História Luz, Câmera e Ação - Capítulo 63


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Categorias Cara Delevingne, Johnny Depp
Tags Cara Delevingne, Drama, Johnny Depp, Romance, Sexo
Exibições 110
Palavras 1.388
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Ai vocês me perguntam ''Gato, o que esse gif tem a ver com o capítulo?''
E eu respondo ''Nadinha, apenas coloquei porque amo ele''
E também porque podemos ver que ela derrubando esse troço ai sem querer é bem Violet kkk

Capítulo 63 - A Entrevista


Fanfic / Fanfiction Luz, Câmera e Ação - Capítulo 63 - A Entrevista

Violet POV's

O silêncio pode ser barulhento quando quer. Sentia o medo percorrer meu corpo, medo de não ser boa o suficiente, antes me sentia segura agora sou apenas uma adolescente em um país estranho que reberá perguntas que nem sei se conseguirei responder com êxito.

- Olá, eu sou...

- Eu sei quem você é - me interrompe e dá uma pausa antes de iniciar a próxima fala - Mas acho que não sabe quem sou eu

- Talvez o dono desta livraria - arqueio as sobrancelhas

- Sou Miles Halter - retruca se levantando da cadeira - Talvez seu novo chefe

- Esse ''talvez'' que me preocupa - pensei alto, droga!

- Sente-se por favor - puxa a cadeira e eu cordeno direito meus passos para não tropeçar

Ele rodeia meu assento, e se encosta na mesa revestida a madeira, ficando a poucos centímetros de meus joelhos, ele olha sua sala parecendo orgulhoso de tudo aquilo e em seguida volta para mim, estava apertando os polegares um contra o outro, isso de certa forma alivia a tensão.

- Quando minha sobrinha me informou que achou uma possível pessoa para ocupar a vaga, eu imaginei que me viria uma menina simples, não a possível nova namorada de Johnny Depp

- Senhor eu não...

- Calma, não vou entrevistá-la como muitos querem fazer, apenas fiquei impressionado assim que bati os meus olhos em você. Imaginei que como parceira dele você iria querer ser modelo, atriz ou algo assim, não uma vendedora numa simples livraria

- Eu não busco fama, só quero levar uma vida normal assim como todos

- Desculpe decepciná-la mas, com ele a última coisa que terá é uma vida normal - ele retira os óculos e começa a limpá-lo com um pano azul que retirou do bolso de sua calça - Vamos ao que interessa, este seria por acaso seu primeiro emprego?

- Não, trabalhei como assistente em um estúdio de gravação - digo enquanto ele repõe o óculos em seu rosto

- Isso é bom, se aguenta a correria que é um estúdio, aguentará o movimento que isso aqui fica nas terças e domingos - sorri - Tem alguma experiência com livros?

- Sim, já estou mais que familiarizada com o mundo da literatura

- Para entrar na minha livraria, é necessário três coisas - apresenta o número com os dedos - Gostar de livros, ter simpatia e ser ágil - Vi duas dessas coisas em você, resta saber se tem a terceira

- Só posso prometer me esforçar ao máximo senhor

- Vou acreditar nisso - suspira - Seja bem vinda Violet

- Obrigado Sr. Halter, não vou decepcioná-lo

- Estou contando com isso - pisca para mim estendendo sua mão

Correpondo o cumprimento e me levanto. Ser ágil, se movimentar com facilidade; que se move de maneira rápida; veloz. Sei bem que isto não pesa forte em minha personalidade, mas eu tenho que tentar, ah por favor é uma livraria, estou rodeada de uma das coisas que eu mais amo, eu tenho que me controlar.

- Ah e mais uma coisa - diz enquanto encosto a mão na maçaneta - Todos aqui são tratados igualmente, saiba que não temos privilégios - abaixa os óculos para o meio do nariz me olhando com seriedade - Ficarei de olho em você

(...)

Assim que cheguei na parte principal do lugar, vi Ohana conversar com o ruivo. Sorri e olhei o meu novo local de trabalho, o som de livros sendo folheados era o melhor de se ouvir ali.

- Você deve ser a novata - ouço uma voz ao meu lado

- Hã sim - me viro - Sou Violet

- Gisele - ela mascava um chiclete, e durante minha pausa para estudá-la fez umas três bolas com ele, usava um space bun para prender seu cabelos que pelo tamanho dos dois coquis deveria ser grande - A Ohana falou sobre você - contou, e notei que segurava uma revista enrolada na mão direita, pude notar que as cores eram parecidas com as que tinham eu e John na capa

- Espero que coisas boas - sorriu e ela entorta a boca

- Não prestei muita atenção - solta uma lufada de ar - Escuta aqui, não pense que só porque é namorada de um astro e tem este rostinho bonitinho que manda aqui, estou aqui a mais tempo que todo mundo, então não fique no meu caminho

- Ei - Ohana estava atrás de mim - Pode parar com isso Gisele

- Que isso, só estava explicando as regras da casa - pisca para mim - Boa sorte, Violet

- Não liga pra ela Vi, adora destilar o veneno nas novatas

- Não me importo, já lidei com bem piores, ou melhor nem tanto - sorri ao lembrar de Brianna

- Esse é Cameron - me apontou o ruivo - Ele recebe as encomendas por telefone, não a pessoa que faça isso melhor

- Ohana é um pouco exagerada - ele comenta - Mas sim, recebo os pedidos por telefone, por isso estou sempre em movimento, as pessoas tem preguiça de vir até aqui

- Pelo menos temos clientes não é - Ohana sorri - Londres é um dos poucos lugares que as pessoas ainda valorizam uma leitura

- Você não é daqui? - pergunto

- Tecnicamente não, nasci no Hawaii - põe a mão em seu colar de meia lua - Mas vim para Londres com oito anos de nascida

- Eu me mudei para cá há poucos dias, eu morava em Hollywood, mas nasci na França - digo e mal percebi quando Cameron saiu para atender mais um telefone

- Hollywood?!? - vi o típico brilho nos olhos - Ah eu sempre quis ir pra lá, acho aquela cidade tão...

- Mágica? Garanto que não é - caminhei para uma estante de livros - Nunca fiquei tão feliz por ter saído de algum lugar antes

- Mas por que? Eu sempre achei que Hollywood era, a cidade dos sonhos

- Ai que você se engana, floresta de concreto, pessoas apressadas, poluição, trânsito e mais poluição, não me sentia parte de lá

- Eu entendo - abaixa o olhar - De perto tudo é mais feio

- É uma cidade de papel - digo com um sorriso esperando sua reação

- Leu esse livro? - me aponta rindo

- Tá brincando? É um dos meus preferidos...- nós trocamos sorrisos, a típica reação quando encontra algo em comum com alguém

(...)

Johnny POV's

A casa sem Violet se torna vazia e silenciosa, quer dizer, o silenciosa deve ser cortado da lista pois Dolores fez questão de ligar o aspirador de pó, o que me fez relativamente sair da sala.

Agora eu mapeava os canais, torcendo para que algum programa me segurasse na cama, era tudo tão monótono que eu queria vomitar. E se ela conseguir esse emprego? Será assim todos os dias? Ah não, não irei suportar, preciso de algo para fazer.

(...)

Não fiquei na cama muito tempo depois do último pensamento, iria dar uma volta qualquer por aí, fazer qualquer coisa que me impedisse de ir naquela livraria e trazer Violet de volta — que isso John, a menina precisa viver — faço um barulho maior que o aspirador quando desço as escadas. Dolores me olha, sabia que ela se remoía de vontade de me perguntar algo, mas deixaria ela assim mesmo.

Bato a mão no bolso, a chave estava lá. Corro em passos rápidos até a porta e tenho uma surpresa quando a abro, uma senhora de cabelos brancos e organizados em cachos com o maior cachecol que vi até agora estava para lá, e pela posição de sua mão estava pronta para tocar a campainha.

- Desculpe, quem é você? E como conseguiu passar pelos portões?

- Sou Matilda Glenster, e os seus seguranças são muito simpáticos - acenou para eles que observavam de longe, corresponderam o cumprimento da senhora

- Certo - franzi o cenho - Olha, se quiser dinheiro para alguma caridade é só deixar o número que eu...

- Não, não, isso está longe do meu real objetivo

- E qual é o objetivo? - ela sorri sem motivo - Senhora, eu estou com uma certa pressa

- Sou a avó de Violeta Mayson meu caro...


Notas Finais


Bye bye Unis <3


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