História Maestro na execução - Interativa - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Personagens Originais
Tags Assassinato, Castelobruxo, Drama, Ficção, Harry Potter, Interativa
Exibições 27
Palavras 2.055
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Festa, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Tempo acabou... Só aceitarei mais uma ficha, pois ela já havia me pedido para guardar um lugar

Capítulo 4 - Capitulo 4


Fanfic / Fanfiction Maestro na execução - Interativa - Capítulo 4 - Capitulo 4

Uma semana depois daquele acontecimento, as pessoas fingiam que haviam esquecido de tudo, mas outras pediram transferência para outras escolas.

A Macusa havia culpado um animal selvagem qualquer pela morte do professor.

Enquanto isso num quarto, 3 meninos estavam
conversando naquele final de tarde.

O mais musculoso ( Hale ou Josh) estava na sua cama sem a sua camisa, o Kevin ( é o Medonza) estava sentado no chão com as costas encostadas num baú, e o Salazar ( é o Thomas ) estava numa cadeira em frente a uma mesa que tinha no quarto enquanto fazia algumas coisas.

-Meu, sem condições. Cara, um monte de gente
pediu transferência para Ilvermorny só por causa de uma pequena tragédia? – Josh revirou os olhos ao dizer isso. Olhou para as camas vazia.

-Não foi um pequeno acidente. – Thomas comentou enquanto fazia um brinquedo de traquinagens para assustar alguém.

-Que se dane, ninguém iria atrás de um bando de jovens como nós para matar.

-Nunca se sabe a cabeça de um psicopata. – Kevin suspirou.

*MOMENTO AUTORA*

Eu tirei o sotaque do Kevin pois seria muito difícil faze-lo de um modo que vocês entendessem.

*FIM DO MOMENTO AUTORA*

-Cara, esse quarto tá mor vazio. – Thomas balançou a cabeça. – Os três caras que antes eram daqui foram embora lá pra Durmstrang.

-Eu também queria ir embora – Kevin franziu
a boca com um pouco de vergonha.

-Então você é um viadinho. – Josh riu debochadamente de seu próprio comentário maldoso.

-Você também... – sussurrou Thomas.

-O que disse? – o Hale perguntou.

O clima no quarto ficou tenso.

Kevin sentiu seus olhos arderem. Ele era muito sensível.

O Salazar levantou os olhos de sua estrutura e olhou para aquele garoto metido a besta. Tinha raiva com um misto de desafio e deboche naqueles pares azuis.

-Nada, princesa – e levantou da sua cadeira bruscamente. Saiu do quarto e bateu a porta com tanta violência que estremeceu as paredes. Hale arqueou as sobrancelhas com um meio sorriso nos lábios.

Medonza saiu dali também a passos curtos e rápidos. Ele tinha medo do seu colega de quarto.

Já no corredor dos dormitórios, Thomas esbarrou com uma menina muito bonita.

-Opa, desculpas – deu um sorriso amarelado. Porém ela não disse nada e não fez cara nenhuma. Apenas o olhou. Foi para esquerda, e ele foi para o mesmo lado.

Thomas riu da situação. Ela deu um meio sorriso.

-Qual seu nome? - Perguntou ele aleatoriamente, meio abobado com a beleza dela.

-Elena Martin - levantou o nariz de um modo que passasse superioridade e segurança. Ela fingia gostar do seu sobrenome famoso - e você?

 

-Thomas Parcy Salazar! - Quase gritou o nome. Sentiu as bochechas queimarem.

 

Ela riu com um pequeno sotaque francês. "Ela é uma Martin!" pensou surpreso. "O que uma Martin está fazendo aqui? Eles são franceses!".

 

-Verrgonha de que, mon cher? - Sorriu.

 

-N-não tô com vergonha. - Retrucou meio inseguro. "Droga! Eu não posso gaguejar para uma meninia!".

 

-Mignon, non prrecisa terr verrgonha. Sei que suis linda.

*MOMENTO AUTORA*

Migon em francês significa fofo

*FIM DO MOMENTO AUTORA*

 

-É mesmo - sussurrou. Ela não escutou - eu não estou com vergonha! - Ele falou em alto e bom som.

 

-É mesmo? - Sorriu e virou a cabeça para o lado.

 

-É. - Afirmou quase convicto.

 

-Non acredito en você, mentirroso - Deu uma piscadela com um sorriso e saiu. Ele ficou olhando para o nada com o rosto todo vermelho.

 

-Olha só... – ouviu uma voz acida – dando em cima da patricinha... Tci, tci, tci... Tô com dó de você, moço.

Ele ficou ainda mais sem palavras. Ela era o dobro de bonita que a Elena. Ele sentiu uma sensação estranha no corpo, em um certo lugar. Como diria J. K., uma sensação estranha abaixo do ventre.

-O dózinha. – ela fez biquinho. – passou do seu lado e fez um comentário sussurrando sensualmente em seu ouvido – cuidado com o passarinho, ele pode voar.

Ela o deixou ali com boca aberta e cara de bobo.

 

No jardim, dois amigos estavam sentados no gramado verde. A menina, com a cabeça apoiada na perna dele e ele fazia carinho nos seus cabelos.

-Qual é a da Bea? – ele disse olhando para o nada.

-Eu vou saber? – ela sorri e tira os olhos do dente-de-leão que está segurando e olha pra cima, onde encontra o rosto dele. Ele direciona os olhos para ela. Não está feliz. Isso a deixa preocupada – O que que ela fez?

-Não, relaxa, ela não fez nada, mas tá sempre jogando charme pra todo mundo, sei lá, isso irrita.

A menina levanta bruscamente e fica sentada em choque o encarando.

-O que que ela te disse? - Ela olhou para ele incrédula e piscava rápido.

Ele não respondeu. Apenas ficou olhando os olhos dela, perdido ali. Seus olhos baixaram para seus lábios. Ela percebendo que ele não estava muito bem da cabeça, chamou.

-Rafael? - Ele saiu do transe e olhou para ela de novo.

-Oi? - Ele fez uma careta engraçada, e fez ela rir. Ele fez o mesmo. Mas só riu por que ela riu.

-O que ela disse?! - Repetiu extressada com um sorriso no rosto.

-Nada. - Ele deu um meio sorriso - Nada relevante para mim. - Acrecentou. - Vai dizer que você ficou com ciumes?

-Eu? - Ela o olhou incrédula - de jeito nenhum. Eu só teria dó de você se você caísse no papinho dela.

-Por que? Ela só fala. Nunca faz. - Rafael deu de ombros.

-Você é que pensa. - Deu um peteleco na testa dele. - Você é tão ingênuo, seu otário.

-Cala boca, mis babaca. Ingênuo é a ultima coisa que sou. - Empurrou ela e tal caiu pra trás.

-A é? - Disse ela já deitada na grama

-É! Eu sou carioca, minha filha, a última coisa que um carioca é é ingênuo. O funk tá aí pra mostrar isso.

-E você é um funkeiro? - Disse levantando a cabeça para olhar para ele.

-Claro! Sou um manjão.

-A é? Chupa minha rola então.

-Você tem uma? - Perguntou indignado.

Ela mostrou o dedo central para elee ambos riram. Sentou direito novamente ficando de frente para ele com pernas de índio.

-Rafa? Posso te perguntar algo?

-Já perguntou - ela revirou os olhos. Ele sorriu. - Pode.

-Você tava me olhando estranho, que é que você tava pensando?

Ela sabia o que ele tava pensando. Mas queria ver se ele diria.

-Tava pensando que a gente podia se pegar. - Ela arregalou os olhos. - É sério! Mas em minha legitima defesa, um homem não pode ver uma mulher bonita que já pensa isso.

-Então você tá assumindo que eu sou bonita!?

-Não disse nada. - Ele olhou para a mão dele. - Fui sincero o suficiente?

-Você é um babaca. - Ela se levantou e sentou no colo dele.

-Eu sei. - Ele passou o braço por sua cintura.

Eles eram como irmãos. Na verdade, eram irmãos.

-Eu vou indo. - Levantou - Beijos.

Ele deu um tapa na bunda dela, só de brincadeira claro, como amigas fazem entre si, e recebeu um: "Ei!" e um riso.

-Patetico, vocês são tão babacas... - Ouviu uma voz doce dizer.

-Oi Aura. - Ele disse desanimadamente. -Por quê? Tá com inveja por que não tem ninguém?

-Nao, meu bem, tô é cansada de chove não molha. Vocês tão sempre de tchico tchico mais nunca rola nada! Por Deus! Se beijem logo!

-Eu não gosto dela! Quer dizer, não como você acha que eu gosto.

-Tô sabendo. Se não gosta, deveria.

-A cansei. - virou e caminhou para o templo.

-Que bestas, tão perdendo o amor da vida. - Balançou a cabeça e foi para o outro lado.

Morgana se concentrava em escrever em seu diário no jardim, em cima da arvore. Viu um garoto de uns 11 anos sozinho brincando com seu gato. Achou que seria uma boa imagem para desenhar.

-Ele parece tão entretido com aquele gatinho, isso é fofinho. Acho que ele vai acabar fugindo um dia desses – cochichava para si mesma enquanto fazia olhos grandes em estilo de anime do garoto. Ela gostava de desenhar as coisas com jeito de animes.

-Ei! – alguém a chamou. Sua barriga deu uma revirada, pois ela havia se assustado. Fechou o diário bruscamente e olhou para baixo. – cuidado para não cair!

Era apenas sua colega de quarto, Aura. “Saco, perdi a cena do desenho!” pensou ao ver ele levantando e indo para dentro do templo.

Ela começou a escalar a árvore, e se sentou ao lado dela no galho.

-Oi! – sorriu de um jeito muito contagiante.

-Oi. – respondeu Morgana seca.

-Com quem você tava falando? – olhou para Morgana incrivelmente curiosa.

-Ninguém – respondeu estressada. Achava ela uma enxerida e queria distância. Começou a descer a árvore. Chegou no gramado de não olhou para trás.

-Desculpa! – ouviu a “chatinha” gritar impaciente.

-Não – respondeu para si mesma.

 

Na biblioteca, Malia estava lendo um livro que a professora de Aritimãncia havia lhe passado.

Sentiu uma respiração no seu ombro, e virou para trás rapidamente.

-Bu! – Artur brincou.

Ela sorriu minimamente e ele se sentou ao lado dela.

-O que faz da vida? -ele apoiou o braço na mesa e a cabeça no braço.

-Nada muito interessante. – deu de ombros.

-Percebi. – ele olhou para o livro e o pegou.

-Ei! – ela esbravejou. Ouviu alguém pedir silêncio. – me devolve!

-Isso é só pro mês que vem! Relaxa... – fechou o livro.

-Você é tão chato, não sei como consigo te aguentar. – suspirou.

-Também acho o mesmo de você. – ela o olhou desanimada. Ele mostrou a língua. – vem.

Pegou ela pela mão e a guiou até para fora dali.

-Oi! – viram uma menina loirinha e fofa, a Clara, acenar. Malia estava tensa e só olhou para ela. Já Artur, falou: Sai da frente.

Caminharam para até uma sala que não era muito usada por ninguém, ele fechou a porta e olhou para ela.

-Que que você tá fazendo? – ela franziu a sobrancelha.

-Cala boca, você só vai acompanhar. – ela fez cara de choque. – Temos um problema. Tenho que descobrir o que fez aquilo com o professor.

-Você não vai descobrir porcaria nenhuma! – disse se estressando – você me irrita muito com sua curiosidade.

-Você deveria se ajoelhar e fazer tudo o que eu pedir! Eu é que não te deixei sozinha nesse lugar.

-Desculpa.

A história é que ela é complexa, a desses dois. Ela está fazendo um intercâmbio nessa escola também, mais esse garoto ela já conhecia. Os avós dele eram seus vizinhos e ele sempre ia os visitar. Com o tempo, eles viraram amigos, mas ele sempre se aproveitava dele. Ele fingia que havia feito muito por ela ao conhece-la. Na verdade, ele sabia que não havia feito nada de mais. Mas aproveitava que ela achava que sim, e usava isso como desculpas para abusar de sua gentileza sem ela perceber.

-E como você pretende fazer isso? -  Malia se sentou em um pequeno banco que estava lá.

-Segue a linha de pensamento: -  ele fez uma pausa – ele está morto, certo?

-Sim – balançou a cabeça em afirmação.

-Ele morreu nessa escola, certo? – continuou.

-Sim.

-Entendeu?

-Não.

Ele bateu sua mão na própria testa.

-Cara, as pessoas tem razão quando dizem que mulheres são mais burras.

Ela sentiu lágrimas nos olhos por causa do comentário maldoso, mais as secou rápido.

-E tem razão também quando dizem que homens são ogros. – ele bufou.

-Fica quieta. É o seguinte, as pessoa quando morrem podem virar fantasmas não é?

Ela então percebeu aonde ele queria chegar.

-Quer dizer que você quer achar o fantasma dele? – ele fez um “ÉÉÉÉÉ” impaciente e a balançou.

-Mas pra que? – ele se jogou no chão.

-Pra perguntar quem matou ele, porra! - gritou.

-Mas e se ele não virou fantasma? – ela virou a cabeça para o lado.

-Aí, - ele pegou algo que estava ali em algum lugar na sala e mostrou para ela – nós iremos usar isso.

Ele mostrou um tabuleiro para ela, o Ouija.

-Ai meu Deus! – ela levou a mão para a boca. – o que é isso?

Ele jogo o tabuleiro no chão, xingou e saiu do quarto a deixando sozinha encarando aquela peça de madeira. Ela sentiu uma sensação horrível percorrer por todo o seu corpo. O que quer que aquilo fosse, era perigoso.


Notas Finais


Oi gt me perdoem pelo erros, eu escrevi direto e n revisei😐


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...