História Luz, câmera e amor! - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Armin, Castiel, Iris, Kentin, Lysandre, Melody, Nathaniel, Personagens Originais, Professor Faraize, Rosalya
Tags Amor Doce, Armim, Drama, Romance
Visualizações 154
Palavras 805
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Demorei muito? Sorry, mas tá aqui, aproveitem!

Capítulo 9 - Um monstro...


Logo anoitece e eu vou pro meu quarto dormi, ou pelo menos tentar, fiquei até 01:00 acordada, mas logo o sono chega e me domina, pouco tempo depois acordo com gritos desesperados e pedidos de socorro
- AHHH, SOCORRO 
Está tão alto, essa voz... Eu reconheço...
Sai do quarto e fui andando pelo corredor e aos poucos o som a voz foi aumentando, percebi que ela vinha do quarto dos meus pais,abri um pouquinho a porta só para dar uma olhada e me deparei com a pior cena do mundo, o quarto estva escuro minha mãe jogada no chão e o meu pai em cima da mesma batendo nela, como se fosse de borracha, ela já estava toda machucada, o rosto? Nem parecia mas o mesmo, ela só chorava, porque falar nem conseguia mais, pai.... Porque?
- Sayu - ele disse sem olhar pra mim - eu sei que está aí, entra e fecha a porta - fiz o que ele pediu, meu estado? Péssimo, mas não tanto quanto o da minha mãe, ele saiu de cima dela e veio até mim - terei que calar a sua boca 
Ele me jogou no chão e então pude sentir o que é realmente odiar tanto uma pessoa a ponto de querer mata-lá, meus gritos e berros foram tão altos que eu nem sei como os vizinhos não escutáram, seu sorriso diabólico, por um momento o confundi com o verdadeiro demônio, a ultima coisa que eu lembro é de ter apagado sem saber se conseguiria acordar no dia seguinte...
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Uma luz encerrou meu sono e então fui obrigada a acordar, ainda estava no chão do quarto, minha mãe também, me levantei e com muito esforço tentei me botar em pé, apoiada na parede fui até o banheiro, no espelho vi um corpo machudado, muito  machucado, porém meu rosto estava intacto, provavelmente para que eu possa ir para a escola sem Kentim desconfiar de nada, meu pai é um monstro, fiz curativos nos machucados mais feios e me arrumei para escola, botei uma calça não muito colada ao corpo, uma camisa comprida com um moletom por cima, voltei por quarto e botei minha mãe na cama e tentei fazer alguns curativos nela, peguei minha mochila e desci as escadas, meu pai estava no sofá da sala
- aonde vai?
- Para que lugar eu vou de segunda a sexta nesse mesmo horário? - não deixei ele falar nada, sai imediatamente de casa e fui para a escola, Me deitei num banco do pátio e tentei não me mexer, cada centímetro que eu mexo uma dor enorme eu sinto, quando estava quase cochilando escuto alguém me chamando
- SAYU - Me sento no banco e vejo Kentim e os gêmeos vindo até mim
- MENINOS- me levanto e tento correr até eles, porém a dor não deixa então paro e espero chegarem até mim
- Tá bem?
- Queria poder falar que sim, Kentim o que tá acontecendo?
- Eu contei
- O que? Contou o que?
- Q-que eu sou gay
- K-ken - comecei a chorar e o mesmo me abraçou, agora tá explicado, nosso pai é extremamente homofóbico, mas não pensei que seria tanto assim
- Calma Yu... - Alexy e Armim viam a cena de longe, O azul tava com uma cara péssima e o moreno quase chorando - Sayu me escuta
- Tá 
- Vamos esperar essa tensão baixar
- Sim...
- E então iremos falar com o pai, ok?
- Ok
- Vai dar tudo certo, confia em mim
- Eu confio
- Que bom... Vamos para sala
- Tá 
Kentim e Alexy entraram no corredor 
- Sayu
- O que Mim?
- Tu sabe que eu to aqui contigo né? E que não vou sair
- Eu sei, obrigada - ele entrelaçou nossos dedos e fomos para sala, me sentei e a aula começou, não prestei atenção em nada, Armim tentava me animar, ele quase conseguiu
O sinal bate e nós quatro ficamos na sala
- Ficou na casa deles Kentim?
- Sim
- Hum
- Depois que eu sai aconteceu mais alguma coisa?- a primeira coisa que veio na mente foi a cena da minha mãe toda ferida no chão, mas eu não posso contar isso, só ira piorar a situação 
- Não, nada
- Que bom
- Pois é - ficamos um tempo conversando até o sinal bater
- Que aula é agora? - Kentim perguntou 
- Educação física
- Vamos para o ginásio 
- Sim
Como que vou fazer a aula? Não consigo nem andar direito
Fomos andando até o ginásio ao entrar nele comecei a me sentir tonta e as minhas pernas fraquejaram , eu iria cair no chão se não fosse o Armim me segurar 
- Sayu você tá bem?
- N-não ...


Notas Finais


Só eu que quero matar o pai deles? Tava tudo tão perfeitinho...
Beijão da baka, fui!


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