História Made of Silver - Capítulo 7


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Categorias A Rainha Vermelha, As Crônicas De Gelo e Fogo (Game of Thrones), Jogos Vorazes (The Hunger Games)
Personagens Ann Walsh, Caesar Flickerman, Elara Merandus, Evangeline Samos, Farley, Julian Jacos, Kilorn Warren, Lucas Samos, Mare Barrow, Príncipe Maven Calore, Ptolemus Samos, Tiberias Calore "Cal" VII, Tiberias Calore VI
Tags Drama Romance Ação Guerra
Exibições 31
Palavras 1.226
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção Científica, Magia
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Eu sei, esse episódio é mais curto...
Mas vocês estão pedindo para eu postar com mais frequência, então eu decidi postar menos, porém mais vezes.
Nesse episódio vocês começam a entender o plano que Liza tinha comentado em outros capítulos, mas não tinha desenvolvido ainda. Ele também é {mini spoiler}: o título do capítulo.
Espero que gostem!

AHHHH, UM AVISO!
Acho que há uns dois capítulos para cá eu tenho escrito no presente, sendo que nos outros está escrito no passado. Fiz isso pois achei que vocês entenderiam melhoro que está acontecendo... Comentem se vocês preferem no presente ou no passado!

Boa leitura!

Capítulo 7 - Felicidade infinita


Como era de se esperar, Cal vem em minha direção quando saio da sala. Ele se esquiva entre os comentários do irmão e as perguntas da noiva para falar comigo. Percebo que minha irmã presta bastante atenção nele e me pergunto se eles já se conheciam antes do noivado. Ao meu lado encontra-se Henry, que está falando algo sobre o exército. Sorrio, mas não ouço. Essa era a hora perfeita para construir um plano para acabar com essas situações de uma vez por todas, mas minha cabeça está vazia.

– Liza, Liza! Elizabeth. – Cal sabia que eu pararia quando falasse meu nome, e parei. Me viro acompanhada do novo general. – Henry, poderia dar-nos licença?

– Mas é claro, majestade. Nos vemos depois, Lady Elizabeth. – Ele curva a cabeça e sai andando. Por que ele me veria depois? 

– Vamos indo? Temos uma reunião agora e sua irmã nos atrasou um pouco. – eu odeio quando ele finge que nada está acontecendo. É algo que cabe a ele, mas é muito irritante. Acento com a cabeça e começo a andar. – Acho que ele gosta de você.

– Quê? Quem?

– Henry Osanos, parecia animado demais com o fato de estar indo à guerra, não acha?

– Deve estar animado, pois sabe qua não vai morrer. 

– Nunca se sabe disso. Por isso preparamos cada soldado, como já sabe.

– Mas não há nenhum deles na linha de frente. – Eu realmente passo dos limites ao provocar ele assim. Consigo deixa-lo mais irritado do que já estava.

– Você sabe que é complicado. – disse, cerrando os dentes  – Além do mais, há a ameaça dos dragões.

– Claro, culpe os dragões. Que tal culpa-los pelos ataques terroristas? Ia nos poupar muito trabalho, não acha? – Foi a gota d'água, ele percebeu que estava ainda mais irritada que antes, quando tinhamos conversado.

– Você falou com Mavey... Olha Liza, você precisa nos ouvir. Esse casamento não é o que parece, eles não tiveram escolha. Sua irmã chamou atenção demais, tem poderes que não sabemos explicar, que eram desconhecidos até pouco tempo. Não podíamos deixar ela conosco sem motivo nenhum. Além disso, não sabíamos que você voltaria... 

– Ser uma Titanos já não é mais motivo suficiente para ficar nesse castelo? Pelo que eu saiba fiquei aqui pelo simples fato de eu possuir esse sobrenome.

– Você sabe que também é diferente. Você possui mais poderes que o normal e sabe disso. – ele quer fritar, mas não pode – Você e sua irmã estão na mesma situação, mas ela é novata nessa história. Achamos melhor termos um bom motivo. Evangeline suspeitaria de algo se ela se casasse comigo, foi assim que Maven entrou na história. Ele não quer...

– Não me importo como tudo isso aconteceu, Cal. – digo, interrompendo-o – O que eu sei, é que não vou causar uma imensa fofoca sobre o príncipe que traiu a esposa com a irmã, independente do que Maven sinta. Não sou esse tipo de pessoa e você sabe. Minha vida em Piedmont estava ótima até isso tudo acontecer, a rainha tinha me oferecido uma proposta para dar aulas de história. Eu não quero ficar aqui, com Maven ou sem Maven, com irmã ou sem irmã. – minha voz subiu vários tons durante esse argumento. Não sei se alguém está nos escutando, porém não me importo. Já estava cansada de fingir que estava tudo bem, pois não está.

– Não sabia dessa proposta... Meu pai não me disse nada sobre isso. – ele sabe que não pode fazer nada a respeito. – O ponto é que não pode ficar brava com Mavey, ele não tem culpa. Vocês não conversam direito à um tempo. Não seria melhor se sentar e conversar um pouco?

– Não tenho tempo para isso, Elara não me deixou tempo livre. – a coisa mais verdadeira que digo desde que cheguei aqui. – Você bem sabe, tem os mesmos horários que eu e provavelmente mais depois do jantar. – Ele sorri, e eu sei que está tramando algo.

– Ótimo, então não tem planos depois do jantar? Vou avisar Mavey. – dessa vez eu que abro a boca para contestar. Não sou rápida o suficiente. – Você ainda gosta de conversar no jardim?

– Você vai desistir disso algum dia?

– Não. – ele diz com um sorriso no rosto, com um toque de malícia. Entramos na área de treinamento. Todos se levantam com a presença de Cal, fazem uma reverência e se sentam. Ele agradece, me apresenta à aqueles que não se encontravam antes e começa a falar. Comento algumas técnicas de batalha usadas por rebeldes vários anos atrás, e como dete-las. A conversa vai e vem, mas paramos no mesmo lugar. – Precisamos nos infiltrar na Guarda Escarlate, só parando seu coração paramos os seus movimentos. – o herdeiro estava realmente animado em conseguir parar esses ataques antes de subir ao trono. Na verdade estava preocupado, mas não disse nada, nem dei apoio moral. Ele é determinado demais para não conseguir isso até que Tiberias falecesse.

Saindo meia hora antes do jantar, Cal me diz para ir ao jardim depois de comer. Não digo nada. Não me encontrarei com Maven só para ele tentar melhorar a péssima situação em que estou. Ele não vai conseguir, nem ele nem ninguém. Preciso achar alguém que odeie esse sistema igual a mim, alguém que esteja disposto a arriscar tudo para uma vida melhor. Não conheço ninguém ainda, mas entendo o que devo fazer. Não posso ficar me escondendo nas sombras, devo me comunicar com as pessoas, entender em quem devo confiar e quem me afastar. Preciso de aliados.

Ao chegar no quarto, a banheira já está pronta e as criadas esperam pacientemente para me arrumar. A água está morna, um pouco fria demais. Quando saio, sou enrolada em uma toalha. As senhoras mostram os vestidos que posso escolher para o jantar. Escolho um vestido lilás pregado da cintura pra cima com pequenas flores distribuídas cobrindo o decote até abaixo do pescoço. Bonito e amigável, um jeito preciso para criar aliados aqui em Norta. Imediatamente as vermelhas começam a fazer meu cabelo e maquiagem, pedi que não exagerassem muito, pelo fato que ainda querer perecer uma comandante. Com o cabelo e maquiagem quase finalizados, elas colocam o vestido em mim. Passam o batom, e prendem a mecha final. 

Mas o cabelo ainda não estava pronto. Mais uma vez, a criada mais velha abre a caixa que já tinha visto pela manhã. A mesma tiara de prata com pedras de kunzita, era linda, era da rainha. Dessa vez a criada foi mais rápida que eu, antes de eu negar o uso mais uma vez, ela diz com voz mais firme que o normal. "Não são ordens da Rainha Elara". Concordei, Elara tem outra Titanos para bajular, uma que provavelmente ainda caia em seus truques. Não sei quem me mandou o presente, mas aceitei. Outra estratégia para que as pessoas confiem em mim. Eu tenho poder aqui dentro, é isso que essa tiara diz. Elas enfeitam perfeitamente a minha cabeça, me dando ar realeza. Ponho os sapatos de salto prateados e as dispenso. Antes de sairem completamente do quarto, ouço um murmuro "Ela é quem deveria estar noiva  do príncipe". Não entendi porque ela disse isso, mas não importava mais. Não quero a vida de princesa nesse castelo burocrático, não quero viver assim. Rodeio o quarto por alguns minutos, quando o relógio aponta 18h15 saio do quarto, não para o jantar, para a missão. Dar a todos uma felicidade infinita.


Notas Finais


Espero que tenham gostado!
Comentem sua opinião, sugestões ou perguntas!
Vou tentar postar o próximo até daqui 5 dias. Eu torci o pé então vou ficar mais em casa esses dias, assim acho que o próximo vai ser maior do que esse...
Bjbj


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