História Luz e Trevas... Porque não?? - Capítulo 11


Escrita por: ~ e ~Ninaa-san

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Acnologia, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel, Rogue Cheney, Zeref
Tags Demonios, Deuses, Zerlu
Exibições 141
Palavras 2.053
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Ecchi, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Genteee. Desculpe qualquer erro de coesão e coerência que por ventura apareça no texto, mas eu meio que estou sem notebook e escrevi tudo pelo celular somente com a ajuda do corretor.

Bem... espero que gostem do capitulo.
Boa leitura!!!!

Capítulo 11 - Sete anos de espera


Os preparativos haviam sido terminados. Todos já estavam a bordo da Christina indo em direção a ilha Tenroujima. Rogue andava de um lado para o outro preocupado, ansioso, nervoso. Vários pensamentos negativos passavam em sua mente, por mais que quisesse ignorar, simplesmente não conseguia esquecer. Ainda existia o fato de estar procurando a sete anos sem encontrar nada, isso o fazia se perder facilmente em devaneios sombrios.

Seu colega o observava com um pouco de tontura. Estar dentro de um transporte o fazia se sentir enjoado, mesmo depois de tomar remédios para não passar vergonha, mas ver Rogue dar passadas insistentes o tempo todo o fez ficar enjoado. Sting começará a ficar irritado. Respirou fundo contendo a irritação. Entendi que a situação não era à das melhores, mas de nada adiantaria ficar tão nervoso. Sting caminhou até o amigo e deu um forte soco em seu abdômen o fazendo cair.

– Será que dá para parar? Estou começando a ficar irritado com toda essa sua agitação. Fique quieto e se acalme, iremos encontrar eles. Mestre Bob deixou claro que havia encontrado vestígios de ethernano no local. Ainda a existe a possibilidade de estarem vivos. No momento temos que nos preocupar com outra coisa. A Fairy Tail estará lá.

A repentina repreensão c surpreendeu Rogue que ainda se contorcia de dor devido ao golpe que levou. Levantou meio cambaleante e se apoiou na parede para se recompor. Sentiu olhares em suas costas quando virou percebeu que Ichiya e seu time o olhava de maneira curiosa. Talvez pelo fato de não ser o que aparenta. Soltou um suspiro de frustração e voltou sua atenção para Sting que ainda mantinha uma pose rígida. 

– Desculpe... – murmurou baixo. – Quanto a Fairy Tail inventaremos uma desculpa. Não precisava me bater desse jeito.

– Que seja. De qualquer forma está agindo de forma patética.  Pare com isso antes que eu te jogue no mar.

– Hum...

O murmúrio de Rogue provocou risada nos magos  da Blue Pegasus. Nunca imaginariam que o Dragon Slayer da sombra seria tão infantil. Não demorou muito para chegarem a  tão esperada Tenrou. Imediatamente Christina reagiu a um mínimo de ethernano nas redondezas. Utilizando de sua magia Hibiki comunicou ao pequeno grupo da Fairy Tail que resolveu ir ajudar eles estavam no barco e tinham uma vista melhor do mar.

Os magos da Fairy Tail informou tudo  o que viam. A visão que tinham não era à das mais normais possíveis. Havia uma garota, uma pequena garota de longos cabelos loiros. Ela mantinha nos lábios uma sorriso nos lábios. Não era ela em que surpreendia e sim o fato de estar caminhando sobre o mar. Tanto o grupo de Ichiya quanto os dragões gêmeos ficaram surpresos com o relato.

Em um movimentar de mãos da garota uma grande luz preencheu o local. As águas começaram a se dividir e a partir dali surgiu terra junto a grandes árvores e plantações. A ilha retornará ao seu lugar, sem nenhuma mudança das mesma forma de sete anos atrás. O alto nível de ethernano sobrecarregou Christina e a impediu de continuar mantendo contato o grupo da Fairy Tail. Foram obrigados a pousar a nave e descobrir o que estava acontecendo. No entanto ninguém além das “fadas” podiam ver a misteriosa garota.  

– Quem é você? – duvidosa questionou Bisca olhando a pequena de cima a baixo.

– Mavis Vermilion. – sorriu ela amigavelmente para todos. – venham eles estão por aqui.

Confusos seguiram ao encalço de Mavis até o momento a presença dos dragões gêmeos foi completamente ignorada, para a sorte de ambos, obviamente não queriam se dar ao trabalho de explicar o por que de estarem ali, afinal supostamente eles não tem nenhuma ligação com a guilda de fadas.
Porém isso não passou despercebido pela Mavis que sorria ainda mais, apesar de não saber o por que de estarem ali, ficou curiosa com o fato. Talvez se os seguisse descobrisse alto em relação ao passado de Lucy e Zeref, estranhamente achou que pudesse existir uma ligação entre eles, a qual desconhecia. 

– O que... de repente a ilha... 

Hibiki parecia confuso como repentinamente a Tenroujima retornou ao seu lugar de original. Esse tipo de magia era a primeira vez que via.

– No momento em Acnologia atacou a ilha lancei uma magia que foi capaz de selar a Tenrou, no entanto há um preço. Eles perderam sete anos de suas vidas para que a magia enfraquecesse e a ilha retornasse. – explicou brevemente com um sorriso afável.

Bisca se encarregou de reproduzir tudo o que fora dito por Mavis, no momento em que se virou ficou de cara com um manto negro. Levantou o olhar e percebeu então a presença de um senhor diferenciada dupla. Deu um pulo para trás sacando suas armas e atirando sem parar. Todos a olharam Confusos só então perceberam o quer acontecia, se prepararam para atacar. Sting e Rogue somente desviavam não estavam ali para brigar, apesar do grande desejo de revidar.

– Por favor, parem. A Tenroujima já foi prejudicada demais. Eles não vieram prejudicar ninguém. Deve haver um motivo, portanto, não se preocupem. 

Ouvindo ao pedido de Mavis eles pararam o ataque, achando estranho e claro e insatisfeito por não poderem derrotar aqueles dois de imediato. Os gêmeos não entenderam, mas parecia que por enquanto estavam a salvo e se livraram de qualquer explicação complicada. A reação exagerada fez o grupo da Blue Pegasus rir com divertimento da situação se perguntavam como aqueles dois sairiam daquela situação sem chamar a atenção de seu mestre Jiemma que por algum motivo odeia a Fairy Tail.

Um pouco mais relaxados andaram mais a frente onde se depararam com uma clareira. Ali havia alguns corpos cobertos de areia. Foram imediatamente reconhecidos. Com desespero e alegria o grupo de fadas se jogaram no chão em meio aqueles corpos desmaiados. Havia inconsciência, porém o calor e os batimentos cardíacos não os abandonaram. Em nada havia mudado, eles permaneciam com a mesma fisionomia. Pouco a pouco foram acordando, obviamente com forte dores de cabeça além de alguns pequenos machucados que em poucos dias iria sarar.

Rogue olhou em volta ansioso. Uma gostosa brisa passou entre seus cabelos trazendo um adocicado cheiro de framboesa. Conhecia esse cheiro e uma sutil magia que parecia muito gasta. Correu entre as árvores sendo seguido por Sting. Um pouco depois da clareira ele pode encontrar uma cabeleira loira parte de seu corpo se encontrava soterrado. Em meio a um desespero de que ela pudesse morrer passou a cavar rapidamente.

Não demorou para que estivesse com um corpo frágil e pálido em seus braços. Não conteve as lágrimas que caiam de maneira insistente. Abraçou o corpo dela. Pode ouvi-la respirar fracamente.  O sentimento de alívio preencheu seu corpo, se permitiu sorrir, pouco estava se importando com o fato de estar sendo observado pelo amigo.

 – Acorde...
Implorou em um sussurro. Probabilidade de ela escutar era mínima.

– Hum...

O murmúrio chamou a atenção dele que se afastou para poder olhar no rosto da garota que abria lentamente os olhos.

– Lu-chan?

Mais uma vez a abraçou forte quando a mesma já estava completamente desperta. O Abraço de urso foi fazendo o pouco ar que havia em seus pulmões desaparecerem.

– Está me s-sufocando...

– Desculpe. Você está bem? Está sentindo alguma dor? Eu fiquei tão preocupado, pensei que tivesse morrido.

–Hum... Quem... Quem é você?

A pergunta chocou Rogue, apesar de saber que não seria tão facilmente reconhecido, afinal já fazia anos e a última vez que se viram ainda eram crianças, mas, mesmo sabendo disso, não deixou de ficar um tanto chateado, não havia se preparado psicologicamente para isso.

Timidamente esboçou um sorriso tímido e envergonhado a olhando nos olhos. A tomou em seu braços em um aperto carinhoso e amigável. Mesmo que sua aparência tenha mudado, tinha esperança de que ela lembrasse de seu nome, não se importava se fosse somente vagamente, apenas queria que ela soubesse quem era.

– Ro-chan.

O sussurro tímido fez Lucy estremecer, seu coração deu uma leve batida mais rápida. Seu sentimento de confusão desapareceu enquanto retribuía ao abraço do rapaz. Memórias de sua infância vieram a sua mente, seus amigos, sua mãe. Todos eles. Sentia Saudades de todos. Começou a chorar freneticamente repetindo várias e várias vezes o nome do garoto. O apertava com força apenas para ter certeza de que não estava sonhando.

– chan... Ro-chan... Ro... Rogue...

– Por favor se acalme... Está tudo bem...

Lucy não conseguia acreditar que ali diante de seus olhos era realmente o Rogue o pequeno e frágil Rogue do qual sempre estimou e tratou como irmão quando era criança. Pedia desesperadamente em pensamentos que aquilo não fosse um sonho, e que se fosse não a permitisse acordar tão cedo. 

– Como está aqui? Porque? – indagava em meio a soluços desesperados. 

– Lucy... Precisa descansar primeiro. Seu corpo está fraco e sua magia no limite. Quando estiver bem conversaremos com calma. Estou preocupado com você.

– Sim.

Um pouco mais cause permitiu se afastar de Rogue, mas não o suficiente para deixar de sentir a mão masculina acariciando seus cabelos com calma e carinho. O olhou de forma terna e sorriu um tanto feliz. No entanto a confusão tomou conta de sua mente. Porque Rogue estaria ali, o que aconteceu com o pessoal da guilda, o que acontecerá com Acnologia.

– Rogue... O Acnologia, onde ele está? Onde diabos ele está?  Aquele verme.

– Isso é...

– Luce!

A familiar voz chamou a atenção de ambos. Em pé ao lado de Sting com olhar curioso estava Natsu. Assim que viu o rosto molhado da amiga se encheu de fúria. De forma errônea concluiu que desconhecido garoto estava machucando ela. Seus punhos ficaram em volta de chamas. O impulso que deu nos pés não foi capaz de impedir o ataque, no entanto a pessoa que recebeu todo o impacto foi outra.
 

Em pé na frente de Lucy e Rogue estava um loiro alto forte e levemente irritado. Não sabia o que estava a se passar, apenas passou ali para poder encontrar o resto do time que ainda não havia aparecido. Apenas com uma mão parou o soco do rosado.

– Laxus!  O que está fazendo? – indagou Natsu furioso. – Ele fez a Lucy chorar.

– O mestre está procurando por vocês. Não sei o que aconteceu aqui, mas pelo que o que vejo não parece ser o caso. Está tudo bem Lucy? – virou-se para  a garota que o observava atônita.

– Sim! Está tudo bem. Ele não me machucou. Natsu, eu estou bem. Ele não é uma pessoa má.
Mesmo contrariado, o rapaz abaixou sua guarda e saiu dali empurrado sendo acompanhado pelos outros. Lucy e Rogue ficaram mais para trás caminhando de mãos dadas como faziam antigamente. A razão por se manterem um tanto mais afastados era o fato de que o moreno não entendia a reação exagerada de Natsu. De fato assim como não esperava ser reconhecido pela loira não esperava o mesmo do amigo, no entanto algo parecia diferente da reação de ambos.

– Eu sei que é estranho te pedir isso, mas... Não se aproxime nem fale com o Natsu. Preciso conversar com você primeiro.  

– Sim...

Nada foi questionado. Mais que imediatamente todos partiram da ilha deixando para trás uma curiosa e aflita Mavis, mais do que nunca ela se encontrava confusa com tudo, a sete anos foi um estranho encontro com Zeref depois com o Dragon Slayer da sombra, ela não entendia o que estava a se passar, mas definitivamente encontraria as respostas para todas as suas perguntas.

O fato dos dragões gêmeos estarem na ilha não ficou em branco. Os magos da Fairy Tail começaram a se questionar o por que de eles estarem ali. Em meio a um impulso, por não saber que muito tempo havia se passado ou que as coisas haviam mudado, Lucy acabou por dizer que eram amigos. Isso acabou complicando a situação deles, definitivamente isso não poderia sair dali, outras pessoas nãos deveriam descobrir sobre isso. A vida deles estariam acabadas se chegasse ao conhecimento de Jiemma que durante sete anos eles ficaram a procura de “fadas”.

Chegaram a um acordo de que manteriam em segredo e como era de feitio da Fairy Tail eles foram bem aceitos por aparentar em ser diferente dos boatos espalhados aos quatro canto do reino. Muita coisa ainda estava em omissão, porém tudo brevemente ficaria claro. A história está somente começando a se desenrolar.  

 



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