História Luz, Câmera e Ação - Capítulo 65


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Categorias Cara Delevingne, Johnny Depp
Tags Cara Delevingne, Drama, Johnny Depp, Romance, Sexo
Exibições 137
Palavras 1.091
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Young God da Halsey, foi a música que eu estava escutando quando escrevi o hot, ela me deu muita inspiração, nada mais justo que colocar ela como o nome do capítulo né? kkk

Capítulo 65 - Young God


Fanfic / Fanfiction Luz, Câmera e Ação - Capítulo 65 - Young God

Os ponteiros do relógio já haviam se cansado de contar quanto tempo havíamos passado bebericando o vinho que já deveria ter acabado horas atrás. Eu ria de qualquer coisa que ele falava, suas palavras pareciam tão doces e qualquer ato para mim ficava extremamente sexy. Encarei ele, era alguma nova espécie de deus, ele avançou sobre mim e eu senti a taça quebrar quando encontrou o chão, não ligamos, os lábios dele estavam roçando em meu pescoço todos os pelos do meu corpo ficaram eriçados com o seu toque por cima do tecido de minha intimidade, estava sensível demais para não gemer.

Sentia seus risos ao perceber que eu estava derretida em seus braços, não precisa passar muito tempo ao seu lado para perceber que gosta de estar no comando, me colocou reta na cama e de forma séria me encarou erguendo seu rosto, isso de fato me deixou com mais fogo. O dedo indicador, foi subindo de minhas pernas até meus seios, desviou para alguns lugares em sua jornada, a blusa dele, aquela com seu perfume foi arrancada de meu corpo.

Sentia seu membro ereto, coberto pela cueca preta, roçar com minha intimidade, a qual já estava desprovida de todo tipo de tecido, ele queria me torturar, eu permiti. Até eu me sentir preenchida, me sentir completa, sentir fogos de artifícios dentro de mim, sentir meus lábios queimarem quando se encontravam com os deles, sentir alguma energia esquisita passar de mim para ele, dele para mim e assim seguindo com o ritmo lento e prazeroso que ele estava fazendo. 

Ele encostou sua testa com a minha e sorrio, eu retribuí em seguida soltei um gemido o que fez ele sorrir e em seguida morder o lábio inferior e acelerar um pouco, não muito, só o suficiente para eu jogar minha cabeça para trás, o fogo só aumentava, o calor era muito, mas eu não ligava, ele não ligava, pois madrugamos assim.

(...)

O inimigo de todas as manhãs, meu despertador, senti meus olhos queimarem assim que os abri, e minha cabeça girava quanto mais me esforçava para tentar enxergar algo mais ela doía, sai da cama, estava pelada mas não me importei, algo cortou meu dedo e eu reclamei.

- Droga! - resmunguei e ele acordou, na verdade acho que nem dormiu

- O que foi? - questionou beijando meu ombro

- Foi só o caco de vidro, mas eu vou sobreviver - estremeci com seus lábios em minha pele, ainda estava sensível como na noite passada

- Se eu disser que foi perfeito, será muito brega? - pergunta me virando para ele

- O fato de perguntar isso já torna brega - retruco e ele ri - Mas sim, foi perfeito, eu, você e o álcool sempre será uma boa combinação

- Vamos repetir isso - diz ponderante

- Claro que vamos - meu dedo resolveu chamar a atenção, o sague escorreu por meus dedos e eu resmunguei

- Vem vamos fazer um curativo - me pega no colo e vai andando até a porta

- John - digo - Sabe que estamos pelados né?

- Óbvio que sim - ri me colocando no chão - Só queria ver se você sabia

(...)

O sapato era aberto, o corte não doía, Dolores era boa em curativos apesar de ser tão curiosa Johnny me fitava enquanto eu comia meu croissant, o que me fez me desconcentrar e deixar migalhas caírem sobre minha roupa.

- Culpa sua - digo enquanto ele ri

- Todo esse tempo e ainda fica sem graça quando te olho - a mão sustentando o rosto e a mesa sustentando seu braço

- Fazer o que - dou de ombros - Sou uma bobinha apaixonada

Ele sorri, e posso estar enganada, mas um brilho especial correu por seus olhos castanhos, eu corei e ele inclinou o rosto e sorriu de lado e eu corei novamente.

- O que deu em você hoje? - pergunto concentrada em meu café quente

- Apenas observando minha mulher - eu parei o processo de sugar o café para a boca ao ouvir isso, era tão natural, sem desconforto,  era estranho depois de tanto tempo ele assumir dessa maneira tão verdadeira

Levanatei da cadeira e o beijei, eu o amava, meu coração pulava em meu peito as sensações eram as mesmas, isso era bom. Chequei o horário em meu celular e precisava ir.

- Vou me atrasar John - disse e ele entrelaçou nossos dedos

- Não vai não - me puxou para a porta - Isso eu não permito

- Para de ser perfeito - reviro os olhos, a felicidade não cabia em mim, com certeza transbordava em forma de sorriso

- Depois - dá de ombros

(...)

Senti os lábios dele na minha testa em forma de despedida, soltei um ''eu te amo'' e ouvi o mesmo sair de sua boca enquanto ele olhava fixo em meus olhos, era um sonho.

- A primeira dama chegou - ouvi Gisele provocar assim que adentrei mas não dei ouvidos

- Vi - Ohana veio risonha como sempre - Seu uniforme chegou

Dessa vez meu sorriso foi a altura do dela, mas não por conta do uniforme. Ela me empurrou por trás animada e eu ria de sua empolgação com uma coisa tão simples, estava no balcão embrulhado com uma sacola enfeitada com livrinhos.

- Fui eu que decorei - batia palminhas

- Teve sorte, o meu demorou umas cinco semanas pra chegar - comentou Cameron

- Parece que alguém caiu nas graças do chefe - Gisele se encostou onde estava minha roupa e arqueou apenas uma sobrancelha - Vai saber o que ela fez na sala

- Não o mesmo que você com certeza - disse baixinho, mas ela ouviu

- Mal agradecida - xingou - Depois de eu ter feito o favor de buscar isto

- Só porque o Sr. Halter mandou, não que você seja de fazer boas ações para os novatos - disse Cameron

- Idiota - virou-se e foi em direção a um cliente

- Não liga pra ela - Ohana falou - É seu jeito tradicional

- E olhe que ela está em seus melhores dias - adicionou Cameron

(...)

És que me surge uma surpresa, quando abro a sacola, vejo um papel, rosa, franzi o cenho o pegando ele tinha um cheiro familiar, demorou um tempo para reconhecer, era o clássico N°5, que tipo de pessoa passa perfume em um papel? Desdobrei o mesmo achando que iria encontrar alguma espécie de recibo mas não.

''Cuidado Barbiezinha''


Notas Finais


Até logo unis, e escutem esta música e mais ainda vejam a tradução (eu mesma, divulgando)


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