História Made of Stone - Capítulo 17


Escrita por: ~ e ~LadyLunaRiddle

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Hermione Granger, Lord Voldemort
Tags Tomione, Volmione
Exibições 332
Palavras 3.383
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Novo Capítulo! :3
Continuem sendo os fofos de sempre, o/ amamos!!
Enjoy it!

Capítulo 17 - Deliciosa Escuridão


Fanfic / Fanfiction Made of Stone - Capítulo 17 - Deliciosa Escuridão

Entre missões, relatórios, a rotina dos comensais da morte era apertada e acirrada, conforme o tempo ia passando, sem contar que não só a Ordem da Fênix estava dando problemas, outros inimigos do Lord das Trevas, como Sven estavam quase sempre no enlaço deste, bem para quase todos era esta rotina, por ordem do seu mestre haviam voltado a Londres.

 No entanto, no quarto particular do Lord das Trevas em Dublin, Hermione continuava presa,  estava bem quieta do que era seu normal, até a Nagini , sua única companhia naqueles dias estava estranhando a humana estar daquele jeito, parecia que ela iria rebentar ou algo do género de tão tensa que estava.

Desde que havia descoberto que ele estava no enlaço do livro de runas que havia feito com que “Hermione Granger” desaparece-se do Mundo e que era um receptáculo de Horcrux, a castanha estava incrivelmente angustiada e tensa, aquele energúmeno idiota que identificava-se de Lord das Trevas só podia não ter muito conhecimento da natureza humana, ou achava-se acima de todos, porque não era possível, alguém ser tão …insensível, tão desligado das emoções como esse ser era.

Ele havia-a tornado uma horcrux viva e andante, não era difícil de admirar que ela tivesse mudado de comportamento, tendo sentimentos que não eram seus, até seus…impulsos na direcção dele, fossem reflexos do que ele próprio queria em direcção a ela. Seria?

Era tão irritante ser controlada e manipulada por …um pedaço de alma dele, por amor de Merlin, cada vez que pensava mais angustiada e irritada ficava.

Vindo ali, ajudando na amaldiçoada missão que Dumbledore lhe dera, havia assinado a sua sentença de morte, ela sabia qual seria o seu fim no final de tudo aquilo, ela iria morrer, a vontade era de gritar até que as paredes interiorizassem o seu sofrimento perante aquele futuro nada abonatório.

E no meio de seus pensamentos negros, atiraram com metade das coisas que estavam perfeitamente organizadas na biblioteca particular dele, ao chão e isso lhe dera um sentimento de relaxamento e continuara fazendo isso, até fartar-se, não era seu normal fazer isso com os livros, mas a raiva era maior, acabara no final, ajoelhando-se no chão, cansada e esgotada, olhando em volta.

Fazia semanas inteiras que ele não aparecia, pelo menos tinha decência de desaparecer por um tempo ou então estava ocupado fazendo crueldades e maldades ainda maiores, fosse qual fosse a hipótese era óptimo, vendo o estrago que fizera, pegara a varinha e arrumara tudo no local até dar de caras com algo que lhe chamou a atenção.

Um livro preto de couro, sem nome e sem identificação, lembrava em muito o diário de Tom Riddle quando vira no segundo ano, pegando do chão, folheara-o, não tinha nada escrito, não seria possível que ele tinha uma obsessão por diários mágicos, não?

Ouvira um barulho de passos no corredor, desde que os comensais tinham ido embora, ela tinha ficado de ouvido mais apurado, guardara rapidamente o diário na prateleira respectiva, voltando á porta da frente, vendo a barreira ser levantada…vira que era…o elfo, suspirara de alivio, não estava ainda em condições de rever aquele maldito.

Vira que deixara a sua refeição, mas ela estava ansiosa para saber que se passava.

—Hm, desculpa…

—S-Sim, senhora?

—Não fique com medo…- Tentara falar no seu tom mais gentil, ao que o elfo ficara bem emocionado.- poderia -me dizer…hm, se há algum Profeta Diário actual por aqui?

—Não, senhora…mas Puffi pode conseguir…

—Ficaria muito feliz, Puffi…- Segurara as mãos do elfo, apertando gentilmente ao que ele emocionara-se de verdade, começando a chorar, ao que Hermione ajoelhara-se novamente, abraçando-o.

—Muito Obrigada…

—De nada, Senhora…trazer para a senhora em um instante…

A castanha assentira, vendo o elfo desaparecer num “POP”, começara a ver a refeição, começando a comer, depositando o resto de sua raiva na comida, sentindo-se claramente mais calma, talvez um pouco de quebra de coisas e canalizar a sua raiva noutros locais tivesse feito o bem que ela precisava.

Agora, precisava voltar a focalizar no que precisava…notícias do Mundo lá fora e pensar no seu plano de captar a atenção dele, ela precisava de sair daquele amaldiçoado castigo onde estava a mercê dele, conforme ele queria.

Ela precisava de sair dali…sem contar que não dava notícias á Dumbledore ao tempo, suspirando fortemente, ela precisava contar as novidades e mantê-lo a par.

Mas, o que ela podia fazer?

Seus pensamentos foram interrompidos pela chegada do elfo com o Profeta Diário para ela, parecendo imensamente feliz de ajudá-la, ao que ela sorrira gentilmente para ele.

—Muito obrigada, Puffi… que aconteceu com o outro elfo?

—Foi para Londres por ordens do Lord das Trevas, senhora…

—Entendi, obrigada Puffi….

E olhando as noticias logo na primeira pagina, uma noticia deveras interessante, sobre o nome que ela havia visto no escritório dele, desde aquele dia, ele selara o local com todo o tipo de magia que ela podia de fato retirar as protecções mas depois sofreria a ira do homem e convenha-se que não era de fato um plano inteligente.

Andrey Sven ataca em Londres.

Esse homem tinha algo a ver com o passado dele de certeza, mas quem ele era? Era um nome que realmente Hermione nunca havia ouvido falar, mas parecia aborrecê-lo bastante já que tinha relatórios inteiros sobre, parecia que este o aborrecia bem mais do que Harry.

Era bem curioso mesmo, mas que ela podia fazer?

Acabando a sua refeição e acabando de ler as notícias do Profeta, Hermione olhara em volta do quarto focando seu olhar em Nagini que encontrava-se dormindo depois de ter comido, bem mais um animal morto, aquilo arrepiava-a, mas sinceramente já estava acostumada após tanto tempo presa ali.

Perguntar a ela seria meio inútil, ela era fiel demais ao Lord das Trevas.

Seu olhar deslocara-se para a biblioteca e recordara-se novamente do livro que havia visto, talvez fosse mesmo outro diário…não?

Mas, mal ela colocasse seu nome lá ou escrevesse, ele poderia vir a saber, mas era um risco que ela tinha que tomar, não era?

Afinal, ela já tinha uma sentença de morte mesmo.

(…)

Na sua mansão em Londres, o Lord das Trevas olhava pela janela, o movimento veloz da vida fora dali, além da movimentação frenética dos comensais, para alguém reflexivo que nem ele, ficar demasiado tempo sem o que fazer, era bem grave.

Ele não sentia a mesma vontade de antes de fazer com que tudo fosse de acordo com seus planos, algo faltava ali, algo maior…porque ele queria aquele poder todo? Porque ele queria tanto o respeito e o temor de todos?

Aquele lado angustiante não existia antes de ter querido um aprendiz, de ela ter entrado na vida dele.

Ele suspeitava que isso teria a ver com o maldito feitiço do charme da serpente alada que ele fizera em Hermione, ela havia adivinhado parte do que fazia, ela era um receptáculo de Horcrux, mas ia além disso, ele sentia tudo que ela sentia em troca…ele sabia dos riscos de usar um ser humano vivo naquele feitiço.

Sentia toda a sua raiva, fúria e um sentimento tenebroso ao menos para ele, de que iria morrer. Mas isso, não fazia nenhum sentido. Aquela horcrux dentro dela fazia com que ela fosse imortal que nem ele.

Tudo isso o mantinha distraído dos seus planos e isso era grave, mas ele mesmo tinha procurado aquilo que aguentasse-se com as consequências, não é mesmo?

Olhando o profeta Diário de hoje, ele estampava o porque de ele não poder manter-se distraído, Andrey continuava intrometendo-se em seus planos e querendo de todas as maneiras, perturbá-lo.

Suspirando longamente, fora até a uma mesa na ponta do seu enorme e luxuoso quarto, buscando um copo de Firewhisky, bebendo e sentindo o quanto ardia ao passar por sua garganta, conforme suas memórias passavam livremente em sua mente.

“ De todos os países que Tom Riddle havia sonhado um dia pisar desde que havia saído de Hogwarts em busca de estudar mais magia, incluindo as que eles insistiam em omitir dos Estudantes medíocres e medrosos, como Magia Negra, ele nunca tinha pensado na Albânia, local curioso diga-se de passagem, se não fosse a Dama Cinzenta lhe dizer que era um dos melhores locais para aprender magia toda que ele quisesse, incluindo encontrar o Diadema perdido de sua mãe, ele de fato nunca teria pisado ali.

Era pleno inverno, o frio alastrava por aquelas terras, ele tinha que usar de muita magia do aquecimento sob suas roupas para aguentar todo aquele frio.

Caminhar pelas florestas daquele local não era uma aventura para qualquer um, além do frio, era uma floresta fechada, escura além de bem densa, repleto de árvores e sem caminho visível, estava repleto de Hinkpunks e outros animais mágicos que se não tivesse cuidado, poderia bem ser apanhado de surpresa por um.

E num dos dias que estava seguindo o mapa que ela havia indicado, havia chegado numa clareira que estava até iluminada, mas quando ia caminhar na direcção da árvore que Helena Ravenclaw havia dito, um Pukwudgie tentara atacá-lo, mas era bem estranho esses animais pertenciam estar nos EUA , não ali mas um feitiço vindo sabia-se lá de onde derrubara e atordoara o animal, a tempo de ele o deixar bem morto no chão.

Um riso que não devia de estar ali, tambem tomara conta do local, quando olhara para o seu lado direito, vira um homem ruivo sorridente vir e olhar para o chão, suspirando aborrecido.

—Boa defesa…mas era um espécime único e raro por aqui sabia…

Tom continuava a olhar o forasteiro apontando a varinha em posição de ataque, ao que o outro mantinha a sua na mesma posição, até que num ato de boa vontade baixara a sua, erguendo os braços como em paz.

— Mas sei reconhecer talento, quando vejo um…

—Inteligente , você…Você não é inglês, pois não?

—Não, sei falar mas…sou russo…Andrey Sven…é o meu nome…

—T-…- Quase dizera o seu nome de baptismo, que sua mãe lhe havia dado, mas ele não respondia mais por esse nome, não era?- Voldemort…é o meu nome.

—Prazer, Voldemort….em conhecer…

Tom limitara-se a assentir, dando um leve sorriso para o que havia acabado de conhecer, ao que este correspondera com um largo sorriso. “

Uma batida na porta despertara-o para a realidade, voltando o olhar na direcção da mesma, somente rosnara impaciente.

—Entre…

E na porta surgia Severus Snape que já estava fazendo a vénia, ao que ele revirara os olhos e focara nele, vendo-o leves escoriações e feridas pelo corpo do comensal, ao que semicerrara os olhos.

—Que aconteceu?

—Sven está atacando Hogwarts …

—Claro que está…e sei bem porque…- E  num ímpeto de fúria, atirara com a garrafa de firewhisky ao chão, focando o olhar na rua.

Ele conhecia muito bem o homem como para saber que ele encontraria jeito de o tentar derrubar, mas ele já encontrava-se preparado para isso, sua fiel espiã já havia avisado que ele queria a varinha das varinhas.

Snape franzira o cenho, vendo que de fato ele esperava algo como aquilo, tanto que lhe sobrava só uma questão.

—Que vamos fazer, meu senhor?

—Deixe Dumbledore lidar com isso…tenho certeza que ele aguenta…agora reúna todos os comensais , sem excepção no salão principal…

—Sim, meu senhor…

E rodando sua capa preta, Snape sumira pelas portas novamente, enquanto que Voldemort olhava em volta do quarto, meio descontrolado emocionalmente, algo como deleite e alegria o estava distraindo do essencial… aparatara.

(…)

De facto, mais que uma adolescente apegada, Voldemort tinha mesmo uma espécie de gosto por diários mágicos, constatava Hermione ao ver o que guardava cada memória que ele armazenava ali, tinha descoberto muitas coisas interessantes na realidade, incluindo até sobre ela.

O que era de facto bem interessante, infelizmente isso a distraira tanto que esquecera de pesquisar sobre Sven, porque ele tinha paginas inteiras de memórias sobre ela. Quem diria?

Um sorriso maldoso surgira nos seus lábios , ao folhear e beber um suco de abobora que tinha pedido ao elfo, infelizmente o seu momento de diversão havia atrasado bastante o que ela deveria de ver,mas não havia mais tempo, um som de aparatação surgira no quarto, guardara rapidamente o livro e fora até ao centro do quarto, vendo-o ali olhando para ela, com vontade de a engolir chão a dentro, o que a fizera ficar bem quieta e séria.

—Feliz com o que, Hermione?

—Olá para você, também…bem tive que me entreter…- Apontando um livro qualquer que ela pegara da prateleira, ao que ele dera um sorrisinho sarcástico.

—Não sabia que as “Poções mais Mortiferas e sem antidoto do Mundo Antigo” eram divertidas…

—Bem, tendo em conta que tenho parte da sua alma dentro de mim, não posso reclamar não é mesmo…de minhas noções de diversão estarem meio distorcidas…

Voldemort começara a sorrir macabramente, aproximando-se dela, segurando pelo braço, aproximando-a dele, ficando a centímetros de seus lábios.

—Aprimorou o seu sarcasmo ao menos…

—É, aprendi umas coisinhas…

Hermione sorrira mais, soltando-se do seu agarre no seu braço e quando ele ia pegar de novo, irritado com a afronta, ela colocara ambos os braços, sob os ombros dele, aproximando-se mais dele, mantendo seu sorriso.

—Vejo que aprendeu bastante…- Ele olhava para baixo, vendo perfeitamente o que queria do corpo dela e a mão direita dela descera por seu peito e uma reacção involuntária ocorrera em seu corpo, isso deixara-o deveras irritado com o efeito que ela tinha sob ele, e ela sabia pois o seu sorriso aumentara de sobremaneira.

E quando ela afastara-se, ele semicerrara os olhos , focando-a.

—Sou muito inteligente…- Tudo em sua voz o provocava e ele não podia dizer que não gostava, rindo mais lascivamente, aproximara-se dela, puxando-a pela cintura contra seu corpo.

—Me diga…porque está fazendo tudo isso? Não brinque com um homem, Hermione…- Sussurrara em seus ouvidos, ao que a castanha arrepiara a nuca ao sentir o hálito quente sob sua pele.

—Bem, há que convir…que é bastante divertido.-Sorrira, olhando nos olhos dele, ao que ele colocara seu cabelo para trás, deixando o colo dela a descoberto.

—É mesmo…mas não sou qualquer um…se bem que já não se recrimina…que aconteceu?

—Bem, que posso fazer..? Estou presa neste quarto, não tenho para quem voltar e bem…você é claramente…um homem interessante.- Ele notava todo o cinismo na voz dela, como alguém mudava em tão pouco tempo, não podia dizer que não gostava, ele estava amando, distorcendo seu sorriso, beijara-a com todo o desejo que possuía naquele momento, ao que ela correspondera em igual fúria e ímpeto.

—Apesar de estar achando bem interessante…este interlúdio… temos que ir…

—Está me libertando do meu castigo? É isso…?

—Não se preocupe…eu cobro o resto do castigo, depois…- Sussurra aos ouvidos dela, bem sugestivamente, ao que Hermione engolira em seco, dessa vez um pouco a medo.

Ela estava irritada e querendo perturbá-lo, mas ela não sabia em toda a extensão com quem lidava e ele sorrira ainda mais.

—Gostando mais dessa emoção que está sentindo agora…Hermione…- Pegando a mão dela e apontando a varinha para Nagini, aparataram .

Quando Hermione recuperara o equilíbrio, notava que estava num sitio conhecido…na sala de jantar da Mansão do Lord das Trevas em Londres, com Nagini em seus braços e ela era bem pesada, quem diria?

E olhando meio abestalhados, á medo e surpresos, estavam todos os comensais mais importantes de Lord Voldemort já fazendo a vénia a quem havia chegado.

Hermione rodara o seu olhar pelo salão, dando um sorriso a Draco que sorrira de volta, feliz de ela estar de volta mas havia alguém diferente ali, ao lado dele era a... Astoria?

E do outro lado dele, deitando seus olhares de raiva e despeito estava como sempre Bellatrix, ao que ela dera um sorrisinho de escarnio para essa, que segurava-se para não lhe lançar uma azaração ali mesmo.

Mas não tivera tempo para muitos mais detalhes,pois o Lord das Trevas começara a ordenar.

—Como viram, mandei convocar todos vocês…a missão é simples e de acordo com as informações passadas…- o olhar dele pousara em Astoria, que mantinha-se firme e séria, olhando para o centro da mesa, sem o encarar.-  o momento que Sven estará mais desprotegido será quando voltar do ataque dele a Hogwarts…será ai que vocês irão matar os seguidores dele, mas deixem o bastardo para mim… ele aprendera que não deve afrontar meu poder e se virem o livro da missão em Dublin, devem entregar a mim imediatamente…

Dito isso no seu tom mais sério e ameaçador, todos assentiram sem excepção e Astoria fazia surgir um mapa sob a mesa, sendo assim todos aparataram na direcção que o mapa indicava, algures na Rússia.

E quando Hermione iria aparatar, o braço dela fora segurado por Voldemort que olhara nos olhos dela, ao que ela mantivera-se séria, olhando-o.

—Cuidado…ele tentara atacar especialmente você…

—Porque?

Ele olhara-a de alto- a- baixo bem devagar, focando por último nos olhos dela, mas nada dissera limitando-se a aparatar, Hermione suspirara e deixando Nagini no chão, aparatara em seguida de encontro a outra missão e ela teria que chegar naquele amaldiçoado livro primeiro.

(…)

Enquanto isso em Hogwarts, as coisas não andavam nada boas, Dumbledore mantinha praticamente toda a sua energia, nas protecções para que apoiantes de Sven e este não entrassem e atacassem os estudantes.

Toda a Ordem da Fênix e os aurores estava ali mobilizada, atacando e defendendo a escola, mas Sven era incrível e um exímio feiticeiro, sabia bem o que ele procurava, isso estava exactamente em sua mão.

Após tanto tempo, uma brecha abrira-se no escudo e ele havia entrado, dando o seu mais maligno olhar na direcção dele, deliciando-se com os gritos de pavor e horror dos seus estudantes lá em baixo.

—Dumbledore…podemos resolver isto da melhor forma…

—Oras, meu caro Sven…ambos sabemos porque queres esta varinha, não é mesmo?

—Todos temos os nossos mistérios…- E acabando de dizer isto, atacara Dumbledore que defendera-se sem maiores problemas, ao que Andrey sorria, simplesmente ele amava uma boa luta.

E entre luzes dos feitiços que lançavam um ao outro, a luta ia-se desenrolando, não sobrando muito mais a Dumbledore do que defender-se, o outro não parava constantemente de atacar.

Mas no meio daquele duelo, uma flecha de cor branca brilhante, aparecera na frente de Sven que teve que defender-se desta, olhando para o lado vendo quem o poderia ter atacado, mas percebera tarde demais seu erro, pois no momento a seguir Dumbledore atacara rapidamente, atingindo-o na perna , ao que ele tivera que defender-se dos restantes ataques, não sem antes olhar para quem o havia distraído.

Pelas formas curvilíneas e cheias, só podia ser uma mulher, mas o longo capuz preto tapava o seu rosto.

A raiva consumia-o , era impossível no seu estado físico actual e com a perna dilacerando de dor e escorrendo sangue e pus, ele conseguir tirar a varinha das varinhas da mão de Dumbledore.

Lançando a varinha a sua garganta, pronunciara “Sonorus” e o feitiço aumentara a sua voz.

—HOMENS, RETIRAR…- E nesse exato momento, todos aparataram.

 Ao que Dumbledore respirando ruidosamente e cansado, virara para o lado vendo a pessoa que o ajudara, dera um leve sorriso de agradecimento.

—Quem é você? E porque me ajudou?

Nesse momento, a mulher retirara o capuz, mostrando os seus longos cabelos pretos sedosos e ondulados, escorrerem para a frente, seus brilhantes olhos verdes e lábios vermelhos, sorrira ainda mais.

—Meu nome é Freya…por nada em particular, Sr.Dumbledore…- E caminhando na direcção dele, guardando a sua varinha que ele notara que era incrivelmente branca com detalhes bem elegantes e folheado na ponta, ela aproximara-se do homem.

—Obrigado, mas que faz aqui?

—Bem…

Mas ela calara-se ao olhar alguém que havia acabado de aparatar apressado e na direcção de Dumbledore, um conhecido rapaz com heterocromia em seu olhar, abrindo a boca surpreso ao olhar para a mulher ao lado do Diretor.

—Freya…

—Olá, irmão…- Ele parecia incrivelmente tenso, olhando para ela, que desfizera a expressão de sorriso para uma mais séria.- Precisamos conversar, Rurik…

Rurik olhava para a irmã, engolindo em seco, mas assentindo para esta deixando para trás um Dumbledore sorridente, que fora coordenar os aurores e membros da Ordem.

Afinal, ainda havia muito por fazer, as Trevas não eram fáceis de serem derrotadas, algo lhe dizia que Sven iria ser uma dor de cabeça tão grande ou igual ao que Tom era atualmente.


Notas Finais


<3 Tell us something :3


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