História Luxury Whore - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan, Bangtan Boys, Bangtan Sonyeondan, Bts, Chimchim, Hentai, Hobi, Hoseok, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Kookie, Lomin Fanfics, Namjoon, Rap Monster, Rapmon, Seokjin, Sexo, Short Fic, Suga, Surubangtan, Taehyung, Yoongi
Visualizações 119
Palavras 2.259
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, Harem, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oláaaaaaa meus xuxuzinhos! Eu sei, eu sei. Tenho que terminar uma e já iniciei outra né? Mas eu precisava escrever se não ia esquecer. Grande parte foi de um sonho, então, vocês me perdoam né...?

Espero que sim.
Tia Lô ama vcs, boa leitura!

~Enjoy!

Capítulo 1 - Cliente um: Kim Namjoon.


Fanfic / Fanfiction Luxury Whore - Capítulo 1 - Cliente um: Kim Namjoon.

Client one: Kim Namjoon.



Dados do cliente: Kim Namjoon, 22 anos. 1,81 de altura. Natural de Ilsan – Coréia do Sul.

Observações sobre o cliente: Rapper e líder do grupo BTS, que está vindo em turnê para o Brasil. Fluente em inglês.

Exigências​: Lingerie preta; Ser chamado como "Daddy";  Não quer o uso de preservativo, além do anticoncepcional (camisinha; camisinha feminina e etc).

Atendimento: Dia de sua chegada, na data 18/03, por volta das 18h. Hotel ××××, SP.

Exames: Todos os exames feitos e entregues. Saudável.

Valor a pagar: R$ 3.000 /h. Anal incluso.




Terminei de ler a ficha principal e fui diretamente para a última folha, onde havia a assinatura do rapaz e onde eu teria de pôr a minha. Assinei sem sequer olhar a marca onde deveria pô-la, devido ao costume e os muitos anos de trabalho. Conhecia o contrato de cór e salteado, então não via necessidade de o ler toda vez que fosse assinar. Era apenas aquela coisa toda de profissionalismo em relação a confidencialidade. Principalmente por ele ser "famoso".

— Certo, Melissa. Se quiser, já pode ir fazer suas malas e viajar. Os meninos estão no México agora, em uma apresentação. Você tem de estar no hotel antes deles chegarem, amanhã. – Meu chefe disse, pegando as cláusulas e guardando em uma pasta. – Quando você chegar me liga. Mandarei as outras fichas e contratos. O único a assinar antecipadamente foi Namjoon. Os outros pediram pra assinar aqui.

Assenti e me levantei, indo até a porta, a abrindo em seguida e dando espaço para Pedro passar. Nós cumprimentamos e ele se foi. Com isso, corri para meu closet, pegando as roupas necessárias, assim como as muitas lingeries sem uso, guardadas exatamente para esse tipo de clientela. Enquanto eu arrumava as malas, pesquisava fotos de Namjoon e do tal grupo o qual ele era líder. Me surpreendi com a beleza dos sete.

Namjoon era levemente moreno e isso me agradava bastante, além de sexy e ter belos lábios carnudos. Ele podia parecer um menino e um homem no mesmo corpo – característica que todos do tal BTS pareciam​ ter. Suas mãos grandes e bonitas, me davam a sensação de que ele não era egoísta e me daria tanto prazer quanto eu lhe daria. Admito que deixei minha imaginação tomar a frente, vendo seu corpo que parecia ser levemente malhado, seus lábios carnudos e suas mãos... Essas que me hipnotizaram.

Terminadas as malas, peguei um vestido branco e solto, bem feminino, me encaminhando ao banheiro. Tomei um banho longo e relaxante. Enquanto me vestia e me arrumava, Pedro me enviou um e-mail, contendo minha passagem. Corri para o Mac, e pus a mesma para imprimir.

Chamei um táxi e desci com todas as malas.

— Vocês nunca mais vão querer sair do Brasil, meninos... – sorri pequeno, entrando no táxi em seguida.


×


— Melissa Antunes Gomez. – Disse ao rapaz da recepção, que não tirava os olhos de meu corpo, mesmo estando com um vestido completamente comportado. Não muito curto e sem decotes, mas algo o chamou a atenção. Pigarreei e o mesmo me olhou, constrangido.

— Tudo certo, Srt.a Antunes. Há sete reservas de quartos, para horários diferentes do mesmo dia. Confere?

Apenas assenti. Pedro cuidou realmente de tudo: não seria um pouco demais, que, além de dividir a mesma mulher, dividir também a mesma cama?

O rapaz me entregou o cartão do quarto 1702, no penúltimo andar do prédio – afinal, era provável que a cobertura tivesse sido reservada para os rapazes e sua equipe. Agradeci e me direcionei ao elevador, deixando minhas malas para trás, juntamente com o funcionário do local.

Cheguei em São Paulo por volta das 8h da manhã e o aeroporto já se encontrava bastante cheio, com algumas fãs. Como nunca ouvi falar dos rapazes, resolvi então, tomar um banho e ouvir algumas músicas, já que parecia fazer bastante sucesso, apesar das grande maioria ser público "teen". Liguei meu Mac, conectei á rede do hotel e abri o YouTube. Digitei o nome do grupo e cliquei no primeiro vídeo; deixando num volume intermediário, me encaminhei para o banheiro.


×


Fui para o restaurante por volta de 12h, e tive uma baita surpresa. Ao chegar no hall do hotel, pude ver alguns asiáticos com certa quantidade de bagagens. Segui para o restaurante que não ficava muito longe do hall e pedi uma mesa próxima a entrada, assim poderia me distrair com quem entrasse e saísse do local. Cerca de quinze minutos após, houve uma pequena movimentação no hall. Pessoas olhavam para os novos hóspedes, curiosas e lá eles estavam. Os sete rapazes. Alguns usavam boné e máscara, outros só óculos ou touca. Aspiravam beleza e claro, dinheiro. Um deles parecia respirar Gucci e ri com meu pensamento. Ok, existem pessoas assim. Eu tenho um pequeno fascínio pela Dior.

De toda forma o mais alto deles me chamou a atenção. Não que todos fossem baixos, mas não tinha como não reconhecer meu futuro cliente. Eu havia visto bastante fotos e vídeos enquanto pude. Ele era realmente bonito pessoalmente e me chamou muita atenção. Mal podia esperar para o horário marcado.


×


18h.

Estava finalmente, cheirosa e devidamente vestida – de lingerie preta como meu cliente havia exigido. De alguma forma eu me sentia nervosa. Não. Ansiosa. Essa é a palavra. Eu não sabia como o esperar, até que, por fim, decidi me deitar na cama, de bruços – empinando um pouco a bunda. Minha intenção era que ele se mordesse de desejo assim que batesse os olhos em mim, e em todo o meu preparo feito unicamente para dar-lhe o máximo de prazer.

Ouvi o clique da porta e meu corpo se arrepiou. Não me virei. Eu sabia que ele já estava no mesmo quarto que eu pois seus passos preenchiam devagar o silêncio, além de seu perfume masculino cítrico invadir todo o local. Fechei os olhos. Oh merda, eu ainda nem o toquei e já me sinto excitada.

Namjoon tinha presença.

— Vire-se.

Seu tom de voz fora firme e adentrou meus ouvidos como música. Obedeci de imediato, reparando no rapaz moreno e alto ali à minha frente.

Ele vestia roupas casuais e seus cabelos estavam tingidos de um tom de roxo que combinou perfeitamente com seu tom de pele, além de sua aparência também.

Seus olhos puxados me analisaram, enquanto eu o olhava firme nos olhos. Vi sua boca se torcer num sorriso malicioso mínimo.

— Gostou, daddy? – perguntei, sem tirar os olhos de cima de si. Ele era um rapaz muito atraente e certamente eu me divertiria bastante com ele.

Ele assentiu e caminhou em minha direção, passando suas mãos grandes e firmes em minhas coxas, subindo lentamente até minha cintura. Uma delas se prendeu aí e a apertou, enquanto a outra se encaminhou para minha nuca, puxando meus cabelos para o lado.

Seus lábios atacaram meu pescoço e eu fechei meus olhos, sentindo sua boca macia maltratar onde com certeza ficaria marcado por completo, mas, eu não ligava. Não tinha porque ligar. Eu tinha de agrada-lo.

Ele desceu os maltratos por meu tórax, beijando e mordendo por cima de meus seios. Oh, eu não estava enganada. Sua boca era realmente uma delícia. Queria poder beija-lo se me fosse permitido e provar que sabor tem.

Desviando meus pensamentos, levei minha mão até sua bermuda, indo diretamente ao ponto. Seu membro já estava acordado, o que me fez sorrir em resposta.

— Que foi, huh? Está satisfeita com o que fez comigo? – me perguntou, bem próximo a minha orelha, o que me fez arfar. Assenti e apertei seu membro. – Melissa... Em todo o seu tempo de profissão, ninguém terá fodido você do jeito que eu vou.

Suas mãos puxaram novamente meus cabelos, levantando agora minha cabeça para que eu encarasse seus olhos. Ficamos assim cerca de meio minuto e então, Namjoon me beijou. Um beijo doce com gosto de uva – algum pirulito ou bala –, molhado e afoito. O maior me empurrou contra a cama, ficando por cima de mim. Sua ereção se encontrava exatamente acima de meu sexo, e ele a esfregou com força. Um gemido saiu dentre meus lábios. Céus, eu já estava molhada.

Sua língua brincava com a minha; criava um ósculo realmente delicioso e misturado com seu corpo quente sobre o meu, era inexplicável. Gemidos baixos escapavam com facilidade de minha boca, enquanto eu arranhava levemente suas costas, por baixo de sua camisa rosa-claro.

Eu queria prova-lo. Tinha de prova-lo.

— Nam... joon... – disse entre o beijo e ele lentamente parou o mesmo. – Deixe-me chupa-lo, daddy.

Ele sorriu safado e se levantou rapidamente, retirando sua bermuda jeans e cueca boxer de uma vez. Seu membro saltou, e eu o fitei, salivando. Diferente do que falavam de asiáticos e dos clientes que já atendi, Namjoon era bem grande pra sua média nacional. Aliás, muito grande. Eu imaginei cerca de 18cm ali. Passei a língua pelos lábios e me movi em direção ao mesmo. O toquei com ambas as mãos, o olhando, iniciando uma leve masturbação. Girei com calma os pulsos, em direções opostas, e Namjoon arfou e fechou seus olhos, sentindo meu toque.

Decidi surpreendê-lo, abocanhando seu pau com ele ainda de olhos fechados. Era macio e quente. Estava tão duro. Me enlouquecia. Seus olhos se abriram e encontraram os meus a partir do momento em que comecei a me movimentar; o maior enroscou meus cabelos em suas mãos e guiou o oral. Era delicioso chupa-lo. O arroxeado gemia baixo, enquanto eu brincava com seu membro, chupando e passando a língua, enquanto não tirava os olhos de suas expressões. Ao mesmo tempo que Namjoon era sensual, era adorável.

— Melissa. Levanta. Fica de quatro, quero foder essa buceta agora. – disse, pouco depois de puxar meu cabelo e fazer com que eu tirasse bruscamente seu membro de minha boca.

Mordi o lábio e obedeci, pondo-me​ na posição pedida, na beirada da cama. Empinei um pouco e fiz um pequeno twerk.

Ouvi-o rir baixo, enquanto se aproximava, pronto para tirar minha calcinha, e assim o fez. Seus dedos passearam por minha entrada, completamente molhada e pararam em meu clitóris massageando devagar e em círculos.

— Toda molhada, Melissa... Que ótimo saber que te causei isso.

— Causou desde que procurei saber sobre você. Suas fotos me causavam arrepios. – confessei, de olhos fechados.

— Se chama sinceridade. Sou transparente tanto com meu pessoal, quanto com meu trabalho. – disse, e mordeu minhas costas, fazendo uma trilha de mordidas. – E isso inclui minha safadeza.

Senti seus lábios se afastarem e ele se posicionar. Seu membro roçava minha intimidade e eu quase me forcei contra ele, por impulso. Podia senti-lo latejar ali, enquanto minha entrada fazia o mesmo: clamava para tê-lo. Por fim, o mais novo penetrou-me lenta e torturosamente. Ambos gememos arrastado com a sensação. Ele passou a se movimentar, assim como eu. Aos poucos nossos corpos se chocavam e tudo o que se podia ouvir naquele quarto eram nossos gemidos, misturados. Por vezes, podia ouvi-lo dizer algo em sua língua de origem e por incrível que pareça, eu achava aquilo atraente e excitante.

Suas mãos estavam agora, pousadas em meus ombros, me puxando para si, fazendo um encontro intenso de nossos sexos.

Realmente, em cinco anos, eu jamais havia sido fodida daquela forma.

— Como boa putinha que é, vai dar esse cuzinho pra mim, certo? – sussurrou em meu ouvido e dei um leve gemido, assentindo em seguida. – Então pede pro Daddy foder ele.

— Daddy, fode meu cuzinho!?

Namjoon urrou e estocou mais fundo, fazendo-me gritar enquanto enfiava o rosto em um travesseiro.

Aos poucos, ele acalmou o ritmo e se retirou de dentro de mim. Gemi, manhosa e ele sorriu, me estendendo a mão. A peguei e o maior - ainda segurando minha mão - se jogou na cama e me puxou para cima de si. Coloquei uma perna de cada lado de seu corpo e encarei seus olhos castanhos por um longo tempo, enquanto o encaixava em meu interior.

— Ts, ts, ts. – estalou a língua três vezes e olhou para minha mão, atrás de meu corpo – Você sabe o que eu quero.

Assenti e o posicionei em minha cavidade mais apertada, me movimentando para que entrasse devagar. Eu já era acostumada, mas ainda assim, por vezes, incomodava. Rebolei até que se encaixasse por completo e fitei o rapaz, que tinha o cenho franzido e um "o" nos lábios carnudos. 

Sorri de lado, me apoiei na cabeceira da cama e passei a cavalgar. Era impossível não gemer. Namjoon me xingava e dava tapas em minhas coxas e bunda, deixando-me marcada. Agarrei em seus cabelos, deixando meus peitos em seu rosto, sentando com força.

Ele estava me levando ao delírio.

— Nam... Uh, daddy... Eu vou gozar!

— Goza bem gostoso pra mim, Melissa. Quero ver meu pau molhadinho, hm?

Namjoon atacou meu pescoço e eu quiquei mais duas vezes, me desmanchando em seguida. O maior abraçou minha cintura e eu empinei mais, com o rosto na curva de seu pescoço. Ele me estocou com força mais algumas vezes.

— Minha vez, querida. – disse entre dentes e senti-o gozar em meu interior.


×


— Como eu te pago? – disse, envolvendo minha cintura, enquanto eu arrumava meu cabelo.

— Como quiser pagar. Cartão, cheque, dinheiro...

— Cartão é melhor, não tenho sua moeda, apenas o pessoal da staff. – disse e coçou a nuca.

Assenti e fui em direção á minha mala, pegando um pequeno terminal. O agitei de leve, mostrando a ele e ele pegou a carteira em seu bolso.

Fizemos a transação e ele me roubou um selinho.

— Você está bem, certo? – perguntou e eu franzi a testa.

— Sim, Namjoon, eu estou.

— Que bom. Porque acho que dois amigos meus vão querer brincar com você hoje a noite.



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