História Madness - Capítulo 22


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 22 - Rain


Fanfic / Fanfiction Madness - Capítulo 22 - Rain

 

Anna correu, sentindo a água da chuva molhar seus cabelos, roupas e pele.

- Alice, espera! – gritou.

A garota se virou com lágrimas caindo em seu rosto e um olhar de julgamento nos olhos tristes.

- Me desculpa...

- Depois de tudo que eu te falei, você agiu como se entendesse meus sentimentos. Como você pôde ser tão má?

- Me desculpa, eu... Me desculpa por você ter visto aquilo, por...

- Eu sei que você não me devia lealdade mas eu confiei em você! Poderia pelo menos ter me dito que pretendia beijar ele. Eu me abri pra você, expus meus sentimentos!

- Eu sei, eu não tive intenção de fazer isso. Eu nã...

- Foi com você? – Alice parecia incrédula. – Nick traiu Emily, sua amiga, com você?

- Não! – respondeu rápido. – Essa foi a primeira vez que nos beijamos.

- Eu não sei se acredito em você...

Lágrimas rolavam dos olhos de Alice, uma atrás da outra. Logo, Nick se aproximou das garotas.

- Eu acho que... – ele correu os olhos pelas duas. – Nós deveríamos sair da chuva.

Alice disparou a correr novamente, segurando o guarda-chuva com força.

- Ali...

- Deixe ela ir, Anna. – disse ele.

Anna se virou para encará-lo.

- Viu o que nos dois fazemos? Machucamos os outros, sempre. Nós somos tóxicos, Nick.

- Não, não somos.

Ele a segurou pela mão e a fitou, mas Anna se afastou.

- Somos.

A garota deu de costas e seguiu pela chuva, andando em direção a casa.

- Anna, se você for embora agora, nós dois não temos mais chance. Não dê as costas.

Mas ela continuou andando.

                                   . . . . . . . .

A chuva havia diminuído, mas ainda caia persistente.

- O quão perto vocês estão? – a garota falava ao telefone.

- Muito perto. – respondeu Vivian do outro lado. – Eu e seu pai viemos comemorar nosso aniversário no restaurante em que nos conhecemos. A casa que você está é caminho da volta.

Anna respirou aliviada.

- Então vocês podem me buscar?

- Claro. – a mulher parecia um pouco preocupada. – Aconteceu alguma coisa?

- Não, mãe. Só quero ir para casa.

- Tudo bem então. Daqui alguns minutos chegamos aí.

- Ok.

Anna desligou o celular e ainda continuou fitando o mesmo, até que o barulho da porta se abrindo a despertou.

Foi Alice quem atravessou a porta, a fitando com dureza.

- Eu acho que você deveria ir dormir em outro quarto. – disse friamente.

- Na verdade, eu vou embora.

Alice balançou a cabeça.

- Bom.

Dito isso, ela se retirou do cômodo. Anna ficou por alguns minutos fitando a porta fechada.

                                                                 . . . . . . .

Quando a adolescente abriu a porta do carro, o molhou um pouco, mas ela foi rápida e logo se acomodou no banco de trás, fechando a porta em seguida.

- Tudo bem, querida? – perguntou Richard em um tom suave, mantendo as mãos no volante.

- Tudo, pai. Eu só quero chegar em casa.

E logo o motor foi ligado, dando partida e voltando a estrada. Os primeiros metros foram calmos, mas a chuva ficava cada vez mais violenta.

- Como foi no restaurante? – Anna indagou.

- Foi ótimo. – Vivian tinha um grande sorriso esboçado no rosto. – Foi tudo perfeito, como sempre.

- Que ótimo. – Anna sorriu.

- Eu acho que vou encostar um pouco, essa chuva está....

Mas antes que Anna pudesse ouvir seu pai terminando a frase, tudo o que escutou foi a buzina alta de algum outro veículo, ficando cada vez mais próxima. Até que não processou mais nada, apenas um farol machucando seus olhos. E uma pancada.

O carro preto onde a família Murray estava foi jogado para o lado, dando uma, duas, três viradas, até que saísse da estrada e permanece de cabeça para baixo.

A visão de Anna ficou preta, turva, vermelha depois. Não sabia se havia passado segundos, minutos ou horas. Olhou para os lados, tentando entender o que havia acabado de acontecer, mas não entendia. Olhou para frente e havia tanto sangue.

- Ai... – gemeu de dor.

Conseguiu soltar seu cinto, caindo um pouco mas logo se ajeitou.

- Pai?? – chamou já em prantos. – Mãe?

Sangue. Tudo o que ela via era sangue. Tanto sangue.

Anna se arrastou para fora do carro, deslizando pelo chão molhado e sentindo a chuva a molhar. Finalmente chegou até a janela da mãe, onde viu de onde vinha todo o sangue.

- Mãe... – sua respiração ficou fraca.

Colocou as mãos sobre a barriga da mãe, que sangrava sem parar, até sentir que suas mãos estavam encharcadas de vermelho.

- Anna?? – ouviu uma voz fraca, masculina.

- Pai... – começou a  chorar. – Ela está... ela está morrendo. Oh meu D.... – seus soluços a impediam de falar. – Mamãe....

O barulho da chuva a incomodava agora, mas ela permaneceu ali, com a mão sob o ferimento. Não sabe por quantas horas, mas pareceu uma vida.

A água da chuva caia impiedosamente, se misturando com o sangue do chão. Anna sentiu como se estivesse nadando em uma grande poça vermelha. O mundo parecia parado, quieto e turbulento ao mesmo tempo. Sentiu vontade de chorar mas não conseguia mais, apenas permaneceu com as mãos sobre a mãe, a olhando.

Foi tanto tempo, até que sentisse mãos a erguendo. Passou os olhos vidrados por uma ambulância, mas não conseguia falar nada. Suas mãos tinham tanto sangue.

- Consegue me ouvir? – uma voz distante soava.

Não conseguia responder.

                                                              . . . . . . . .

Nick entrou no quarto em que Alice estava, sem bater.

- Ei! – ela o repreendeu. – O que pensa que está fazendo?

- Nós precisamos conversar.

Alice o fitou nervosa, se irritando com audácia que ele havia tido de ter ido até lá e decretado que eles necessitavam conversar.

- Você é solteiro Nick. Quem liga se uma garota tem sentimentos por você ou não?

O garoto se aproximou.

- Não conte pra ninguém o que você viu na praia. Não por mim, mas por ela.

A garota o fitou incrédula, lutando contra as lágrimas.

- Como ousa? Emily precisa saber disso mais que tudo. Como vocês não prestam!

- Uma vez eu vi que você tinha escrito ‘’Nick e Alice’’ no seu armário, mas fingi que não tinha visto. Nós tínhamos 12 anos e você ainda usava seu cabelo loiro.

A dona dos cabelos rosas permaneceu em silêncio, digerindo o que ele havia acabado de dizer.

- Você sabia... – sussurrou.

- Tudo o que a Anna queria é que eu a deixasse em paz, que eu seguisse em frente. A culpa foi minha, eu não consegui.

Alice se aproximou lentamente, colocando a mão sobre seu rosto.

- Siga em frente.

Ela o beijou delicadamente, invadindo a boca dele com sua língua. As mãos dela caíram sobre seu pescoço. E as dele foram até sua blusa, a tirando vagarosamente, enquanto mantinha seus olhos nos dela. Alice o puxou até a cama e ele se deitou por cima dela, a beijando enquanto alisava seu corpo.

Nick tirou o short da garota e subiu beijando sua barriga, que ficava arrepiada a cada beijo.

- Eu não trouxe camisinha... – Nick sussurrou.

- Eu tenho. – ela sorriu e se levantou por alguns segundos, voltando com a camisinha em mãos.

Assim que Alice se deitou novamente, Nick pode notar seu nervosismo. Ela estava gelada e com medo, ele conseguia notar isso e sabia o porque. Os lábios deles se encontraram novamente antes que ele introduzisse seu membro na entrada da garota.

- Você tem certeza? – perguntou antes.

- Sim. – ela sorriu por ouvir a pergunta.

- Eu não vou te machucar...

E assim, finalmente, ela sentiu Nick dentro dela.

                         

 

 

 

 



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