História Luz, Câmera e Ação - Capítulo 69


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Categorias Cara Delevingne, Johnny Depp
Tags Cara Delevingne, Drama, Johnny Depp, Romance, Sexo
Exibições 71
Palavras 1.247
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Mais uma vez perdoem a demora, semana de prova, e eu tinha que estudar...

Capítulo 69 - Dangerous


Fanfic / Fanfiction Luz, Câmera e Ação - Capítulo 69 - Dangerous

Johnny concentrava-se apenas em captar reações, ler cada linha de expressão que o homem iria expor com suas palavras, encarava Halter do mesmo jeito que Gisele encarava Violet, apenas com menos fúria aparente e Johnny tinha um motivo para isso, resolveu atuar ali, queria deixa-lo confortável a ponto de não pensar antes de retrucar ou reagir. Queria suas primeiras e exatas emoções.

- Então o que o trouxe aqui? – Halter o perguntou com o rosto tomado por um sorriso

- Ah sim claro – ajeitou-se na cadeira – Vim lhe avisar que Violet não poderá trabalhar por algum tempo

- Como?!? – exaltou-se dando impulso para frente, Johnny continuou o olhando normal, mas ele mesmo notou sua reação e se recompôs escorando os braços em sua mesa – O motivo?

- Violet não tem tido boas noites de sono, seu corpo estava exausto e provocou um desmaio... – olhou para o homem engravatado, estava atento a cada palavra como se John lhe dissesse a senha de alguma conta bilionária – O azar foi que quando isso ocorreu ela estava descendo as escadas, e acabou com uma torção no pé

- Ela está bem? Precisa de algo? – disse, mas desta com calma, como se fosse apenas por educação

- Não, estou cuidando bem dela – sorriu convencido – O médico achou apropriado lhe entregar estes papéis para que ela não seja penalizada

Johnny ergueu papéis juntos por um clipe, Halter imediatamente o tomou posse e colocou seu óculos retirados minutos atrás quando a assistente anunciou a entrada de Depp, ficou segundos revisando e passando algumas folhas, depois ainda segurando os papéis olhou para Johnny.

- Bom ao que me parece está tudo ok, não se preocupe Violet não terá problemas, tem noção de quando ela voltará?

- Final deste mês, seria mais rápido se não houvesse machucado a coluna juntamente com a nuca na queda – Halter suspirou para si, parecia entristecido com a notícia, não sabia se era compaixão pela menina está neste estado ou a ausência dos seus cabelos loiros andando pela livraria

- Então está bem – coloca os papéis juntamente com outros – Deseje a ela minhas melhoras

- Irei com certeza – um aperto de mão é feito e sorrisos forçados são soltos, assim John segue de volta

(...)

Violet POV’s

- Dolores eu não tenho fome – disse pela milésima vez

- Ah minha querida você precisa ficar forte, veja minha mãe me dava essa sopa toda vez que eu me machucava, saía saltitando minutos após

- Eu agradeço a preocupação, mas o que eu preciso realmente é de repouso

- Sendo assim deixarei a sopa aqui, vai que você resolva provar

Tinha a cor de uma sopa normal e cheirava bem, mas as bolinhas verdes eram o que me intrigava. Ela saiu cantarolando algo em direção á porta, mas eu tinha uma dúvida a resolver.

- Hã, Dolores – chamei encostada na cabeceira

- Sim? – virou-se com um sorriso

- Como sabe que me chamo Violeta? Eu nunca lhe informei meu nome real

Ela parou um segundo, como se tivesse cometido um ato falho, seus olhos revistaram todo o quarto, e ela retirou o sorriso deixando a boca entreaberta parecia esperar que algum som dela viesse.

- Tenho uma sobrinha chamada Violeta, eu apenas falei de costume – deu de ombros com as mãos para trás do corpo

- Certo – semicerrei os olhos – Bom, eu prefiro que me chame de Violet

- Como quiser – volta a sorrir – Agora voltarei aos meus afazeres, com sua licença

A porta foi fechada e o silêncio se tornou protagonista, fiquei instantes parada encarando a porta, talvez esperando John aparecer, mas nada, então me acomodei com muito esforço deitada, a coluna e a nuca doíam mais que meu pé. Visei o teto até uma força invisível empurrar as pálpebras para baixo.

(...)

Eu sinto que dormi demais, sinto ter cochilado durante algum tipo de apocalipse, o zumbi ou o bíblico. Mirei a janela, cortinas afastadas da mesma fazendo sua luz correr pelo quarto, John não estava ao meu lado, deslizei minha mão pelo seu lado da cama e senti ele um pouco bagunçado, dormiu comigo mas não me esperou acordar. Entortei a boca, pensando na possibilidade de descer, mas a dor me fez lembrar que não estava capacitada.

Estava sobre o criado mudo, um copo d’água e um pequeno prato com três comprimidos, a sopa não estava lá com certeza Dolores esteve aqui enquanto eu dormia, os tomei o mais rápido possível e os senti brevemente descer pela minha garganta.

- Bom dia – ele surge segurando uma bandeja, juntamente com uma sacola pendurada no braço

- Seria se você estivesse ao meu lado quando acordasse – comentei tentando ficar sentada

- Não se mova, pode se machucar – deixou a sacola pelo chão e colocou a bandeja sobre o criado mudo

Johnny pôs as mãos um pouco acima de minha cintura e impulsionou para cima, o que me ajudou na tarefa que tentei começar, me senti incapacitada eu precisaria dele mais do que pensava.

- Obrigada – disse em tom abalado

- Não fique assim – deslizou as costas de seus dedos em minha bochecha – Sabe que não me importo

- Mas eu sim John, é estranho depender de você para tudo – falei baixinho

- Bom pra mim não é tão ruim – falou doce – Nunca será

Eu o mirei por alguns segundos, estava protegida, como se estivesse uma tempestade do lado de fora, mas com ele a água não me abatia, estava quentinha e seca em seus braços, seu olhar me constrangia com tamanha ternura que transmitia.

- O que tem na sacola? – perguntei olhando para ela largada sobre o carpete

- Ah é! – falou indo até ela – Eu saí mais cedo e fui comprar alguns filmes que eu sei que você gosta

- Sério? – arregalei os olhos – Quais?

- Os clássicos dos clássicos – arqueou uma sobrancelha

- Não cansa de ser perfeito Sr. Depp?

- É um dom – colocou a bandeja no apoio que estava sobre meu colo – Não dá pra evitar, já tomou os analgésicos?

- Sim, você que os deixou? – perguntei o encarando

- Pedi para Dolores colocar enquanto fui comprar os filmes

- Como foi a conversa com o Sr. Halter?

- Nada demais – deu de ombros – O padrão de uma conversa

- Você foi bonzinho não foi? – sorri

- Sim eu fui – ri – Você gosta de trabalhar ali?

- Gosto eu estou em meio a livros, poderia ser melhor? – tomei um pouco do suco

(...)

Narradora POV’s

Distante do clima romântico que se instalava no quarto, Dolores retira o celular do bolso, discando um número já decorado, coloca em seu ouvido olhando para as escadas verificando se não tinha ninguém. Quando a espera se cessa ela ouve a voz em cochicho de seu contato.

- Não é pra me ligar essa hora!

- Silêncio e ouça, eu cometi um erro a chamando pelo nome

- Como?!? – grita do outro lado e se recompõe depois – Não creio que fez isso, ela percebeu?

- Claro que sim, ficará com o pé atrás, mas isso ela já está desde que chegou, a questão é que consegui rebater

- Não pode cometer atos falhos, se não tudo vai por água a baixo

- Eu sei, mas consigo mudar o jogo, Johnny nem se quer desconfia de nada

- Já é alguma coisa, mas lembre-se de quem é o nosso foco

- Como poderia esquecer da barbiezinha – sorri – Agora preciso ir, tchau!

Enfia o celular com sagacidade no bolso e caminha para a cozinha.

(...)



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