História Luz No Fim Do Túnel - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bangtan Boys
Exibições 4
Palavras 2.934
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Me desculpem por atrasar esse cap. Tenho coisa da escola para fazer e atualizar outra fic. Sinto muito mesmo, mas espero que gostem bastante desse cap que estava de chorar.
Até as notas finais<3

Capítulo 6 - O que fazer?


Ver o corpo de Sami ser arremessado foi a pior cena que já presenciei, foi pior do que ver meu pai dentro de um caixão, pálido e em paz.

Soltei a mão de Yurin e fui correndo até ela. A peguei em meus braços e a vi sorrir antes de perder os sentidos.

-Não, por favor não – eu a chacoalhava, mas ela não respondia a nada – ACORDA, POR FAVOR!!!!! – abracei-a contra meu peito e me permitir a sensação de vazio me tomar por inteiro.

Olhei em direção a porta e todos estavam lá.

-LIGUEM PARA A ABULÂNCIA, PELO AMOR DE DEUS!!! – eu gritava e chorava desesperadamente.

-SAMIII!!! – Jin vinha correndo, também em choque e começava a tocar nela.

Todos já estavam ali, Joy ligava para a emergência e os meninos estavam paralisados, como se não acreditassem.

-E-eu não vi o carro – a culpa começava a invadir toda a minha mente – e-ela me empurrou...ela nos salvou...ela n-não responde.....ela...- eu não dizia nada concreto. As lágrimas respondia por mim.

-Ambulância já esta a caminho – Joy disse tocando meu ombro – eles não vão demorar ok? – ela disse e eu permaneci em silêncio.

-M-me desculpa – sussurrei em seu ouvido, mesmo sabendo que ela não responderia .

Depois de longos e agonizantes sete minutos, ouvimos a sirene da ambulância e meu peito começou a se aliviar, achando que tinha alguma chance de ela ainda estar aqui.

Eles a examinaram e a colocaram dentro da ambulância. Um dos paramédicos veio até a gente e nos olhou.

-Vamos leva-la ao hospital, para a cirurgia, o estado dela e critico. Não podemos informara nada sobre o bebê, mas terá muita sorte se sobreviver – ele disse e uma parte de mim se aliviou por saber que ela estava viva, mas outra apenas se angustiou mais por saber de seu estado e saber que seu bebê também corria risco.

-Eu vou junto – gritei e subi na ambulância, junto à ela.

-Encontramos você no hospital – Nam gritou e eu apenas assenti, antes das portas fecharem.

-Você é o pai do bebê? – o mesmo paramédico me perguntou.

-Não, sou tio dele – falei olhando para seu rosto que, que mesmo com alguns ferimento profundos, continuava lindo. Apertei sua mão bem forte.

Chegamos ao hospital e eles a levaram correndo para dentro, em uma velocidade incrível. Quando chegamos a uma grande porta branco, eu tive de soltar sua mão, pois não poderia acompanhar. Vi seu corpo correr por todo aquele grande corredor, até a perder de vista, quando entrou em uma sala.

Agarrei meus cabelos com força e me permiti cair, ali mesmo. Meu peito se apertava cada vez mais, a sensação de que eu poderia perdê-la era tão grande, que dominava não só minha mente, mas todo o meu corpo.

-Onde ela esta? – vi Jin se ajoelhar em minha frente. Percebi que chorava, pois seus olhos estavam inchados e vermelhos.

-Eles acabaram de entrar - passei a mão pelo rosto – Me desculpem – os meninos e meninas estavam ali.

Percebi que Jimin e Tae já tinham chorado, e agora estavam sendo fortes, principalmente Tae, que estava consolando MinCha. Jimin tinha Cora conversando com ele sobre alguma coisa enquanto Yurin dormia tranquilamente em seu colo. Hope ainda chorava silenciosamente enquanto era acalmado por Joy e Yoongi, apesar de estar sem reação nenhuma, estava encostado em uma cadeira, enquanto olhava para o nada. Parecia estar pensativo. Não estava vendo sua parceira em lugar nenhum. Nam estava ajoelhado ao lado de Jin, estava consolando ele.

 

Eu não fechei os olhos por um só segundo, não parava de pensar que poderia perder Sami, a menina que tinha meu coração, que tinha todo o meu amor e tinha toda a minha confiança. Devia ter falado tudo antes disso acontecer, não devia ter esperado o “momento certo”, sendo que ele nunca existiria. Devia ter falado desde o momento em que percebi meus sentimentos, não devia ter esperado. Agora, a culpa rodava minha mente e a tristeza invadia meu coração.

-A culpa é toda minha – eu sussurrei. Todos estavam sentados, Nam e Jin estavam ao meu lado. Tae e Jimin estavam com suas parceiras no chão, enquanto Yurin dormia no colo da mãe. Yoongi, Hope e Joy estavam do meu outro lado. Todos muito angustiados – o carro estava com os faróis apagados, eu não o vi chegando. Agora ela esta aqui, quase morta e seu bebê também.

-Não foi sua culpa Kook, você mesmo disse que o farol estava desligado – Joy falou.

-Joy esta certa – Jin falou – ela salvou você e Yurin.

-Mas do que adianta se eu matei ela e o bebê? – eu olhava para o nada.

-Não diga isso biscoito – Yoongi se pronunciou – não sabemos de nada ainda.

-Vamos apenas esperar o que o medico ira dizer – Nam finalizou e um silencio se instalou.

Depois de longas e torturantes quatro horas de espera, vimos um medico sair pela mesma porta que a levara, ele veio em nossa direção.

-Vocês estão com a paciente – ele olhou na ficha – Sam Samira? – falou o nome dela.

-Ela esta bem, não esta? – Jin pergunto, aflito.

-Vou explicar tudo ok? – ele falou e suspirou – o caso dela era muito complicado. Ela sofreu um impacto muito grande com a cabeça. Uma parte muito importante do cérebro foi atingida. Sinto em lhes informar que ela esta em coma – eu senti todas a minhas forças sumirem em instantes - não posso dizer quando ela ira acordar ou se vai acordar. A única coisa a fazer agora é esperar ela reagir aos medicamentos.

-E o bebê? – MinCha disse. Ele sorriu.

-Essa é a boa noticia. A bebê esta em ótimas condições, e talvez até amanhã, já poderá ir para casa. Mesmo que tenha nascido antes do esperado, ela esta perfeitamente bem e ficara aqui apenas para alguns exames necessários.

-E quanto a amamentação? – Jin, a mãezona, perguntou.

-Temos maquinas especializadas para isso. E quando vocês chegarem em casa, vão poder dar na mamadeira normalmente, mas exigimos que usem um leite especial, que possui os mesmo nutrientes do da mãe.

-Podemos ver a bebê? – Hope perguntou.

-Bom, eu só posso permitir um por vez. Quem será o primeiro? – nos entreolhamos.

-Vá logo moleque – Jin falou e eu abri um sorriso – não demore ouviu?

-Venha comigo – o médico disse e eu o segui.

Andamos por um enorme corredor, até chegarmos no berçário onde haviam vários bebês, mas ela era a que mais brilhava. Ela estava bem no meio, com uma manta rosinha por cima de si. Seus cabelos clarinhos, apesar de não serem muitos, lembrava muito Sami.

-Posso...? – queria ver ela de perto, mas o vidro não permitia

-A vontade – ele abriu uma porta que havia ao seu lado e eu entrei, sem receio nenhum.

Cheguei bem pertinho e ela dormia feito anjo, estava numa calmaria incrível. Ela era tão fofinha, igualzinha a Sami. Eu decidi que era melhor apenas segurar sua mãozinha, pois não queria derrubar a bebê e me sentir mais culpado.

-Vou ter sair por um instante. Fique a vontade, só não faça muito barulho para não acordar os outros, se precisar de algo, temos uma enfermeira bem ali – apontou para uma mulher, que estava meio longe, com um bebê em seu colo. Assenti e o médico saiu, me deixando ali, com ela.

-Oi, sou seu tio Kook – comecei a conversar com ela bem baixinho – acho que você não esperava por mim e sim por sua mãe. Ouve alguns problemas e vai demorar um pouco para vocês se verem, mas eu lhe prometo que até lá, eu vou fazer sua vida ser a melhor do mundo ok? Você vai ter mais seis tios incríveis, mas nenhum deles vai se comparar a mim. Eu vou te proteger de todo o mal do mundo e prometo fazer com que tudo a sua volta seja perfeito. Agora eu vou ter que ir antes que seu tio Jin me estrangule por demorar, mas prometo que eu volto para te ver. Eu te amo – sussurrei, me levantei e fui até a porta.

Fui até onde os outros estavam, mas não encontrei ninguém. Fui até a secretaria perguntar onde eles estavam. A moça que estava lá me disse que eles foram até o quarto de Sami. Perguntei onde ficava e fui correndo até onde ela me disse.

Jimin e Tae estavam sentados em frente à uma grande porta. Cheguei perto e eles me notaram.

-Vocês já a viram? – perguntei olhando para a porta.

-Quando Nam, Jin e Yoongi saírem, nós vamos – Tae disse, cabisbaixo – como ela é? – perguntou se referindo à bebê.

-Vai ser difícil olhar para ela e não lembrar da Sami – suspirei – onde estão as meninas?

-Elas e Hope já a viram e ele foi leva-las para casa – Jimin disse – Kook? – me chamou.

-Sim?

-Saiba que não estamos com raiva de você, pois a culpa não foi sua. E sim daquele imbecil que estava dirigindo.

-Mas eu.... – fui interrompido por Jin, que saíra da sala com os outros dois.

-Mas nada JungKook, você não pode ficar se culpando. A única coisa que faremos agora, e cumprir a nossa promessa a Sami, cuidando daquele pequeno ser – finalizou cruzando os braços.

-E como vai se chamar o pequeno ser? – Yoongi perguntou.

-Ela devia ter escolhido o nome – senti minha voz vacilar.

-Que tal.... Lin? – Tae falou.

-Por que Lin? – perguntamos juntos.

-Lembram quando Sami tinha uma boneca horrorosa chamada Lin? Ela levava aquilo para todos os cantos e eu tinha pesadelos com aquele demônio de pano – disse nos fazendo rir.

-Cara, você com certeza é um gênio – Yoongi disse – claro que essa Lin não vai ser horrível igual aquela, mas mesmo assim, vai nos fazer perder noites de sono.

-Isso não importa – Nam disse rindo – vamos cuidar da LIN como se fosse a Sami de antigamente.

-Tem razão – Jimin disse.

-Agora nós vamos lá ver ela e vocês três, se comportem lá dentro – Jin disse apontando para o quarto de Sami. Assentimos e eles foram embora.

Nós três paramos na frente da porta. Eu não conseguia virar a maçaneta, um medo invadia meu peito.

-Quem vai primeiro? – perguntei.

-E-eu vou – Tae disse enquanto tocava a maçaneta com a mão trêmula.

Ele finalmente girou e abriu a porta. Lembra quando eu disse que a cena mais horrível foi vê-la ser arremessada? Ver ela deitada em uma cama, pálida e com varias maquinas ligadas à ela, com certeza era pior.

O quarto era todo branco, com uma janela enorme na parede a nossa frente. Ali tinha um sofá médio marrom e uma mesinha de centro pequena. Havia uma porta que ficava em frente à cama dela, que eu diria ser o banheiro. De cada lado da cama, havia uma cadeira igual ao sofá.

Meu estomago embrulho quando lembrei da imagem dela, sendo arremessada para longe. Vê-la daquele jeito me machucava. Ver ela tão incapaz de fazer algo era terrível. Saber que ela poderia não acordar era angustiante e saber que não veríamos mais aquele sorriso e aqueles olhos claros, cheios de brilho, doía mais do que ser esfaqueado trocentas vezes.

Eu me aproximei lentamente da cama, me sentei na cadeira e peguei em sua mão, que estava gelada.

-Oi – disse baixinho – olha, estamos aqui ok? Não vamos te deixar na mão. Vamos cuidar da sua filha como prometemos. Sabe, decidimos que chamaremos ela de Lin, igual aquela sua boneca. E quero que saiba que ela é tão linda quanto você – senti uma lágrima rolar por minha bochecha – não vamos desistir de você. Mas sabe, dói muito pensar que ao invés de eu estar ai, é você que ocupou meu lugar – não aguentei e apertei sua mão, enquanto as lágrimas, que eu prendia por puro orgulho, saíram automaticamente.

-Kook, pare de se culpar – Jimin passou as mãos por minhas costas, a fim de me acalmar, mas eu sabia que ele também estava se segurando para não chorar ali mesmo.

-Ela não gostaria que você ficasse assim por ela – olhei para Tae que, ao contrario de mim e do Jimin, chorava livremente – ela gostaria que você sorrisse, pois o bem mais precioso dela acabou de vir ao mundo, né Sami? – ele arrumou seus cabelos, e perguntou à ela achando que a mesma o responderia.

-Acho que preciso de ar – me levantei e fui até a porta.

Quando passei por ela, parecia que tinha prendido o ar desde o momento em que eu entrei ali. Chorei mais um pouco no corredor

-O que fazer? – sussurrei pra mim mesmo.

-Ela disse para você não chorar – olhei para cima e vi uma menina de cabelos pretos e uma roupa totalmente branca.

-Como é? – perguntei, confuso.

-Ela disse que vai ficar tudo bem, que você não precisa se culpar – ela continuava falando e eu não estava entendendo.

-Ela quem? – perguntei.

-Sami – mas o que?

-Como assim? Você conhece ela? – perguntei sem parar.

-Eu não conheço ela, mas me falou pra mim procurar um tal de JungKook e aqui esta você – ela sorriu docemente – ela disse que vai ficar bem, mas quer que você apenas se preocupe com Lin – ela parou por um instante – e disse que Tae tem ideias incríveis para nomes.

-Pera, como assim? Ela falou com você? – Sami havia falado com ela, afinal?

-Ela sussurrou para mim – ela sorriu de novo – ela esta bem aqui – apontou para meu lado – esta acariciando seu cabelo e te olhando. Ela é bem bonita – olhei pro meu lado, mas não havia nada ali. Eu toquei o ar para tentar sentir algo.

-Eu te amo – sussurrei e outra lágrima desceu.

-ZIIINN, VOLTE AQUI MENINA!!! – ouvi ao longo do corredor, uma enfermeira gritar e vir correndo.

-Até mais JungKook – acenou para mim e saiu correndo na direção oposta da enfermeira.

-Essa menina – a enfermeira que estava correndo, parou em minha frente com as mãos no joelho, cansada da corrida.

-Quem era ela? – perguntei a mesma.

-Kim Zin, ela é um paciente daqui – me surpreendi – fugiu da ala de psiquiatria. Se a vir de novo, chame qualquer pessoa por favor. Ela é meio perigosa.

-Como uma menina pode ser perigosa? Ela parecia tão fraca e adorável.

-É aquele ditado. “Nunca julgue um livro pela capa” – sorriu e voltou a sua perseguição.

Se aquela menina fugiu da ala de psiquiatria, ela poderia muito bem ter inventado toda aquela conversa. Mas a pergunta é, como ela sabia da Sami? E como saberia que o nome da bebê é Lin? E também, sabia quem eu era e citou o nome do Tae. Aquelas palavras, pareciam ser tiradas exatamente da boca de Sami.

Jimin e Tae interromperam meus pensamentos quando saíram do quarto e fecharam a porta.

-Esta tudo bem? Parece que acabou de ver um fantasma – Jimin disse.

-Eu estou bem. Só meio apreensivo sobre tudo isso – forcei um sorriso.

-Então tá – Tae deu de ombros – vamos logo, por favor. Quero ver minha sobrinha e chorar vendo seu lindo rostinho – disse e começou a andar. Eu e Jimin fomos logo atrás, em um silencio profundo.

Chegamos no berçário e Yoongi, Hope e Namjoom estavam ali, enquanto Jin estava lá dentro, com a bebê em seu colo. Eles nos viram.

-Cara – Yoongi falou incrédulo – ela é a cara da Sami, igualzinha à ela quando bebê.

-Ainda bem, ficaria louco se ela não fosse igual a ela e sim aquele cretino – Jimin disse cruzando os braços.

-Jin está parecendo uma mãe – Nam falou, o olhando pelo vidro – esta todo preocupado com a documentação e também por não saber quanto mais ela terá de ficar aqui.

-E você esta preocupado, pois não esta recebendo atenção dele – Hope falou e demos risada da cara de surpreso dele.

-N-não é isso – ele falou, claramente nervoso – é que isso esta o preocupando demais e sei lá – finalizou, corando.

-Entendemos Nam – Tae disse – mas Jin esta certo, temos preocupações agora e teremos no futuro – ele suspirou – vocês pararam pra pensar que uma hora teremos de falar pra ela que o pai é um cretino e a mãe esta em um coma? Como ela vai se sentir ao saber que todos os colegas tem famílias “normais” e que ela vive com sete idiotas irresponsáveis? Como terá de viver com todas essas informações? E além do mais – olhou para todos nós – chegará a hora em que ela vai querer conhecer o pai e talvez quem sabe, amar mais ele do que a gente.

-Caralho – Jimin disse – não consigo cuidar nem de um peixe, imagina de uma criança – passou as mãos nos cabelos, nervoso.

-Mano, estamos ferrados – eu disse – a Sami era a única influência feminina aqui. Vamos transformar a Lin em um dragão – eu falei e ouvi uma risada atrás de mim.

-Então rezem pela graça de Deus que vocês tem a mim. Eu vou ser a boa influência da Lin, podem deixar que eu vou cuidar dos preparos especiais. Mas tenham a noção de que eu não vou estar em casa todos os dias, ou seja, vou ir trabalhando com a imagem de vocês trocando fraldas em minha mente – ele deu risada.

-Nossa ein. Super ajudou viu? – Yoongi falou.

-Pena que não vou estar em casa pra ver Yoongi desesperado por conta dos choros e dores de barriga – ele pensou, e fingiu tristeza.

-Toma no teu cu, princesa – Yoongi falou e Jin mandou um beijo no ar pra ele.

-Gente – chamei – faremos de tudo pela Lin, é a forma de agradecermos a Sami, por tudo que ela já nos fez. Vamos dar o nosso melhor – fizemos uma rodinha ali mesmo e coloquei minha mão no centro. Logo eles estavam fazendo o mesmo – FIGHTING!!! – gritamos e jogamos nossas mão para o alto.

Sami, confie Lin à gente e nos deseje boa sorte.


Notas Finais


Obrigada por lerem e prometo tentar postar esta fic pelo menos um cap a cada dia. Até o proximo<3

PS: me desculpem qualquer erro


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