor. - ele falou suavemente. - Eu, realmente, não queria ter gritado com você. Tudo o que falei era mentira. Você pode se meter quando quiser, porque você é meu namorado, Cas. Desculpa, eu só tô um pouco tenso.

 Castiel franziu a testa e mordeu o lábio. Ele estava com raiva do namorado? Sim. Mas ele também entendia que pressioná-lo para estudar só pioraria sua atual situação em relação as notas. Talvez Castiel pudesse tentar arranjar ajuda para o loiro, afinal, ele não queria que ele reprovasse.

 - Tudo bem, Dean, eu só me assustei.

 - Eu juro que não vou mais gritar com você, baby.

 Após passarem-se algumas horas de viagem, o ônibus da faculdade parou no meio do caminho. Todos os alunos encararam-se sem entender. De primeira não entenderam o porquê de estarem no meio do matagal onde podia perfeitamente ser cenário de homicídios. Mas obviamente, o objetivo de estudos do dia não era esse, e sim o conhecimento de regulamentos do código penal em referência as condições de vida e direitos humanos. Então a questão era:

 - Que porra aconteceu, Bartolomeu?! - berrou Gabriel erguendo-se e batendo nos bancos. E assim tornou-se uma bagunça. Todos os alunos levantaram-se querendo satisfações.

 O professor loiro suspirou e passou as mãos fortemente pelos cabelos. Gadreel sabia o que viria a seguir. O homem levantou-se e seguiu rumo aos alunos, que acabaram com a coragem momentânea assim que viram a carranca na face do mais velho.

 O único que permaneceu de pé o encarando seriamente enquanto cruzava os braços fora, ninguém mais ninguém menso que: Gabriel James Novak.

 - Não tem medo de morrer, viado? - questionou Adam arregalando os olhos. Ele encolheu-se no banco ao ver Bartolomeu tão próximo de si.

 Gabriel revirou os olhos e riu sarcasticamente.

 - Eu já tive um namorado de quase dois metros de altura, e não estou falando do seu irmão. - ele respondeu dando de ombros. - Medo é a última coisa que Bartolomeu iria me causar. É mais fácil eu sentir dor…

 Antes que o Novak de cabelos dourados pudesse terminar, todos os encararam negando com a cabeça. A princípio o jovem não entendera, mas logo que viu seus amigos simulando um corte na garganta, o rapaz virou a cabeça para trás tão rápido quanto a menina do Exorcista.

 - Então, Novak, poderia me dizer que dor você teria?

 Os olhos azuis fulminantes de Bartolomeu fuzilavam Gabriel. Gadreel engoliu o seco e pensou em se intrometer, mas só conseguiria piorar a situação. O loiro mais novo sorriu de lado e colocou a mão na cintura.

 - Oi professor. - ele falou esboçando um sorriso. - Que dor o que, eu só estava falando com os meninos que o senhor tá super conservado pra sua idade, sabe? O senhor usa o que? Produtos Ivone? Porque se não, viado, minha mãe vende e funciona mesmo. Funcionou com o Miguel, meu irmão, mas ele pensou que fosse estimulador pra áreas genitálias. Tadinho, ele é burro, coitado. Faz administração, sabe como é, né? Pelo menos ficou com pinto bonito pra comer o Adam.

 A este ponto todos riam descaradamente e Bartolomeu fervia de raiva. Seu rosto vermelho denunciava isso. Mas Gabriel não parou. Depois de receber atenção, ele com certeza não pararia seu show.

 - Eu ainda acho que ele passou no pau dele no intuito de crescer, mas caso o senhor queira tentar, aconselho que não faça isso porque eu também fiz e vai esfolar o pinto todo e…

 Antes que Gabriel pudesse terminar, o ônibus já caira na gargalhada e Bartolomeu berrara para que todos se calassem. Novamente o silencio reinou.

 - Nossa professor, fica calmo.

 Bartolomeu respirou fundo notando que Gabriel finalmente parara. Ao erguer a face, viu o mesmo sorrindo maroto com o pirulito ainda em mãos.

 - Mas se o senhor quiser lubrificar o cu com sabonete também não tenta, sabe? Deixa tudo assado e ardendo, aí nem dá pra te comerem. - Gabriel falava como se aquilo fosse uma aula de sexologia avançada. Bartolomeu ficava pasmo com a situação. - Mas o senhor tem cara de quem fica por cima, então…

 Gadreel ligeiramente ao notar que o namorado não aguentaria mais nenhuma palavra pulou em frente ao amigo para calar sua boca. Bartolomeu o encarou e cerrou os olhos com raiva. O moreno sorriu de lado um tanto sem jeito tentando desculpar-se pelo incidente. O mais velho manuseou a cabeça dizendo-o que depois conversariam.

 - Como eu estava dizendo, antes de nosso caro amigo Gabriel Novak me interromper... - Bartolomeu começa e vê o loiro sorrindo divertido com aquilo. - Nosso ônibus parou de funcionar pois algo na hidráulica dele sofreu corrosão, e só poderemos arranjar uma nova peça amanhã.

 Então a movimentação se alastrou novamente. Uma jovem ergueu a mão sinalizando uma pergunta.

 - Mas professor, o que faremos agora? - ela questiona.

 - O que você acha? - Gabriel perguntou ironicamente. - Vamos descer do ônibus, assar bolinhos de carne humana no motor, caçar peixes e aves, arrancar as roupas e viver como nômades indígenas carnívoras, ser humano inteligente.

 A garota revirou os olhos para o mesmo e sentou-se em silencio.

 - Teremos que ficar no motel da estrada por enquanto. - ele explicou enquanto apanhava sua bolsa. - Formem duplas. Não quero putaria quando estiverem lá dentro, e por favor; Gabriel controle seus hormônios!

 O loiro sorriu malicioso e lambeu a cabeça do pirulito.

 - Vou me certificar de anotar isso na lista de seus presentes de natal, professor.

 Os alunos desciam rapidamente enquanto trocavam ideias de como passar a noite. Gabriel apenas apanhara sua mochila e suspirara. Merda, não teria nada de interessante para fazer naquela joça que eles chamam de motel. Digo, Gabriel sabia muito bem o que fazer ali, mas Chriz estava tendo uma crise existencial e ele não conseguia parar de pensar em um certo moreno de olhos castanhos.

 - Maldito sejam os Winchesters e sua ótima genética.- ele resmungou chutando uma das pedras.

 Ao ver que o ônibus já estava vazio, ele apressara seu caminhar para perto deles. Ficar no meio daquelas enormes ávores enquanto sozinho não era uma boa ideia.

 Quando chegaram no estabelecimento, Gabriel continuava a questionar-se o que poderia fazer para se divertir. Não havia nada ali. Provavelmente, nem luz existia, quanto mais rede Wi-Fi.

 - Santa Madonna, onde enfiaram a gente? O povo daqui não mora, eles se escondem.- questionou Chriz apavorado. - Isso aqui ta parecendo mais acampamento do filme Sexta-Feira 13 do que Motel!

 Adam concordou veemente.

 - Verdade. - ele falou e riu consigo mesmo. - Esse lugar parece ter criaturas tão medonhas.

 Chriz sorriu zombeteiro e apontou em direção ao balcão onde estava uma senhora já de idade com diversas rugas alastradas pela pele. Ao seu lado havia um enorme interruptor de energia que deveria ser fornecida ao estabelecimento. 

Gabriel então arregalou os olhos e sorriu diabolicamente. Ele jurava que se estivessem em um daqueles desenhos infantis, uma lampada estaria em cima de sua cabeça. Ninguém acreditava que algo aconteceria aquela noite, pelo menos, nada de anormal...

 - Puta que me pariu, se eu demorasse mais a nascer, mamãe teria parido um cientista.

 Mas nada é normal demais na vida dos Novak e dos Winchesters.


Notas Finais


NÃO ME MATEM
NÃO ME MATEM
NÃO ME MATEM
NÃO ME MATEM

ESSE CAPÍTULO FOI DIVIDIDO EM DUAS PARTES BEIJOS
O PRÓXIMO TEM SABRIEL

Ah, vocês sentiram o clima de treta com Destiel, né? Hehehehe Só pisar em um caroço, um MERO caroço, e eu fodo com eles uasghijosdiub

ACHO QUE NÃO SABEM NÉ
Mas um dos casais vão se separar no final da fanfic, e não é Badreel e nem Midam!
FAÇAM SUAS APOSTAS
BEIJOS AMO VCS


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