História Luz da Lua - Capítulo 87


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Categorias Dragon Ball
Personagens Bra, Bulma, Chaos, Chichi, Gohan, Goku, Goten, Grandpa Gohan, Kakaroto, Kami-sama, Kuririn, Mestre Kame, Mestre Karin, Nappa, Pan, Personagens Originais, Piccolo, Pual, Raditz, Shenlong, Sr. Popo, Tarble, Tenshinhan, Trunks, Vegeta, Videl, Yamcha
Tags Alienígena, Alternativo, Amor, Dragon Ball, Drama, Escravidão, Escravos, Esperança, Furry, Planeta, Saiyajin, Saiya-jin, Terra
Exibições 174
Palavras 2.320
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Turles fica surpreso quando percebe que o seu pai e Kakarotto estão ali e...

Então, fica surpreso quando...

Ocorre uma reunião no palácio e é revelado que...

Yo!

Primeiro, eu quero pedir desculpas pela demora em atualizar.

Segundo. Eu fiz a cirurgia bariátrica e me arrependo. Só indico para quem tem diabete e peso acima de 110 quilos ou então, quem quer ser belíssima, sendo que adora fazer compras e não se importa com sacrificios.

Tem hipertensão e ela é controlada? Não faça somente por causa disso. Mas, perca peso através de dietas e exercícios intensos.

Eu falo, pois, você viverá uma vida com uma redução extrema na alimentação e muita coisa que adorava, dependendo do que for, terá que banir para o resto de sua vida. Se tiver a síndrome de Dumping, você nunca mais poderá comer doce na vida e gordurosa (algumas pessoas tem essa síndrome com coisas gordurosas também).

Se possui menos de 110 quilos, procure fazer dieta e academia, diariamente. Acredite, é melhor tentar perder peso de outras formas. A cirurgia só deve ser realizada em último caso e em situações como descrevi acima.

É que eu me arrependi da cirurgia. Por isso, estou alertando. Tudo mundo que fala é maravilhoso e tal. De fato, você perde muito peso, principalmente nos primeiros meses. Isso é fato. Mas, você pode deixar de saborear comidas gostosas para o resto de sua vida.

Além disso, se fizer a cirurgia restritiva bariatrica, terá que tomar complemento vitaminico para o resto de seus dias, pois, você absorve muito pouco. Você precisará complementar com vitaminas e precisará fazer exames médicos regulares.

Se você é uma pessoa vaidosa que não se importa com isso, tem diabete e/ou peso acima de 110 quilos, aí pode fazer cirurgia.

Tenham uma boa leitura.

Capítulo 87 - Reunião


Fanfic / Fanfiction Luz da Lua - Capítulo 87 - Reunião

Turles se vira para a origem da voz e vê seu pai e irmão mais novo.

Ele suspira e fala, voltando a fiscalizar os muros e o céu, enquanto falava:

- Faz bastante tempo... O que vieram fazer aqui?

- Apenas viemos fiscalizar e observar os procedimentos de proteção dos chikyuujins retirados da escravidão.

- Eles estão bem protegidos.

- Você é um dos que protegem esse setor da construção, né?

- Isso mesmo.

- Você mudou muito. Na verdade, é como se fosse outro saiyajin.

- Certas situações fazem você mudar, embora seja muito tarde para mudar os acontecimentos passados, enquanto eles fazem, ao mesmo tempo, você mudar o seu comportamento. Eu queria que essa mudança comigo ocorresse bem antes de encontrar certa pessoa, há alguns anos antes. O pior é que posso até ter estado perto dela no passado e não ter visto ela. Eu posso ter tido uma chance no passado e deixei escapar. Isso é o pior. - Turles fala com a voz pesarosa, enquanto torcia os punhos.

Bardock e Kakarotto se entreolham, sendo que haviam lido a mente dele e sabiam o que ele fez e o motivo da desolação e dor dele.

- Foi por uma fêmea, né?

- Sim. Eu sei que vocês tem alguma forma de saber disso. É o boato que circula entre os soldados. Só não sabemos como fazem isso. Se de fato, tal boato é verdadeiro, sendo que acredito que seja, vocês já devem ser o que me fez mudar. - ele fala sem olhar para eles.

O pai e irmão deste não ficam surpresos, pois, já ouviram falar desses boatos, enquanto ficavam satisfeitos por eles não saberem como eles conseguiam tais informações.

- Nós sabemos. Você foi como eu, no passado. Eu demorei em me libertar dos grilhões do orgulho e quando isso aconteceu, foi tarde demais para mudar algo e o pior é que eu causei muito sofrimento a aquela que amava. Isso foi o pior. Portanto, eu tenho uma noção da dor e sofrimento que você está passando. Todas as noites eu ia até os Domos, apenas para ficar a noite toda bebendo para aplacar a dor e sofrimento que me consumia. Eu ainda estaria no abismo, senão fosse Lian. Eu tive sorte.

- Eu não tenho essa sorte. - ele fala o final em um suspiro - Não tive uma cria para me ajudar a viver com a forte culpa e pesar que permeiam a minha vida.

- Talvez tenha de certa forma, filho.

Turles olha surpreso para ele e pergunta, arqueando o cenho:

- Como assim?

- Liluni voltou para mim como Suno. Nyei voltou como Chichi, para Kakarotto. Elas voltaram sobre uma nova identidade e raça. Nós sabemos através de um ser místico, que de fato, elas eram reencarnações delas. Por causa da ligação verdadeira, nós iríamos nos reencontrar. Os seus sentimentos e sensações, assim como a forma como a encontrou, indica que tinham a ligação verdadeira.

- Então... - Turles comenta estarrecido.

- Então, vocês irão se reencontrar novamente. Inclusive, eu não duvido que aquela criança seja reencarnação dela e por isso, você tem esses sentimentos em você.

- “Ser místico”... Existe mesmo?

- Existia. Mas, ele desapareceu pelo que compreendemos. Algo o fez desaparecer. Mas, antes de desaparecer, ele havia falado sobre isso e acredite, era um ser místico, de fato, ainda mais pela forma que ele surgiu através de itens que podem ser considerados mágicos. - Kakarotto fala.

- Bem, de fato, tem raças com poderes além da nossa compreensão. Então, é algo plausível. - Turles passa a compreender o que eram os sentimentos pela criança e ao analisa-los, de fato, ela poderia ser reencarnação dela.

- Por sorte, os chikyuujins não demoram para crescer. - Kakarotto fala com um sorriso - Você somente terá que esperar vários anos. Afinal, ela é muito pequena, ainda. Mas, notamos que ela gosta de ficar junto de você.

- Sim. Isso é verdade. - Turles fala com um sorriso.

Após saber de tudo aquilo, o seu coração se encheu de esperança e a visão da criança se tornou seu balsamo confortador e mataria qualquer um que ousasse ferir ela.

Eles conversam mais algumas coisas, para depois convidarem Turles para ir um dia a casa de um deles, sabendo que teriam que conversar com Lian e esperavam que a história e sofrimento de Turles, conseguissem conter a raiva da meia saiyajin.

Ele aceita o convite, pois, queria conhecer os seus sobrinhos e após se despedirem, Bardock e Kakarotto voltam ao castelo para se reunirem com Vegeta e Raditz, que já estava no local, pois, havia rumores da morte de saiyajins nas fronteiras, após a extinção de várias raças ou então, poucos sobreviventes de várias raças que sobreviveram a estranha doença que era fulminante.

Alguns dias depois, Vegeta decide fazer mais uma reunião, só que agora com os principais saiyajins, responsáveis por vários aspectos do império, sendo que na reunião estavam Bardock, Kakarotto e Raditz, que haviam chegado atrasados, pois, tiveram que acalmar as suas companheiras, principalmente Bardock, pois, Suno estava a beira das lágrimas, assim como Tights, com Raditz demorando em acalmar a sua fêmea, sendo a mesma coisa para Vegeta na identidade de comandante, para com Bulma, que estava apavorada que ele morresse e ele demorou para acalmá-la e para se certificar que estava bem.

Foi a mesma coisa também para Akiroke e Karoki. Eles haviam se atrasado por isso também e demoraram em acalmar suas companheiras. No caso de Kale, o seu companheiro estava preocupado e mesmo após confirmar que estava bem, ele permanecia preocupado, enquanto que ela saía para ir a reunião.

- Qual o relatório da mortalidade dos saiyajins? - Vegeta pergunta seriamente.

- A estranha doença já vitimou noventa por cento dos saiyajins que vivem nas fronteiras espaciais. Pouquíssimos saiyajins sobreviveram na fronteira, sendo que estes não apresentaram os sintomas. - um saiyajin fala.

Bardock fala seriamente:

- Pelo que eu li nos relatórios, o saiyajin põe a mão na cabeça e depois, cai morto. Segundo relatórios médicos, a doença ataca o cérebro e é fulminante.

- Acredito que a vitima nem chega a sentir a dor, propriamente dita. Morre antes de compreender. De fato, é fulminante. - Raditz fala pensativo - Isso é inédito para nós. Não me lembro de um saiyajin ter ficado doente, antes.

- Isso é preocupante. - outro saiyajin comenta.

- Talvez, seja uma doença oriunda de alguma entidade mística. - Kakarotto fala pensativo.

Todos os demais olham curiosos para ele e outros com estupefação, com Vegeta arqueando o cenho e perguntando:

- Como assim, Kakarotto?

- Os saiyajins que sobreviveram nos locais em que houve a morte da nossa raça eram bons e tinham compaixão por aqueles que a nossa raça considera como inferiores. Os que morreram eram cruéis. Eu estudei cada um dos relatórios e perfis, assim como entrevistei através de transmissão interespacial vários aspectos da vida deles e descobri isso. Claro, pode ser uma coincidência ou não.

Com exceção de Vegeta, Bardock, Raditz, Kale, Arikoke e Karoki, além de outros dois saiyajins, sendo que estes tinham companheiras chikyuujins, ficaram tentados a considerar a hipótese.

Afinal, se fosse mesmo verdade, poderiam libertar não somente os chikyuujins, assim como outras raças, pois, somente sobrariam saiyajins bons e que tem piedade para com as demais raças.

Se de fato fosse confirmado tal aspecto, podia surgir um novo império. Para Vegeta, significava que os seus planos para libertação dos terráqueos seriam facilitados e poderia implementar para outras raças.

Esse era o mesmo pensamento de Kakarotto, que torcia para que tal doença misteriosa possuísse, de fato, a natureza mística que citou, não matando os que eram benevolentes e bons e sim, somente erradicando aqueles que eram cruéis.

- Eu não acredito nisso. Não pode existir doenças místicas. - um saiyajin fala, exasperado.

- Por que não? O universo é imenso. Além disso, nós sabemos da existência de raças com poderes incompreensíveis para nós. Muitos poderes podem ser chamados de místicos. O universo é gigantesco. Apenas tomamos conhecimento de uma parte dele. - Raditz fala.

- Então, uma dessas raças com poderes estranhos nos atacaram! Portanto, nós devemos ataca-las. Quem sabe assim, não eliminamos essa doença? - um saiyajin fala esperançoso.

- Acredito que eles foram espertos o suficiente para fazerem essa doença mística permanecer sem eles. Se essa doença for de fato algo místico, mesmo que uma raça tenha lançado, não sabemos como se comportaria com a morte deles. Além disso, há inúmeras raças assim e não há provas de qual raça foi. Pode ser uma maldição de uma raça que o império exterminou. Foi realizado ataques a planetas cujos povos tinham alguma peculiaridade incompreensível. Que garantia nós temos que não é uma maldição de uma raça pelo seu extermínio ou escravidão?

Kakarotto fala em um tom frio e igualmente mortal que fez o sangue dos saiyajins que eram cruéis gelarem nas veias, principalmente o que falou sobre atacar, pois o super saiyajin 4 olhava friamente para ele, que via-se refletidos nas íris coléricas dele.

Após alguns minutos, ocorre um murmúrio entre esses saiyajins, sendo que um deles fala:

- Tirando o aspecto místico... O que os cientistas falaram sobre essa doença? Foi levado até eles amostras dos que morreram. - outro saiyajin pergunta, exasperado.

- Eles falam que tem o aspecto de vírus, mas, também não é um vírus. Eles não compreendem o que é o patógeno. Na verdade, não conseguiram identifica-lo ainda. Acham que é um vírus pela rapidez do contágio. Mas, são somente hipóteses. - o responsável dos laboratórios fala.

- Eles não estão se dedicando exclusivamente a isso. Só pode ser. - um dos saiyajins fala revoltado.

- Todos os nossos escravos cientistas estão trabalhando nesse patógeno para identificá-lo e quem sabe combatê-lo. Eles pararam com as invenções e estão se focando apenas nisso. Centenas de mentes trabalhando em apenas uma coisa.

- Então, devemos ampliar as jornadas deles! Precisamos fazer eles trabalharem mais!

- Devo lembra-lo que eles não são saiyajins? A maioria das raças não aguenta uma carga imensa de trabalho. Se sobrecarregamos eles, muitos entraram em colapso e precisamos de todos os cientistas que conseguimos. Eles precisam ter o mínimo de capacidade para analisar dados. Eles estão trabalhando no limite que os seus corpos suportam. Mais do que isso, é pedir para que adoeçam ou então morram e convenhamos, precisamos deles vivos e funcionais. Eles trabalham com a mente. A mente precisava estar saudável. - o saiyajin responsável pelos laboratórios fala seriamente - Se seguíssemos o que a maioria está falando, teríamos vários escravos cientistas mortos e isso não é bom para nós. Estamos trabalhando com a motivação e as punições. Mas, não vou aumentar o período de trabalho deles, correndo o risco de nós perdermos eles.

“Como se eles fossem fazer de tudo para nos ajudar. Afinal, nós subjugamos as raças deles e os escravizamos, separando famílias, assim como destroçamos famílias, com muitos vendo os seus filhos sendo escravizados, sabendo que uma vida de puro inferno os aguardaria. Nossa raça está colhendo o que décadas de cultura de escravidão a outras raças, fizeram. No lugar deles, eu não daria tudo de mim e fingiria estar pesquisando arduamente.”

O saiyajin responsável pelos laboratórios pensa consigo mesmo, sendo que também era um amante de animais e por isso, a ideia de uma doença mística o agradava e confessava que chegava a sonhar com o fim da escravidão as outras raças, pois, se de fato, tal doença apenas matava os cruéis, seria bom o império se livrar deles.

- Temos certeza que podemos forçá-los um pouco mais. Talvez, agravando a punição para aqueles que não obterem nenhum progresso. - um saiyajin fala.

- Então, teríamos que punir centenas e sinceramente falando, é inviável. Além disso, irá provocar fadiga mental e o escravo cientista irá cair, podendo até morrer e isso causará a morte de vários, ocasionando uma perda considerável de trabalhadores e consequentemente, uma perda na capacidade de analise e busca de uma cura ou tratamento, assim como a descoberta do que está atacando os saiyajins, sendo que sabemos que é a mesma coisa que atacou outras raças. Isso eles descobriram. - o responsável pelos laboratórios fala seriamente, ficando satisfeito ao ouvir o saiyajin que propôs aumento no castigo, rosnar.

“Não duvido que eles iriam preferir ser castigados a se esforçarem para nos salvar, seu bastardo. Afinal, seria uma vingança e eles iriam ver como a sua liberdade, pois, sem saiyajins, não haveria ninguém para puni-los ou confina-los.”

Ele pensa consigo mesmo e não condenava tal pensamento nos escravos, pois era o esperado. A sua raça estava apenas lidando com as consequências de seus atos ao longo das décadas, a seu ver.

Então, ocorre uma discussão que é finalizada por Vegeta, com os mesmos criando planos de contenção ao impedir que os saiyajins retornassem, com o imperador concordando, para depois ele finalizar a reunião, ordenando relatórios diários sobre a situação e acompanhamento da mesma ao informar que selecionou saiyajins para acompanharem qualquer progresso da doença no império.

Aqueles que acreditavam que era uma doença mística, inclusive Vegeta, sabiam que isso não iria impedir o avanço dessa estranha doença e os amantes de animais torciam para que chegasse logo em Bejiita.

Todos que tinham companheiras e companheiros chikyuujins ou de outras raças, sabiam que teriam que ir o mais cedo possível para as suas casas para acalmarem eles, que estavam preocupados com os saiyajins que amavam, pois, temiam que eles morressem em virtude da doença misteriosa.

Vegeta convoca Kakarotto, Raditz e Bardock para uma reunião particular, onde eles decidem enviar soldados para as casas dos saiyajins que estão na fronteira, para proteger a família deles, prevenindo assim ataques, sendo que descobriram que a maioria levou as suas famílias e somente ficaram algumas, que seriam protegidas por vários soldados que seriam escolhidos por Kakarotto e Bardock, graças a habilidade de ler a mente.


Notas Finais


Yo!

Quero agradecer aos comentários de: YiannaSanosuke, EvilNina, dbzfan, ravenatita, Son_lucas2, Sweet_Shackles, MalucrazyMMM e Flaveenha.


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