História Mad Love - Capítulo 21


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Categorias Arlequina (Harley Quinn), Batman, Esquadrão Suicida
Personagens Bruce Wayne (Batman), Coringa (Jack Napier), Harleen Frances Quinzel / Harley Quinn (Arlequina), Pamela Lillian Isley
Tags Arlequina, Coringa, Harley Quinn, Joker, Mad Love
Visualizações 54
Palavras 1.028
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bom gente, aqui estou pra dizer que a fanfic tá chegando ao final. Queria avisar que vou trabalhar na fanfic sobre a Lucy e espero que vocês tenham um tempinho para ler.
espero que gostem. Foi um inferno pra conseguir postar.

Capítulo 21 - Before the e.n.d



Eu me lembro quando aprendi a andar de bicicleta pela primeira vez. Nos meus 6 ou 7 anos. Me lembro como ele segurava a bicicleta por trás e todas as vezes que ele soltava eu adicionava mais um joelho ralado para minha coleção. Me lembro da última vez que disse que estava com medo, e que ia cair. Quando não ouve resposta me permiti olhar para trás por um segundo brilhante e vi que meu pai havia me soltado há muito tempo atrás. Que eu já havia percorrido um espaço enorme sozinha. 
Hoje, meu pai está perdido em algum lugar do horizonte, longe demais para que eu possa o ver. 
Hoje, quem segura a minha bicicleta é Mr. J. E ao invés de soltar como todos os pais fazem em certo ponto, eles apenas segura mais à bicicleta cada dia mais forte. Semana passada ele impediu que eu pedalasse. Decidiu que eu não tinha mais o direito de tentar quando entrou no quarto com seus cabelos bagunçados e seu sorriso psicótico no rosto.
Eu era atingida por uma tonelada de sentimentos quando ele sorria daquele jeito para mim. Não sabia se o medo ou se a excitação se destacava. 
Ele decidiu que o meu teste final para ser aceita como sua eterna amante Harley Quinn era simples e limpo.
Ele andou até mim e me abraçou por um momento, respirando fundo. 
- Eu decidi! Achei a sua redenção - sussurrou no meu ouvido. 
Fechei os olhos e pensei em todas as possibilidades de me atingir naquele mundo. Não eram muitas então pensei bem rápido. 
Ele havia achado Lucy. Havia descoberto a história verdadeira sobre seu nascimento e queria toma-lá de volta. Ia a matar só para me fazer sofrer com o resto de sentimentos que meu coração conseguia sentir que não eram por ele. 
Se não fosse Lucy, ou Caleb, só havia uma opção restante. Meu coração parou. Senti que eu ia cair, mas me segurei forte para não fraquejar à sua frente, já que aquela definitivamente não era a hora. Entrei em pânico por que a única pessoa disponível na lista de amigos de Harley Quinn era...
- Nós vamos matar Bruce Wayne - ele sorriu e apertou minhas bochechas - e depois eu vou matar você. 


- Detetive Wayne, uma pergunta - a jornalista morena com roupas sociais se levantou e eu assenti com a cabeça - como você explica a... ausência de ação do Coringa ou sua parceira nesses últimos meses?
- Quando criminosos frequentes ou serial killers desaparecem por algum tempo temos 3 opções disponíveis: 1) estão mortos, 2) finalmente se cansaram de sacanear o sistema e se renderam à vida normal em alguma cidade pequena com uma identidade falsa, ou 3) estão planejando uma grande e épica volta à vida criminosa. Querem ser o centro das atenções. A opção 2 é geralmente muito improvável, e dado os fatos e perfis desse "palhaço" - o desdém tomou conta de minha fala - na minha opinião ele vai voltar. E quando ele fizer estaremos prontos para ele. Seremos cuidadosos, sabemos do que ele é capaz e sabemos o que ele fez com a sua antiga psiquiatra, Dra. Quinzel. 
- Detetive Wayne, você vai se aposentar? - alguém perguntou e as risadas tomaram conta da sala. 
- Eu juro pelo meu distintivo que não vou me aposentar antes de colocar o Coringa na cadeia. 


- Capitão... Como você acha que as pessoas vão se sentir depois de engolir toda essa merda que o senhor está plantando e descobrir que as suas intenções de capturar esse palhaço não são nem de longe reais. 
- Bruce, filho... Você trabalha para mim... para o estado e para a GCPD por 15 anos agora, e ainda não consegue entender? - o capitão suspirou e se levantou - Nós nunca teremos os recursos para capturar o Coringa. Ele é inteligente. As poucas falhas que deixou em seus crimes nos levaram a lugar nenhum. Ele nos fez correr em volta dos nossos próprios rabos. Somos seus animais de estimação. Mesmo que o capturemos novamente, ele fugirá e isso não é novidade para ninguém. O que Gotham precisa agora não é de uma captura, não há esperança nisso. O que Gotham realmente precisa é de um herói. Um dos melhores detetives da cidade que eu sei, e que a cidade sabe que vai dar todo seu tempo, sacrifício e recursos para achar esse criminoso. Isso é tudo que eles precisam por agora. Esperança. 


Não consegui dormir naquela noite.
"Eu quero muito que você esteja esperando na entrada daqui há um mês com suas malas e seu bebê. Pense sobre isso". 
Eu não amava Bruce. Mal tinha sentimentos por ele. Apenas um grande coração agradecido por me dar confiança e por não me entregar quando soube quem eu era. Isso era mais do que eu já havia tido com alguém em anos. 
Eu nunca matei ninguém em vão. 
Sempre políticos corruptos, hipócritas, pessoas que queriam morrer, pessoas que tentaram me afastar de Mr. J. 
Eu não queria Bruce morto. 
Eu queria que ele me achasse. Queria que ele achasse Mr. J. Queria que ele nos prendesse para que eu pudesse passar o resto dos meus dias em paz. Queria que Lucy ficasse em segurança. Tinha medo que um pouco de tortura abrisse sua boca sobre assuntos que Mr. J não sabia. E se isso acontecesse nada ia ficar bom. 
E ele ia me matar de qualquer jeito. Eu sentia isso. 
Ele já havia me dito coisas parecidas milhares de vezes. Mas dessa vez parecia determinado. Mas eu não ligava para isso. Eu entendia que aquela era minha hora e tudo bem. Mas não era culpa de Lucy. Não era culpa de Caleb. E ninguém poderia saber disso nunca. No meu antigo quarto, onde eu deitava, alguns quartos longe de Mr. J, procurei a coisa que me salvaria, que acabaria com nossa história e salvaria Lucy.
E então comecei a bolar um plano que colocaria fim na piada mais longa da história. 
Era hora de acertar as contas com Deus, com o Diabo ou quem quer que houvesse escrito essa história. 
Era hora de limpeza. 
 


Notas Finais


espero que tenham gostado.


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