História Luz - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Pokémon
Tags Lunala, Pokémon, Pokemon Moon, Pokemon Sun, Solgaleo
Visualizações 9
Palavras 1.181
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Avisos rápidos:

- Eu nem sempre postarei todo dia;

- Eu não tive tempo de revisar o capítulo.

Espero que gostem.

Capítulo 4 - IV


- O que​ faremos agora? - Solgaleo questionou.

Os dois estavam sentados em rochas, avaliando a situação. Lunala não respondeu.

- Eu estou falando com você! - ele rugiu, exasperado. Como era possível ela ignorá-lo naquele momento?

- Eu ouvi - Lunala disse, levantando - Mas como não tinha resposta, fiquei calada. Você devia aprender a fazer isso, de vez em quando.

Pronto. Mais uma vez, Lunala tentando ser superior. Solgaleo odiava isso nela, desde que eram crianças.

Ele se levantou da rocha. Para ele, caminhar ajudava a pensar. Enquanto ele andava de um lado para o outro, Lunala pegou o espelho de comunicação dela.

- O que está fazendo? - Solgaleo perguntou.

- Preciso de informações. Entramos aqui sem planos, fomos bem idiotas - ela explicou - Fomos impulsivos.

Solgaleo se sentiu estranho. Era verdade que ele não tinha planos, mas não pensou nisso como um problema.

- Lele? - Lunala falou, olhando para o espelho. A voz Lele respondeu:

- Sim, senhora?

- Sabe as minhas suspeitas? - Lunala perguntou. Solgaleo ouviu um "uhum" de confirmação - Então, você sabe onde... onde eles se escondem?

Eles?, pensou Solgaleo. Desde que aceitara a hipótese de que Krow estava trabalhando para alguém, ele não parou para avaliar o que isso significava. Para Solgaleo, Krow estava trabalhando para uma pessoa, não um grupo.

- É meio difícil dizer - a voz de Lele respondeu - Se a UB está mesmo escondida no Ultra Space, é praticamente impossível dizer aonde.

- E você só me fala agora?! - Lunala gritou. Solgaleo ouviu um ganido vindo do espelho. - O que é que eu faço agora?

- T-Tente juntar as informações que a senhora já tem sobre a UB. - Lele respondeu. Lunala se despediu e desligou o telefone.

Solgaleo se aproximou.

- O que é UB? - ele perguntou. Lunala virou, assustada.

- Ah, é você. Por que eu não me surpreendo de você não saber o que a UB?

- Lunala - ele suspirou - Dá para você agir como se não me odiasse, pelo bem de Alola?

A mulher resmungou. Parecia pronta para acabar com Solgaleo. Mas ela se acalmou.

- UB é a sigla de Ultra-Beast. - Lunala explicou - Desde o roubo, venho pensando que Krow poderia estar trabalhando para eles.

- De onde você conhece a UB?

- Ataques a East Alola. - ao ver a cara de surpresa de Solgaleo, Lunala completou: - Preferi não deixar esse assunto chegar aos seus ouvidos em West Alola, principalmente porque Lele e Koko derrotaram os participantes que tentaram atacar.

- Mas... por que desconfiou deles? E por que não me falou antes? - Solgaleo questionou.

- O que eu ia fazer? Eu não sabia se estava certa. Preferia não estar. Mas você conversou com Decidueye, não é? Eu conversei com Mismagius, e ela disse a mesma coisa: que as pedras estavam no Ultra Space.

- Mismagius? - Solgaleo perguntou - Mas você tem uma aura fantasmagórica. Por que procurou alguém?

- Mismagius é a pessoa mais sabia de toda Alola. - Lunala disse. Solgaleo levantou uma sobrancelha - Retiro o que disse. Mas ela não pode ser contatada, então vamos contar como se fosse a Mismagius mesmo.

- Enfim - Solgaleo disse - O que você sabe sobre a UB?

- Sei que eles são um grupo terrorista - Lunala disse - Sei também que eles gostam de atacar várias nações. E que eles procuram fontes de energia.

- Faz sentido, o roubo das pedras - Solgaleo sussurrou - Mas eles sabem usá-las?

- Arceus queira que não - Lunala murmurou - Por falar em Arceus... ele tem falado com você?

Solgaleo sentiu um desconforto. Não ouvia notícias de Arceus desde que ele o escolhera, anos atrás. Pensava que ele preferia Lunala, que falasse só com ela. Saber que Arceus deixara a garota no silêncio lhe dava uma boa sensação.

- Não - ele respondeu, por fim - Achei que ele falava com você.

Lunala parou de falar. Parecia estar pensando em alguma coisa séria.

- Precisamos chamar a atenção da UB.

- O quê? - Solgaleo perguntou.

- Não sabermos aonde eles se escondem. Precisamos descobrir de algum modo. - Lunala respondeu - Como uma caçada. Podemos atraí-los para uma armadilha.

Solgaleo olhou para Lunala. Odiava admitir, mas ela tinha razão. Engolindo o orgulho, ele perguntou:

- Qual é o plano?

Lunala sorriu.

- Melhor se sentar. Você não vai gostar.

***

- Isso é mesmo necessário? - Solgaleo perguntou, sentindo-se desconfortável. Lunala assentiu, séria.

- A tecnologia deles é muito avançada. Não podemos arriscar.

- Não é porque você usa uma espada que todos também usam armas ultrapassadas, Lunala - Solgaleo suspirou - Eu tenho armas de verdade na minha armadura, eu já te disse. Não preciso...

- ... de proteção? Por favor, Solgaleo. A aura fantasmagórica nem é tão horrível assim.

- A sensação é de ser congelado a cada respiração. - ele murmurou.

- Pelo menos você não precisou sentir isso desde que nasceu - Lunala respondeu, e virou a cara. Solgaleo se sentiu culpado, mas isso passou ao lembrar de tudo o que ela havia feito à ele quando eram menores.

- Enfim - ele disse, querendo quebrar o clima ruim - Não entendi no que essa aura temporária vai me ajudar.

- Você me escutou enquanto eu explicava o plano? - Lunala perguntou. Ele negou. Ela revirou os olhos. - Você mesmo disse, você tem várias armas em sua armadura. Não tem uma granada?

- Então sua ideia é explodir algo para poder chamar atenção? - Solgaleo perguntou.

- VOCÊ NÃO OUVIU NADA MESMO, NÃO É?! - Lunala gritou, perdendo a paciência - EU EXPLIQUEI TUDO! NO QUE VOCÊ ESTAVA PENSANDO ENQUANTO EU EXPLICAVA TUDO?!

- Fique calma! - ele disse, e pegou uma granada em um compartimento da armadura - Você quer barulho? Está bem!

Solgaleo soltou a granada e se afastou. Lunala mal teve tempo de olhar antes de uma explosão imensa acontecer. Após alguns segundos, ela aparece, aparentemente ilesa.

- Qual é o seu problema?! - ela perguntou, caindo no chão.

- Você pediu barulho, não? - Solgaleo perguntou. Lunala o ignorou. Após levantar, ela foi até ele e virou um tapa nele.

- Por que você fez isso?

- Você é tão infantil ao ponto de explodir uma granada na sua aliada?! - Lunala perguntou, irritada - E se eu não tivesse me protegido, hein? O que você ia fazer? Salvar a Moonstone sem poder tocar nela? Me responde!

- Eu... - Solgaleo ouviu um barulho. Lunala parecia ter ouvido também. De repente, duas pessoas armadas apareceram. A primeira, uma garota pequena de cabelos verdes, estava com dois canhões suspeitos em suas costas. O outro era um homem que usava uma armadura.

- Ah, então eram vocês que estavam fazendo barulho - a garota disse, com a voz entediada - Eu não disse, Necrozma? Eles viriam por si só.

Solgaleo gelou.

- Não achei que eles seriam tão burros - Necrozma respondeu - Celesteela, acho que devíamos lutar com eles, certo?

- Precisamos mesmo? - Celesteela perguntou. Após Necrozma confirmar, ela suspirou - Está bem. Mas não podemos matá-los. A líder não gostaria disso.

Celesteela sacou um de seus canhões. Energia pura começou a crepitar na boca da arma. Necrozma simplesmente saiu do caminho.

- Faça as honras, Celesteela - ele disse, e ela soltou uma rajada na direção dos dois.

Acabou, pensou Solgaleo.

***



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