História Luz, Câmera e Ação - Capítulo 64


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Categorias Cara Delevingne, Johnny Depp
Tags Cara Delevingne, Drama, Johnny Depp, Romance, Sexo
Exibições 105
Palavras 1.003
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


O nome do cap foi inspirado em uma leitorinha maravilhosa que deu esse super apelido ao Johnny kkk
Boa Leitura :3

Capítulo 64 - Macho Alfa


Fanfic / Fanfiction Luz, Câmera e Ação - Capítulo 64 - Macho Alfa

Violet POV's

Hall Of Fame em volume alto me separava do mundo neste momento, Ohana me recomendou esta música e eu a baixei na mesma hora, ultimamente ela tem se mostrado uma ótima primeira amiga para se ter aqui, a letra da música começava a mostrar um significado bem diferente do que eu imaginava por conta do seu título — que honestamente pensei ser sobre, fama, dinheiro e mais coisas que a maioria busca com insanidade.

Era um hino, um incentivo, uma música para escutar quando se está no fundo e quer se reerguer, mas só precisa de uma mão para se segurar, essa música pode ser essa mão. Ela me distraiu por um instante, e devo dizer que repeti ela a todo o caminho para casa, mas não deixei de questionar entre as pausas de seu recomeço o porquê de Johnny não ter vindo me buscar, pensei que ele iria chegar até um pouco antes do horário certo.

Estava perdida entre a letra e melodia da música quando meu celular vibrou, uma mensagem sorria ao ver o remetente.

''Como vai minha loirinha preferida?'' 12:14 AM

''Seu imbecil, esqueceu completamente da minha existência" 12:14 AM

Ele visualizou rápido e logo o nome ''digitando'' apareceu na tela, devia estar jogado no sofá, geralmente ele demora a responder.

''Nunca, ainda mais com você aparecendo nos sites de fofocas'' 12:15 AM

''Isso foi parar até aí?'' 12:15 AM

''DJ aqui sempre está atualizado das notícias'' 12:15 AM

''Então se atualiza dessa, arranjei um emprego!'' 12:15 AM

''Estava na hora, eu também, vou ser garçom'' 12:16 AM

''Sério???'' 12:16

''Não.'' 12:17

O carro passou os portões, e eu estava morrendo de vontade de abraçar Johnny, essas quatro horas sem ele pareceram uma bela eternidade, encarei meu celular e DJ esperava uma resposta.

''Certo engraçadinho, tenho que ir ligo para você mais tarde'' 12:19 AM

O veículo mal parou e eu já tinha pulado do meu banco, sentia uma alegria imensa eu tinha um emprego finalmente, e não era uma coisa chata e monótona em que eu enjoasse rápido e sim em livraria. Meu sorriso deveria estar grande, procurei a chave na minha bolsa e custou para achá-la, sinceramente devo achar um chaveiro maior, mas me surpreendo com a porta já aberta.

Dou de ombros a abrindo pronta para gritar um ''consegui!''. Mas Johnny estava com alguém, a mulher estava no sofá contrário a porta, só pude ver as ondulações grisalhas. Dolores estava com uma bandeja de biscoitos e servia a mulher, e Johnny apoiava o rosto na sua mão, quando me viu soltou uma lufada de ar, parecia aliviado.

- Violet - disse e ela se virou, a reconheci de imediato

- Vó?!? - ela sorriu confirmando com a cabeça

- É o que eu estou dizendo a horas para esse homem, mas ele não acredita - se refere a John que revira os olhos 

- O que está fazendo aqui? - pergunto enquanto ela se levanta

- Minha neta veio para Londres e não me avisa, o que queria que eu fizesse? - conseguia ver Dolores atrás dela, prestando atenção em cada ponto da conversa 

- C-Como descobriu que eu estava aqui?

- Revistas tem circulado as bancas por toda parte e esse belo rostinho - segurou meu queixo - Estava na maioria delas, claro que na companhia dele - apontou com a cabeça para John que desdenhou ainda sentado ao sofá - Mas não importa, o que vale é que estou com você - me abraça de repente, não absorvi tudo ainda para retribuir

O abraço se desfez, e o silêncio resolveu que era sua deixa, ficamos lá, eu, John, minha vó e Dolores que esperava alguém falar para saber mais ainda de nossas vidas, começo a pensar se ela é algum tipo de escritora de tabloides disfarçada.

- Certo - John quebrou o silêncio - Pretende mais alguma coisa?

- Oh, estou atrapalhando algo? - me encarou depois Johnny e finalizou me fitando de novo

- Sim - Johnny disse rapidamente e eu o encarei em repreensão

- Violeta - respirei fundo ao ouvir este nome - Quero conversar com você, me redimir por todo esse tempo ausente, quero ser a avó que nunca fui

- Não acha que é um pouco tarde para isso? - cruzo os braços

- Nunca é tarde para a família minha querida - acaricia meu rosto

(...)

As gotas mornas refrescavam minha mente e pensamentos, talvez eu devesse isso a ela, uma segunda chance. Depois de perder meu pai me distanciar da minha própria família não tem um significado bom para minha consciência que agora não tem peso algum, o destino é assim, ela te leva pessoas, mas somente quando sabe que você é forte o suficiente para aguentar a perda.

Minhas mãos saem para fora da água para buscar a toalha, não queria molhar o banheiro inteiro, Johnny não gosta de nenhum pouco disso. Saindo do box primeira coisa que achei foi uma blusa dele pendurada no gancho, ela estava exalando seu perfume, eu poderia ficar parada ali sentindo seu aroma, mas preferi vesti-la a ir para o quarto, onde as luzes estavam baixas.

- Olá querida - ele disse e passou por trás de mim fechando a porta com seu corpo

- O que você vai inventar agora? - sorri arqueando as sobrancelhas

- Em comemoração do seu novo emprego - ele revela o que estava em sua mão que antes se encontrava atrás de seu corpo - Que tal um vinho?

- Já é tarde, e eu tenho que trabalhar

- Não seja antiquada Senhorita Mayson - sorri malicioso, me induzindo a cama

- Johnny - digo ainda disposta a resistir

- Não me faça apelar a minha autoridade nessa casa - me encara sério

Sorriu com o nariz segurando a taça e o sinto me abraçar, ele deposita um beijo em minha bochecha e começa a cantarolar alguma melodia, era impossível dizer não.

- Certo - digo - Não se questiona o macho alfa


Notas Finais


Até a próxima unis <3


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