História Madness - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Personagens Personagens Originais
Tags Barbara Palvin, Drama, Justin Bieber, Terror
Visualizações 80
Palavras 1.165
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


oii meus amores
aqui estou eu com mais uma fanfic
prometo que dessa vez não irei excluir pois estou dando o máximo nela e espero que vocês gostem tanto quanto eu estou adorando escrevê-la.
Sei que é chato ler os avisos mas por favor leiam para não termos nenhum tipo de confusão mais tarde.

- Fanfic totalmente de minha autoria, com inspiração na série Siren.
- Justin Bieber como Justin Bieber, 21 anos de idade. Barbara Palvin como Grace Walker, a idade dela será dada como dezanove, mas vocês vão entendendo o que quero dizer aos poucos lendo a fanfic.
- Fanfic Jarbara, caso não goste apenas imagine outra pessoa no lugar dela e vamo que vamo.
- A fanfic não é movida a comentários, mas é sempre bom recebermos o devido reconhecimento com opiniões e criticas construtivas, né non??
- Grace Walker (Barbz) é a sereia e ela não será boazinha como estamos acostumados a ver, ela será sim a vilã da história e para que entendam o prólogo logo abaixo, sim ela lê mentes!! Então todas as frases que vocês verem na fanfic destacadas em itálico ou serão pensamentos das pessoas ou flashbacks. Vocês vão saber diferenciar ao lerem. Ela adquire uma força sobrenatural ao ficar com raiva e tem outros poderes que vocês descobrirão ao lerem, estou falando esses antes para vocês entenderem e não ficarem confusos depois, meus amores.
- A fanfic apesar de terror é um pouco voltada para sexo, se você não gosta i'm sorry :(

Como sabem eu amo fanfics de flashbacks e essa é mais uma delas haha, o prólogo é um trecho de uma das cenas de Grace, ou seja, é uma cena avançada, o próximo capítulo começará do início para explicar tudo de pouco em pouco e vocês irem entendendo, então não estranhem se confundirem algo neste capítulo, lembrando que a fanfic é de terror. Os primeiros capítulos costumam ser meio zzz mas espero que gostem.
É isso, boa leitura. Enjoy ❤

Capítulo 1 - Prologue


Fanfic / Fanfiction Madness - Capítulo 1 - Prologue

Grace Walker Point Of View

A boate estava lotada de gente. Pessoas gritavam ao mesmo tempo, misturando palavrões com nomes de pessoas desconhecidas por mim. O lugar era uma mistura de bebida alcoólica com suor, e embora o cheiro parecesse desagradável, ninguém ali estava preocupado com aquilo. Duas strippers dançavam em cima do palco lá em baixo, rodeado por homens de todas as idades, suas mãos passeavam por todo o corpo “coberto” de tecidos minúsculos que mal cobriam suas partes íntimas. Stacy virou-se de costas para a amiga, empinando mais de sua bunda na direção deles e rebolando até o chão para ganhar atenção e dólares que pagassem suas dívidas.

Os gritos aumentaram quando as duas se beijaram, e pude ver muitas mãos serem levantadas para o alto, em tentativas inúteis de fazer uma aposta ou pedir por mais daquele show. A música soava com batidas sensuais e ao mesmo tempo agitadas, criando uma sensação ainda mais prazerosa para aqueles que desejavam imensamente ter as duas strippers gemendo em uma das camas da boate.

Em um quarto mais ao longe, iluminado apenas por alguns abajures em criado mudos, observei as strippers dançando pela janela de vidro. Minhas mãos se apoiaram nas costas do sofá, apertando-me entre a mesa cheia de garrafas vazias e o corpo do rapaz de vinte e sete anos. Suas mãos me apertavam a bunda, intensificando meus movimentos sobre seu membro já ereto. Desviei o olhar da janela. Seus lábios percorreram todo o meu pescoço, e levantei-lhe a cabeça não querendo que me deixasse marcas, atacando seus lábios em busca de alívio.

— Sua esposa não tem satisfeito você como você queria, não é? — falei manhosa, o vendo se remexer em uma feição prazerosa sob efeito de meus movimentos.

    Ela é uma vadia, pensou.

— Olha pra mim. — pedi.

    Ele demorou, me fazendo levar a mão até seu queixo e apertar dali suas bochechas. Ele abriu os olhos, gemendo rouco quando rocei com mais força minha intimidade sobre o membro que implorava para sair da calça e me foder ali mesmo.

— Por que não me fala um pouco sobre você? — continuei, percebendo que ele negaria.

    Minha esposa não pode saber que estive aqui.

— Confia em mim, bebê. —mordi-lhe o lábio, puxando enquanto sentia sua mão brincar com minha calcinha. — Não vou contar a ninguém que você esteve comigo.

    Levei suas mãos para cima, e com apertos fiz com que massageasse meus seios. Forcei um gemido, tombando a cabeça para trás quando ele puxou meu cabelo e se levantou para descer a calça junto com a cueca. Sua mão explorou toda a minha região íntima antes de deslizar a calcinha para o lado, e pelo volume abaixo e agora fora da cueca eu senti o quanto ele me desejava.

— Desejar uma sereia como eu pode ser perigoso, bebê. — sussurrei, sentindo-o se mover para dentro de mim com velocidade.

— Me leve para o fundo do mar, então. — gemeu mais alto, sentindo prazer.

    Suas mãos me apertaram a cintura com força, as quais com certeza ficariam marcas mais tarde. Ele pensava na esposa, e tudo aquilo era parte da raiva que sentia por estar sem sexo.

    Aquela vadia não transa comigo a mais de um mês, pensava, com fúria. Eu também tenho minhas necessidades, e ela pensa nisso? Ela é uma cachorra egoísta que só pensa nela mesma.

    Apertei seus ombros o sentindo transformar as estocadas em algo mais bruto e agarrei seu pescoço quando o senti me deitar sobre a mesa de madeira rústica, causando-me um arrepio por estar gelada devido as garrafas de bebida alcoólica.

— Ela é uma vadia igual as sereias que meu avô matou. Sereias? Quem é que acredita nessa merda?

— Chegamos ao ponto. — sussurrei, sorrindo de canto enquanto o ouvia gemer em meu ouvido, apertei minhas unhas em sua pele, esperando o momento certo para o ataque.

    Sereias são imprestáveis, assim como qualquer esposa nesse mundo. Elas não são capazes de nos satisfazer como queremos, nem nos dar pelo menos uma noite de sexo por semana. Isso é uma porra!

— Vadia! — esbravejou, tomando meus lábios em um beijo intenso.

— Vamos lá, bebê. Coloque toda a sua raiva pra fora, você não precisa ficar guardando. — sussurrei, encarando aqueles olhos intimidadores e amedrontados ao mesmo tempo. — Eu posso ser o que você quiser.

    Ele sempre desejou ter uma esposa loira, de olhos azuis e que fosse tão bonita que qualquer homem desejaria estar em seu lugar. Sua esposa fora aquilo, mas ultimamente gastava seu tempo em agências de modelo e quase não lhe dava atenção. Ser loira, olhos azuis. Eu podia ser isso, poderia causar essa imagem em apenas um beijo e ele me veria como a mulher mais perfeita do mundo, me desejaria. Preciso disso.

Não importava o quão errado eu sentia ser, o quão as coisas podiam desabar de uma hora para a outra. No momento, neste presente, no agora eu só queria me livrar dele para não deixar que sua geração faça mais nenhum mal a ninguém. Eu não desejaria minha dor a ninguém. 

Eu poderia reclamar de tudo, mas perder minha familia era uma dor tão intensa que me questionava como ainda estava aqui, suportando tudo isso. O amor não é o único capaz de nos deixar cegos. O ódio era tão poderoso quanto o amor, por isso caminhavam lado a lado. E eu era prova do que o ódio era capaz de fazer com as pessoas. Era de certo modo triste saber que eu estava fazendo com os outros o que fizeram comigo, mas eu não conseguia parar e não hesitaria até saber que todos eles estão mortos. 

— Eu quero você… Você é perfeita. — arfou, movimentando-se brutalmente sobre mim, perto de chegar ao seu ápice. — Eu quero me casar com você!

— Não podemos nos casar. — acariciei seu rosto, sentindo-o desmanchar-se em um gozo abundante para dentro de mim. — Você primeiro precisa pagar pelos pecados que sua família cometeu.

— O que eu tenho a ver com isso? — respirou fundo, saindo de dentro de mim.

— Seu avô matou parentes meus e ele não está vivo, então você vai pagar no lugar dele.

— F-Ficou louca? Do que você está falando? Eu n…

    Não deixei que terminasse. Joguei seu corpo contra o sofá subindo em seu colo novamente e apertei-lhe a cabeça com as mãos, virando seu rosto com todas as minhas forças para a esquerda, sentindo e ouvindo o som de seus ossos no pescoço quebrarem.

Estou falando de seu avô ter matado minhas irmãs.

    Sua cabeça caiu para baixo de imediato assim como seus olhos se fecharam. Me levantei do corpo exposto, arrumando minha calcinha e vestindo o vestido que estava antes. Dei uma última olhada para ele e abri um sorriso, dando as costas em seguida e saindo da área vip, percebendo que as pessoas continuavam dançando e se agarrando.


Notas Finais




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