História Luz, Câmera e Ação - Capítulo 67


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Categorias Cara Delevingne, Johnny Depp
Tags Cara Delevingne, Drama, Johnny Depp, Romance, Sexo
Exibições 74
Palavras 985
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


PODEM ME MATAR!
Desculpem mesmo, o cap já estava escrito a semanas mas o tempo para revisar e postar eu não achei, novembro me desgastou muito e eu não pude pensar em nada que não fosse estudar e estudar, sinto muito gente!

Capítulo 67 - Em Direção ao Chão


Fanfic / Fanfiction Luz, Câmera e Ação - Capítulo 67 - Em Direção ao Chão

Narradora POV’s

Dias depois...

O som do andar de Violet pelas calçadas londrinas praticamente não pôde ser ouvido, o vento açoitando as folhas das múltiplas árvores que ali estavam roubava toda a cena, ele foi o grande motivo para as mulheres que lá se encontravam prenderem o cabelo, mas não Violet, ela não se importava em ter as madeixas bagunçadas, Sr. Halter a permitiu caminhar pelos arredores durante o intervalo desde que não fosse muito longe, ele tem sido muito gentil.

- Eu pedi pra você esperar – disse Cameron, em cada mão protegida por uma luva de pano preta estava um copo de chocolate quente

- Não me culpe, não tenho controle dos meus pés aqui – respondeu ela, ainda extasiada pelos ares que tinha Londres

- Terei que prendê-los então? – comentou a entregando um dos copos, o rosto do ruivo estava rosado por conta do frio

- Talvez – riu do comentário

- Achei estranho o chefe ter nos deixado sair, ele nunca proíbe, mas deixa bem claro que não se gosta

- Ele só está sendo legal – sua fala não podia soar mais inocente

- Você o agrada – ele soltou e em seguida deixou o chocolate aquecer o interior do seu corpo

- Como?

- Nada esquece, então, me conte sobre seu namorado – e assim os pensamentos de Violet foram para Johnny, uma imagem dele foi projetada por sua mente e ela imediatamente sorriu

- O que quer saber sobre ele? – diz o olhando

- O básico, ele é bonito?

- Ah sim ele é, digamos que você poderia ter conflitos com sua sexualidade – ela riu da expressão que Cameron fez

- Uau! – gesticulou com a mão alguma coisa que ela não entendeu - Como se conheceram?

- Digamos que ele era o chefe e eu a empregada – disse sem querer compartilhar detalhes, ainda não era a hora

- Que nem com o Sr. Halter? – ele arqueou as sobrancelhas

- Mais ou menos assim – disse e o alarme do relógio de Cameron soou

- O tempo passa quando nos divertimos, temos que voltar – passou o braço pelos ombros de Violet – Acha mesmo que eu viraria gay pelo seu namorado? – ele pergunta e ela ri em resposta

(...)

- Violet? – Sr. Halter chama a loira que organizava a estante

- Sim? – vira-se para seu chefe

- Ohana me contou que você e Gisele não estão se dando muito bem

- Ah, isso não é um problema senhor, consigo lidar com alguns empecilhos no trabalho

- Não quero climas como esses aqui, saiba que pode falar comigo qualquer hora

- Agradeço a preocupação – ela sorri passando a sua frente

De longe graças à vitrine John observava a conversa, estava atento ao olhar que o homem de terno colocava sobre Violet, não se agradou com isso, pois era esse o olhar que ele mesmo botou em Violet assim que percebeu que a desejava, buzinou de uma vez queria atrapalhar aquele papo sabia que iria ter problemas assim que Violet resolvesse usar a independência que ganhou, com isso não iria privá-la, todavia era sempre bom ficar de olho.

Sua expressão mudou quando a menina saiu da livraria sorridente, ninguém poderia tirá-la dele o mesmo poderia perceber isso com facilidade, mas os ciúmes não permitiam, ainda sim não iria interroga-la não queria colocar a garota em uma situação chata.

- Boa tarde meu amor – disse doce e em seguida bocejou

- Com sono uma hora dessas? – sorriu se apoiando no volante

- Sim – o encarou

- Você não tem dormido muito esses dias Violet, isso não é saudável

- Não se preocupe com isso – o beija

John ficava dividido entre a estrada e Violet, questionando-se sobre o então homem, ela já tinha comentado sobre tal Sr. Halter, mas ele estava ocupado demais tomando seus lábios para dar atenção ao infeliz — como assim ele o denominava em pensamento — mas ninguém ia encostar um dedo nela.

(...)

John estava sentado à frente da bancada, o seu tradicional cigarro encontrava-se desta vez entre o dedo indicador e médio, ele encarava sem parar a geladeira não sabia o porquê disto mas apenas encarava talvez seu subconsciente o convencesse que ela tinha algo intrigante e merecesse ser observada.

- Vai querer alguma coisa senhor? – Dolores pergunta ao ver o patrão miando a geladeira

- Não – é direto

- Pois sabe que se...

- Qualquer coisa pode falar com você – completa a frase padrão da mulher

- Certo – ri forçado voltando para cozinha

Tendo o momento estragado pela empregada ele vira-se dando as costas para a geladeira, lá no topo das escadas está Violet, ela não parecia bem, estava se movimentando de forma súbita, como se fosse guiada pelo vento, estava pálida e com as pálpebras implorando pra fechar.

- Violet? – John disse indo em direção as escadas

A menina parecia não escutar, e não estava, permanecia em um estado de sonolência, sua mente estava prestes a se desligar se ela ousasse fazer um mínimo esforço mas ainda sim ela sentia sua cabeça latejar como se martelassem dentro dela, ela não conseguiu repousar dessa maneira e pareceu uma boa ideia descer e tomar um remédio mas à mente não concordou. Quando virou na intenção de descer o primeiro degrau, seus olhos se fecharam e o corpo foi rolando escada a baixo, ela não sentiu dor alguma, seus sentidos estavam desativados, apenas John sentiu, preocupação e espanto, correu em direção à menina que já estava caída pelo chão.

- VIOLET – berrou tirando os cabelos da frente do seu rosto, alguns arranhões estavam espalhados por ele, Dolores saiu da cozinha ao ouvir o grito, no instante em que viu a cena pôs a mão na boca abafando o pequeno grito que deu

- Vou chamar a ambulância – disse ela indo ao telefone

- Não! Eu a levo – pegou a menina inconsciente nos braços e foi em passos largos e rápidos a porta, estava com medo, seus braços tremiam...  



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