História Lying to myself - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Henry Mills, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Personagens Originais, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho)
Tags Swan Queen, Swanqueen
Visualizações 258
Palavras 982
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Fluffy, Magia, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


+1200 visualizações, 36 favoritos e 35 comentários, eu não mereço vocês! Obrigada pela paciência e pelo carinho, e deixe-me dizer que sugestões são sempre bem vindas! Inclusive se quiserem me encontrar no tumblr pra mandar alguma crítica/sugestão ou algum prompt, eu quase nunca saio de lá! (cariocartsq).
Boa leitura, anjos.

Capítulo 8 - Velhos tempos


Emma, Regina e as crianças andavam devagar no caminho de volta; Lily segurava a mão de Regina enquanto contava à sua mãe tudo o que ela perdeu em sua festa de aniversário.

“Eu ganhei presentes maravilhosos, mamãe!”

“Eu aposto que sim, meu amor!”

“É, o Senhor Marco até me deu uma boneca nova, e ela se mexe! Eu dei o nome dela de Ruby porque no cabelo dela tem um pedacinho vermelho, que nem no da minha dinda e... oh!”

“O que houve, querida?” – Regina perguntou quando a menina parou de andar de repente.

“Será que a gente pode parar no Granny’s? Pra chamar a minha dinda para almoçar com a gente?!?”

“Eu não sei, querida, talvez ela esteja trabalhando agora...”

“Ah, eu não sei se a Granny se importaria em roubarmos a pior garçonete dela por algumas horinhas...” – Emma riu.

Ela não queria admitir, mas ela precisava de ajuda, de uma distração. Ficar tão perto de Regina, praticamente sozinha, trazia emoções e sentimentos que ela não conseguiria afastar.

 

A lanchonete não estava tão cheia, mas tinha um número considerável de clientes, e a maioria olhou para a porta quando a campainha soou.

Emma e Regina entraram na frente, conversando casualmente e trocando sorrisos; Henry veio logo atrás segurando a mão de Lily, que não conseguia parar de dar pulinhos empolgados; Roland vinha logo atrás, um pouco mais tímido, porém de maneira nenhuma menos feliz.

Pareciam uma família comum de um comercial de margarina, ou alguma coisa assim.

Ruby chegou perto deles e cumprimentou.

“Ei, gente! Eu tô tirando minha folga pro almoço, mas querem que eu atenda vocês? Querem a mesa de sempre?” – Ruby perguntou, um pouco desconcertada, apontando para a mesa perto de uma janela onde os membros da família Swan-Mills costumavam ter seus almoços de sábado.

“Hm, na verdade a gente veio saber se você quer ir com a gente almoçar lá em casa, todo mundo, lembrar os velhos tempos?”

“Hm, eu não tenho realmente muito tempo para o almoço...”

“Ah dinda, vamos, por favor? Por favor com cobertura de chocolate?”

A garçonete não podia deixar de sorrir diante da doçura e inantilidade da afilhada.

“Sem contar que a minha mãe vai cozinhar...” – Henry sorriu, sabendo exatamente como convencer Ruby.

“Comida da Regina? Ok, tô dentro!”

“Eu não me lembro de ter concordado em cozinhar...?” – Regina sorriu.

“Ah Regina, qual é!”

“Mãe, por favor!”

Emma e Henry sem querer imploraram ao mesmo tempo.

“Tá bem, tá bem. E qual vai ser o cardápio?”

“LASANHA!” – Lily gritou.

“Tem certeza, meu amor? Eu não acho que…” – Emma começou.

“Mas por que...?” – A pequena reclamou.

“Porque é um prato muito complicado, e sua mama deve estar cansada da viagem!”

“Eu não estou! Sério!” – Regina completou quando viu Emma lançar-lhe um olhar meio desconfiado – “Eu nunca estive cansada demais para cozinhar para vocês, e essa não vai ser a primeira vez!”

Ruby estava paralisada, encantada como a família interagia entre si.

‘Tão perfeitos...’ – ela não pôde deixar de pensar com um sorriso. Ela só percebeu que estava encarando provavelmente por muito tempo quando viu Emma estalando o dedos na frente de seus olhos.

“Combinado?”

“Uhum. Quer dizer, desculpa, eu me distraí. O quê?”

“Eu vou dar uma passada no mercado pra comprar queijo, e você vai com eles pra casa.”

“Pra casa?” – Ruby sorriu.

“É!” – Emma concordou, sem perceber.

“Tudo bem, Emma”.

 

A caminhada para casa foi calma; estava uma manhã agradavelmente morna, com uma brisa soprando.

“Eu tô tão cansadaaaa...” – Lily começou, como uma deixa para que alguém a carregasse.

“Quer uma carona?” – Henry sorriu, já se abaixando par que ela pudesse subir em suas costas.

“Que inveja de você, Lily!” – Roland sorriu e a menina esticou a língua para ele, em tom de provocação.

“Ora, mas não seja por isso!” – Ruby sorriu e ofereceu suas costas para que o menino pudesse subir.

“Ruby, eu sou pesado!” – ele riu, mas não rejeitou o passeio.

“Não subestime a minha força, moleque!” – Ruby exclamou enquanto deu uma corridinha para passar a frente de Henry e Lily.

Risadas infantis preencheram o ar, e o coração de Regina pareceu flutuar, ela se sentindo feliz como nõa se sentia em muito tempo.

 

Assim que eles chegaram na entrada de casa, Henry destrancou a porta e a abriu suavemente.

Regina foi recebida com um cheiro de madeira fresca, e pinho. Emma gostava de sprays de limpeza com aroma de pinho, era como ‘estar lá fora sem precisar ir lá fora’, ela insistia em dizer.

“Essa casa mudou pouco...” – Regina sorriu passando a mão de leve na parede, sentindo a textura; ela tirou um minuto para observar a pintura que era inédita (pra ela), que estava sobre a lareira. Era a de um pasto grande, com dois cavalos correndo livremente.

“Sua mãe que escolheu?”

“Na verdade fomos todos nós. Eu e a Lily queríamos algo que nos fizesse lembrar  você, e a ma sugeriu esse.”

“Sua mãe não se opôs? À algo em casa, que os fizesse lembrar de mim?”

“E porque ela iria se opor? Ela achou uma ótima ideia. Eu acho que ela também gosta de sentir como se você estivesse presente, afinal, você é nossa família, mãe.” – Henry deu de ombros, como se não tivesse dito nada demais – “Mas eu ainda preferia a outra pintura, a que estava aqui antes de você, sabe, se mudar...”

Henry estava se referindo a um retrato de família, ele, as mães e a irmã, todos de jeans com camisa preta, escrito ‘#AmorDeFamília’.

“É. Eu também preferia a outra...” – Regina comentou, baixo. Porém, Henry não pode deixar de ouvir e sorrir.

“Vamos? A gente pode ir cozinhando a massa, enquanto espera pela ma...”

“Boa ideia, Henry. Já vi que você vai se sair um excelente ajudante…” – Ela elogiou e ele sorriu, um sorriso que só ficou mais largo quando ela o abraçou de lado e eles foram caminhando até a cozinha.

 


Notas Finais


No próximo capítulo: Mais momentos fofos em família e Regina passando vergonha porque não consegue fechar a boca (os micos que eu vou fazer essa mulher pagar durante essa fic...)


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...