História Lydia, Scream! - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Teen Wolf
Personagens Personagens Originais
Tags Allison, Lydia, Mistério, Romance, Scott, Stiles, Stydia, Teen Wolf, Void Stiles
Exibições 110
Palavras 1.406
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Super Power, Survival, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 10 - Eichen House


Fanfic / Fanfiction Lydia, Scream! - Capítulo 10 - Eichen House

À Noite

- Você tem certeza que esse plano vai dar certo, Lydia? - Perguntou Kira, meio insegura.

- Sinceramente, Kira, não. Mas temos que tentar, porque senão Stiles pode muito bem morrer, como eu previ hoje de manhã.

Ela assentiu e respirou fundo. Nós todos estávamos na recepção do manicômio, esperando sermos atendidos pela secretária. Ou melhor, Liam ser atendido pela secretária, já que é ele que vai atrai-la para outro lugar para Malia e Kira entrarem na sala de energia e desligar tudo e para conseguirmos ultrapassar a porta com cartão e pegarmos o Stiles no quarto dele.

Minha mão treme demais e meu coração aperta a cada vez que Liam se aproxima mais da bancada. A secretária larga o telefone e começa a prestar atenção no que Liam diz. Eu nem sei o que ele falou, mas, por incrível que pareça, conseguiu tira-la do balcão e leva-la para outro lugar. Malia e Kira entraram rapidamente na sala de energia e eu, Scott e Allison fomos até o local onde tem as escadas. Subimos rapidamente até chegarmos no terceiro andar e paramos em uma porta com senha que impedia nossa passagem até os quartos dos pacientes.

- Agora basta esperar elas desligarem a energia. - Comentou Allison.

- Ei, vocês aí, o que fazem?

Uma voz me fez olhar para as escadas novamente e avistar três funcionários musculosos e raivosos. Nós nos olhamos e preparamos nossas armas. Allison preparou o arco e flecha, Scott preparou suas garras e eu preparei meu taco. Antes que perguntem, foi ele mesmo que me ensinou a usá-lo quando, caso eu tiver que lutar, não conseguir usar meus poderes vocais.

Um dos caras aproximou-se de mim e eu dei um golpe em sua barriga, mas ele nem mesmo se mexeu. Nem um centímetro sequer. Merda! O cara me deu um soco no estômago e eu acabei caindo de joelhos e dobrando meu corpo até deitar-me naquele chão frio. Eu conseguia ouvir Allison e Scott lutando, mas pelo jeito eles estavam perdendo. Senti uma batida forte em minha cabeça e eu apenas vi escuridão e mais escuridão

[Um tempo depois]

Acordei em uma cela compartilhada com Scott e Allison. Os dois estavam encostados na barra de ferro dela e pareciam decepcionados e desesperados. Levantei-me do chão e fui até as barras também. Tentei força-la para abrir, mas, se nem Scott deve ter conseguido, imagina eu? Sentei-me ao lado deles e respirei fundo.

- Então é assim que vamos ser presos na Eichen House para sempre e ainda perder um dos nossos melhores amigos? - Perguntou Scott, com seu olhar fixo em um ponto aleatório da cela.

- Talvez, sim. Talvez, não. Vai depender muito de você e de suas amigas, senhor McCall.

Ouvimos uma voz masculinizada e nos viramos, vendo um homem mais ou menos de 50 anos, com cabelos grisalhos e olhos castanhos. Eu segurei na barra o mais forte que podia.

- Nos solte, por favor. Eu faço qualquer coisa, só precisamos sair daqui!

Ah, pelo jeito você deve ser uma daquelas garotas filhinhas de mamãe que acham que conseguem tudo que querem se fizerem carinha de cachorro abandonado. Que pena que a Eichen House não é sua mãe e nem aceita pedidos e opiniões dos pacientes.

Scott soltou um grunhido e seus olhos ficaram vermelho-sangues. O funcionário soltou uma risada de deboche, sem demonstrar nenhum medo pelo verdadeiro alfa.

- Ah, Scott, por favor. Um uivo de um lobo não nos assusta há tanto tempo que eu até perdi as contas.

- Vocês precisam nos tirar daqui! Precisamos salvar um amigo nosso! - Disse, enquanto as lágrimas que desciam borravam minha maquiagem.

Antes que o cara abrisse a boca para retrucar mais uma vez, um grito agonizante e masculinizado foi ouvido por baixo de nós. O funcionário deu um sorriso cínico e começou a andar lentamente até as escadas.

- Bem, acho que é tarde demais, hein?

Não, esse grito não pode ter sido do Stiles! Ele... não pode morrer, preciso salva-lo a qualquer custo!

- Você vai pagar por isso, seu desgraçado, idiota, filho da…

- Opa, opa, aqui não é permitido palavrão, senhorita Argent. E nem xingamentos direcionados aos funcionários. Por tal ato, todos vocês vão sofrer a consequência. - Ele puxou um walkie-talkie do bolso e chamou três pessoas que não faço ideia de quem sejam. - Até nunca mais.

Ele desapareceu de minha vista e mais lágrimas caíram no chão daquele quarto. Não vamos conseguir salva-lo, vamos ouvir o seu último grito sem nem ter tentado direito. Eu estou quebrada por dentro e estou pouco me importando se vão me espancar até morrer, me eletrocutar até morrer. Eu não vou conseguir viver direito sabendo que não salvei alguém importante pra mim, alguém que queria passar o resto da minha vida, alguém que eu amo. Três pessoas entraram em nosso quarto com chicotes gigantes em suas mãos grandes e gordas.

- Prontos para a diversão? Deitem-se de barriga para baixo e não revidem em nenhum momento, senão vão sofrer consequências muito piores que essas.

Eu, Scott e Allison obedecemos suas ordens e nos viramos. Fechei os olhos e esperei a primeira chicoteada. Pensei que se não fosse inesperado, doeria menos, mas eu estava errada. Foi como se várias abelhas começassem a me picar ao mesmo tempo nas costas. Como se uma faca fosse passada várias vezes nela e no mesmo lugar. Uma dor insuportável. Eu realmente não desejava aquilo para ninguém.

- Estão se divertindo, hein? Pois eu estou e pretendo continuar até ficar chato.

Mais um grito do Stiles foi ouvido do andar inferior e eu comecei a tentar me levantar, mas o cara me chicoteou novamente e eu caí com tudo no chão.

- Não, mocinha, lembra das regras? - Mais uma chicoteada, mais um grito agonizante. - Nada de se levantar enquanto eu não disser.

- Que pena que… - Mais uma chicoteada. - eu…

- O que disse? Fale mais alto que eu não estou te ouvindo, sua idiota, nojenta e metida.

- Que pena que eu não recebo ordens de gente morta.

Uma furia inexplicável tomou conta de mim e eu levantei antes que os caras conseguissem entender o que estava acontecendo.

Um grito vindo da minha boca.

Um crânio rachado.

Dois crânios rachados.

Três crânios rachados.

Eles deixaram a porta aberta, então sai correndo antes que o Scott e a Allison e um alarme foi acionado por todo o prédio. Antes que eu chegasse as escadas, uma mulher e um homem vieram em minha direção, mas eu fui mais rápida e dei um mortal sobre eles, aterrissei atrás deles e os derrubei com uma força sônica causada pelo meu grito. Sai correndo até o andar inferior e não consegui acha-lo em nenhuma sala. Quero dizer, não consegui acha-lo em nenhuma sala dos andares superiores, até chegar ao subsolo, onde todas as criaturas sobrenaturais são escondidas, onde todas as salas de tortura ficam. Como não pensei nisso antes?

Cinco homens e cinco mulheres estavam ali e vieram tentar me impedir. Cheguei na mulher mais próxima e dei um chute em seu estômago, enrosquei minhas pernas no pescoço do homem mais próximo e o fiz bater sua cabeça no chão. E os oito que sobraram acabei matando-os com meu grito.

Virei para trás de mim e muitos funcionários vinham na minha direção. Eu realmente não conseguiria dar conta. Mas uma flecha derrubou um deles e percebi que Allison e Scott haviam chegado e poderiam dar conta.

Corri até a última porta do corredor e a abri, logo vendo Stiles no final da sala. Ele estava preso em uma maca de ferro e parecia desacordado. Cheguei até ele e verifiquei se continuava a respirar. E ele não continuava.

- Não, não, Stiles, abra seus olhos. Olhe para mim. - Disse, segurando seu rosto com minhas duas mãos - Eu não perdi você aquela vez, não posso perde-lo agora.

Senti uma mão apoiada em meu ombro, virei para trás e vi Scott com uma cara de tristeza. Ele sabia que Stiles não poderia voltar. Corri até seus braços e comecei a derramar várias lágrimas. Que droga, Lydia! Você chegou tarde demais! Você não o salvou! Você não salvou seu único e verdadeiro amor! E, por consequência, uma dor em meu peito vai assombrar-me para sempre, até eu finalmente encontra-lo novamente. Até eu dar o último suspiro. Até eu derramar minha última lágrima.


Notas Finais


HEY, hey, hey! Não me matem, por favor! Eu não quero sair de casa levar uma bala no meio da cabeça por ter matado o Stiles. De novo. Hausnjshsus espero que tenham gostado. Se gostaram, não esqueçam de favoritar e comentar que me ajuda muitoooo.

Beijos da Mary 😘
P.S: Não me matem. Obrigada, de nada.


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