História Madame Jung - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Rap Monster
Tags Hopemon, Namhope, Namseok
Exibições 31
Palavras 738
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Slash, Universo Alternativo

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Único


Se você por alguma maldade do destino precisar visitar aquela mansão um dia, vão dizer para você tomar muito cuidado.

"Cuidado com ela."

Principalmente se você for outra mulher ou tiver alguma intenção maliciosa para com o marido dela – além de tratar do seu problema de saúde e ir embora –, que é não só um médico bem respeitado, como também o homem mais rico dessa pequena cidade, J. Namjoon II.

A madame Jung, ela é rígida e disciplinada, não tolera traições. Qualquer tipo que seja. O menor dos erros e será o seu fim.

Uma vez ouvi contarem que ela arrancou a mão duma escrava apenas pela pobre ter acidentalmente tocado em si. E pelo que parece, odeia qualquer outra mulher que não seja ela própria.

"Mas muito cuidado."

Só irão te repetir uma vez, porque se você for mesmo inteligente, terá ouvido o primeiro aviso como se fossem milhares de outros.

"E por quê?" Você e sua curiosidade insistem. Você querendo saber mais que o necessário...

Mas te digo. É porque ela tem fama de escalpelar cabeças, cortar seios e quebrar costelas. Ela gosta de partir pescoços e dilacerar as cordas vocais.

E mesmo que outras mulheres sejam seu alvo favorito, ela também gosta de arrancar as partes íntimas de homens que achem seu corpo feio. Pois certa vez ouvi um segredo de que ela já se deitou com vários homens antes do atual marido e nenhum deles quis cometer esse erro novamente. Não só o de terem se horrorizado com o que viram que realmente tinha por detrás daquele vestido preto, mas por a terem chamado de aberração e tentado a matar de forma cruel.

Eu não tenho nada a fazer com a vida dela ou com nada do que dizem a respeito, mas não gosto de presenciar assassinatos, por isso somente aviso e espero ser ouvido.

A verdade é que ela é uma megera. Quem quer que seja o abençoado que das mãos dela escapou, hoje só tem o horror guardado consigo – além da certeza de que nunca se deve mexer com aquela mulher; muito menos mais de uma vez.

Porque o pior rumor de que já ouvi, e do qual as pessoas custam a crer de primeira, é que ela não é o que diz ser. Afirmam que escondido atrás de seus vestidos negros, há um corpo com curvas que não são de uma digna mulher. Há seios grandes que na realidade são panos enganosos e que a calcinha que ela usa nem consegue esconder direito o pênis corpulento.

Para você, de primeira, ela somente parecerá uma mulher peculiar com um corpo diferente, porém interessante e que te intriga. Só que se tu for mais a fundo e decidir conhecê-la, talvez se assustará. Talvez desejará estar morto, ou morta, e nunca a ter conhecido. E ela jamais vai estar somente te enganando, muito menos brincando contigo, mas sim apenas sendo o que ela realmente é.

No entanto, a mulher às vezes chora. Não devia pensar sobre isso, mas ela lembra de que nunca poderá ser perfeitamente uma mulher. Que as pessoas nunca a verão com os olhos que o marido a vê e que nunca será aceita com seu eu real.

Por causa disso ela sente raiva quando vê longos cabelos, seios fartos e traços mais delicados que os seus; uma voz mais fina, mais doce, que não seja a dela.

Ela sente raiva por seu corpo não ser o que deveria, por outros homens não desejarem o que veem em si e por eles terem apresentado tanto nojo quando os enganou outrora. Mesmo que ela se vista tal como uma mulher deve ser, mesmo que ela use tintas no rosto e que tenha a graciosidade de uma verdadeira dama, eles sentem nojo.

Mas ela encontrou Namjoon. Encontrou alguém que não a ame somente pelo que existe entre suas pernas. Ama tudo sobre ela. E ao lado dele ela pode ser quem ela quer e não precisa ouvir gracejos, nada de nojo. Somente juras que os tornarão eternos, não importa as dificuldades que tenham de enfrentar para isso, e que vê algo além de uma pobre aberração deslocada no próprio corpo.

Então, meu caro, se um dia você visitar aquela mansão e tiver as piores intenções ou ser alguém desagradável, tome cuidado, porque eles dois são um par perfeito de perversidade e um ótimo exemplo de quem sofreu injustiças ao longo da vida.


Notas Finais


Duas outras fanfics me serviram de inspiração também.


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