História Ma belle princess - Capítulo 4


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Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá a todos!
Depois de séculos eu voltei com um novo capítulo.
Desculpem a demora, mas não deu para postar antes.
Este cap. é dedicado a uma grande amiga minha chamada Gé.
Espero que gostem do capítulo como eu gostei de o escrever.
Boa leitura!

Capítulo 4 - Mas o que será que significa este código?


Fanfic / Fanfiction Ma belle princess - Capítulo 4 - Mas o que será que significa este código?

Pov. Marinette

Abri a caixa e...

Estava lá dentro uma carta velha e uma outra chave. A chave tinha uma camada de pó horripilante. Depois de eu a limpar, ela ficou brilhante e apareceu a inscrição de um número. "1634". A seguir peguei na carta e abri-a. Não foi muito difícil, pois a carta rasgou-se logo ao meu toque.

Lá dentro estava um pequeno papelinho com muitos números escritos, separados por vírgulas.

Olhei para a Tikki e ela olhou de volta para mim. Estávamos as duas muito confusas. Eu pousei a nova chave ao lado do papel com números e não tinham nada haver um com o outro.

No papel estava escrito o seguinte:

"14, 15, 20, 05, 21, 17, 21, 01, 18, 20, 15, 05, 19, 20, 01, 05, 19, 03, 15, 14, 04, 09, 04, 15, 21, 13, 15, 12, 01, 18."

-Mari, o que achas que querem dizer esses números?

-Não sei. Talvez sejam coordenadas. Pelo que me disseram, a minha mãe era um génio em pessoa. Pode muito bem ter codificado este papel para ninguém saber o que está escrito.

-É possível. Podemos tentar com as coordenadas. Eu sei que existem 42 coordenadas no castelo.

-Eu sei. Só que não conheço metade delas.

-Também não as conheço todas, mas sei a maior parte. Vamos lá ver...

Primeiro fizemos uma "planta" à mão do castelo. A seguir, tentámos identificar mais ou menos qual a coordenada de cada divisão.

Eu e a Tikki passámos a tarde toda a tentar descobrir o que significava aquele estranho código. No final, acabámos por descobrir que o código não era feito de coordenadas, ou seja, tivemos aquele trabalho todo para nada.

-Bolas! Afinal não eram as coordenadas! Temos de descobrir o que é isto!- disse eu frustrada.

-Tem calma Mari. Nós vamos chegar lá brevemente. Se há uma coisa que tens de ter é paciência.-graças a Deus que a Tikki existe. Se não fosse ela não sei o que seria de mim.

-Tikki, temos de ir para baixo! O meu pai já deve estar quase a chegar à mesa!- gritei eu aflita, com medo de levar outra vez com aquela coisa de ferro na mão.

-É verdade! Temos de ir rápido! Segue-me, vamos por um atalho.- eu segui a Tikki, mas não sabia de que atalho estava ela a falar.

Já fora dos meus aposentos, ela encostou-se a uma parede e esta abriu-se. Eu fiquei boqueaberta, não é todos os dias que se descobre que se tem uma passagem secreta em casa.

-Deves estar-te a perguntar como é que eu sei desta passagem. A verdade é que sou a única do castelo inteiro que sabe. Agora que partilhei este segredo contigo, não podes contá-lo a ninguém. Prometes?- questionou-me ela enquanto me esticava o seu dedo mindinho.

-Prometo. Mas agora temos de correr. O meu pai vai me bater se chegar atrasada.- disse eu bastante preocupada.

-Tens razão. Corre!

A Tikki começou a correr e eu atrás dela. De repente, ela parou e encostou-se novamente a uma parede puxando-me consigo. Quando dei por nós, estávamos na sala de jantar.

Sentei-me rapidamente à mesa e o meu pai chegou.

-Vejo que desta vez chegaste a horas. Mesmo a tempo de veres a nossa querida empregada a ser enforcada. Abram as janelas!- rapidamente dois empregados abriram as janelas, fazendo-nos avistar a forca preparada.

-Não!  Por favor, eu não quero ver!-disse eu aterrorizada. Não sentia estas sensações desde o dia em que fui salva pelo Adrien.

-Tens de aprender a ver as pessoas de quem gostas morrer. Até porque foste tu que me tiraste a minha amada.- foi aí que eu percebi, o meu pai nunca gostou de mim. Tudo o que ele fazia era para me torturar e para se vingar de mim pela morte da minha mãe.

-Eu não pedi para nascer. Não pedi para o ter como pai. Sei muito bem que não gosta de mim, mas não precisa de ser tão mau.- ele fez uma carranca e levantou-se. De imediato deu-me um grande tapa na cara.

-Não te atrevas a falar assim com o teu pai novamente! Se tu voltares a dizer qualquer coisa hoje, vais ver o que é uma surra a sério. Vai já para o teu quarto e não jantas nem tomas o pequeno-almoço.

Eu corri para o meu quarto. Não conseguia ficar ali nem mais um minuto. Pelo meu pai e pela criada que ia morrer nesse momento. Deitei-me na minha cama e fiquei a chorar até adormecer.

 

Pov. Adrien

Eu estava ancioso pela noite chegar. ansioso por ver a minha princesa tontinha novamente. Odeio ter de esperar tanto tempo para a ver.

Para o tempo passar mais depressa, sentei-me na mesa da cantina e pûs-me a desenhar. Ao fim de algum tempo, reparei que estava a desenhar o rosto mais lindo alguma vez desenhado em todo o mundo. O rosto da Mari. Eu não estava à espera, mas o desenho ficou muito parecido com ela. Hoje à noite vou dar-lho de presente. Espero que ela goste dele.

-Hora do jantar meninos! Todos para a mesa!- chamou a dona do orfanato.-Adrien? Já aqui? Costumas aparecer mais tarde.

-Hoje decidi aparecer mais cedo. Sabe, como eu estou muito cansado, pretendo ir para a cama mais cedo.- disse eu mentindo.

-Ah. Acredito que estejas cansado. Com aquele trabalhão que tiveste hoje para ganhar dinheiro. Vai lá comer e despacha-te para ir para a cama, então.- disse ela empurrando-me para a mesa.

Quando o Plagg chegou à mesa, toda a gente começou a perguntar-lhe coisas e ele contou tudo o que tinha acontecido, como lhe tinha corrido a prova e essas coisas de medicina.

Mal acabei de comer, fui para o quarto. pûs umas almofadas debaixo dos meus lençóis e saí pela janela. Antes disso, deixei uma carta ao Plagg a pedir para me dar cobertura se alguém descobrisse que eu não estava no quarto.

Já lá fora, fui a uma florista que estava aberta e comprei a flor mais bonita que havia. Tenho a certeza de que vai ficar linda na Mari.

A seguir, fui a andar para a frente da carroça partida e sentei-me em cima do feno que lá havia. Ao fim de algum tempo acabei por adormecer. Acordei um tempo depois com um beijo na cara. Fiquei a olhar em redor e vi uma figura que eu já conhecia muito bem. A minha princesa tontinha.

-Olá Mari! Como estás?- peguei na mão dela para lá depositar um beijo, mas vi que estava num estado lastimável. Ela reparou que eu estava a olhar e retirou a sua mão da minha vista.

-Estou bem e tu Adrien?

-Bem. O que tens na mão, não me digas que foi alguém que te fez isso.

-Não, fui eu que caí. Não te preocupes. Como eu sou uma princesa, mal chegar no palácio vão cuidar de minha ferida.

-Ahhh... Assim fico muito mais descansado. Que queres fazer hoje? Passear na vila? Saltar de telhado em telhado? Atirar pedras ao rio?

-Podíamos fazer essas coisas todas. Isto é, se tu quiseres.

-Claro! Desde que esteja contigo, faço qualquer coisa.- não consegui evitar dizer isto. Ultimamente o meu lado lamechas anda no nível máximo. E pelo que reparei, a Mari corou com o meu comentário. Fico feliz por causar este efeito nela. Foi então que me lembrei dos presentes para a Mari.- Antes dessas coisas todas eu tenho umas coisas para te dar.- entreguei-lhe a flor e o desenho.-Eu sei que no castelo deves receber flores mais bonitas e exuberantes que esta, mas foi comprada com muito amor. E também sei que deves ser pintada a toda a hora por pintores muito famosos, mas este desenho foi feito de cabeça e com a melhor das intenções.

- Adrien, foram os presentes mais bonitos que alguma vez me deram. A flor não é daquelas caras que estou sempre a receber, mas é a mais bonita de todas. O desenho é lindo. Nem os pintores que me vêm retratar conseguiram fazer um trabalho tão bom como este. E ainda por cima tu fizeste o desenho de cabeça e não como os outros pintores. Adorei! Só tenho pena de não te ter trazido um presente também.

- A tua presença é o único presente que eu podia pedir.-dei-lhe a mão e fomos andando até ao rio.

Sentámo-nos à beira do rio e ficámos a atirar pedras. A Mari encostou a cabeça no meu ombro e um tempo depois adormeceu. Eu tive pena de a acordar. Levei-a de novo para a gruta onde a tinha pedido em namoro e antes de adormecer ao lado dela dei-lhe um beijo na cabeça.

 

Eu adormeci com os meus pensamentos centrados na Mari.  

"ALGUMA COISA EM MIM DIZ QUE TE VOU AMAR PARA SEMPRE"

continua...

 

 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado do capítulo.
Acho que ficou muito lamechas,mas se vocês acharem que está me digam. A vossa opinião vale muito para mim.
Até ao próximo capítulo! Beijos!


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