História Made In Cuba - Capítulo 33


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camren, Norminah, Revelaçoes, Romance, Trolly, Vercy
Exibições 407
Palavras 3.080
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Survival
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OI! Nem demorei muito né? Bom, peço desculpa pela demora, realmente foi muito difícil pra mim esses dias.
Não tenho muito o que falar, apenas aconselho que apertem os cintos que agora começa a esquentar.

Dedico esse capítulo para minha tia que sempre me ajudou e me apoiou. Hoje faz onze dias desde que ela se foi e o vazio continua enorme...

Qualquer erro eu arrumo depois.

Até lá em baixo. Mayara.

Capítulo 33 - Two years later


Fanfic / Fanfiction Made In Cuba - Capítulo 33 - Two years later

                    Dois anos depois

                                     

Lauren pov

 

Último ano, nossos nervos estão a flor da pele. É engraçado que a gente passa grande parte da vida escolar querendo chegar no último ano para poder sair do colegial e ir para a faculdade, mas quando chega isso, a única coisa que queremos é congelar todos os momentos. Veja bem, estamos no último ano do colegial, cada um vai seguir seu rumo, cada um vai seguir suas escolhas. Grande parte dos meus amigos não estarão comigo na faculdade, afinal, não vamos fazer o mesmo curso e nem mesmo vamos estar na mesma faculdade. Tudo vai ser diferente e mais difícil. Faremos novos amigos, e poderemos até mesmo encontrar um novo amor, nunca sabemos o que pode acontecer. Mas uma coisa eu tenho certeza: Eu vou estar com minha latina.

 

Nesses dois anos nosso relacionamento se fortaleceu mais, eu sou cada dia mais apaixonada por aquela garota.

 

Não tivemos muitos conflitos, sempre mantemos a sinceridade e a cumplicidade presente. Eu acho esses dois fatores super importantes para um relacionamento dar certo. É claro que brigamos, afinal, não pensamos sempre igual e, é isso que faz com que nós cresçamos. A diferença entre duas pessoas nem sempre é algo ruim, isso faz com que eles se completem.

 

— No que tanto pensa, floco de neve?

 

Viro meu rosto e encontro o castanho mais lindo que eu já vi no mundo! Nele eu encontro minha calma, minha paz. É naquele castanho que eu quero morar para sempre!

 

— Em nós! – Respondo.

 

— O que exatamente? -  Ela vira o corpo, apoiando uma de suas mãos por baixo da cabeça para sustentá-la.

 

— Em como eu te amo. - Levanto um pouco meu corpo e bico seus lábios, recebendo um sorriso. - E em como o tempo passou rápido. Já estamos no último ano!

 

 Exclamo jogando meu corpo sobre a grama do jardim da casa dela, onde estávamos deitadas olhando o sol se pôr ao longe.

 

— É verdade! - Camila solta um suspiro e deita sobre o meu peito. Uma de suas mãos começa a brincar com meus dedos. Ela roda a grande aliança que estava no meu dedo anelar da mão direita. Presente de um ano de namoro que ela nos deu. — Você imaginaria que estaríamos aqui juntas?

 

— Não... – Digo sem olhar para seu rosto. — Eu nunca pensei na possibilidade de namorar a garotinha intrometida que conheci no parque.

 

Camila solta um riso fraco e apoia o queixo no meu peito me encarando. Eu ainda sem olhar para ela, sinto aqueles olhos me queimando como lava de um vulcão. Abro meus olhos e encaro seus olhos sem conseguir conter um sorriso grande.

 

— Já pensou qual curso quer fazer, Jauregui?

 

— Direito! – Digo sem ao menos pensar.

 

Há dias venho pensando em que faculdade quero seguir, e acontecesse que direito sempre foi algo que eu achava fascinante, claro, isso é uma novidade para minha namorada, nós nunca chegamos a falar sobre isso.

 

— Sério? - Pergunta obviamente surpresa. Confirmo com a cabeça e Camila me olha espantada. — Nunca pensei em você como advogada.

 

— Ora, por que não? Não sou séria o suficiente para você? – Questiono divertida.

 

 

— É! Eu pensava que você fosse escolher por moda, sei lá, você gosta desse negócio de ficar vendo desfiles, escolher combinações de roupas. Essas coisas de patricinhas. – Diz divertida.

 

 

— Camz, é só passatempo. Eu sempre gostei desse negócio de leis e toda essa áurea justa que ronda a profissão. Minha vontade mesmo é ajudar as pessoas, principalmente os pobres e inocentes. Sei que tem muito advogados que não valem nada, mas eu quero mudar isso, eu quero fazer a diferença. – Vejo Camila abrir um sorriso orgulhoso com o que eu falava, e apenas sorrio tímida e decido mudar o foco. — E você? Qual curso? – Antes  dela responder eu a interrompo — Já sei! Você vai fazer letras!

 

— Como sabe?

 

 

— Eu conheço minha namorada. -  falo presunçosa e recebo um olhar incrédulo de Camila.

 

— Você está insinuando que eu não conheço minha namorada?  – Se finge de ofendida e me dá um tapa no braço.

 

— Ai, Camz! – Grito-me levantando e subindo sobre o corpo dela e prendendo seus braços ao lado de sua cabeça. — Você vai se arrepender desse tapa!

 

Abaixo meu corpo e começo a assoprar o pescoço de Camila fazendo aquele famoso barulho de "pum". A latina abaixo de mim começa a rir e a se contorcer pedindo para que eu parasse. Se tem uma coisa que Camila não gosta, é cosquinha.

 

 

— Crianças, eu já estou indo!

 

Ouço minha sogra nos gritar e saio de cima do corpo da minha namorada me sentando na grama e encarando Sinu que estava parada encostada no batente da porta, com um vestido preto que ajustava perfeitamente seu corpo e lhe dava um ar mais sério, e no rosto uma maquiagem bem leve, seu cabelo estava preso em um coque arrumado e nos seus pés uma sandália branca.

 

— Uau sogrinha! Isso tudo é pra Julian? – Observo minha sogra ficar vermelha e levanto minhas sobrancelhas sugestivamente. — Esse Dr. Duncan não tá fraco não!

 

— Para amor! Olha como a mamãe está envergonhada. – Camila reclama assim que consegue se recompor depois da seção cosquinha. — Vocês vão sair, mamãe?

 

— Sim, querida. Vamos jantar! Clara vai ficar com Sofia pra mim.

 

— Hmmm... Juízo vocês dois, viu? Vou começar a controlar a hora que a senhora sai. – Eu disse fazendo hora com a cara da minha sogra. Era engraçado ver como ela ficava toda desconcertada quando falávamos dela com o namorado.

 

Não tem muito tempo que dona Sinu anunciou para nós que estava namorando. Na verdade foi uma grande surpresa para todos. Julian Duncan é um advogado dez anos mais novo que minha sogra, não que isso seja um problema, o fato é que nós nunca íamos imaginar dona Sinu namorando e ainda por cima com um cara mais novo. Ele era seu chefe e amigo do meu pai. Pelo que parece Julian é filho de um dos herdeiros da Enterprise Products, uma das maiores companhias de petróleo e gás no Texas. Ele veio para Miami assim que terminou a faculdade de direito e por causa do seu sobrenome seu escritório de advocacia era muito renomado e sua competência em solucionar casos complicados o tornou o advogado mais bem-sucedido de Miami, isso tudo só com trinta anos. Esse cara é foda!  Eu não entendi muito bem como ele e meu pai se tornaram amigos, mas pelo que papai nos conta, eles se conheceram quando Julian se mudou para cá. O fato é que minha linda sogrinha está apaixonada e pelo jeito que Julian a olha e a trata eu suponho que ele também sente o mesmo por ela.

 

Ouvimos um som de buzina saudando no lado de fora. Era Julian! Sinu se despediu de nós e nos pediu para levar Sofia para minha casa. Disse também para eu e minha namorada nos comportar, já que a casa ficaria só para nós, e isso me deu uma ideia.

 

[...]

 

Conseguir ligar para as meninas e combinar com todas para uma festa do pijama, apenas nós. Só para jogar conversa fora e comer. Não tem coisa melhor que isso!

 

 Enquanto esperávamos as meninas chegar, eu e Camila levamos Sofia para ficar com minha mãe. Ela amou saber que ia dormir com minha irmã, a amizade delas cresce a cada dia e eu não sei se fico feliz ou incomodada com isso.

 

Camila arrumava os colchões na sala perto da tv e eu preparava alguns petiscos na cozinha. Cerca de uma hora e meia depois ouvimos a campainha tocar.

 

- Cadê aquela branquela azeda? – Revirei meus olhos quando ouvi a voz de Dinah. – Eu trouxe bebidas!

 

— Nós não vamos ficar bêbadas, né? – Não consegui segurar o riso quando ouvi minha namorada falar. É claro que íamos ficar bêbadas!

 

— Claro que não, Camilinha. Isso aqui é para lavarmos o banheiro. – Ironizou — Se você não quiser, sua namorada vai querer. Cadê ela?

 

 

— Estou aqui projeto de Beyoncé! – Exclamei saindo da cozinha e indo para a sala. — Só chegou você?

 

— Claro que sim! A diva sempre chega primeiro.

 

Dinah mal terminou de falar e ouvimos a campainha tocar de novo. Camila foi abrir a porta e voltou com Kendall e Cara, as duas estão namorando já tem quase dois anos. Desde aquele ano novo as coisas mudaram um pouco para minha amiga, eu achei que ela não ia conseguir superar a paixão que sentia pelo meu irmão, mas eu estava enganada. Cara faz um bem tão grande para Kendall, minha amiga amadureceu demais e isso me deixa muito feliz.

 

— Floquinho de neve! – Kendall grita pulando no meu colo. Eu disse que ela amadureceu? Acho que me equivoquei.

 

— Sai de cima de mim! Meu deus, como osso pesa! – Fingi irritação e empurrei minha amiga do meu colo. – Oi Cara.

 

— Oi Laur.

 

Não demorou muito mais que meia hora para todas as outras chegarem. Vero e Lucy estavam cada dia mais grudadas, eu nunca imaginei que minha amiga iria ficar desse jeito.  Ally estava meio cabisbaixa, Troy foi para Chicago, parece que seu pai o levou para conhecer uma faculdade que fica a uma hora de distância da cidade, e é claro que isso está causando muito conflito entre os dois, porque pelo que parece, se o Troy passar para essa faculdade eles ficariam longe, e de Miami até lá fica a um dia de viagem. Esse é o preço que pagamos por crescer.  Mani foi a última a chegar, ela estava em um encontro com algum menino. Isso vinha acontecendo direto, acho que Normani se tornou a pegadora do grupo, conseguindo superar Kendall, Vero e eu. Também pudera, essa preta é linda demais!

 

 

— Eu sempre desconfiei dele! – Vero pega mais um pedaço de pizza e toma um gole da cerveja. — Aquele Shawn nunca me enganou. – Fala com a boca cheia.

 

— Eu não acredito até hoje que o Shawn é gay!

 

— Pelo amor de Deus, né Ally! Aquele menino exala homossexualidade. – Ironiza Dinah.

 

 

— Eu nunca desconfiei. – Ouço Camila murmurar do meu lado.

 

— Claro que você não desconfiava. Ele sempre dava em cima de você, eu não acredito que senti ciúmes disso! – Exclamei gargalhando.

 

Shawn, aquele menino que sempre dava em cima de Camila e que uma vez tentou sabotar nosso namoro, foi encontrado o ano passado dentro do banheiro com a calça até o tornozelo em uma posição bem constrangedora e o pior, Austin Mahone, um garoto mais velho do terceiro ano, estava com o seu negócio encaixado na bunda de Shawn. Isso foi a maior fofoca do colégio, me lembro que não se falava em outra coisa. Hoje em dia, Shawn se mudou de escola e, pelo que parece, se assumiu gay e está namorando o tal Austin.

 

 

— Do que você não tinha ciúmes, Jauregui? – Questiona Kendall, enquanto dava um pedaço de pizza na boca de Cara. — Até de mim você teve!

 

 

— De você eu tive motivos! E vamos parar de falar disso. – Reclamo e puxo Camila pra se sentar entre minhas pernas.

 

 

— Quem sumiu mesmo foi a Keana, né?

 

 

— Verdade, Lu. – Veronica beija a bochecha da namorada. — Essa depois que se declarou para Jauregui e levou um fora, sumiu!

 

 

— Nem me lembre dessa menina! – Abraço mais forte minha namorada. — Eu estava quase voando no pescoço dessazinha.

 

 

— Ui, quem te viu, quem te vê, heim Mila! – Brinca Normani.

 

 

Keana uma vez se declarou pra mim quase que na frente da escola toda. Eu de inicio fiquei sem reação, eu sempre desconfiei dos sentimentos dela por mim, mas achava que era coisa da minha cabeça e que aquilo não passava de uma pequena atração. Mas Keana foi capaz de se declarar em frente a todos, principalmente da Camila. Aquilo também gerou um tormento e tanto dentro da escola. Até que conversei com ela e disse que nada que ela fizesse ia me fazer largar minha latina. Eu já estava destinada a ela desde muito tempo. Bom, depois desse dia em que conversei com ela, Keana passou uma semana ou mais sem ir para escola e descobrimos que ela se mudou de país.

 

 

— Keana foi pra onde mesmo? – Questiona Ally.

 

 

— Acho que foi para o Canadá. – Digo.

 

 

Ficamos ali conversando por muito tempo nos lembrando das coisas que aconteceram nesses anos. Assim que tocamos no nome de Beatrice, um sorriso nostálgico surgiu em meus lábios. Essa menina significa muito para mim, senão fosse por ela, hoje eu não estaria aqui sentada com minha Camz e fazendo carinhos involuntários sobre suas coxas.

 

 

— Essa Beatrice safada foi mesmo embora atrás da Jessica. – Dinah reclama. — Eu sinto falta dela.

 

 

— Eu também... – Todas falam em uni som.

 

 

Bea foi para o Brasil terminar o colegial e morar com a Jessica. No fundo nós sabíamos que isso ia acontecer.

 

 

— Agora vamos ser sinceras. – Ouvimos Cara falar. — A mudança mais drástica nesses dois anos foi da minha morena, né? – Ela fala olhando para Kendall e lhe roubando um selinho.

 

 

— Quem diria que a Kendall ia conseguir superar o Jauregui. – Dinah deixa escapar e a sala fica em silencio. Camila se mexe desconfortável e Kendall abaixa a cabeça. — Opa, acho que falei demais. 

 

E naquele momento eu percebi que minha amiga não conseguiu superar cem por cento o que sentia pelo meu irmão. Ele hoje em dia já terminou a faculdade e está trabalhando em um escritório de arquitetura em parceria com alguns amigos de faculdade. Meu irmão não namorou mais, nunca mais apareceu com outra namorada lá em casa, as vezes acho que ele sente falta da Evanna, já até cheguei a questioná-lo sobre isso, mas ele disse que não sente mais nada por ela e que não namora ninguém porque ainda não encontrou alguém que vale a pena. Sei não, mas acho que meu irmão percebeu que gosta de Kendall e agora está sofrendo com o namoro dela, mas fazer o que se ele foi burro quando a tinha nas mãos.

 

 

— Que tal um terrozinho agora? – Dinah perguntou.

 

— Deus é mais! Se for pra ver terror eu vou embora pra minha casa! – Ally fala fazendo todo mundo gargalhar.

 

 

— Qual é Allyzinha, depois a gente joga água benta. – Zoando Kendall deita no colchão puxando Cara para se deitar com ela.

 

 

— Amor, eu não quero ver terror. – Se torna meio impossível resistir ao biquinho que Camila faz. Puxo seu rosto um pouco para cima para eu poder bicar seus lábios.

 

— Ew, vocês são nojentas. – Resmunga Dinah. — Vamos de terror, eu decidi!

 

 

E assim foi. Dinah colocou “Invocação do mal” e eu achava que era remotamente impossível alguém tremer tanto igual Camila estava. Ela parecia aqueles filhotes de pinscher quando está com frio. Agarrada em mim com as pernas envoltas da minha cintura e o pescoço enterrado no meu pescoço, e foi assim que  Camila “assistiu” o filme. Pouco tempo depois quase todas estavam dormindo, incluído Camz. Com muita dificuldade eu me levantei e levei o resto da pizza e as garrafas de cerveja para a cozinha. Quando voltei, fiquei parada na porta observando por um momento minhas amigas e minha namorada deitadas no chão daquela sala. Um sentimento de felicidade invadiu meu peito e eu me senti completa. Por mim seria assim para sempre, todos que eu amo perto de mim e fazendo parte da minha vida.

Mas infelizmente nem tudo é do jeito que queremos...

 

 

[...]

 

 

Narrador

 

Na manhã seguinte as meninas levantaram com um pouco de dificuldade. Sinu ligou informando que ia direto para o trabalho e que isso consistia em elas ficarem com Sofia e Taylor, já que Clara ia ter que sair e Mike ia trabalhar.

 

Com todo o sono que ainda estava impregnado em seu corpo, Lauren levantou em tropeços e foi fazer sua higiene matinal e arrumar o café para suas amigas. Camila levantou logo em seguida, também indo fazer sua higiene. Aos poucos todas foram acordando e ajudando a colocar as coisas no lugar. Clara passou lá cerca de duas horas depois para deixar Taylor e Sofia, que foram correndo para a casa da arvore brincar. Quando estava quase na hora do almoço, Lauren sugeriu as amigas para almoçar fora, já que todas estavam com preguiça de ir pra cozinha fazer almoço.

 

E assim fizeram. Se arrumaram e saíram andando mesmo pelas ruas de Miami. Conseguiram achar um restaurante perto da praia e decidiram ficar por ali mesmo. Almoçaram em meio a brincadeiras. Taylor e Sofia riam das palhaçadas que faziam sem ao menos entender do que falavam. Quando terminaram de comer, Sofia e Taylor imploraram para que levassem elas em um parque para brincarem. Lauren não achou má ideia, já que teriam que ficar com elas ia ter que fazer de tudo para que elas não ficassem no tédio. As outras meninas tiveram que ir embora, restando apenas Camila, Lauren, Sofia e Taylor.

 

Caminharam animadas para o parque, uma de mãos dadas com a outra. Sorrisos largos e felizes, mas de repente Lauren sentiu um calafrio na espinha, sentiu como se tivesse sendo seguida. Olhou para trás diversas vezes procurando por alguém que as tivessem seguindo, mas não encontrava ninguém, então julgava ser apenas coisa de sua cabeça.

 

Quando chegaram no parque, o mesmo que elas tinham ido uma vez com a escola, sentou em uma arvore de raiz grande se encostando no tronco, enquanto Camila sentava entre suas pernas. Disse as duas crianças que elas poderiam brincar ali por perto, e que não fossem para muito longe.

 

Sofia e Taylor começaram a correr atrás dos pássaros que pousavam no gramado do parque. Sem perceber já estavam brincando de pique, uma pegando a outra. As gargalhadas que elas davam poderiam ser escutadas de longe e esse som já deixava Lauren e Camila tranquilas. As adolescentes se descuidaram um pouco das pequenas e ficaram apenas trocando carinhos e beijos apaixonados. Nem observaram quando um homem com uma calça jeans surrada, sapatos velhos e blusa de moletom preta com o capuz na cabeça passou por elas as observando com atenção. Sofi e Taylor agora estavam perto do grande lago que tinha ali, uma sentada do lado da outra observando o balança que a agua fazia no lago. Taylor, deitou-se sobre a grama e fechou os olhos, pensando no quanto era feliz por ter sua amiguinha por perto.

 

 Sem que pudessem perceber, o homem se aproximou de Sofia, tampando a boca dela com um pano branco com um produto que a fez desmaiar e assim ele a levou. Taylor quando abriu os olhos não encontrou por Sofia ao redor e correu para perto de sua irmã.

 

 

— Lo?! A Sofi sumiu! 


Notas Finais




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