História Luz ∞ Trevas - Min Yoongi Fanfiction - Capítulo 11


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7
Personagens Jackson, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Jackson, Min Yoongi, Mistério, Suga, Suspense, Taehyung
Visualizações 3
Palavras 2.028
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 11 - ∞ 10 ∞


Fanfic / Fanfiction Luz ∞ Trevas - Min Yoongi Fanfiction - Capítulo 11 - ∞ 10 ∞

Para a surpresa de Mallakai e Elizabeth assim que estacionaram o carro no estacionamento lateral, o lugar era completamente o oposto de tudo que imaginavam.

O prédio era enorme, absurdamente grande. Kai jamais e encontraria aquele lugar sozinho, com certeza confundiria com qualquer prédio de luxo, o que não faltava naquele lugar.

— Não podemos entrar assim. — O investigador chamou a atenção da delegada, que já preparava-se para deixar o veículo vestida com a mesma farda que constumava vestir no trabalho.

— O que? Porque?

— Eu não sei com qual frequência você vem a lugares como esse. — Disse retirando a camisa e jogando no banco de trás. — Mais quando se vem com intuito de "interrogar" alguém. Estar com farda, não vai ajudar. — Terminou vestindo outra camisa que estava no banco de trás.

A pele de Kai era tão pálida por todo corpo como era em seu rosto. Seus cabelos nunca pareceram tão brancos em contraste com sua pele. Os olhos negros pareciam brilhar mesmo que estivesse um tanto escuro dentro do carro, e o cheiro que exalava de sua pele parecia impregnar aquele espaço limitado.

Elizabeth estava boquiaberta com a audácia de Kai. Mas a dúvida entre cobrir os olhos mostrando toda sua indignação, ou continuar olhando e logo depois fingir indignação. Era com certeza a situação mais complexa que teve naquela semana.

— Você é louco? — Perguntou retoricamente enquanto Mallakai amarrava os cadarços dos citrinos e saía do veículo, deixando-a sozinha.

— Vista o que está no banco de trás.

— O que?

— Se preferir eu continuo no carro, acredite, eu realmente não tenho problemas com isso.

Disse voltando a abrir a porta do carro, e colocando a cabeça entre o pequeno espaço aberto e em seguida o fechando.

Liz não respondeu. Não deu tempo, eles não tinham tempo de discutir, mas isso não queria dizer que aquilo iria passar despercebido. Então, por hora apenas continuou, pegando o vestido que estava no banco traseiro e começando a vesti-lo.

Kai continuava parado, com as costas encostadas sobre a porta e janela em que liz estava. Mesmo que nada pudesse ser visto no interior do veículo, aquela pequena atitude a deixaria mais a vontade. Pelo menos era isso que ele pensava antes de ser interrompido, ao sentir o impacto da porta colidir diretamente em suas costas, fazendo-o ser empurrado bruscamente para frente.

— Nossa, não te vi. — Liz ironizou de forma sarcástica ao sair do carro.

O investigador bufou e Liz sorriu, mas aquilo não o incomodou. Ele acreditava fielmente em que "toda ação, tem uma reação", afinal ele havia a alfinetado anteriormente.

— Você já sabia que iríamos vir aqui? — Liz perguntou baixando a barra do vestido colado em seu corpo.

— Não necessariamente.

Mallakai não poderia deixar de notar todas as curvas que aquele vestido marcava no corpo de Elizabeth. Deixando inacreditavelmente sexy e desajeitada. Ele tinha certeza que aquele "soldado" não costumava usar saias. E se usasse ele não se importaria de ver mais vezes. Mas preferiu não ficar encarando, afinal não queria deixa-la desconfortável. Kai abominava atitudes machistas, e fazer Liz sentir-se incomodada por olhares evasivos com certeza não estava em seus planos.

— Então como sabia que precisava dessas roupas? — Perguntou enquanto o acompanhava em direção ao edifício. — Não vai dizer que costuma usar vestidos nas horas vagas. — Insultou sorrateiramente.

— Não que isso fosse um problema, mas esse não foi o caso. — Fez uma pausa e olhou para mulher que tentava acompanhar seu ritmo. — Eu já tinha passado por aquela rua uma vez. — Afirmou parando a metros da porta de entrada.

— Sim, mas o que tem a ver você já ter passado naquela rua e você saber que precisaríamos vir a um lugar como esse?

— Aquelas pessoas estão acostumadas a omitir, fingir e enganar. — Afirmou e Liz apenas acenou para que continuasse. — As pessoas costumam dizer que a primeira impressão sempre é a que permanece. Para mim, isso conta no sentido literal. — Fez uma pausa, pensando como poderia explicar melhor. — Você viu como o jardim daquelas casas eram extremamente impecáveis? — Pergunto e ela respondeu com um aceno. — O interior daquela casa era completamente inferior a visão externa. — Concluiu.

— E o que isso envolve?

— Tudo é arrumado de propósito. Todas as casas são da mesma forma. Eles não se importam com a qualidade de vida, mas apenas com as aparências. Com o que os vizinhos pensam. E como podem manter-se no mesmo padrão, mesmo que realmente não estejam. São mesquinhos, fúteis e superficiais. — Concluiu sua análise.

Liz continuou completamente em silêncio. Ela estava perplexa com a capacidade de dedução do investigador. Ela em hipótese alguma poderia imaginar coisas como aquelas e de forma tão precisa.

— Com licença.

— Por que...

Sua frase foi interrompida quando um braço enlaçou sua cintura, pegando-a completamente desprevenida.

— Pronta? — Perguntou Kai, tirando-a de seus devaneios.

— Não confunda as coisas. — Respondeu folgando um pouco o aperto.

— Recíproco.

E então eles continuaram lado a lado, não havia desconforto de nenhuma das partes. Eles apenas caminhavam juntos em direção ao prédio, luxuoso e cheio de mistérios sujos. Ambos sabiam mesmo que se o garoto que procuravam não tivesse culpa de nada, de qualquer forma ele não deveria estar em um lugar como aquele, e se estava, deveria a ver um motivo.

— Boa noite, em que posso ajuda-los? — Perguntou o homem alto que estava na recepção.

Eles não responderam quando Mallakai estendeu o papel e entregou para homem, que novamente voltou seu olhar para eles e dessa vez os encarou. Observando atento o casal a sua frente, e após mais alguns minutos de silêncio voltou a se pronunciar.

— O que custa mais caro, o preço para executar uma morte ou alma de uma pessoa?

Elizabeth engoliu seco quando o nó se formou em sua garganta. Não via nenhum sentido em uma pergunta tão assustadora como aquela. Ela estava assustada quando apertou o braço do investigador, que pareceu ignorar completamente seu silencioso pedido de retirada.

— Os gritos guturais misto ao terror e o sofrimento que elas proferem, enquanto mutilamos o seu corpo e dilaceramos a sua alma.

As palavras saíram instintivamente dos lábios de Mallakai, surpreendendo não só a ele, mas ainda mais a mulher que agora havia soltado completamente seu braço. Estando apenas presa por um dos braços do homem que havia acabado de conseguir passar por aquele tipo de código.

— Me sigam, por favor. — O mesmo homem que lançou aquela pergunta sem nenhum nexo, agora andava em direção ao elevador espelhado.

Eles seguiam em silêncio, não proferindo uma só palavra enquanto observavam atentos o homem estender o cartão para o leitor que havia no elevador, fazendo as portas se fecharem e iniciasse uma movimentação peculiar. É normal que elevadores desçam andares, mas não quando já estava no térreo.

Kai segurava com força o braço de Elizabeth, que podia sentir o quão suadas estavam suas mãos. Seu toque era gelado e trêmulo, sua respiração irregular e falha.

— Você está bem? — A delegada sussurrou no ouvido do investigador.

— Vou ficar. — Kai sussurrou de volta enterrando a cabeça em seu pescoço e sugando o todo ar que conseguiu.

Liz não respondeu e também não o afastou, apenas fechou os olhos e pousou uma de suas mãos na bochecha pálida e fria do investigador, que também fechou os olhos ao sentir o toque quente da mão da mulher que estava junto a si.

— Chegamos. — O homem disse os despertando e fazendo sinal para que saíssem do elevador.

E assim fizeram, parando bem a frente do pequeno espaço onde estavam anteriormente.

— Eu não posso ir além daqui. — Disse o homem. — Procurem pelo Sr. Jeon. — Finalizou fechando as portas do elevador.

O corredor que exibia luzes vermelhas e verdes a alguns passos dos dois, era escuro no ponto onde estavam parados. Mallakai parecia mais seguro ao se recompor, já Elizabeth cada vez mais confusa.

— Eu não sabia que era claustrofóbico. — A delegada falou no tom mais baixo que conseguiu.

— Porque eu não sou. — Respondeu no mesmo tom.

— Você acha que pode continuar?

— Não é como se pudéssemos voltar.

A resposta de Kai a fez engolir seco e tremer internamente. Era como estar prestes a entrar em um buraco e pedir para que jogassem terra em cima.

— Como podia não saber de um lugar como esses? — Murmurou de forma quase inaudítivel enquanto começaram adentrar o local.

— Existem muitas coisas que não sabemos.

A música tornava-se cada vez mais alta a medida que se aproximavam da porta iluminada. E não demoraram muito a entrarem, deparando-se com um lugar um tanto inusitado.

Era um tipo de casa noturna, só que bem maior que o normal. Dividido em três partes, todo público do lado esquerdo, maior parte eram homens jovens, concentravam-se no palco esquerdo, onde mulheres dançavam  de forma sensual enquanto tiravam peças de roupa a medida que o chão do palco era coberto por dólares. Igualmente ao palco direito, porém eram homens que faziam o serviço, levando o público feminino a loucura em meio aos gritos. Já no palco da frente havia um casal, simulando um tipo de sexo selvagem. 

Bem diferente da parte de cima, que parecia um lugar completamente isolado. Um tipo de cassino, onde pessoas extremamente bem vestidas e de aparência importante, ocupavam o segundo andar.

As batidas da música Lu do Luhan pareciam esquentar as bochechas de ambos, a medida que se dirigiam a um homem que parecia estar resolvendo algumas coisas. Ele era jovem, e parecia bem mais novo que os dois, provavelmente seria ele que  daria as informações ditas pelo homem que os deixou ali.

— Com licença, você poderia nos informar onde podemos encontrar o Sr. Jeon. — Mallakai se pronunciou chamando atenção do mais jovem, que pareceu não se importar muito.

— O que deseja falar com ele?

Liz iria se pronunciar, porém Kai a empediu falando rapidamente.

— Queremos ver Park Jimin, então nos disseram para procurar o Sr. Jeon.

— É a mim que vocês procuram. — Disse o mais novo assim que entregou um tipo de cartão a uma das mulheres que parou ao seu lado. — Jeon JungKook. — Apresentou-se.

Liz e Kai estavam completamente surpresos, ambos imaginavam alguém completamente diferente. Mas a pessoa que estava parada bem a sua frente, era um homem jovem e extremamente atraente. Ele era bem maior que Mallakai, porém estava nítido que era mais novo que o investigador. Seus cabelos pretos escondiam toda sua testa,  terminado por cobrir suas sobrancelhas. Também tinha um corpo muito mais desenvolvido,  já que Kai não tinha um porte tão atlético.

— O Jimin não trabalha mais nesse ramo. — Disse seco.

A delegada novamente iria dizer alguma coisa, mas mais uma vez foi indeferida pelo investigador. Liz já estava nitidamente irritada, ela queria falar, precisava participar.

— JungKook, o Jimin pode entrar em uma fria se não conseguirmos falar com ele. — Disse Kai, informalmente.

Liz observava atenta a forma com Kai agia. Ele era estranho e fazia coisas estranhas. Mas era brilhante, então não podia questionar. A forma como ele havia acabado de falar com aquele homem, parecia que o conhecia a muito tempo, e a forma como o outro reagiu a intrigou ainda mais.

— Vamos sair daqui.

Disse JungKook ao seguir em direção ao corredor de portas, onde o casal que pediu o cartão anteriormente tinha tomado o mesmo caminho. Liz parecia insegura ao seguir o mais novo até para em uma das portas, não que ela fosse sempre medrosa. Mas estar em um covil de lobos, completamente desprotegida, não era a decisão mais sensata a se tomar.

E então adentraram a primeira porta, isolados de qualquer tipo de som que vinha do lado de fora. Seguindo por mais um corredor em completo silêncio, se não soubessem onde estavam, podiam jurar estar em um lugar completamente diferente daquele. Mallakai não parecia intimidado ao caminhar calmamente por aquele corredor pouco iluminado, já Elizabeth segurava com força no braço esquerdo dele, ela estava insegura, talvez um mal presentimento. E mais uma porta foi aberta, mas para surpresa de ambos, não era nada parecido com um quarto de motel, como todas as outras que viram casais entraram.

— Kookie, já chegou? — A voz masculina ecoou do lugar escondido atrás da porta.




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