História Má Companhia ( Kim Namjoon ) - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Kim Namjoon
Exibições 114
Palavras 9.197
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Gente mil desculpas por demorar para atualizar, mas agora TEM CAP. NOVO


E muito obrigada pelos 100 favoritos vocês são incríveis. Eu queria fazer alguma coisa legal pra agradecer, mas fiquei sem criatividade. Então quando pensar em algo eu faço. Agora...


ESPERO QUE GOSTE!!!!!

Capítulo 12 - 열두


**Kate**

Acordei com uma baita dor de cabeça, levei minha mão a mesma e me sentei na cama. Senti minha cabeça latejar e náuseas. Senti algo em volta de minha mão e olhei para a mesma vendo que estava enfaixada. Olhei para a roupa que estava usando e notei que ela não era minha, era uma camisa masculina. Segurei em minha mão e olhei em volta e prestei atenção onde eu estava, *esse quarto não é meu*

Levei minha mão novamente a cabeça tentando me lembrar do que havia acontecido.

*Carga... Incheon... Mason... Explosão... Namjoon* tudo estava voltando em minha mente como um slide.

Eu estava tão entorpecida por conta da explosão que não consegui reparar no quarto de Namjoon. A última coisa que me lembro foi dele me levando ao banheiro e me pondo na banheira e logo em seguida adormeci. Mas eu estava nua, ele deve ter colocado essa roupa em mim *Que abusado!!*

Levantei da cama e fui ao banheiro na esperança de encontrar Namjoon ali, mas foi em vão. Fui em direção a sua janela e abri as cortinas, assim que fiz isso tive uma visão completa de meu quarto, que estava com as janelas abertas. Imaginei quantas vezes Namjoon não ficou ali me olhando trocar de roupa, acabei sorrindo com esse pensamento. Sua suíte era muito maior que a minha e era mais elevada em relação ao meu quarto ele conseguia ver tudo ali. Se outra pessoa morasse aqui e ficasse me olhando eu reclamaria, mas agora que sei quem é não me importo.

Fechei as cortinas e sai do quarto dando de cara com um corredor. Ali havia mais 5 portas, mas talvez Namjoon não estivesse em nenhuma delas. Segui em direção as escadas e comecei a descer lentamente, não porque eu estava com medo por estar em uma casa desconhecida, mas porque fiquei tonta ao ver a altura daquele negócio. Segurei no corrimão e desci, fui em direção a cozinha que eu só sabia onde ficava por causa daquela reunião que teve aqui.

Comecei a sentir um cheiro bom e ouvir alguém assobiando. Cheguei à cozinha e avistei Namjoon de costas e mexendo algo no fogão. Se eu não tivesse batido a cabeça eu poderia jurar que estou vendo Namjoon cozinhando, essa era a última coisa que eu poderia imaginar em relação a ele. Acabei rindo quando ele rebolou ao som de uma música que tocava, acho que ele ouviu pois se virou sorrindo.

  - 안녕하세요, bom dia.- ele disse animado.

  - Seja lá o que isso for, bom dia.- disse sorrindo e o mesmo sorriu também.

  - Está com fome?.

  - Para falar a verdade sim.- passei a mão na barriga.

  - Então sente-se que já vou lhe servir.- disse fazendo reverência. Sorri com isso e me sentei na cadeira da bancada.

  - Não sabia que você cozinhava.

  - Tem muitas coisas que você não sabe sobre mim, senhorita Kate.- ele estava de costas para mim.- Quando você mora sozinho tem que aprender a fazer essas coisas.- ele se virou colocando uma panela com algo dentro em cima da bancada.- Mas eu só faço isso quando alguma garota bonita vem para minha casa e eu tento impressionar ela.- ele se encostou na bancada e ficou me olhando. Eu poderia me deixar levar por esse elogio e sorrir feito uma boba, mas as palavras que ele me dissera ontem voltaram a minha mente e me fizeram ter o foco de que talvez esse fosse só mais um de seus joguinhos. Então apenas suspirei e quebrei aquela troca de olhares.

  - Então o que é isso? - tentei não parecer nervosa.

  - Arroz, picles, macarrão guksu e sopa de broto de feijão.- Ele disse apontando para cada coisa na bancada. Eu não sabia como reagir vendo aquilo, eu estava esperando um pão com manteiga e café com leite, até mesmo umas torradas, não aquilo.

  - Que horas são mesmo?

  - São umas 08:00hrs da manhã, por quê?

  - Vocês comem isso no café da manhã? - tentei não parecer grossa.

  - Sim, você não?

  - Na verdade não, eu estou mais para o café com leite e maizena com requeijão. - ele sorriu de lado.

  - Bom, então você precisa provar isso.- ele pegou uma espécie de tigela e colocou as coisas dentro, depois se virou para o armário e pegou dois palitinhos.- Coma bastante.- Peguei os palitinhos e fiquei cutucando a comida, eu não sabia usar aquelas coisas.

  - É... Você não tem um garfo? - perguntei envergonhada e ele sorriu.

  - Tenho sim.- ele foi ao armário e pegou um garfo.- Pronto.- enrolei um pouco do macarrão e pus na boca, eu esperava sentir vontade de vomitar caso provasse aquilo, mas na verdade estava muito bom.

- Meu Deus!! Isso está muito bom. Nam, você cozinha muito bem. - um sorriso enorme abriu no rosto dele.

- Obrigado, Kate. - voltei a comer.- À noite eu e os garotos vamos a uma de nossas boates pra comemorar, quer ir também?

- Há? o que? desculpa não ouvi, essa comida está muito boa.- disse de boca cheia. Toda vez que ele sorria eu pirava, suas covinhas eram lindas.

- Quer ir na boate hoje à noite? comigo?.- eu deveria pirar com esse comigo?

- Há claro... é... pode ser.- ele sorriu de lado.- de repente uma dúvida surgiu minha mente e achei que seria bom eu perguntar.- Nam!!?.- ele me olhou.- Se você é procurado e tem vários inimigos, por que sua casa não tem nenhuma segurança?

- Iriam chamar muita atenção aqui no condomínio, "a única mansão que possuí milhares de seguranças armados". E morar aqui é vantagem, pois ninguém vai desconfiar dessas pessoas, ninguém desconfia que o Rap Monster vive aqui. Mas é claro que tem pessoas vigiando. Pedi para V arranjar emprego em sua casa para ficar de olho. E Jungkook mora em uma mansão mais a cima, ele tem acesso a todas as câmeras daqui.

- Jungkook mora aqui?

- Sim, mas por opção dele, aqui é um lugar bom pra se viver, sem barulho e isolado da cidade, por isso que as vezes nos reunimos aqui. Mas nós também temos outro galpão, só que esse ninguém conhece, ele é um pouco mais afastado da cidade.

- Eu vou ter o prazer de conhecê-lo?

- Talvez um dia, quem sabe.- ele piscou pra mim. Acabei me lembrando que ele pediu para todos estarem no galpão cedo.

- Agora eu preciso ir pra minha casa e você tem que ir para o galpão.- eu disse me levantando.- Onde estão minhas roupas?

- No galpão.- ele disse sorrindo.

- No galpão?

- É, você trocou de roupa lembra? Só que esqueceu de pegar quando voltamos pra lá.

- Eu não posso voltar pra minha casa com essa blusa?

- Quer voltar com a roupa de coro?.- ele disse em um tom malicioso. 

- Engraçadinho.- suspirei.- OK eu vou assim mesmo, só espero que meu pai não esteja acordado ainda, bom é... tchau.- fui em direção a porta.

- É Kate.- ele me chamou.

- O que? 

- É... eu... eu...

- Você... o quê?

- Eu... queria agradecer por ontem, você foi incrível, mais tarde eu te dou a sua parte. 

- Ok, de nada.- disse sorrindo.- Tchau.

- Tchau.- Sai e suspirei. *É hora de enfrentar a fera*. 

(...)

Cheguei ao portão e V já estava ali, *que empregado dedicado.*

- Oi V.

- Eai Kate, por que está com a camisa do Nam?

- Há que.. como sabe que é a camisa dele?.- disse nervosa. 

- Porque eu já vi ele com essa camisa e... fala sério Kate, todo mundo sabe que o Nam levou você pra casa dele ontem, o Jin até ficou todo estressadinho. 

- Ta... Mas... Não fizemos nada, ele cuidou de mim.- Mostrei minha mão enfaixada.

- Aham ta.- ele disse com deboche.

- Por que o Jin ficou estressado?

- Quem sabe?.- ele sorriu.- Acho que você deveria entrar, seu pai chegou todo machucado, perguntei o que houve e ele me lançou um olhar de *"cuida da sua vida antes que eu te demita"*.- sorri.

- E você está fazendo isso?

- Com toda certeza.- sorriu novamente.

- Então eu vou entrar, tchau.

- Espera.- ele me chamou. Ele se virou e pegou alguma coisa e jogou pra mim.- Pega.- Vi que era minha mochila, abri a mesma e minhas roupas estavam ali.

- Minhas roupas?

- É, você esqueceu elas ontem no galpão e trouxe de volta, melhor você se trocar, seu pai não vai gostar de ver a filha dele entrando em casa com a camisa de outra pessoa.- sorri.

- Obrigada, V.

- De nada.- acenei para ele e segui em direção a minha casa. Antes de entrar troquei de roupa e coloquei a camisa de Namjoon na mochila.

Antes de entrar olhei em volta para ver se estava tudo limpo. Quando percebi que não havia ninguém entrei devagar. Eu estava quase perto da escada quando ouvi meu pai me chamar. Virei para o mesmo e me assustei ao ver seu rosto machucado. Ele tinha um corte no lábio inferior e em uma das sobrancelhas. Ele estava com olheiras e sua roupa estava rasgada. Havia sangue na sua roupa e ele estava com cara de quem tinha bebido.

Fiquei boquiaberta e comecei a me aproximar dele vagarosamente.

- Pai... O que... O que aconteceu com você?.- perguntei assustada.

- Há isso?.- ele se olhou.- Me envolvi em uma briga.- ele sorriu nervoso *"ele não estava me falando a verdade"* sua expressão mudou e ele franziu o cenho.- O que houve com você?

- Há isso?.- olhei para minha mão.- Eu cai... Da escada... Da casa da Lee Hi.- Tentei não parecer nervosa.

- O que?.- ele pegou minha mão -que acabou doendo um pouco- e acariciou minha testa.- Ho minha filha, por que não ligou pra mim? Eu teria voltado para te levar no hospital.

- É que foi tarde, você sabe que eu levanto para tomar água à noite, aí quando fiz isso lá acabei caindo e eles me levaram no médico, mas eu estou bem.

- Tem certeza.- assenti.- Ok, e onde estão os pais dela?

- Há eles vieram me deixar aqui e já foram.

- Mas como? Eles simplesmente te deixaram aqui?.- ele parecia indignado.

- Foi... Mas pai não se preocupe eu estou bem, só preciso de um banho, passei a noite no hospital e preciso descansar.- tentei fazer ele esquecer isso.

- É, tem razão, eu também preciso, vá tomar um banho depois vejo seu pulso.

- Ok.- dei um beijo na bochecha dele e me virei para a escada.

- Meu Deus!!! O que aconteceu com vocês dois!!?.- Belinda apareceu do nada na escada.

- Nada.- meu pai respondeu.

- Como assim nada? Olha seu estado! - ela foi na direção dele, aproveitei isso para ir para meu quarto e deixei ela ali tagarelando algo pro meu pai.

(...)

Entrei no mesmo e o tranquei, suspirei e desci deslizando pela porta até chegar ao chão. *tomara que ele não tenha desconfiado de nada, mas é meio estranho ele estar machucado desse jeito e dizer que foi uma briga... Será que era ele...? Não, isso seria loucura.*

Suspirei novamente e passei minhas mãos em meu rosto. Eu estava exausta e só senti esse peso agora. Eu precisa de um banho, precisava relaxar.

Levantei do chão e joguei minha mochila em algum lugar do quarto. Comecei a tirar a blusa e lembrei de algo. Fui em direção à janela e, para a minha surpresa, Nam estava ali. Ele estava sem camisa, apenas de calça, com um cigarro na boca enquanto me olhava com um sorriso malicioso. Acabei sorrindo de lado com isso, eu poderia aproveitar esse momento e fazer um strip-tease, mas a única coisa que fiz foi fechar a curtina. Eu sabia que ele iria fazer isso. Sorri novamente e segui para o banheiro.

(...)

**Autora**

Mason andava de um lado para o outro estressado. Ele passava as mãos no cabelo e com toda certeza se ele fizesse isso com mais força ficaria careca. Sua respiração estava pesada, seu rosto estava mais vermelho que um pimentão. Jae-Sang estava à sua frente, engolia a seco a situação de seu chefe, sabia que mesmo que Mason fosse mais novo que ele, lhe causava medo. A essa altura começava a se questionar se foi uma boa ideia pedir a Lara para que contasse aos Bangtan boys sobre a carga de Mason.

- Como.... COMO ELES SABIAM!!!??.- disse irritado empurrando algumas coisas que estavam em cima de sua mesa no chão

- Eu também estou me perguntando isso, senhor.- a voz de Jae-Sang estava trêmula. Mason parou por um segundo e ficou analisando a situação de seu aliado.

- Você sabia de algo? - ele desconfiava de Jae-Sang.

- É claro que não. - respondeu rápido.- Por que eu saberia de alguma coisa dessas!?

- Não sei. - virou se de costas para ele.- Quero que descubra quem passou informações sobre a carga para eles, não teria como eles descobrirem assim tão fácil. Tem que ter alguém aqui que não está satisfeito com sua vida, então é melhor tirá-la.- ele encarava a vista de toda Seul pela janela de seu escritório. Jae-Sang viu que essa era uma ótima oportunidade para jogar Mason contra seu amigo, Erick.

Quando Erick chegou em Seul tirou todas as chances de Jae-Sang se tornar braço direito de Mason - coisa que ele queria há muito tempo, pois assim teria mais acesso a informações pessoais de Mason - mas a verdade era que Mason não confiava muito em Jae-Sang por isso nunca o "promoveu". Então resolveu buscar ajuda com alguém que ele confiava até de olhos fechados, que faria qualquer coisa sem hesitar, seu melhor amigo de infância, Erick.

- Senhor, não me leve a mal, mas sei de uma pessoa que poderia estar traindo o senhor.- ele dizia firme, com esperanças de que Mason acreditasse.

- E quem seria? - perguntou sem olhá-lo.

- Erick. - Mason trincou o maxilar e se virou para Jae-Sang, irritado.

- O que foi que você disse? - Jae-Sang engoliu a seco.

- Que Erick pode estar traindo você. - ele agora soava.

- Por que acha isso? - Mason se aproximava lentamente dele.

- Pense bem: Erick é novo aqui, ele pode não ter gostado das coisas que você faz e ter contado pra alguém, mas não devem ter acreditado pois sua empresa é uma das mais conhecidas do país. Então a única opção é pedir ajuda para uns de seus maiores inimigos.- Mason parou de andar e encarou Jae-Sang. Ele estava incrédulo, espantado por ter ouvido essa bobagem saindo da boca de Jae-Sang. Já ele se mantinha quieto, esperando o que seu chefe diria a seguir.

- Mas que besteira!! - disse irritado fazendo Jae-Sang se assustar.- De onde você tirou isso? Erick nunca faria uma coisa dessas, isso é tolice.

- Mas, senhor... - Jae-Sang tentou continuar, mas Mason o interrompeu.

- JÁ CHEGA, JAE-SANG!!!!! Só faça o que eu te mandei e pronto. - Jae-Sang mais uma vez engoliu a seco.

- Tudo bem. - ele disse baixo e se retirou do escritório.

Mason não conseguiu acreditar como Jae-Sang foi capaz de dizer uma coisa dessas, ele confiava muito em Erick e sabia como era sua vida antes de convidá-lo a vir trabalhar com ele. Ele confiava em Erick mais que tudo. Mason se virou de volta para a janela e observou a cidade, ficou pensando em tudo que fez para chegar até aqui, todos os crimes odiosos que cometeu. Ele sabia que isso não teria volta e que não poderia desistir agora por dois motivos: 1° todos o veriam como fraco, como alguém que fez tanta merda pra está a onde está e simplesmente desistiu. O 2° motivo estava o abraçando por trás nesse momento, sua querida esposa, sua querida Lee Young-ae.

Ela e Mason se conheceram um tempo depois que ele se mudou para Seul. Os dois se apaixonaram a primeira vista. No começo Mason não queria contar a Lee Young-ae que tipo de coisa ele fazia, que matava pessoas e se envolvia em tráfico. Mas depois de um tempo Lee Young-ae começou a desconfiar e fez Mason contar tudo, detalhe por detalhe. Ao invés de sentir medo e se afastar, Lee Young-ae se juntou a Mason e juntos os dois construíram um Império a MCN. De longe parece uma simples empresa de comercialização, mas quando você conhece bem vê que é totalmente o contrário.

Mason e Lee Young-ae criaram tudo juntos, e Mason treinou a mesma para se defender. Um tempo depois os dois se casaram e foram crescendo cada vez mais nesse ramo e uma das consequências são os vários inimigos que os dois possuem. Mas Mason estava disposto a continuar e não desistir, e ele sabia que podia contar com todo apoio de sua esposa.

*

Lee Young-ae beijou as costas do marido fazendo o mesmo sorrir. Ela começou a acariciar seu abdômen para deixá-lo relaxado, pois sabia que ele precisava daquilo.


- Você está bem? - ela beijou sua costas novamente e acariciou seus braços.

- Estou bem melhor agora. - Mason se virou para a esposa e a selou.

- 우리는 무엇을해야합니까, o que vamos fazer? - perguntou preocupada.

- 이 때, 인내심을 가지고, neste momento, ter paciência. - agora Mason se encontrava acariciando os braços da amada para acalmá-la.

- 뭔가 당신에게 일어날 싶지 않아, não quero que aconteça algo a você. - disse tristonha.

- 내 사랑을 걱정하지 마세요, 아무것도 나에게 일어나지 않을 것입니다, não se preocupe, meu amor, não vai acontecer nada comigo.- confortou a amada.

- 나는 당신을 사랑합니다, eu te amo.- disse ainda triste.

- 나는 당신을 사랑합니다.- Mason envolveu a amada em um beijo calmo e apaixonante e assim os dois provavam um ao outro o quanto se amavam.

(...)

Já no térreo Jae-Sang resmungava irritado, por não ter feito Mason acreditar em sua história.

Jae-Sang podia ser um homem inteligente às vezes, mas sempre se deixava levar por sua raiva. E agora, enciumando por Mason acreditar não acreditar no que ele contou, ele estava disposto a tirar Erick de seu posto de braço direito.

Jae-Sang entrou em seu carro e saiu dali cantando pneus. *A vantagem de saber quem foi que atacou Mason em Incheon é que você pode acusar qualquer um que ele odeie, que ele vai acabar acreditando, mas ele só não desconfia que seu melhor amigo faria uma coisa dessas* pensou Jae-Sang, estampando em seu rosto uma risada melancólica.

(...)


**Kate**

Não sei o que eu faria para poder ir à boate hoje. Eu teria que inventar alguma desculpa que não deixasse um porquê no final. Eu estava pensando em milhares de ideias quando fui despertada de meus pensamentos por Lee Hi.

- Kate. - ela disse me empurrando de lado.

- Que foi!? - perguntei irritada.

- A professora já chamou sua atenção três vezes, será que dá pra prestar atenção na aula e parar de batucar esse lápis na mesa? - só agora percebi que realmente estava fazendo isso e parei no mesmo instante.

- Foi mal. - disse me ajeitando na cadeira. Tentei voltar a prestar atenção na aula, mas ainda era um pouco difícil.

(...)

Eu estava pensando tanto em uma desculpa que nem percebi quando V chegou em minha casa, suspirei e peguei minha mochila.

- Tchau Ali... - parei de falar assim que olhei para ele. V e Lee Hi estavam praticamente se comendo ali no banco da frente. Resolvi não atrapalhar e me retirei do carro. - Então ta.

(...)

Entrei em meu quarto e joguei a mochila em algum canto logo em seguida me jogando na cama. Suspirei e fiquei encarando o teto, acho que fiquei assim uns 10 minutos. Olhei para o lado e dei de cara com a Janela de Namjoon. Me levantei da cama e fui em direção a sacada da minha, fiquei encarando sua janela *ele não está ali agora* mas de alguma forma consigo sentir sua presença. Eu queria não me sentir assim, uma boba, louca por um cara louco. Não queria me sentir uma completa idiota, não queria ser o brinquedinho sexual dele, ou como Lara disse, sua Puta fixa.
Acho esse tipo de comportamento humano nojento, mas de alguma forma não consigo resistir.

Suspirei ao lembrar de suas palavras ontem *eu sou muito trouxa*. Fechei as cortinas e me joguei de volta na cama, queria dormir antes de falar com meu pai.

(...)

Todos estavam em silêncio enquanto jantavamos. Minha irmã não saía do celular e meu pai vez ou outra olhava para minha mão, eu só espero que ele tenha acreditado na minha história. Esse tipo de clima nunca foi comum na nossa família e estou começando a me assustar.

- Vou sair hoje de novo. - meu pai disse cortando o silêncio.

- Pra onde? - perguntei.

- Trabalho. - disse firme comendo um pedaço do seu bife.

- De novo? - minha irmã perguntou incrédula.

- Sim, por quê? - levantou uma das sobrancelhas.

- Pai, você está machucado, você só trabalha em uma empresa de comercialização e eles deviam te dar folga, na verdade você nem deveria trabalhar a essa hora. - eu disse como se fosse óbvio.

- Ele me chamaram e eu vou, alguém mais quer discutir? - ele estava impaciente.

- Não, só tenta não voltar sem um de seus braços. - Belinda disse irritada e se levantou da mesa indo para seu quarto. Meu pai suspirou e balançou a cabeça, ele também estava exausto, mas não queria demonstrar só que eu sentia.

- Toma cuidado tá pai? - me levantei e dei um beijo em sua testa.

- Tudo bem, obrigado filha. - ele sorriu e eu retribui. Segui para meu quarto e me sentei na cama suspirando.

Olhei em volta aquele quarto enorme, meu antigo quarto não era tão grande assim, mas eu me sentia mais tranquila nele.

- O que aconteceu com a gente? - eu disse sussurrando. Olhei para a foto da minha mãe em cima de meu criado mudo e sorri. - Sinto tanta sua falta...- Passei o polegar pelo seu rosto e senti algo escorrer pelo meu.

- Você está bem!? - ouvi alguém do meu lado e acabei gritando. Com o susto derrubei o retrato de minha mãe no chão.

- Que susto, Namjoon, o que você está fazendo aqui? - eu disse com a mão no peito.

- V me deixou entrar e eu subi pela janela. - disse sorrindo. Ele olhou para o quadro no chão e se abaixou para o pegar. - Desculpe, não foi a intenção. - ele me entregou o porta retratos que agora só eram vidros quebrados.

- Tudo bem, é só comprar outro, vou deixar aqui na gaveta. - coloquei a foto na gaveta do criado mudo e me virei para ele de braços cruzados.

- Então, já está pronta? - bateu as mãos.

- É eu vou com meu short do pijama e meu moletom de gatinho. - ele sorriu.

- Tudo bem, te espero trocar de roupas. - dissenainda rindo.

- Tá. - fui ao banheiro e meu vestido se encontrava ali. Ele era preto e curto, mas era rodado na parte dos glúteos. Fiz uma maquiagem leve, tipo só um batom e um rímel e aproveitei para calçar o sapato bege da minha irmã que até agora não tinha devolvido; soltei meu cabelo para poder tampar o machucado da minha testa e a faixa que estava em minha mão até que não ficou estranha com essa roupa, suspirei olhando para mim no espelho *até que não está tão mal*. Saí do banheiro e Namjoon ficou boquiaberto.

- Wow, você está incrível. - disse me olhando de cima a baixo.

- Obrigada. - disse envergonhada.

- Acho que nós podíamos ficar por aqui mesmo e aproveitar, que tal? - disse com um sorriso malicioso passando a mão em volta da minha cintura.

- Não, valeu, prefiro ir para a boate. - ele sorriu.

- Te espero lá embaixo, então. - Namjoon me beijou e foi em direção a janela descendo pela mesma. Olhei para porta e suspirei. Abri a mesma e olhei para o corredor, não havia ninguém ali. Saí do quarto e segui para a escada, mas antes de descer ouvi algo que chamou minha atenção.

O barulho vinha do quarto de Belinda e era o som de alguém gemendo. Me aproximei e olhei pela fresta da porta e me assustei ao ver aquela cena. Minha irmã estava se masturbado enquanto assistia à um vídeo pornô na sua TV. Coloquei a mão na boca para não rir alto *ela está precisando arranjar um namorado* Saí dali o mais rápido que podia -pois estava difícil correr com esses saltos.

(...)

Saí de casa e fui em direção a V e Namjoon que estavam conversando sobre algo. Eu ainda sorria e os dois me olharam estranho.

- Ta sorrindo por quê? - Namjoom perguntou.

- Nada. - disse ainda sorrindo. - Vamos? - olhei para V.

- Então tá, só que vocês vão juntos, eu vou pegar a Lee Hi.

- Ok, vamos? - disse para Namjoon.

- Vamos. - ele fez um toque com V e fomos para o carro. - O que foi que te deu? - ele perguntou depois que entramos.

- Nada. - eu ainda sorria.

- Então tá, né. - ele ligou o carro e saímos dali.

(...)

Chegamos na boate e fiquei impressionada com a quantidade de pessoas que tinha do lado de fora querendo entrar.

- Que lugar é esse? - perguntei depois que saí do carro.

- Essa é Lótus, a boate mais cara e famosa de Seul. - disse orgulhoso.

- E é claro, você é dono dela.

- Como adivinhou? - disse com cara de surpreso.

- Seu besta. - sorrimos.

- Vem, vamos entrar. - ele segurou minha mão e começou a me guiar para a entrada. Quando chegamos lá ele cumprimentou o segurança que no mesmo instante liberou a passagem. Quando entramos no local minha boca ficou em um enorme "O"

- Caramba!! - disse olhando aquele lugar enorme e a quantidade de pessoas que estavam ali.

- Incrível, não é? - ele disse um pouco algo por conta da música.

- Isso é demais!! - Disse animada, e pude vê-lo sorrir antes de me puxar novamente.

- Para onde vamos?

- Área vip, pra onde mais? - ele me levou à uma outra escada que levava para a área vip. Todos os garotos estavam lá, menos V e Lee Hi. - E ai? - ele disse cumprimentando todos. Eles fizeram toques e se abraçaram.

- Kate! - Jimin veio em minha direção e antes que ele me pegasse no colo eu pulei no seu.

- Jimin! - ele começou a me rodar.

- Tudo bem? - ele perguntou depois de me por no chão.

- Eu estou ótima.

- Que bom - sorriu fofo.

- Licença. - Jungkook apareceu em minha frente.

- Kookie!! - nos abraçamos.

- Oi, pequena. - encarei ele por conta da brincadeira. - Que foi?

- Pequeno é o seu pau. - ele sorriu.

- Encare os fatos, Kate. - ele passou a mão por cima da minha cabeça. - Eu sou mais alto que o Jimin também.

- Lá vem ele com isso de novo. - Jimin revirou os olhos.

- Há, para, sei que você gosta. - ele foi se aproximando de Jimin.

- Me deixa, seu projeto de prédio. - eles começaram a socar um ao outro. Acabei sorrindo disso eles formavam um belo casal.

- KATE!!! - ouvi J-Hope gritar ao meu lado.

- Aí garoto não faz isso. - disse sorrindo. - Tudo bem?

- Sim, estou ótimo e você?

- Estou bem também.

-nQue bom, espero que se divirta. - ele disse animado e voltou a pular ao som da música. Sorri com isso.

Olhei para minha frente e Suga estava com os braços apoiados no corrimão fumando um cigarro. Lara também estava ali e estava toda assanhada para o lado de Namjoon, o vestido dela era tão curto e tão apertado que dava para notar que ela estava sem calcinha, não sei o porquê mas meu sangue ferveu com isso. Fui em direção a Jin que estava sentado no bar daquela área bebendo algo.

- Oi? - disse me sentando ao seu lado.

- Oi. - ele olhou pra mim e abriu a boca. - Caramba, Kate, você está muito gata. - Sorri.

- Valeu, você também está lindo. - ele sorriu de lado. - Por que está aqui sozinho?. - ele deu de ombros e acendeu um cigarro.

- Não faço ideia. - disse depois de tragar o mesmo.- Quer provar?. - ele me ofereceu. Fiquei assutada com sua atitude, mas eu estava com muita vontade de provar isso. Peguei o cigarro e traguei, senti a fumaça entalar em minha garganta e comecei a tossir em busca de ar. - Calma. - ele disse sorrindo. - Tem que ser devagar. - O encarei séria. - Não me bate. - ele levantou as mãos em em rendição. Comecei a rir do nada fazendo o mesmo sorrir também, não entendi o porquê disso mais estava divertido.

- Kate! - ouvi Nam me chamar. Olhei pra ele e ele acenou com a cabeça para que me aproximasse. Sorri para Jin e me aproximei de Namjoon.

- Oi? - disse bem perto dele.

- Está se divertindo? - disse com malícia.

- Bem mais que você com aquela ali. - apontei para Lara.

- Está com ciúmes? - sorriu.

- Eu com ciúmes de você? Garoto seja menos coven... - antes que eu terminasse ele me beijou.

- Desculpa, é para eu ser menos o quê?

- Menos conven...- ele me beijou de novo.

- É o que? Ainda não entendi. - dei um soco em seu braço e o mesmo sorriu. - Há, para, vai me dizer que não gostou. - tenho que confessar que foi muito bom. Não me controlei e o beijei novamente com mais intensidade. - Wow. - ele disse depois do beijo. - Garota, você é incrível.

- Eu sou, é?

- Sim, com certeza.

- Então vem cá. - o puxei pela camisa e o levei para a pista de dança, com ali haviam várias pessoas nós ficamos colados um no outro e era essa a intenção. Virei de costas pra ele e comecei a rebolar em seu membro, Nam segurou minha cintura e me puxou para mais perto dele.

- Você me surpreende a cada minuto. - ele sussurrou em meu ouvido. Me virei para ele e sussurrei no seu.

- Você ainda não viu nada. - Nam sorriu malicioso e comecei a rebolar no ritmo da música. A cada movimento ele me puxava para mais perto, nossos corpos já estavam suados. Me virei para ele e nos beijamos, era selvagem e quente, combinava bem com aquele clima. Paramos e ficamos nos olhando por um tempo, perdidos, como se não tivesse ninguém ao nosso redor.

- Kate, eu... Eu... - antes que ele pudesse falar algo, V apareceu pulando em suas costas.

- EAI, RAP MONSTER!! Mandou bem, cara. - ele disse animado. Fui em direção a Lee Hi e a abracei.

- Oi. - eu disse

- Eai, eu vi, hein. - ela disse maliciosa.

- Viu o quê?

- Não se faça de desentendida, Kate. - ela bateu em meu braço e sorrimos.

- Louca.

- Eai meninas querem beber algo? - V perguntou.

- Claro, por que não? - eu disse.

- Então vamos Uuhhh!!! - ele disse animado. Olhei para Namjoon que sorriu e seguimos para a área Vip novamente.

(...)

Não sei a quanto tempo estávamos ali, Não faço ideia do quanto bebi, só sei que não queria parar. Nesse momento eu e Lee Hi estamos dançando ao som de uma música Sexy olhando em direção a V e Namjoon. Nós queríamos provocar os dois e pelo jeito estava dando certo, eles não tiravam os olhos da gente um minuto sequer. Mas de repente Lara aparece e puxa Namjoon e começa a rebolar para ele, parei de dançar e fiquei olhando aquela cena, ela virava de costas e jogava seus cabelos ao mesmo tempo rebolava no membro de Namjoon, e ele não fez absolutamente nada para parar aquilo, apenas segurou em sua cintura e estimulou mais seus movimentos.

Saí dali esbarrando em todos à minha frente, eu precisava beber algo. Cheguei a um bar que havia ali e me sentei em um dos bancos e pedi uma bebida. De repente alguém esbarra em mim e derrama cerveja em meu vestido.

- 미안 해요, 그런 의미가, me desculpe não foi a intenção. - um cara disse em coreano em um tom desesperado.

- Ta tudo bem. - mesmo não entendo o que ele estava dizendo tentei mostrar que não tinha problemas.

- 죄송 합니다, Desculpe.- continuava.

- Tudo bem. - estendi a mão e ele parou de falar. Me sentei de volta e ele se sentou ao meu lado. Tentei ficar tranquila mais foi em vão pois ele ficou me olhando.

- 난 당신이 또 다른 음료를 구입할 수 있습니까? - ele disse me olhando.

- o que!?

- 난 당신이 또 다른 음료를 구입할 수 있습니까? - ele disse mais alto, acho que pensou que eu não tivesse ouvido.

- Desculpa, é que eu não falo Coreano.

- Então me perdoe, perguntei se não posso te pagar outra bebida. - demorei um pouco para responder pois acabei me perdendo na beleza daquele homen.

- Há é, não será necessário. - disse um pouco nervosa.

- Anda, vai, é uma forma de eu me desculpar. - Sorri com seu tom cavalheirista e ao mesmo tempo sério.

- Tudo bem. - olhei para frente nervosa. Ele pediu algo em Coreano e se virou pra mim.

- Meu nome é Jay... Jay Park. - notei que em um de seus braços haviam tatuagens.

- Kate, só Kate. - ele sorriu de lado. O barman trouxe uma bebida e ele agradeceu em Coreano.

- Tudo bem, Só Kate, aqui está sua bebida. - ele me deu o copo com um líquido laranja.

- Obrigada. - provei um pouco da bebida e arregalei os olhos. - Meu Deus!! Isso é incrível.- ele sorriu.

- De nada. - bebi mais um pouco. - Você vem sempre aqui?

- Com certeza não, se não eu já teria provado essa delícia. - ele sorriu. - E você?

- Não, na verdade é a primeira vez que venho aqui, estava resolvendo algo na cidade e resolvi curtir um pouco. Eu estava quase desistindo de sair, mas agora que vi você não me arrependo nem um pouco. - ele sorriu com malícia e acabei sorrindo também.

- E está gostando?

- Bastante. - ele piscou pra mim. Ele olhou para um ponto específico atrás de mim e sua expressão mudou. Olhei para o mesmo lugar e me assustei ao ver Namjoon para atrás de mim.

- Há, Nam... - disse nervosa. - Esse é o...

- Jay Park. - ele disse me interrompendo encarando Jay.

- Rap Monster. - ele disse me um tom de deboche.

- Vocês se conhecem?

- O que está fazendo aqui?. - seu maxilar estava travado e sua mão em forma de punho.

- O que a maioria faz em uma boate, curtindo. Por que? Tem algo de errado nisso? Vai me expulsar? - ele mantinha um sorriso no rosto.

- Não, você tem todo direito de curtir.

- Eu sei que eu tenho. - Nam apertou mais as mãos. - Relaxa, cara, não vou detonar sua boate não, não hoje. - ele bebeu um gole da sua bebida. - Até mais. - ele disse pra mim e se retirou.

- Tchau. - eu disse baixo e olhei para Namjoon. - O que foi isso?

- Por que estava conversando com ele!? Não quero que você chegue perto dele de novo! - ele dizia em um tom autoritário.

- E desde quando você manda na minha vida?

- Desde que você quis entrar para esse mundo. - Sorri com deboche.

- Querido, eu não sou uma das suas cadelas que faz tudo que você manda, e Você não é meu pai. Eu falo com quem eu quiser, quando eu quiser pois não sou mais uma criança.

- É, mas está agindo como uma, aquelas bem mimadas que não podem ver um homem que já querem dar pra ele. - Sorri novamente, não acredito que ele falou isso. Comecei a andar em direção a saída.- Ta indo pra onde?

- Embora. - comecei a andar mais rápido.

- Você não vai embora daqui! - ele segurou meu braço depois que já estávamos do lado de fora da boate.

- E quem vai me obrigar? - dei uma joelhada em seu pênis e ele foi ao chão gemendo de dor. Aproveitei e comecei a andar mais rápido.
Eu não ligava para onde eu estava indo eu só queria sair dali.

(...)

De repente um carro para ao meu lado e quando abaixa o vidro vejo que era Namjoon.

- Kate, entra no carro agora! - ele disse irritado.

- Não!

- KATE! - apontei o dedo do meio pra ele. - Tudo bem. - Ele parou o carro. Sorri pois achei que tivesse desistido, mas senti dois braços me segurarem pela cintura.

- ME SOLTA, SEU IDIOTA! - comecei a me debater.

- FICA QUIETA! - senti ele me jogar no banco do carona e fechar a porta. Meu cabelo estava todo na minha cara e nem tive tempo de tentar abrir a porta. Ele entrou no mesmo e trancou o carro.

- Nam, abre essa porta agora! - ele não falou nada. - NAMJOON!!!!!

- DA PRA CALAR A PORRA DA BOCA? - ele gritou e acabei me assustando. - Qual é o seu problema?

- Qual é o seu problema?. - ele levantou uma das sobrancelhas. - Uma hora você está legal e na outra é um completo safado e babaca! - gritei.

- Do que você está falando?

- Daquela oxigenada que ficou rebolando pra você. Você não fez nada, ficou lá se esfregando nela parecendo um cachorro na seca.

- A Lara... - ele sorriu. - Está com ciúmes dela? - não responde e ele sorriu de novo. - Kate, você ficou com ciúmes dela?

- O que você queria que eu fizesse? Eu gosto de você e você só me trata como um objeto. - Eu disse rápido e me arrependi completamente.

- Você o quê? - ele pareceu surpreso. - O que você disse?

- Não vou repetir. - tudo que eu mais queria era enfiar minha cabeça em um buraco. Virei para frente e encarei o nada.

(...)

**Autora**


- Kate... – a voz de NamJoon soara repreensiva, um tanto quanto melancólica e cabisbaixa, como se estivesse ponderando mentalmente sobre algo irrelevante; e tal pensamento fora completamente consentido quando o mais alto levou seus dedos até a face de Kate, que ainda mantinha-se atenta à vista externa através da janela, repousando os dedos trêmulos em seu queixo de maneira cautelosa, como se temesse não ser correspondido da forma que cobiçava ㅡ o que Kate realmente deveria fazer, ignorar por completo seus toques, mas quem em sã consciência negaria um beijo pecaminoso a NamJoon? Era o que Kate questionava-se internamente.

Conforme sentia seus dedos puxarem-lhe a face de maneira cativante até que ambas as respirações se colidissem com tal repentina aproximação, Kate, por mais que tentasse manter tais pensamentos arquivados, infelizmente obtinha a noção do quão entregue tornava-se à NamJoon com tão poucos e míseros toques, e sentiu os lábios do outro finalmente moldando-se aos seus num único e deslumbrante selar de carnes, este que se transformara em um verdadeiro ósculo quando ambas as bocas começaram a se movimentar, transparecendo imediatamente o quão necessitados ambos estavam dos toques um do outro.

Não que nunca tivessem se beijado de tal maneira, mas Kate podia sentir, de qualquer forma, o quão necessitada ela estava quanto à isso; tamanha a ânsia que sequer impediu o outro de levar uma de suas mãos até seu pescoço e espalhar o dígito pela extensão, o que, céus, lhe fizera sentir a tão esperada e típica onda de calafrios que sequer pôde conter o baixo gemido sôfrego que saíra de instantâneo quando os dedos extensos de NamJoon entraram em contato com a pele sensível, apertando a derme conforme seus dedos subiam de nível até que estivessem emaranhados aos fios de cabelo, puxando-os para trás e, consequentemente, levando a cabeça para a mesma direção enquanto ambos os lábios se desgrudavam, causando o familiar estalo de bocas.

ㅡ Você sabe que não é capaz de permanecer sem os meus toques, não é? ㅡ o mais velho provocou, expondo tais palavras de maneira perversa, deixando nítido os respingos de luxúria conforme alternava a intensidade dos puxões assíduos nos fios de Kate; seus olhos inteiramente fixos de maneira predadora aos lábios entreabertos da garota enquanto rosnava as palavras. NamJoon sabia, infelizmente, que seu ponto fraco, além de seus toques, eram as malditas palavras perversas que eram verbalizadas intencionalmente, afim de causar a possível e esperada cedência que, querendo ou não, não era algo de tamanha dificuldade para se conseguir.

Kate sentiu perfeitamente quando, intencionalmente, NamJoon abaixou a cabeça minimamente para alcançar a pele exposta do pescoço, levando os carnudos e insaciáveis lábios para a derme, espalhando de maneira obscena poucos beijos e muitos chupões ㅡ estes que Kate temia serem fortes o bastante para que fosse possível alcançar o nível máximo da coloração arroxeada; e sequer se importava com isso, afinal, não era como se já não estivesse acostumada a ter a pele inteiramente molestada por NamJoon.

NamJoon pôs-se, então, a finalmente expor a tão almejada língua e conduzi-la pela extensão superior do pescoço de Kate, trilhando o caminho perverso até que alcançasse insanamente sua bochecha, lambendo a pele flácida enquanto os mais perversos e impuros pensamentos faziam-se presente em sua mente. Passou a meditar temporariamente sobre os demasiados locais desejáveis que aquela língua poderia presenciar em vez de apenas espalhar a saliva apenas por sua bochecha ㅡ sem sequer dar-se ao trabalho de introduzi-la em sua boca de uma vez, visto que NamJoon era um tenebroso filho da puta que adorava provocá-la com seus joguinhos com a língua.

ㅡ Chega de joguinhos, Rap Monster ㅡ Kate rosnou, pondo as mãos espalmadas sobre seu peitoral enquanto empurrava-o para que retornasse ao seu lugar de origem, levando-o novamente para o seu banco, transportando-se consigo antes de sentar sobre o colo do outro, mantendo ambas as pernas uma de cada lado de seu quadril ㅡ o que fazia-se difícil, considerando que o espaço em que se encontravam não chegava a ser extenso e contribuinte para as depravadas intenções, entretanto, quanto menor o espaço entre ambos, melhor, Kate concluiu. O volante do automóvel fazia-se presente logo atrás de suas costas, atrapalhando de maneira indireta os movimentos sobre NamJoon, mas, no entanto, não parecia algo que estaria destinado a os atrapalhar.

ㅡ O que foi? Não consegue se segurar mais? ㅡ a voz perversa de NamJoon ecoara novamente, mantendo o timbre pacífico de sempre, embora boa parte de si ainda deixasse evidente o quanto estava se deliciando por ver Kate dando as ordens ㅡ o que era raro, visto que em pegações pretéritas entre os dois ambos concluíram que NamJoon quem conduzia os toques voluntários, mas, desta vez, seria diferente, NamJoon concluiu.

Kate, no entanto, optou por não responder às suas provocações depravadas, afinal, embora fosse ㅡ ou tentasse ㅡ ser uma pessoa orgulhosa no quesito sexo, era certamente claro que sim, Kate não suportaria mais esperar.
NamJoon, por sua vez, contentando-se com a nova posição, não hesitou em dar início aos tão apreciados toques que Kate tanto ansiava ㅡ ele podia sentir, pela forma que Kate esfregava-se de maneira vagarosa sobre os trajes de roupa e pela forma que mordia os lábios fortemente enquanto esperava pelo momento de ser tocada ㅡ, e infiltrou ambas as mãos por debaixo do vestido que Kate trajava, podendo sentir os calafrios avançados da outra virem à tona novamente quando dedos gélidos tatearam a pele morna de Kate, dedilhando-a enquanto os dedos caminhavam de encontro ao cós da lingerie rendada da mesma ㅡ percebeu, também, Kate entreabir minimamente os lábios conforme os dedos se aproximavam da região, e a garota, perdida em deleite, curvou-se a fim de juntar novamente os lábios, moldando os seus aos de NamJoon, que sem hesitar, correspondia a todos.

Kate, numa mescla de ansiedade e tesão, emaranhou os dedos aos cabelos de NamJoon, pressionando-os arduamente enquanto sentia a língua do outro descer pelo seu lábio, ansiando pela passagem, esta que fora prontamente concedida ㅡ ambos entrelaçaram as línguas de maneira única, fazendo-se permanente a exploração voluntária nas cavidades bucais, ambos buscando por mais toques; e Kate não pôde conter o gemido implicante que lhe saía pela boca quando NamJoon ousava em ultrapassar a renda da calcinha, tocando, insanamente, a pele sensível de sua vagina.

Logo o ósculo, outrora apaziguado e relaxante, agora já não era mais tão calmo e tranquilo, ocasionando a típica elevação da temperatura em que os circulavam, ambos sentiam-se sedentos e ardentes por mais, precisavam e ansiavam por mais toques; e NamJoon, com tal pensamento permeio o beijo quente e apaixonante e os puxões assíduos que Kate desferia em si, aproveitando da circunstância em que o dedo depravado encontrava-se ㅡ no cós da lingerie ㅡ ultrapassou a renda e, calmamente, atento aos fracos gemidos que Kate proferia contra seus lábios, introduziu com cautela o indicador, remexendo-o de cima a baixo num movimento retilíneo, estimulando o clitóris com o dedo enquanto sua outra mão ocupava-se com os glúteos de Kate, apertando-os com certa intensidade e ardência, não dando a mínima para as futuras e torneadas manchas rochas que apareceriam ao decorrer do tempo.

Kate, com a invasão almejada do dedo intruso, gemeu roucamente contra os lábios do outro, dando ênfase às mordidas que eram desferidas sem piedade nos lábios inchados de NamJoon, que de nada reclamava, visto que também seria proprietário dos futuros danos às coxas de Kate; e a mesma, após a introdução, moveu o quadril contra os dedos de NamJoon ㅡ que havia infiltrado o dedo médio sem aviso prévio, fazendo par ao indicador que continuava a estimular o clitóris, tateando num movimento único e veloz com os dois dedos repousados sobre a região sensível, masturbando sem qualquer vergonha.

Os lábios foram separados, Kate afastou-se para trás de olhos fechados e boca aberta numa verdadeira forma geométrica oval, não hesitando de forma alguma os gemidos ensurdecedores que se exteriorizavam a cada repetido movimento circulatório de NamJoon sobre o clitóris avermelhado e umedecido pela saliva que o mais velho passara, sentindo-se próximo ao clímax apenas com os dedos; e NamJoon, no entanto, observando o quão veloz seus dedos movimentavam-se de encontro com a sensibilidade de Kate, percebeu que os gemidos da garota aumentavam gradativamente, demonstrando através de soluços o seu provável ápice. Entretanto, quando Kate segurou fortemente um de seus ombros e o alertou dentre os soluços seu ansiado ápice, NamJoon encerrou totalmente os movimentos outrora velozes, tardando os dedos sobre a vagina vacina de forma que Kate, que estava chegando ao êxtase, fosse apaziguada.

Kate, completamente irritadiça e raivosa por ter seu ápice interrompido intencionalmente, lançou-lhe um olhar de ódio que rapidamente fora preenchido por beijos do outro, que aproximava os lábios do ouvido para lhe sussurrar de maneira perversa:

ㅡ Quero que goze no meu pau, Kate ㅡ sussurrou de maneira indecente após tatear o lóbulo com a ponta da língua, testando a sanidade de Kate e ativando novamente o fogo e tesão que a mesma achou ter perdido. Contudo, após tais argumentos, Kate pareceu concordar freneticamente e com certa prontidão com o outro, visto que tal luxúria era um sentimento mútuo, e com toda a certeza, ambos precisariam atingir o ápice juntos.

A garota, após a concordância mútua, pôs-se a erguer minimamente o corpo para que a visão do cós da calça de NamJoon se tornasse nítida, e assim pudesse abri-la sem qualquer preocupação; e com tal condição levou ambas as mãos trêmulas até o cós do outro, abaixando o zíper e abrindo os botões, finalmente revelando a ereção já nitidamente formada que o mais velho possuía sob a boxer preta; e NamJoon ergueu o quadril enquanto Kate o ajudava no trabalho de descer suas calças até os joelhos, revelando por completo as coxas bem torneadas e bronzeadas que o outro obtinha.
NamJoon não teve tempo o suficiente para prender o gemido que mantinha-se preso há horas pelas roupas fechadas quando sentiu o ar fresco entrar em contato com o tecido que tanto o esquentava por debaixo dos trajes, deixando que um silvo rouco e extenso lhe escapasse a boca em pura e singela satisfação por ter a ereção quase aliviada.

Kate observou a feição do mais velho relaxar após o desuso das calças que lhe prendiam o pênis rijo, percebendo-o fechar os olhos e abrir um pouco os lábios ao ponto de que um suspiro forte fosse exteriorizado, e após tal apreciação, sentou-se novamente sobre as coxas do moreno, mantendo uma distância plausível entre eles a fim de que a mesma tivesse livre acesso ao seu baixo ventre ㅡ que tanto clamava por sua atenção.

NamJoon, após sentir novamente o peso da outro sobre si, levou ambas as mãos até as coxas da outra, apertando-as por debaixo do vestido enquanto esperava pelo seu provável presente que tanto almejava, tomando minimamente a cabeça para trás quando Kate alcançou com dedos descompassados o cós de sua boxer, puxando o tecido para baixo enquanto o membro teso inteiramente pulsante era finalmente exposto, deixando explícito todas as veias torneadas que tanto bombeavam pela atenção que receberia em breve.
Kate percebeu o momento de relaxamento do outro, cogitando internamente que o outro já ansiasse por seus toques antes mesmo de fazê-los ㅡ assim como a mesma ansiara no pretérito, se não um pouco mais. O membro do outro tornara-se completamente exposto de um todo, podendo perceber que este praticamente pulara para fora com o abaixamento da boxer até as coxas, vendo o membro latejante imensamente ereto. A glande já mantinha-se arroxeada com indícios do líquido pré-ejaculatório, que umedecia a glande exposta. E Kate percebeu ali, com o outro pedindo baixinho por seus toques, um ótimo momento para a fútil vingança.

ㅡ Não, Monster, não vou fazer o que quer. Aliás, não quero que goze na minha mão, sim? ㅡ dito e feito em um alto e bom tom, rindo internamente após a face absorta de raiva que o outro fez, demonstrando o quão frustrante uma masturbação ㅡ ou boquete ㅡ negado era.

Após uma ação contrária ao que se esperava, NamJoon apenas bufou e respirou profundamente, logo prosseguindo em seu papel de mil e uma faces, optando por apenas dizer o que lhe era primordial.

ㅡ Kate, eu só quero gozar, certo? Ah, vamos, não enrole ㅡ disse de maneira autoritária e indispensável ao som de uma voz nada prazerosa, recheada de rouquidão, por assim dizer.

Kate, no entanto, segurou a risada que implicava em lhe escapar, optando completamente por suas condições, visto que a mesma também tivera o ápice renegado e não deixaria de lado seus anseios. Contudo, moveu-se para frente quando percebeu NamJoon deixar tapinhas em suas próprias coxas num convite mudo para que a mesma sentasse onde deveria ter sentado há eras, ao ver de NamJoon; e, com completa cautela, após afastar um lado da lingerie com o dedo, posicionou-se rente ao membro, abaixando o corpo lentamente enquanto sentia a introdução deleitosa que tanto havia esperado, tomando-o para si em poucos segundos.

NamJoon fechou fortemente os olhos e prendeu o lábio inferior entre os dentes com a sensação inesquecível e completamente deliciosa de ter parte sua dentro de Kate, sentindo o mesmo combustão de prazeres e excitações lhe invadirem a pele ao ter a outra inteiramente entre a si, percebendo a falta que sentia de tal ato. Sentia os movimentos calmos que Kate produzia sobre si, alternando entre movimentos de sobe desce enquanto movia suas mãos para as nádegas da outra, desferido um tapa forte quando a mesma soltara um gemido um tanto quanto audível para o mundo exterior, mesmo estando em um carro.

Kate pôde sentir o momento em que NamJoon estremecera quando sentou-se sobre seu membro de maneira perfeitamente lenta e eficaz, tornando cada movimento recebido único enquanto apoiava-se aos seus ombros, levantando o corpo para depois abaixá-lo e tocar as bandas em suas pernas, reproduzindo aquele típico som pornográfico que mais soava com uma canção que temeriam terminar. NamJoon apertava suas coxas com certa frieza, não se importando com as marcas arroxeadas que lhe cobririam brevemente, sentindo como se não conseguisse mais ficar sem o corpo da outra. E de certa forma não conseguiria, visto que conforme os movimentos de Kate sobre seu pênis aumentavam gradativamente, ressoando o som erótico de peles tocadas e o suor fervente; o carro balançando a cada nova investida que Kate desferia sobre si; e ele percebia, ali que estava com a pessoa certa.

Os gemidos instintivos faziam-se presentes durante o ato, ambos roucos e completamente encharcados pela quantidade excessiva de suor que era presente à todo novo movimento, NamJoon com as mãos posicionadas no quadril da garota enquanto esta mantinha as mãos espalmadas nos ombros do moreno, usando-o de apoio para suas rudes e velozes idas e vindas sobre o pênis sob si totalmente duro e próximo ao orgasmo, sentindo os pelos do corpo se arrepiarem enquanto sua cabeça era tombada para trás e os olhos fechados, uma deixa para que NamJoon aproximasse os lábios de seu pescoço, abraçando-a conforme sentia que o orgasmo dos dois já se faziam permanentes; os espasmos surgiam e emanavam inconscientemente de Kate, que mantinha os olhos fechados conforme o típico arrepio do clímax vinha à tona, gozando de maneira despudorada sobre NamJoon, mantendo a respiração completamente ofegante enquanto sua cabeça era abaixada.
NamJoon, por sua vez, havia atingido o ápice antes de Kate, e sentiu como se dependesse do corpo da outra para que trilhasse o caminho do melhor ápice existente, visto que seu corpo havia entrado em um transe completo quando sentiu seu sêmen ser jorrado dentro de Kate, imerso aos delírios da sensação inesquecível e completamente deliciosa.

Ficaram grudados por mais um bom tempo, ambos perdidos nas respirações ofegantes que se faziam presente durante todo o momento, sentindo as gotículas de suor lhe percorrerem o pescoço e as demais partes do corpo enquanto abraçavam-se de maneira apaixonante. Logo separaram-se após o rápido selar que NamJoon depositara em Kate.

Por alguns instantes ficaram se olhando, demostrando assim seus sentimentos um para o outro. Não era necessário palavras para descrever o que ambos sentiam, aquela troca de olhares foi o suficiente para demonstrar todos os sentimentos de forma alta e clara.

Depois de um leve suspiro Kate retornou ao seu banco e NamJoon pôs-se a vestir novamente as roupas, ambos totalmente bagunçados e suados. Nada vinha em sua mente, se mantiveram quietos enquanto Namjoon movimentava o carro novamente em direção a casa da garota. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado e que não tenham dormido na parte do Hentai ( metira parei )


( THANKS J.P )

E infelizmente é semana de prova, então talvez eu enrole um pouco pra postar, mas por favor não me abandonem 👏


Até o próximo 😊❤❤



GENTEEEE!!! Leiam essa fic: https://spiritfanfics.com/historia/ta-pensando-que-isso-aqui-e-dorama-7131604

É nossa querida Lara que está fazendo, ela é sensacional e é a primeira fic dela, então dêem uma olhadinha lá ✌.


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