História Máfia Russa - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber, Little Mix, One Direction
Personagens Barbara Palvin, Harry Styles, Jade Thirlwall, Jeremy Bieber, Jesy Nelson, Justin Bieber, Leigh-Anne Pinnock, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Perrie Edwards, Personagens Originais, Zayn Malik
Visualizações 22
Palavras 4.152
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Crossover, Famí­lia, Festa, Luta, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey, demorei né?
Sorry, pudins!

Eu não consigo postar por semana porque a escola ta aperreando-me, desculpa mesmo! Mas sempre que possível postarei! Tentarei não demorar como fiz agora!

Tentei recuperar com um cap maiorzinho.

Capítulo 8 - London, Bitches


Pov’s Barbara Palvin

Eu já estava a 30 minutos esperando Twist e Za, nada deles aparecerem. Ah, quando eles mostrassem a cara iriam sofrer por terem me feito esperar, eles sabem o quão eu odeio esperar. Ficava andando de uma lado para o outro na intenção de afastar os insetos que tanto odiava de mim. A cada momento que um ser vivo me picava a vontade de matar os homens era maior.

Quando vi ambos chegarem com seus caminhões de armamentos, eu abri o maior sorriso debochado do mundo. Vi eles estacionando os grandes automóveis na floresta, descerem dos mesmos e vir em minha direção. Abriram um sorriso e o idiota do Za foi o primeiro a falar:

– Linda! – continuei de cara fechada – Nossa, que bicho te mordeu?

– 30 minutos... 30 MINUTOS – berrei e acertei um golpe nos dois.

– Desculpa ai, a polícia estava por perto.

– Cala a boca e me mostra logo as porras das armas – hesitante, assim fizeram. Abriram as portas dos caminhões e quando eu vi aquelas maravilhas, meus olhos brilharam – Novidades...

– Pistola Taurus PT59S inox, miras: massa fixa, vértice fixo, trava manual/desarmador do cão, trava do percussor, trava de gatilho, indicador de cartucho na câmara, acabamento aço inox ou oxidado e armação em alumínio. Calibre: 380 ACP (9mm curto), capacidade: 2o tiros, peso: 955 G, comprimento do cano: 131mm, comprimento total: 211mm – falou Twist.

– Quero 300. Próxima.

– PISTOLA IMBEL .380 MD1 N, Calibre: .380 ACP, capacidade do magazine: 10, raiamento: 6 AH406, funcionamento: semiautomático/ação simples, possui sistema ADC, peso: 940g, comprimento: 195mm, altura: 126 mm.

– 400.

– Essas são as novidades.

– Certo, entã0 mais 450 espingardas boito pump combo calibre 12, 300 revólveres taurus RT41o/5, 540 carabinas taurus puma júnior de 8 tiros, inox e calibre.38 – falei. Eles assentiram enquanto anotavam – Quero tudo em Londres, ontem.

– Sim, chefia – puxa saco.

– Tchau – sem nem dar chances, sai daquele local. Entrei em minha bugatti vermelha e dei partida para a mansão dos Bieber's. Hoje, eu ensinaria meu doce irmãozinho a como lutar e atirar. Ele tinha que saber, né? Mas é claro.

Quando cheguei lá, Justin estava na calçada, encarando o asfalto, ele estava lindo com uma bermuda jeans escura e uma camisa regata e cavada branca. Ele usava uma touca vinho escura e uma corrente prata e grossa no pescoço. Quando me viu, abriu um sorriso sem mostrar os dentes e adentrou em meu auto. Roubei um selinho dele e o mesmo negou com a cabeça rindo.

O caminho até a minha área de treinamento foi silenciosa. Jus encarava a janela e eu permanecia o olhar fixo na estrada, de vez em quando vendo de soslaio o menino ao meu lado.

– O que nós vamos fazer hoje? – perguntou de repente.

– Vou lhe ensinar a lutar. Creio que precises disso – falei. Ele assentiu calado. Ele estava quieto de mais, estranho de mais, diferente de mais – O que tá acontecendo? – perguntei realmente preocupada e irritada.

– Não entendi.

– Qual é Justin, tu tá ai quieto e pensativo de mais. Então vou perguntar só mais uma vez, o que tá acontecendo?

– Eu tava pensando nos meus amigos... – suspirou – Eles mentiram pra mim, sabe? – me encarou nos olhos – Eles nunca me contaram quem eram, até uma menina faz parte disso e eles nunca me disseram... Acharam que eu era fraco – apertou os punhos – E não quero mais ser fraco, não quero mais ter medo – falou firme.

– Estou aqui, Jus, você não vai ser fraco – ele assentiu com um sorriso de canto – Bem vindo ao seu futuro – falei quando chegamos no galpão. Ele fitou toda a construção surrada. Saiu do carro e continuou olhando cada canto dali. Sai do objeto de onde eu estava e o puxei para dentro totalmente animada.


 

Pov's Justin Bieber


 

Nossas mãos estavam dadas, os dedos entrelaçados. Os cabelos acobreados de Barbara ficavam em sua face por conta do vento. Ela falava mil e uma coisas de uma vez, chegava que eu nem conseguia acompanhar. Ela estava super animada. Dava pulinhos e gritinhos. Me apresentava algumas muitas armas e estava crente de que eu estava decorando.

A construção era enorme e dividida em duas partes. Na parte da frente, eu podia ver equipamentos de academia, um ringue e alguns objetos de lutas. As paredes eram de mármore preto. Na parte de trás era o que eu mais fiquei chocado. 2 paredes repletas de armas, de cima a baixo. Na parede, paralela a da porta de entrada, possuía vários alvos pendurados.

Percebi uma escada para o andar de cima, porém deixei quieto. De um armário que estava ali, ela tirou uma calça de treinamento, era feito de látex, muito colada ao corpo, me incomodava, mas não reclamei. Babi continuava com suas roupas normais, uma calça de couro preto e um tope de couro vermelho. Uma bota que batia na metade de sua coxa com um salto altíssimo preta. Seus cabelos que antes estavam soltos, agora estavam em um rabo de cavalo perfeitamente alinhado e arrumado. Suas joias que antes estavam em seu corpo, naquele momento estavam em uma bancadinha, com exceção de um anel, que eu nunca a vira sem.

Com o dedo indicador, ela me chamou até a mesma. Barbara tinha um sorriso sapeca no rosto, algo cheirava que ela iria aprontar algo.

– Você vai lutar assim? – ela encarou a si mesma.

– Sim, por que?

– De salto?

– Sim, por que? – dei de ombros. Ela não era normal – Me soca – mandou.

– Quê?

– Você entendeu.

– Não vou bater em uma mulher, Barbara.

– Você não vai me bater... – pensou um pouco – Porque você não vai conseguir – cruzei os braços e neguei com a cabeça.

– Não vou te bater – falei convicto. Ela me deu uma rasteira, me fazendo cair de bunda no chão. Barbara distribuía socos em minha barriga e minha mandíbula, me fazendo ficar sem o maldito ar – Ba..Bi.. Pa..ra – falei entre um soco e outro.

– Me. Bate – falou pausadamente. Ela se levantou e me estendeu uma mão para me ajudar a se levantar. Peguei a mesma e dei impulso para ficar de pé. No meio do caminho ela soltou a ligação entre a gente e eu caí novamente. Sozinho me levantei. Parti para lhe dar um soco, a mesma segurou meu punho – Força – falou dando tapinhas em meu bíceps – De novo.

Tentei novamente, ela pegou minha mão. “Dobra os cotovelos dessa maneira”, me mostrou. “Quando for atacar com uma mão, proteja o rosto com a outra. Desse jeito”, se posicionou. “As pernas têm que ter '4' apoios”, fez aspas com os dedos. “Pernas levemente separadas”, afastou as minhas e fez o mesmo com os dela. “Um pé fica na frente, outro fica um pouco atrás. Se for destro, a perna esquerda fica na frente, caso seja canhoto, a direita fica na frente. Você é destro então a esquerda fica na frente”, puxou meus pés, os afastando. Sua perna direita estava a frente. Ela era canhota.

“4 apoios. Frente, trás, lado e lado”, se movimentou. “Caso me bata, seja mais difícil me derrubar”, confirmei. “Quando for socar, vira um pouco o corpo e estica, assim você pode bater mais de longe”, fez uma demonstração. “Sempre proteja sua face”, destacou a primeira palavra.

“Três socos”, mostrou. Seus punhos iam e voltavam rapidamente. Ela sempre escondia a face com as mãos. Imitei seus movimentos. “Chute frontal”, a perna de trás veio pra frente dobrada. “Chute lateral”, torceu o corpo para o lado e a perna veio de trás pra frente esticada.

“Abraço de urso, as tuas mãos são travadas em torno de mim e então sou mantinda firmemente no teu peito pelo abraço. Esse é uma posição dominante para ter grande controle sobre mim”, posicionou meus braços em si. “Backbreaker, me deixa cair de modo que os impactos traseiros ou são dobrados para trás de encontro a uma parte de ti, geralmente vai ser o joelho”, movimentou me levando junto.

“Meia-lua de compasso”, “Chapa”, “Queixada”, “Martelo cruzado”, “Armada”, “Galopante”, “Baiana”, “Slam”, e blá, blá, blá. Foram golpes e mais golpes listados por ela. Não eram tão difíceis aliás. Tentei dar socos nela, porém, a mesma sempre pegava meus braços, mãos e cotovelos.

Como podia socar alguma coisa ser tão difícil? As pessoas faziam isso se parecer tão fácil!

“Força”, “Não”, “Cotovelo”, “Braço, “Punho”, “Errado”, “Certo!”. Era sempre assim. Quando eu já tinha 'aprendido' mais ou menos as coisas, partimos para uma luta de verdade. Eu conseguia acertar alguns socos em Barbara, e ao invés de ficar extremamente puta, ela ria de orelha a orelha. Em um movimento rápido, eu a derrubei e fiquei por cima de seu tronco. Com uma perna de cada lado de seu quadril.

Quando percebi que ela estava indo distribuir socos em mim, agarrei seus dois braços com uma das mãos e coloquei acima de sua cabeça, distribui socos em seu estômago e a mesma ria e cuspia sangue. Eu não sabia a hora de parar, e quando ela estava fechando os olhos, sem mais nenhum sorriso no rosto, eu parei com medo. Talvez eu tivesse exagerado. Talvez ela estava desmaiando. Talvez ela estava morrendo bem na minha frente.

Mas não.

O que eu menos esperava era que em um piscar de olhos, eu sentisse o chão em minhas costas e um peso como pena estivesse em cima de mim. Olhei para a menina cheio de sangue na cara e hematomas que possuía um sorriso maior que o universo. Ia começar a distribuir socos nela quando a mesma prendeu minhas mãos com as suas. Estávamos cara a cara. Nossas faces estavam a milímetros de distância.

– Nunca, Justin, nunca pare por pena ou medo. Essas coisas no mundo do crime podem te matar. Se for mulher, homem ou idoso. Se for pra bater, bata. Se for pra matar, mate. Não hesite. Se eu desmaiasse, eu iria acordar. Eu não vou morrer tão cedo. Estamos entendidos?

– Sim – falei sem desviar o contato visual. Sem que eu quisesse, meu olhar desceu para aqueles lábios suculentos, cheios de vida e rosinhas – Po-posso... Er... Será que eu poderia... te b-beijar? – perguntei, ela começou a gargalhar. Sei que corei violentamente – Desculpa – murmurei.

– Sh... Cala a boca – e então, antes que eu pudesse falar algo, ela selou nossos lábios. Ainda atônico, senti sua língua pedir passagem, cedi. Suas mãos passeavam pelo meu corpo, as minhas repousavam em sua cintura. Quando sentimos falta de ar, Barbara ia depositando selinhos pelo meu pescoço e colo, causando-me arrepios violentos. Nos girei e fiquei por cima dela, continuando a beijá-la.

Suas mãos chegaram na barra de minha calça e então, nesse momento, eu gelei.

– B-Babi – murmurei. Ela me ignorou, continuando tentar tirar a peça de roupa. Peguei firmemente seus pulsos e peguei seu queixo, fazendo ela me encarar nos olhos – Não – falei firme.

– O que? Por que? – perguntou manhosa. Desviei nosso olhar timidamente – Hey – chamou minha atenção – Ta tudo bem. Não vou te forçar a nada – falou simples. Se levantou e estendeu uma mão. A olhei hesitante – Eu não vou soltar dessa vez – riu fraquinho. Assenti e peguei a parte do seu corpo oferecida para me ajudar. E então ela soltou e saiu rebolando e rindo alto – Desculpa! – gritou.

Uma vez Barbara Palvin, sempre Barbara Palvin. Me levantei negando e rindo. Babi não era real.


 

Dia da viagem para Londres...


 

– Pera, como assim? Eu vou no avião... Com eles? Sozinho? – perguntei chocado para Barbara, ela assentiu normal – Quer me ver morto? Eles me odeiam.

– Que? – parou de arrumar suas coisas por um instante. Estávamos em seu quarto, ela terminava de ver as coisas que estavam em suas malas, as minhas já estavam indo para o aeroporto – Eles não te odeiam – falou como se fosse óbvio e voltou a mexer nas coisas.

– Claro que me odeiam, Babi. Já viu como eles me olham quando tu me chamas pras reuniões?

– Primeiro que eu não te chamos – zoou com minha cara – Isso é só coisa da tua cabeça.

– Certo... Quando chegar na Inglaterra e me ver morto, não diz que eu avisei – bufou – Por favor, deixa eu ir com você, Barbara – supliquei pela última vez.

– Desculpa, princesa, mas ninguém entra no meu jatinho – fiz um bico – Por mais que esse bico seja tentador, a resposta ainda é não – morde meus lábios e fecha as malas.

– Ok, tudo bem, me rendo... – levanto as mãos. Ela ri baixinho.

– Agora seja útil e meu escravo, leve minhas malas em suas mãos e eu em suas costas.

– Como? – perguntei rindo.

– Isso mesmo! Vamos – estendeu as malas em minha direção.

– Barbara são 5 malas! – exclamei exasperado.

– Ah, Bieber, não reclama... Por favorzinho... Eu acho que torci meu pé – fez aquela cara de gatinho do Shrek.

– Tá bom – torci meu nariz. Ela bateu palminhas e pulou em minha costa sem nem me preparar. Quase caí para trás, mas consegui me equilibrar. Peguei as 5 malas desajeitadamente e desci as escadas rapidamente. Arrancando gargalhadas minhas e de Babi. No último degrau, eu dei um passo em falso e caímos. Gargalhamos ainda mais alto.

Vi que os meninos e as meninas estavam ali, nos encarando descrentes e de cenhos franzidos. Barbara também notou e tomou uma postura diferente. Se tornando daquela menininha para a mulher temida. Ela se levantou séria e gritou para todos continuarem com seus afazeres.

Mandou que um dos seguranças levassem as bagagens para ela e então chamou todos para irem. Repassou os planos dos dias que estaríamos fora para as meninas e entrou no seu Porshe vermelho, me esperando no mesmo.

O caminho inteiro até o aeroporto eu fiquei tentando convencer Barbara do contrário, mas ela sempre fazia a mesma coisa, bufava, falava não ou me ignorava. Parei quando percebi que ela estava extremamente irritada.

 

2 jatinhos particulares já estavam prontos na pista. Quando olhei os mesmos, ri para mim mesmo, era a cara de Barbara. Ambos era de coloração vermelha – cor que eu julgava ser a favorita dela – com letras douradas escrevendo “PALVIN”. A diferença entre um e outro era mínima. Um dos jatinhos era fosco, enquanto o outro era brilhante e cheio de glitter. Qual seria o de Barbara Palvin, huh? Não fazia a mínima ideia.

Adentrei no jatinho dos meninos e ouvia as risadas já na porta, quando eu apareci no campo de visão deles, todos se calaram e fecharam a cara no mesmo instante. Suspirei e abaixei a cabeça, indo até a poltrona mais afastada, na área onde não tinha ninguém. Pluguei o fone no meu celular e coloquei algumas músicas clássicas para tocar. Fechei os olhos e encostei a minha cabeça na janela, descansando ali.

Não percebi que tinha alguém ao meu lado até que abri meu olhos agoniado do peso de seu olhar sobre mim. Vi um ser moreno de topete me encarando como se estivesse tentando falar algo, ele abria e fechava a boca toda hora, mas nada saia pelos seus lábios.

– Eu sou Zayn – falou de repente.

– Hmm... Eu sou o Justin – eu sabia que ele sabia meu nome. Ele assentiu e ficou calado por um tempo.

– Me desculpa pelos meninos, eles são meio possessos com a Barbie – ri com esse apelido, Barbie – Eu nunca a vi sorrir como hoje – falou encarando um ponto no meio do nada – Eu nem acreditaria que você estaria causando isso a ela se eu não tivesse visto com meus próprios olhos.

– Por que? – perguntei meio hesitante.

– Ela odeia qualquer Bieber e tinha planos para matar todos – o encarei perplexo.

– Barbara é uma Bieber.

– Não, Justin, Barbara é uma Palvin – assenti.

– Ela vai me matar – sussurrei.

– Talvez isso fosse um plano no começo, mas talvez algo tenha mudado – fiquei pensando. Ela só estava me usando. Eu era um mero objeto de batalha, eu estava a ajudando a acabar com um de seus inimigos, mas assim que concluísse, ela iria me descartar.

 

Pov's Narradora


 

Enquanto Justin conversava amigavelmente com Malik, no outro avião, Barbara faltava arrancar os próprios cabelos. Os sedativos já não adiantavam mais. Ela ficava andando de um lado para o outro e em círculos, ignorando a aeromoça e o piloto dizendo para que ela se sentasse. Ofereceram uma xícara de chá para ela, mas a mesma só jogou o objeto com o líquido dentro em uma das paredes do jato.

Ela odiava aviões.

Em todas as viagens eram as mesmas coisas. Ela adentrava no auto e injetava a droga no seu organismo, fazendo assim com que ela dormisse profundamente, a tempo só de acordar e já estar no seu destino, porém, não eram todas as vezes em que funcionava, e quando isso acontecia, além de estressar a si mesma, ela causava um terror em todos os funcionários do jatinho.


 

Zayn começava a perceber que o jovem Bieber não era tão terrível assim. Todos os 6 homens ali presentes conversavam entre si, o mais jovem de todos, Justin, ficava mais escutando. Eles falavam sobre missões que já haviam feito. Loucuras que faziam em baladas. Delírios que a chefa dava na cama.

– O que você acha da Barbie na cama, Bieber? – perguntou Niall, servindo as xícaras com o chá.

– Eu não sei... Nunca fui com ela para a mesma – falou o garoto bebericando o líquido quente.

– Nunca foi? – perguntou Harry repleto de confusão. O menino só assentiu com a cabeça. Depois de pensar em todos os fatos, Styles concluiu – É virgem – falou a todos. O resto confirmou rindo – Mas não vai passar de hoje, vamos dar um jeito nisso – o menino estremeceu com as palavras ditas.

– Esse chá é bom, de que é? – perguntou Justin na tentativa de fugir do assunto em que entraram.

– Maconha – Liam respondeu simples. O conteúdo que tinha na boca do Bieber foi cuspido de volta para a 2ª xícara do mesmo. Ele estava de olhos arregalados bebendo a água que tinha ali. Os homens riam do desesperado do garoto.


 

Pela janela, dava para ver o belo Big Ben e a London Eye, em poucos minutos, todos pousariam.

– Lar doce lar – falou um dos garotos. Justin não sabia, mas exceto por ele e Niall, todos ali eram Britânicos.


 

No outro jato, Barbara já fazia várias ligações, também estava um pouco mais calma. Tudo teria que sair perfeito. Jamie ligou para a mulher e a mesma atendeu.

Vejo que já chegou.

Quase lá.

Seu quarto está pronto – anunciou malicioso.

Em 30 minutos eu chego em sua mansão. Esteja nu na posição adequada para receber-me.

Sim, mistress – e então encerrou a chamada.

Desceu do jatinho e foi de encontro com os meninos. Ela viu o ser loiro de olhos castanhos rindo com eles. Aquele sorriso que fazia seu coração se acelerar, seu corpo suar e suas mãos tremerem. Uma sensação que ela não conhecia. Foi se aproximando correndo do grupinho e se jogou neles, os abraçando e gritando logo em seguida.

We are in London, bitches! – eles riram. A líder logo se recuperou e ficou na posição ereta – Hoje os serviços de vocês não serão necessários. Vão para o hotel, uma boate, comam putas, bebam, sei lá! Façam o que eu quiser. Não ficarei no mesmo hotel que vocês, estarei na casa de Jamie.

Todos assentiram e pegaram as respectivas bagagens, entrando em seus carros logo em seguida.

– Jus – falou doce. O menino a encarou um pouco assustado, lembrando da conversa com o Zayn mais cedo – Está tudo bem?

– Sim – desviou o olhar.

– Eu vou te levar para o hotel, se quiser sair, pede um táxi – foi rude. Odiava quando mentiam para ela e ele claramente estava a fazer isto. Bieber murmurou um “Bipolar”, e acompanhou a moça, que seguia para um camaro vermelho.

O caminho como sempre foi feito em silêncio. Barbara jogou o jovem no hotel 5 estrelas junto com suas malas e saiu cantando pneus sem nem se despedir. Em menos de 15 minutos, já estava entrando na área da mansão do Dornan. Os seguranças nem hesitaram em abrir os portões para a mulher.

Seu olhar era ameaçador e fervente, ninguém era louco o suficiente para ficar na frente da mulher mundialmente temida. Mal estacionou o carro e saiu do mesmo, deixando as coisas dentro do mesmo e até a porta aberta.

Entrou na construção e foi se despindo – sem nem se importar com as pessoas dentro dos locais – até o quarto vermelho. Usando somente sua lingerie azul e transparente, ela adentrou no cômodo e olhou o homem submisso. Ele estava nu, de joelhos, de costas para a porta, virado de frente para um dos cantos do quarto.

Em silêncio, ela andou pelo quarto pegando as coisas que usaria para a noite. O homem, permanecia quieto, pois não queria ser punido severamente por sua madame. Sentiu seus olhos serem vendados pela venda de seda macia. Barbara segurou os fios do cabelo dele e puxou brutalmente para cima. O homem gemeu entredentes.

A mulher colocou a coleiro no mesmo e o puxou para se sentar na grande cama redonda e vermelha que tinha ali. O fez sentar e se sentou sobre ele, roçando suas intimidades separadas por um fino pedaço de pano.

– Você se comportou direitinho, Jamie? – perguntou acariciando os cabelos e as bochechas de Dornan. Por mais que ela não quisesse e gostasse, o garoto era especial para ela, o mesmo havia a ajudado desde sempre.

– Não, mistress.

– O que você fez, Dornan? – foi firme.

– E-eu me masturbei... P-pensando em você.

– De novo? Quebrou as mesmas duas regras? – pensou – Sabe que tem que ter castigos – ele assentiu com a cabeça, recebendo um forte tapa no rosto – Eu não escutei.

– Sim, mistress.

– O que eu faço com você, Dornan? Que castigo acha que merece?

– O que você achar mais adequado, mistress.

– Resposta correta. 15 chicotadas – nada mal, pensou o submisso – Por regra. Total, 30 chicoteadas – Jamie engoliu em seco. Mas no fundo, ele gostava, aliás, era um masoquista mesmo.


 

O celular tocando despertou Barbara de seu sono. Ela sentiu um pouco de dor ao se levantar da cama. Olhou ao redor, ela estava na suíte principal. Jamie sempre dava seu próprio quarto para ela quando a mesma vinha. Ele a tratava como rainha. O cômodo estava decorado com vermelho, o que no ano inteiro nunca era assim.

Palvin lembrou de ter dormido ao lado de Dornan dentro do quarto vermelho, não lembrava como havia parado ali. Pegou o celular com o mal humor matinal e atendeu o mesmo sem nem ver quem era.

Que é? – foi rude.

Porra, Barbie, está todo mundo te esperando aqui – ouviu a voz de Liam dizer – Diz que já tá no caminho.

Não, Payne, não estou a caminho. Estou deitada em uma cama, sendo acordada por você.

Vem logo – bufou.

Eu dou ordens, não você! – esbravejou.

Que seja, BP, só vem logo – desligou a ligação.

Totalmente puta da vida, Barbara se levantou e foi até sua mala, pegando uma roupa para o dia. Graças ao seu estilista os looks já estavam todos prontos. Pegou um vestidinho solto de renda bege, uma meia calça preta, um sobretudo da mesma cor e um salto delicado. Tomou um banho e se vestiu. Fez uma maquiagem básica, destacada pelo seu batom vermelho. Desceu as escadas da mansão antiga.

Foi até a cozinha e deu de cara com Jamie e Dakota tomando café da manhã. Dakota era irmã de Jamie, e ela não fazia ideia do que o irmão fazia. Ela era doce e inocente. Fazia o último ano do ensino médio e namorava um mauricinho.

– Bom dia – murmurou.

– Pra onde vai? – perguntou o Dornan mais velho.

– Resolver uns negócios – disse simples. Pegou uma maçã e caminhou até a saída da casa. Colocando seus óculos escuros e adentrando em seu carro vermelho. Pisou fundo no acelerador e foi até o galpão da Inglaterra, que ficava em Liverpool.

Ao chegar no local, entrou no mesmo e viu todos ali. Os meninos, alguns capangas de Jamie e até mesmo o doce Justin. Ela cumprimentou todos seriamente e se sentou na cadeira branca mais afastada e principal. Todos a receberam com respeito apesar de por dentro estarem a xingando por conta das 3 horas de espera.

O menino Bieber ainda estava atônico por causa daquela conversa com Malik. Ele estava com medo. E aquela mesma sensação que sentiu ao sair do galpão do melhor amigo ressurgiu. Tristeza e decepção. Ele pensava que Palvin tinha mudado. Mas não, era tudo uma blasfêmia.

– Acorda Bieber – ouviu alguém dizer. Ele estava tão perdido em seus pensamentos que nem percebeu que a maioria das pessoas já tinham saído. Barbara estava no canto conversando com os braços cruzados e uma cara fechada com uma garota, que julgava Justin ser alguém do grupo do Dornan, os meninos – Harry, Niall, Louis, Liam e Zayn – estavam na frente dele rindo e tentando chamar a sua atenção.

– 'Tá no mundo da lua cara – falou Zayn.

– Eu 'tava pensando – falou.

– Percebemos – caçoou, Niall – Você não prestou atenção em nada que a chefia ali disse.

– Hm...

– Estamos indo almoçar, quer ir com a gente? – perguntou Harry.

– Tanto faz – deu de ombros.

– Beleza, 'bora – se dirigiram até a porta do edifício.

– Pra onde pensam que vão? – aquela voz ecoou.


Notas Finais


Look: http://www.glam4you.com/wp-content/uploads/2012/02/FLUO5.jpg

COMENTEM!!!
O que vocês acham sobra a "conversinha" entre Justin e Zayn?
Acha que tudo não se passa de encenação? MUAHUAUHA!!!
Acham que Bieber vai morrer? Que sentimentos vocês acham que Bieber ta sentindo??


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