História Luz, Câmera e Ação - Capítulo 68


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Categorias Cara Delevingne, Johnny Depp
Tags Cara Delevingne, Drama, Johnny Depp, Romance, Sexo
Exibições 67
Palavras 1.082
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Postando na pressa porque tô super atrasada
Sorry por não responder os coments do outro cap mas não esquentem que quando chegar respondo tudin
Amo vcs <3

Capítulo 68 - Cara a Cara


Fanfic / Fanfiction Luz, Câmera e Ação - Capítulo 68 - Cara a Cara

Violet POV’s

A dificuldade em abrir meus olhos era grande, quanto mais eu tentava mais pesada pareciam às pálpebras, mas eu não me contentava com a escuridão que era ficar com os olhos fechados. Meus sentidos estavam voltando, minha audição foi a primeira a me presentear, ouvia passos distantes a maioria apressados, rangidos de rodinhas que surgiam de todos os lugares, meu olfato identificava aquele cheiro inconfundível de hospital, o álcool que eles usam na limpeza retirando ar pesado de angústia e às vezes, morte. Quando finalmente a escuridão foi substituída por borrões eu pude sentir duas mãos aquecendo a minha, detalhes não estavam visíveis para mim, mas conseguia ver cores mesmo que elas na maioria das vezes ultrapassem as linhas.

- Violet? – ouvir a voz de Johnny só me deixou mais desesperada para minha visão focar

- Eu caí de novo? – perguntei percebendo o quanto fraca e arrastada estava minha voz

- Sim, de todas as suas quedas foi a única que não pude te segurar – ri fraco premendo minhas pálpebras

- Por que estou no hospital?

- Você desmaiou não lembra? Bem quando estava tentando descer as escadas

- Me superei dessa vez – respirei fundo e isso doeu, sentia todo o meu corpo dolorido

- Vejo que a bela acordou – disse um homem entrando no quarto – Já não era tempo, mais um pouco dormindo e ele nos mataria – fala olhando para Johnny

- Só estava preocupado – disse sem graça olhando para baixo

- Entendo – se aproxima da minha cama – Como está se sentindo senhorita Mayson?

- Dolorida – fiz careta ao tentar me mexer

- Isso é normal – anotou algo na prancheta – A causa do seu desmaio não foi nada mais além de uma exaustão, não foi nada grave apenas falta de descanso e de muitas noites de sono perdidas, seu corpo não teve escolha a não ser provocar um desmaio para que assim pudesse descansar nem que seja por alguns minutos, a razão de estar nessa cama foi por conta que na queda você ganhou uma fratura em seu pé direito

- Ele quebrou? – indaguei assustada

- Não, uma torção, seu raio-X mostra uma estrutura óssea muito forte, por isso sua recuperação tende a não demorar, mesmo assim é bom que fique em repouso absoluto

- Então terei que faltar ao trabalho – olhei para Johnny

- Farei um atestado e tudo que é necessário para que você não seja penalizada

- Obrigada doutor – agradeci e ele confirmou com a cabeça se retirando dali

Os dedos de John dedilhavam na palma da minha mão, olhei através da janela do meu quarto de hospital, uma mulher de cabelos negros que podiam vir até o meio de suas costas, seu nariz arrebitado era semelhante ao de minha mãe e os olhos claros deixavam sua aparência cada vez mais delicada, se não fosse por aquela franja rala decaída por sua testa ela seria idêntica a mulher mais bela que já vi.

(...)

Enquanto estávamos no carro eu fiquei encarando meu pé engessado, via os dedos dele inchados alguns até um pouco roxos, minha nuca doía juntamente com a coluna na sacola sobre meu colo estava todos os analgésicos e remédios que precisaria para que a tortura fosse menor, sabia que seria um desafio andar ou fazer sozinha qualquer atividade que exigisse um mínimo esforço, precisaria de John, eu iria ocupar todo o tempo dele, mesmo que gostasse da ideia dele cuidar de mim ainda não quero esgotá-lo.

- Tem mesmo que me carregar? – disse quando Johnny caminhou comigo em seus braços até a porta

- Não, mas eu quero – falou com um sorriso

Ele bateu com o pé três vezes na porta e Dolores a abriu, ela estava de luvas e com um batom vermelho chamativo nos lábios, meus olhos iam aos seus e automaticamente desciam para sua boca, era impossível ignorar aquilo.

- Ah que bom que chegou você nos deu um susto Violeta – eu voltei aos seus olhos, com raiva de ter dito meu nome, mas depois me perguntei como ela sabia dele

- Violeta? – questionei quando John me colocou no sofá e ela assentiu retirando as luvas – Como você...

O telefone tocou e ela se assustou um segundo e depois riu disso, foi em passinhos curtos em direção ao toque e me deixou com a pergunta rondando, John sentou ao meu lado e virou para mim.

- Como ela sabe que meu nome é Violeta?

- Pode ter sido uma jogada de sorte talvez – deu de ombros – Eu te chamo assim ás vezes pra irritar, ela deve ter ouvido

- Claro, mas apenas quando estamos á sós – digo irritada

- Não vamos pensar nisso agora – cochicha passando a mão no meu cabelo – Você precisa descansar, vou à livraria hoje falar com o seu chefe

- Hoje? Poderia ser amanhã? Eu queria uma companhia na cama para ficar abraçada

- Se for hoje ele tem tempo para arranjar uma substituta – solto uma lufada de ar concordando – Agora vem, te levo pra cama

(...)

Narradora POV’s

Os reais motivos de John não foram ditos á Violet, ela poderia se preocupar e não foi isso que o médico receitou não que ele fosse armar uma confusão não estava a esse nível, mas queria estar cara a cara com o homem que olha para ela da maneira que não devia.

Sua presença foi rapidamente notada, Cameron que tinha a maior carga horária de trabalho da livraria paralisou onde estava tentando confirmar se estava vendo realmente quem achava que estava vendo, Gisele encostada na parede a poucos centímetros dali começou a murmurar com a amiga, ele simplesmente caminhou até a bancada e escorou seus braços ali.

- Olá, por gentileza onde posso encontrar o Sr. Halter? – sorriu de lado ao finalizar a pergunta

- A-Ah claro vou avisá-lo – o menino apertou diversas vezes o botão errado, John achou graça daquilo sempre achou engraçada a reação de algumas pessoas ao vê-lo – Ele está te esperando lá em cima

- Obrigado – sorriu novamente seguindo em frente

(...)

O papel branco foi inteiramente preenchido pela tinta preta de sua caneta esferográfica, seus óculos estavam quase na ponta de seu nariz, era canhoto e com a mão direita inutilizada resolveu batucar com os dedos a mesa revestida em madeira.

- Sr. Halter? – a assistente surge na porta, parecia um pouco alterada – Tem alguém querendo vê-lo

- Pode identificar para mim? – retirou os óculos de leitura

- Johnny Depp – ela disse juntando as pernas, ele se surpreendeu, mas logo se recompôs 


Notas Finais


Até o próximo unis ^-^


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