História MADE - This Love - Capítulo 22


Escrita por: ~

Postado
Categorias Big Bang, DaeSung, G-Dragon, SeungRi, T.O.P, Taeyang
Tags Ação, Big Bang, Drama, Romance
Exibições 35
Palavras 3.086
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oiiiiiii, pessoainhas
❤❤❤

Capítulo 22 - A última conversa!


Fanfic / Fanfiction MADE - This Love - Capítulo 22 - A última conversa!

Abri os olhos devagar, precisava me acostumar com a claridade. Meu corpo estava dolorido e pesado, como se eu estivesse entrado em um sono profundo e demorado dias a acordar.

A cama era macia, bem melhor da maca que estava antes ao ser tratado por Lee.

Ajeitei-me mais uma vez, adorando estar naquela espuma tão fofa. Eu precisava de um descanso, os dias foram puxados e mal dormidas. Mal conseguia trabalhar por mais que eu estivesse enfurnado no estúdio tentando elaborar um novo trabalho na tentativa de esquecer Isabela. Mas, sempre acabava na mesma, em boates e bebidas tentando esquece-la de outras formas.

Mas, o que adiantava isso?

Ela sempre vinha em minha mente, tomava conta dos meus pensamentos e me fazia perder o sossego.

Eu estava perdido, ela se foi e levou junto tudo de bom que sentia, toda a felicidade que havia construído, pois sem ela me sentia sem nada.

Uma dormência em meu corpo espantou-me, como um choque as lembranças vieram, uma tontura se fez presente, meus músculos tremiam pela adrenalina que estava sofrendo, eu podia até mesmo ouvir o bip de alguma coisa ao meu lado.

De repente, abri os olhos com uma rapidez incrível ao sentir meu braço ser tocado por alguém. Meu nome era chamado freneticamente, atordoado apenas olhei em direção da voz, não conseguia raciocinar direto muito menos entender o que diziam, apenas sabia que Choi estava chamando-me.

- Mas, que caralho, dá para se acalmar? - exclamou ele. - Quer morrer?

Minha respiração estava acelerada, comecei a ficar ofegante e sem ar nos pulmões. Alguma coisa estava errada, eu podia sentir em meu corpo.

Me sentia pesado e dolorido, quanto tempo estive deitado naquela posição?

Minha vista escureceu, por desespero comecei a me debater na cama em procura de ar. Eu precisava respirar!

Mas, em milésimos de segundos sinto suas mãos quente tocar levemente meu rosto. Minha visão foi preenchida por sua beleza inigualável, única. Seu aroma adentrou minhas narinas, era doce e sedutor. Era Isabela, a mulher que eu amava.

Seus olhos estavam aflitos, suas destas tentando manter minha face fixas nas mesmas e eu apenas queria poder respirar.

De repente, sinto meu corpo perder as forças.

Eu queria poder dizer o que estava sentindo, ou o quão desesperado estava. Queria pelo menos tirar minhas dúvidas, ou até mesmo pedir desculpas para Isabela mesmo nunca tendo feito nada de errado.

As pálpebras de meus olhos se pesaram, os movimentos de desespero foram cessando. O que estava acontecendo de errado comigo?

Muto antes de fechar os olhos, sinto algo quente e macio tocar meus lábios. Era doce e convidativo, era muito bem conhecido por mim. Aquilo foi um alicerce para minha respiração voltar ao normal, senti meus pulmões começarem a trabalhar novamente. Sentia que através daquele ato estavam passando oxigênio para mim, e eu queria continuar sentindo essa sensação pra toda a eternidade.

Porém, eu não podia, ou podia?

Não sabia mais de nada!

Abro os olhos levemente, mais calmo do que antes. Agora consciente dos meu atos, olho o ambiente que estava e principalmente os lábios de Isabela nos meus, e da forma como suas mãos tocavam minha pele.

Como esperei por aquele momento.... Como esperei...

Se ela pelo menos entendesse meu desespero, entendesse o quanto a amava e que a queria de todas as formas somente para mim... Não existiria essa barreira entre a gente, ou até mesmo Lee para nós atrapalhar.

Por contra gosto sinto seus lábios se afastarem dos meus, eu queria poder agarrar sua nuca e aprofundar aquele beijo, mas mal tinha forças para me manter acordado. E também, não queria causar quaisquer repulsa dela em mim. Eu tinha que ir com calma para poder começar uma conversa civilizada com a mesma, para que nada saísse do controle ou ela se afastaria de mim como sempre fez.

Nossos olhos se encontram e um misto de sentimentos borbulhou entre a gente, se o que eu realmente estava pensando estiver certo:...Isabela ainda me amava! Isabela ainda era minha!

Porém, seu olhar desviou dos meus envergonhada pelo beijo. Ao fundo pude ver Lee com cara de poucos amigos e Choi ao meu lado ainda segurando meu braço. Ele não disse nada, sabia o que ainda sentia por ela. Isabela cessou nosso toque, afastando seu corpo do meu. Olhei em sua direção com tristeza, eu sentia sua falta mais do que tudo nesse vida. Faria qualquer coisa só para estar ao seu lado novamente, queria poder tocar toda extensão de su corpo como antes.

Encarei o teto segurando as malditas lágrimas que teimavam a cair, chorar se tornou um hábito para mim.

Era até irônico... Eu Kwon Ji Yong, o grande dragão, chorando por uma mulher.

Deixei um sorriso de amargura e dor sobrar levemente meus lábios... Aquilo doía de mais!

Eu ainda podia sentir o seu cheiro impregnado em minha pele, a doçura dos sus lábios mesclados aos meus. Céus... Estou ao ponto de enlouquecer.

O primeiro a sair do quarto foi o Lee, o beijo que Isabela havia me dado não o agradou. Mas, sabia que ela apenas fez isso para poder cessar minha falta de ar e isso era constrangedor, queria que fosse por amor, por ainda sentir algo por mim.

As lembranças do dia em que descobri as suas tradições, seus envolvimento com outro homem, veio como um tapa. Un enjôo enorme tomou conta de mim, a tontura se tornou mais forte. Aquilo sim me deixava mal, desorientado.

O bip do aparelho começou a tocar rapidamente alarmando Choi e Isabela.

- O que está acontecendo com ele? - disse Choi preocupado.

- Eu... eu não sei... - Isabela sussurrou incerta.

Suas mãos ficaram ocupadas analisando o soro que tomava e o aparelho que teimavam em alarmar meus batimentos, e eu... Bom, eu acompanhava seus movimentos com o olhar. Aliás, eu só podia fazer isso... Só podia olhar.

- Isabela... - sussurrei tentando pronunciar algo.

- Por favor, não fale nada, hm? Não faça esforço. - afirmou ela suavemente.

Sem me dar atenção e preocupada com o enjoativo aparelho, senti-me obrigado a segurar seu pulso impedindo que ela continuasse com sua análise. Eu queria sua atenção, queria conversar, queria respostas!

Nosso olhos se encontraram novamente naquele momento, meu peito subia e descia mais rápido. Mas, ao tocar nela tudo parecia mais calmo, menos perturbador.

- Bom... - Choi tociu em falso quebrando o clima entre eu e Isabela. - Acho que vocês precisam conversar. Boa recuperação, Hyung!

T.O.P saiu as pressas da sala, olhando melhor eu estava em um lugar bem sofisticado, como se estivéssemos em Seoul e nas proximidades da cidade. Quanto tempo fiquei desacordado?

Livrei esses pensamentos, eu estava preocupada com outras coisas, e perguntaria isso depois, no momento onde eu estava não vinha ao caso.

Isabela tentou se afastar, até mesmo puxou o pulso dentre minha mão, mas segurei com força para não poder se soltar.

- Ji Yong, por que está... - a interrompi.

- Me beije!

Não deixei que falasse mais nada, o que mais queria nesse momento eram seus beijos, seus abraços, seus carinhos. Não queria saber de mais nada além disso, deixaria de lado suas traições mesmo ainda incerto disso. Aliás, ainda tinha que fazer algumas perguntas, mas do jeito que estávamos tão próximos um do outro, pensar estava sendo difícil para mim.

- O que? - exclamou ela assustada.

- Me beije, por favor, Isabela! - implorei agarrando seu rosto com ambas as mãos sentindo a agulha do soro doer em minha veia.

Pensei que seria empurrado ou até mesmo levar um tapa, um xingamento, porém nada veio. Isabela retribuiu o beijo como nunca, e ali, naquela sala, matamos a saudade que sentíamos uma pelo outro. Dentro de mim o fogo cresceu ainda mais, estava ao ponto de ir à loucura, não havia mais sanidade ali.

Agarrei sua nuca aprofundando cada vez mais o beijo, mordiscava seus lábios ouvindo seus gemidos abafando o beijo. Nada melhor estava sendo do que aquilo.

Senti sua mão passar pelo meu peito e cravar em meus cabelos... Agora eu sabia que ela também sentia minha falta do mesmo modo como sentia a dela.

Meu corpo tremia devido ao êxtase que estava sentindo pela nossa aproximação, fazia tanto tempo que queria fazer isso novamente que chegava a perder os sentidos.

Depois de alguns segundos nos afastamos por faltar de ar... Maldito ar!

Ainda com os olhos fechados saboreando o beijo, não notei que Isabela estava me observando, analisando toda a minha expressão facial, até mesmo o modo como meus batimentos cardíacos estavam tão elevados.

- Eu preciso de respostas.... - disse sem mais e nem menos.

- Sem perguntas, por favor! Estou farta de responder tantas coisas!

- Eu preciso, Isabela! - suspirei. - Seja sincera comigo pelo menos uma vez na vida!

Eu sei que aquilo doeu nela, mas eu precisava ser claro e curto. Queria poder entender tantas coisas, mas para isso precisava de suas respostas, precisava encaixar as coisas.

Levantei minha destra, tocando seu rosto com delicadeza, sentindo sua pele sacia entrar em contato com a minha. Nossos olhos não se desgrudavam por nada nesse mundo, e isso me deixava um pouco nervoso, pois tinha medo de sua reação e principalmente da verdade.

- Você ainda me ama? - disse em sussurros. Foi a única coisa que consegui falar no momento.

Isabela deu um passo para trás surpresa, eu não gostava se rodeios, muito menos ela.

- Eu... Eu te trai, esqueceu? - gaguejou engolindo seco, passou as mãos pelo cabelo nervosa.

Eu a conhecia bem, e dessa vez teríamos uma conversa civilizada.

- Traiu? - um silêncio se instalou entre a gente por alguns segundos. - Então, esse beijo significou o que? Que eu lembre, você mal conseguia ficar perto de Lee sem sentir repulsa, então por que de um dia para o outro teve essa maldita história de traição? Aliás, quantas vezes você tentou me afastar? E quantas vezes inventou coisas para me manter longe só para me proteger?

Joguei as palavras no ar, estava sendo difícil de controlar, de suportar tudo somente para mim.

Isabela ficou calada, mechia os lábios na tentativa de se defender, porém nada tinha para falar. E era nesse ponto que queria chegar.

- Me responda... - insistir incomodado com seu silêncio.

- Eu não irei responder. - sussurrou ríspida. - Não temos que tratar desse assunto, tudo acabou, lembra?

Fechei os olhos com força tentando me controlar.

- Não, não acabou. - abri os olhos encarando-a. - Nada vai acabar sem tratarmos desse assunto.

- Você não pode me forçar a falar nada, Ji Yong.

- O que custa responder minhas perguntas? Pelo amor  de deus, que cura é essa que vocês falam? - exclamei irritado. - Eu pelo menos tenho o direito de saber da verdade, tenha um pouco de consideração pelo que ainda sinto por você. Eu estou apenas preocupado.

- E por que você ainda se preocupa comigo?

- Porque, eu te amo!

Aquilo foi como um soco no meu estômago, mas precisava dizer. Por mais que isso doesse mais em mim do que nela, mas Isabela precisava ouvir a verdade. Ela poderia estar com outro, mas mesmo assim meu coração ainda pertencia à ela.

Seus olhos se arregalaram, tinha a certeza que nao estava esperando essas palavras. Não duvidava que em sua cabeça eu a odiava, que a repudiava depois de tudo o que ela tem me feito, só que a verdade era outra. Se eu tivesse que viver sozinho com esse sentimento, pelo menos queria poder saber de tudo o que tinha direito, poderia ser coisas boas ou ruins mais precisava saber da verdade.

De todo o passado de Isabela até essa tal cura que comentavam.

- O que é essa cura? - perguntei mais uma vez.

Isabela suspirou incerta, olhou novamente para mim antes de encarar a enorme janela do local. As curtinhas brancas balançavam de acordo que o vento soprava, o dia estava ensolarado. Um clima estável.

- Eu estou morrendo, Ji Yong... - seu semblante era sério misturado com tristeza.

Senti um aperto no coração, minhas mãos começaram a suar frio. O modo como ela falava se tornava sério, eu não chegava a duvidar de nada, mas eu não gostava desses tipos de brincadeiras.

- E como quer que eu acredite em você? - menti ao dizer isso, eu acreditava em tudo que ela falava.

Isabela deus os ombros e continuou:

- Meu tempo é de 3 meses, a minha única cura está no laboratório. Preciso invadir aquele local para poder pegar o antídoto que vai reverter os sintomas das experiências que fizeram em mim.

Ela porém, passou as mãos em seus cabelos negros, seus olhos exóticos estavam distantes, perdidas em pensamentos. Então, era por isso que Choi e Lee estavam tão juntos à ela?

Eles não se desgrudavam por nada nesse mundo. Jamais perdoarei Choi SeungHyun por me manter fora disso, ele sabe os sentimentos que ainda nutria por Isabela.

- Mas... - ela suspirou pausando antes de olhar para mim. - Quem se importa? Apenas que salvar as crianças que estão sofrendo lá, nada mais além disso!

- Não diga isso, por favor!

- Eu já me decidi, Ji Yong. Eu apenas vou invadir aquele laboratório para poder resgatar e acabar com o sofrimento e sequestro de bebês, eu preciso colocar aqueles malditos atrás das grades e descobrir quem matou minha família. - seus olhos estavam cheios de dor, sua voz saía trêmula, mas certa de cada palavra que dizia.

- Por que, você nunca pensou em mim todo esse tempo? Pensou em como eu me sentia ou irei me sentir se um dia você morrer?

- Eu sempre pensei... - seu sorriso fraco mesclava com o brilho de sofrimentos de seus olhos. Isabela mordeu os lábios controlando o choro. - Não é a toa que estávamos afastados, hm?

- Me traí foi uma forma certa de fazer isso?

Não pude resistir de perguntar isso, ou simplesmente de deixar esse assunto de lado.

- Trair... - pensou. - Só quero que me perdoe por tudo o que fiz, ou pelas vezes que você se machucou por minha causa. Me desculpe, Kwon Ji Yong.

- Eu não desculpo! - disse firme. - Não desculpo até você deixar essa ideia maluca de ir naquele lugar, larga isso e viva comigo pelo resto de sua vida. Eu procuro de alguma forma um antídoto pra sua cura, mas por favor, não faça isso!

Era até estranho como eu estava me redimindo a ela, implorando para que ficasse comigo.

- Eu esqueço a traição, esqueço tudo se você ficar comigo, Isabela!

- O fato não é isso, Ji Yong... É que...

- É o que? - interrompi sua fala novamente farto de tudo isso, me expor dessa forma não estava sendo bom o suficiente? - Ou a verdade é que você não me traiu? Apenas armou isso para me excluí de uma vez da sua vida, ou melhor, do seu caminho para poder fazer essa besteira que está pensando?

Seus olhos se arregalaram surpresa, depois da conversa que tive com Choi, tudo se esclareceu. Estava tão na cara, mas pelo momento de fraqueza eu mal pude notar a mentira esfarrapada que fizeram para eu poder acreditar.

Eu estava borbulhando de raiva, de ódio por ser enganado por todos, principalmente por ela, pela mulher que eu mais amava nesse mundo.

Tudo bem que era para o meu bem, para me proteger, mas eu não aceitava isso. O que mais queria era estar presente na sua vida, independente do que houvesse. Pois, sabia muito bem que desde do momento em que comecei a me envolver, já tinha a noção das coisas que rondavam ela.

- Por que, você acha que eu mentiria sobre essa traição? - perguntou tentou se defender.

- Porque, você sempre mentiu para me manter longe!

Exclamei expressando toda a raiva acumulada, assustando até a mim mesmo. Sem conter mas lágrimas, elas começaram a rola entre as maçãs de meu rosto. Envergonhado desviei os olhos dela encarando o teto logo em seguida, mordi os lábios para conter meus gemidos de dor, dores de sentimentos e não física.

- Eu preciso fazer isso, nem que seja para salvar aquelas crianças. Isso pode me prejudicar, ou até mesmo ferir você. Só espero que um dia você me perdoe, Ji Yong. - Isabela disse trêmula deixando as lágrimas também encharcar seu rosto alvo.

Comecei a balançar a cabeça em desespero, queria poder levantar daquela maca e sequestra-la só para não poder fazer essa besteira. Porém, eu não tinha forças pra nada.

- Por favor, não! Não vou suportar te perder dessa forma, não vou.

- Me desculpe, Ji Yong. - Isabela beijou minha testa com ternura, e eu só conseguia negar em movimentos aleatórios.

- Não, não, não, não... - sussurrava em desespero.

- Te amo... - disse baixo em meu ouvido antes de deixar aquela sala.

Eu me debatia, gritava, chorava, mas nada adiantava. Ela continuava indo embora, sem se importar comigo. Minha garganta doía, ardia, meus olhos estavam embasados e só conseguia ver um ponto negro sumindo dentre a porta.

Meu peito doía de uma forma inexplicável, não entendia o por quê de está fazendo isso comigo. Eu a amava, e ela não tinha o direito de me machucar dessa forma, não tinha.

Minha garganta só faltava rasgar chamando seu nome, tentei tirar aqueles malditos conectores do meu peito, o pequeno tubo que adentrava minhas narinas, até mesmo a agulha em minha veia devido ao soro que tomava, mas fui impedido por enfermeiros e por Choi que auxiliava os mesmo junto com o médico.

Eu estava descontrolado, não respondia mais por mim. Eu só queria Isabela de volta!

Agarraram minhas pernas e braços na tentativa de me acalmarem, ao longe eu ouvia Choi tentando falar comigo, mas nada conseguia entender, eu apenas gritava por ela.

De repente, senti algo perfurar meu braço esquerdo. Um formigamento tomou conta do meu corpo aos poucos, e com uma pequena fração de lentidão fui perdendo os meus sentidos. Mesmo assim, eu não parava de chamar seu nome aos sussurros.

Perdendo os sentidos, os enfermeiros largaram meu corpo, deixando que o efeito do remédio fizesse o efeito. Não duvidava que estava sendo sedado, eu tentei lutar para ficar acordado, juro que tentei. Precisava ir atrás dela, impedi-la de fazer qualquer besteira. Porém, o remédio foi mais forte que eu, e assim, cai em uma escuridão sem fim... Mais uma vez!


Notas Finais


Desculpem a demora.. hehehehe
Espero que tenham gostado e não esqueçam de comentar, bjjjssss


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