História Madness - Capítulo 7


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Categorias 5 Seconds Of Summer, Jenna-Louise Coleman, Originais
Personagens Jenna-Louise Coleman, Michael Clifford
Tags Drama, Jenna Coleman, Madness, Michael Clifford, Romance
Visualizações 25
Palavras 1.555
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oláa pessoinhas. Acho que vão descobrir algumas coisas sobre Thom nesse capítulo, aliás, esse cap tem bastante descobertas, mas não quero dar spoiler kskdklskdls enfim, boa leitura!

Capítulo 7 - What is Going On?


UMA SEMANA DEPOIS

Sentei-me no sofá saboreando o último pedaço de pizza de quatro queijos que me restava. Thomas logo sentou-se ao meu lado com uma porção de batatas fritas na boca enquanto não parava de matracar sobre ter perdido para mim.

Era uma noite calma e estávamos jogando video-game e comendo (muito). Três dias atrás, finalmente tinha conseguido falar com ele e pedir desculpas pelas mentiras, segredos, e principalmente, pelos socos. Ele aceitou e até disse que sentia muito também.

Estranhei o fato de Thomas não ter tocado mais no assunto da heroína desde então, mas resolvi não dizer nada, afinal poderíamos brigar novamente. Se ele soubesse que havia aumentado minhas doses, não seria nada legal. A última coisa que precisava naquele momento era ter uma discussão.

Um barulho na porta tirou minha atenção da pizza. Era minha mãe. Provavelmente estava na nova casa de James. Desde quando toquei no assunto da morte de Char, mal nos falávamos e era difícil vê-la em casa, e quando raramente a via, sequer olhava-me nos olhos como costumava fazer, o que me deixava angustiado.

- O que aconteceu aqui? – Thomas indagou ao observar minha mãe caminhar para o quarto sem dizer uma palavra.

- Eu toquei no assunto da morte da minha irmã. Foi isso que aconteceu. – Suspirei com pesar.

- Sinto muito, cara. – Disse ao bater de leve em meu ombro na típica tentantiva falha de me consolar.

- Tudo bem. Não é como se ela ainda não falasse comigo, ela só esta distante. – Respondi ao terminar de comer a pizza.

- É, mães são complicadas... – Revirou os olhos ao pegar mais uma porção de fritas.

Thomas não falava muito de sua família, desde que sua mãe esqueceu de seu aniversário, ele nunca mais falou nada sobre todo seu “drama familiar”. Acho que no fundo sentia-se solitário e vazio, mesmo que odiasse admitir.

[...]

Assim que tirei o celular de meu bolso para olhar o horário, Thom praticamente o tomou de minhas mãos.

- Posso? – Pediu, ironicamente.

- Agora que você já pegou... – Cedi.

O observei mexer em meu celular até ouvir uma risada incrédula, o olhei sem entender, então Thomas mostrou-me a foto que havia tirado com Destiny. Franzi o cenho, ainda não entendendo o que ele queria dizer.

- Cara, essa garota...

- O que tem ela? – Indaguei ao tomar o celular das mãos dele.

- Eu conheço ela! Por causa da Vicky, elas são tipo melhores amigas, mas a Destiny me odeia.

- Te odeia? O que você fez?

- Porque eu que tenho que ter feito algo e não ela? – Indagou como se estivesse o ofendido.

- Eu te conheço bem, desembucha! – Ordenei ao fuzila-lo com o olhar.

- É só um pressentimento, sempre quando as duas estão juntas e eu chego perto, essa garota me olha como se sentisse nojo de mim...

- E quem não? – Brinquei.

- Eu tenho o número dela, não me orgulho disso, porque consegui quando roubei o celular da Vicky. – Disse, de repente.

- Você o que? – Soltei uma risada. Não sei como ainda me surprendia com meu amigo.

- Eu estava desesperado! E bêbado ainda. Queria saber com quem ela estava conversando. Foi rápido, logo devolvi. – Justificou-se e percebi suas bochechas corarem de leve.

- Dawkins apaixonado! Finalmente! – Impliquei entre risos.

-  Mas você deve ter o número da garota, não é? Vocês parecem bem próximos. – Provocou, desviando o assunto para mim outra vez.

- Não...

- Irmãozinho, isso não será mais um problema. – Disse com um sorriso malandro no rosto.

Não tive tempo para dizer uma palavra antes que Thomas pegasse meu celular, e segundos depois, entregou-me novamente.

- Você ta ligando pra ela? –  Arregalei meus olhos assim que encarei a tela.

- Eu não! É você, tigrão. – Disse ao bagunçar meus cabelos. – Tô indo nessa, boa sorte! – Despediu-se.

Estava sozinho de novo. Meu coração estava acelerado enquanto esperava Destiny atender. Eu queria desligar, mas sabia que a vontade de falar com ela, era ainda maior.

- Oi! Quem é? – Ouvi o sotaque britânico surgir no celular e não pude deixar de sorrir feito um idiota.

- Oi! É... O Alex. – Respondi, tentando parecer calmo.

- Oh! E aí, emo. – Riu. – Você está bem?

Fechei os olhos por alguns segundos, lembrando de como as suas covinhas ficavam à mostra quando ela sorria. Por mais que odiasse admitir, queria vê-la agora.

- É! Eu estou bem... Acho que não temos despedidas muito agradáveis, não é? – Mordi meu lábio inferior para parecer mais descontraído. – E você? Como está?

- É. Achei um pouco estranho... Eu estou bem, só um pouco cansada por conta da faculdade.- Suspirou. - Mas enfim, não vai me contar como conseguiu meu número? – Perguntou o que eu já estava esperando.

- Você me passou? – Menti, mesmo sabendo que dessa vez, ela não cairia.

Gostaria de não ter mentido para ela, gostaria de não ter que mentir tanto para todo mundo, mas não acho que seria capaz de largar esse maldito hábito, essa mania de achar que mentir seria a melhor solução, porque nunca era.

- Pode falar a verdade para mim. Sem julgamentos aqui, eu prometo. – Encorajou-me, o que mais pareceu uma desculpa para matar sua curiosidade.

- Meu amigo Thomas Dawkins, ele tinha o seu número e disse que conhece você. – Confessei. – Não me pergunte como.  Ele viu nossa selfie e me forçou à isso.

- Espera... Forçou você? Ele apontou uma arma pra sua cabeça? – Zombou.

- Pior, ele me ameaçou com uma beterraba! – Retruquei, fazendo-a rir.

- Mas falando sério... Você realmente é amigo daquele babaca?

- Sim. Eu sou. Ele não é tão ruim assim, se conhece-lo melhor. – O defendi.

Não estava tão surpreso com o que havia acabado de ouvir. Thomas não era alguém para se admirar, a maioria das garotas só conseguia realmente gostar dele quando o conheciam melhor. Não sou uma garota, mas foi assim que passei a gostar dele também, lembro que tivemos de fazer um trabalho em dupla quando estudavamos juntos, eu tinha ficado indignado por ser obrigado a fazer justo com quem mais odiava, mas no fim, foi ele quem me fez perceber o quanto precisava de um amigo.  No fundo, eu o conhecia, sabia que por trás de todo aquele sujeito errado, havia um cara legal. Como nas vezes em que eu não me sentia bem, ele sabia, e fazia qualquer coisa para me distrair, ou até quando ele estava completamente apaixonado por uma garota que era sua vizinha, ainda lembro como sua expressão mudava sempre que dizia o nome dela, e o mesmo estava começando a acontecer com Vicky.

- Tudo bem, eu sei o que quer dizer...

- Sabe de uma coisa? Eu realmente queria ver você de novo. – Falei, sem pensar. – Amanhã vou fazer uma festa, não é bem uma festa, é mais algo entre amigos, eu gostaria muito mesmo que viesse.

Na verdade não iria acontecer festa nenhuma, mas as palavras criavam vida própria em minha boca.

- Por mim tudo bem. Acho que preciso me divertir um pouco.

- Sério? Isso foi mais fácil do que pensava. – Gabei-me um tanto aliviado.

Passei meu endereço para Destiny que perguntou se eu queria meu smoking de volta, apenas disse que seria bom tê-lo e desliguei o telefone. Só assim dei-me conta de que conversar com ela estava sendo um dos únicos momentos em que esquecia das drogas. Conhece-la parecia certo dentre tantas coisas erradas que estavam acontecendo em minha vida.

Um grito despertou-me de meus devaneios, era minha mãe e... estava chorando? Resolvi aproximar da porta de seu quarto que permanecia fechada e pude ouvi-la.

- Você não pode continuar fazendo isso comigo. James, eu não posso continuar vendo você.

Aproximei um pouco mais, sem entender muito bem o que estava ouvindo. Queria muito ouvir o que estava sendo dito no telefone, porém estava impossível.

- Eu estou exagerando? Você matou minha filha, seu cretino!

Se fosse possível, eu juro que meu queixo estaria no chão. Odiava James com todas as forças, mas ter matado minha irmã? Bufei, tentando controlar minha raiva, o que foi em vão. Meu rosto começou a ferver em lágrimas, sentia um misto de ódio e tristeza. Não sabia o que fazer. Só pensava em acabar com a raça do filho da puta.

- Não... – Sussurrei comigo mesmo, deixando-me levar pelas lágrimas que caiam involuntariamente.

- Apenas me diga o que quer e saia da minha vida. – Ouvi minha mãe berrar em prantos.

 

 Peguei a seringa que estava no bolso de meu moletom, já estava cheia de heroína.  Descobri que me sentia mais seguro tendo-a por perto. A encarei, pensativo e a apliquei em meu braço sem dó. Não sentia que era o suficiente, então corri até meu quarto e fiz todo o processo que já estava acostumado.Após furar meu braço por inúmeras vezes, comecei a sentir falta de ar. Apoiei uma de minhas mãos na parede ao tentar manter minha respiração, porém só parecia piorar.

- O que está acontecendo comigo? – Murmurei, sentindo minhas pernas cada vez mais fracas e bambas. – A-alguém me a-ajuda! – Tentei gritar, mas minha voz estava fraca e falhava demais.

- Alex! Você está querendo se matar?

Tudo o que consegui ouvir foi a voz de minha mãe desesperada em minha direção, antes que tudo se apagasse de vez.  


Notas Finais


OLHA A BOMBA! KSOSJSDKS
Até o próximo <33


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