História Mafia Secrets - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Tags Bts, Exo, Jimin, Máfia
Exibições 9
Palavras 3.620
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Policial, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Cá estou eu novamente :3 É a primeira fic assim que escrevo e espero muitoooo que vocês gostem, e creio que eu vou AMAR escrever ela ♥

Capítulo 1 - Flashback


Fanfic / Fanfiction Mafia Secrets - Capítulo 1 - Flashback

– Você não pode fazer nada se eu não permitir – Jack dizia bêbado, ao mesmo tempo em que ria da minha cara – Eu sou seu irmão mais velho e eu sou responsável por você – Jack colocava a garrafa de cerveja na boca e bebia mais e mais

                – Jack para! – Eu chorava e ele ria, era sempre assim. – Para, por favor – Minhas mãos estavam em seu braço, tentando tirar aquela garrafa de sua mão. Mais uma vez a tentativa falhou. – Você acha que a mamãe teria orgulho em te ver assim? – Me arrependi de falar isso no mesmo instante.

                – NÃO OUSE METER ELA NO MEIO S/N – Ele gritava ao mesmo tempo em que segurava o meu pulso, com força. – Vai pro seu quarto agora – Ele dizia ao mesmo tempo em que soltava meu pulso.

                – Jack...

                – S/N AGORA. SOBE! – Ele estava gritando novamente.

                – ESPERO QUE QUANDO EU COMPLETAR 18 ANOS EU POSSA IR EMBORA DAQUI E NUNCA MAIS TENHA QUE OLHAR PARA A SUA CARA – Eu estava gritando ao mesmo tempo em que as lágrimas desciam descontroladamente pelo meu rosto. E então eu subi, e bati a porta com todas as minhas forças, realmente eu podia quebrá-la com a raiva que estava.

                Mas eu sabia. Eu sabia que não iria ir embora, era sim, o meu objetivo. Mas não poderia abandoná-lo, ele era meu irmão e eu o amava, se eu o abandonasse nunca me perdoaria.

                E então eu ouvi o portão da garagem se abrir e o barulho de um carro saindo em disparada. Jack havia saído e eu estava com medo, ele estava bêbado e com certeza não tinha consciência do que estava fazendo.

                Com o tempo consegui me acalmar, lavei meu rosto e coloquei uma roupa mais confortável.

                Então novamente eu desci afinal alguém tinha que limpar as garrafas que estavam quebradas no chão e arrumar a bagunça que Jack havia feito. E novamente essa pessoa era eu.

                Comecei juntando os cacos de vidro espalhados pelo chão e juntando as almofadas do sofá. No chão tinha uma foto rasgada ao meio, era uma foto de três anos atrás, da formatura do Jack, onde estávamos eu, papai, mamãe e ele... Éramos tão felizes...

                Finalmente havia terminado. Subi, tomei banho e coloquei um pijama. Eram 03h00min da manhã, estava preocupada por Jack ainda não ter voltado. Nessa mesma hora meu celular tocou.

                Segundos depois meu celular estava no chão e lágrimas, novamente, desciam descontroladamente.

                Jack havia perdido o controle do carro e batido contra uma árvore. Não tinha como pensar, nem sabia como agir, então peguei a moto do Jack, ele havia me ensinado a andar nela, era a única solução. Saí com aquela moto em disparada até a avenida em que Jack estava. Havia carros em volta e pessoas comentando, carros da polícia e o Samu que estava prestando os primeiros socorros.

                Deixei a moto em qualquer lugar e saí correndo, até ver a cena que jamais imaginei que iria acontecer, Jack já estava na maca, havia aparelhos de todos os tipos nele, ele estava acordado e consciente.

                Realmente eu não estava preparada para isso.

                –JACK –Eu estava chorando, estava em desespero, estava gritando. –Jack não me deixa, por favor – Eu já havia implorado coisas a ele umas dez vezes só hoje.

                – S/n, s/n – Ele estava fraco, sua voz quase não saía, eu segurei a mão dele e as lágrimas ainda estavam descendo pelo meu rosto. – S/n eu te amo, me perdoa – Ele apertou minha mão

                – Eu também te amo Jack, eu te perdôo – Eu só conseguia chorar mais e mais e Jack deu um sorriso fraco e fechou os olhos ao mesmo tempo em que uma lágrima caía.

                –Moça, moça, temos que levá-lo para o hospital – Um dos médicos que estava ali falou e eu apenas assenti com a cabeça e então eles o colocaram dentro do Samu e eu entrei junto.

                Talvez aqueles tenham sido os piores momentos da minha vida. Jack devia ter ficado inconsciente cerca de duas vezes e ter alucinado o caminho inteiro.

                Quando chegamos ao hospital ele foi direto para sala de cirurgia e eu tive que ficar ali. Sentada em um sofá na sala de espera. Os minutos pareciam horas e as horas pareciam dias. Aquele sofrimento parecia ser eterno. Eu pedia informação para os médicos e eles diziam que só iriam ter depois da cirurgia, ou que a cirurgia era de risco. Eram sempre as mesmas coisas.

                Algum tempo depois um menino loiro adentrou a sala, ele parecia estar procurando alguém. Era bonito, seu cabelo estava bagunçado, seu perfume era forte e podia ser sentido de longe. E então ele veio em minha direção.

                – S/n? – Ele disse me encarando, apenas assenti com a cabeça– Então você é a irmã do Jack?

                – Sim, quem é você? – Disse enquanto limpava algumas lagrimas que escorriam pelo meu rosto.

                – Park Jimin, amigo do Jack... Você já tem notícias dele? – Neguei

                – Park Jimin? – Ele disse vendo algo em sua planilha

                Jimin levantou e foi até o médico

                – Jack quer te ver. Venha comigo, por favor. – Eu até levantei, mas eles já haviam saído e adentrado a sala em que Jack estava.

                Por que Jack queria ver o Jimin e não eu? Eu sou a irmã dele.

                Depois de alguns minutos Jimin saiu de lá e sentou ao meu lado.

                – Ele vai fazer mais uma cirurgia... Não sabem se ele vai resistir – Ele disse baixo olhando para a janela

                As lágrimas novamente desceram pelo meu rosto. Eu não iria agüentar. Eu não iria suportar. Jimin ficou me olhando e depois de um tempo me abraçou de lado e eu adormeci no ombro dele.

                Depois de um tempo o médico veio até Jimin e pediu para falar com o mesmo, e também que me acordasse, pois teria que falar de um assunto sério. Depois de Jimin me acordar seguimos o médico até uma sala e então ele começou a falar. Eu sentia medo e pavor, no fundo eu sabia o que viria pela frente.

                – Fizemos de tudo, foram feitas várias cirurgias, mas ele não resistiu. Sinto muito. – O médico disse me olhando–

                Meu mundo tinha caído novamente, foi como uma facada em meu coração, eu não queria acreditar, queria que tudo não passasse de um pesadelo, que no final eu iria poder acordar e abraçar ele, dizer o quanto eu o amo. Mas infelizmente não era, aquilo era real e eu não suportava mais sofrimentos. Então eu saí da sala, corri com todas as minhas forças, minha vista estava embaçada por conta das lágrimas e meu coração acelerado, meus pensamentos estavam bagunçados e cada vez mais eu estava ficando sem forças e esperanças.

                Eu sentei no jardim e fiquei lá, depois de um tempo Jimin havia aparecido, e pela segunda vez no dia Jimin me abraçou. E então eu chorei novamente.

                – O que ele queria? – Disse depois de calma– A hora que você foi vê-lo...

                – Ele pediu pra eu cuidar de você – Ele disse olhando para um passarinho que voava ali perto. – Você vai morar comigo

                – Eu mal te conheço, como quer que eu confie em você?

                – Eu estou apenas fazendo o que o seu irmão pediu, cabe a você aceitar ou não.

                                                                                                 *

                Alguns dias depois do enterro de Jack acabei aceitando morar com Jimin. Depois de alguns meses meu quarto já estava arrumado e eu e Jimin nos dávamos muito bem. Ele era um bom amigo.

                Mas era “estranho” também. Saía, na maioria dos dias da semana, o dia todo e às vezes à noite, mas nunca perguntei o porquê de ele fazer isso...

                Até que um dia escutei Jimin falando ao telefone, ele dizia que Jack desde sempre soube que ele fazia parte da máfia, mas que eu nem imaginava.

                Estava aí a solução. Essa história de máfia me deu uma ótima idéia.

                – Jimin, eu escutei direito?  Você faz parte de uma máfia? – Ele parecia nervoso e não sabia o que responder. – Não adianta negar, eu ouvi.

                – S/n você não pode falar pra ninguém – Ele falou vindo até mim.

                – E quem disse que eu vou? – O encarei ­­–Na verdade, eu quero entrar pra máfia.

                – Você o que? – Ele me olhava com dúvida

                – Isso mesmo Jimin. Sem rodeios. Como faço pra entrar?

                – Tem que fazer uns testes...

                – Me leve até o resto – Ele assentiu com a cabeça

                – Vou te levar até lá, depois que eu te treinar. Eles não vão te deixar entrar tão fácil.

                                                                                              *

                Jimin me treinou por cerca de um mês, já sabia muitas coisas, tipo como manusear diversos tipos de armas.

Depois de toda essa demora, um belo dia Jimin disse que eu estava pronta e assim fomos até o carro dele e saímos da casa dele. Demoramos um bom tempo até chegar lá, o silêncio no carro parecia eterno.

                – Chegamos – Ele abriu a porta e desceu, indo até o outro lado e abrindo a porta pra mim.

                Era uma casa, ou melhor, uma mansão, era incrivelmente linda e enorme.

                – Está ciente que terá que passar por conta própria não é? Não vou poder te ajudar nessa. – Apenas assenti. Então adentramos o local, passamos pelo jardim e por uma balança que tinha na frente da casa. E enfim chegamos até a porta. Jimin digitou uma senha e entrou.

                Apenas segui Jimin e o vi cumprimentando os meninos e depois falando para eles que eu queria entrar pra máfia, que era boa e que ele mesmo havia me treinado.

                –Uma garota pode ser muito útil. – Namjoon, o líder da máfia estava me encarando – S/n está disposta a fazer tudo? Até seduzir pra depois a gente – ele apontou para ele e os meninos – aplicarmos o golpe? – Assenti – Então acho que já podemos começar os testes.

                Eu já havia passado por mais de 20 testes, estava exausta

                ­– Pega leve. Ela ainda é novata – Jimin disse para Namjoon enquanto me entregava um copo com água

                – Que seja. Ela ta passada. ­– Ele disse se rendendo e eu não pude evitar um sorriso. – Porém, se você vacilar, já sabe. – Ele passou o dedo pelo pescoço como se fosse uma faca, em sinal de que eu morreria. – Com o tempo você vai conhecer os outros integrantes. Estão dispensados. Vemos-nos amanhã.

                Jimin me parabenizou e então nos despedimos dos outros e fomos para a casa.

                E agora eu faço parte de uma das máfias mais perigosas de New Orleans. E meus novos companheiros são (fora Jimin): Namjoon, líder da máfia, Jin, braço direito do líder, Chen, a pessoa que monta os planos, e o resto que participa da parte prática, J-Hope, Sehun, Yoongi, TaeHyung, Baekhyun, Chanyeol, Kyungsoo, Luhan, JungKook, Kai, Suho, Lay e mais alguns...

                – Você não pode fazer nada se eu não permitir – Jack dizia bêbado, ao mesmo tempo em que ria da minha cara – Eu sou seu irmão mais velho e eu sou responsável por você – Jack colocava a garrafa de cerveja na boca e bebia mais e mais

                – Jack para! – Eu chorava e ele ria, era sempre assim. – Para, por favor – Minhas mãos estavam em seu braço, tentando tirar aquela garrafa de sua mão. Mais uma vez a tentativa falhou. – Você acha que a mamãe teria orgulho em te ver assim? – Me arrependi de falar isso no mesmo instante.

                – NÃO OUSE METER ELA NO MEIO S/N – Ele gritava ao mesmo tempo em que segurava o meu pulso, com força. – Vai pro seu quarto agora – Ele dizia ao mesmo tempo em que soltava meu pulso.

                – Jack...

                – S/N AGORA. SOBE! – Ele estava gritando novamente.

                – ESPERO QUE QUANDO EU COMPLETAR 18 ANOS EU POSSA IR EMBORA DAQUI E NUNCA MAIS TENHA QUE OLHAR PARA A SUA CARA – Eu estava gritando ao mesmo tempo em que as lágrimas desciam descontroladamente pelo meu rosto. E então eu subi, e bati a porta com todas as minhas forças, realmente eu podia quebrá-la com a raiva que estava.

                Mas eu sabia. Eu sabia que não iria ir embora, era sim, o meu objetivo. Mas não poderia abandoná-lo, ele era meu irmão e eu o amava, se eu o abandonasse nunca me perdoaria.

                E então eu ouvi o portão da garagem se abrir e o barulho de um carro saindo em disparada. Jack havia saído e eu estava com medo, ele estava bêbado e com certeza não tinha consciência do que estava fazendo.

                Com o tempo consegui me acalmar, lavei meu rosto e coloquei uma roupa mais confortável.

                Então novamente eu desci afinal alguém tinha que limpar as garrafas que estavam quebradas no chão e arrumar a bagunça que Jack havia feito. E novamente essa pessoa era eu.

                Comecei juntando os cacos de vidro espalhados pelo chão e juntando as almofadas do sofá. No chão tinha uma foto rasgada ao meio, era uma foto de três anos atrás, da formatura do Jack, onde estávamos eu, papai, mamãe e ele... Éramos tão felizes...

                Finalmente havia terminado. Subi, tomei banho e coloquei um pijama. Eram 03h00min da manhã, estava preocupada por Jack ainda não ter voltado. Nessa mesma hora meu celular tocou.

                Segundos depois meu celular estava no chão e lágrimas, novamente, desciam descontroladamente.

                Jack havia perdido o controle do carro e batido contra uma árvore. Não tinha como pensar, nem sabia como agir, então peguei a moto do Jack, ele havia me ensinado a andar nela, era a única solução. Saí com aquela moto em disparada até a avenida em que Jack estava. Havia carros em volta e pessoas comentando, carros da polícia e o Samu que estava prestando os primeiros socorros.

                Deixei a moto em qualquer lugar e saí correndo, até ver a cena que jamais imaginei que iria acontecer, Jack já estava na maca, havia aparelhos de todos os tipos nele, ele estava acordado e consciente.

                Realmente eu não estava preparada para isso.

                –JACK –Eu estava chorando, estava em desespero, estava gritando. –Jack não me deixa, por favor – Eu já havia implorado coisas a ele umas dez vezes só hoje.

                – S/n, s/n – Ele estava fraco, sua voz quase não saía, eu segurei a mão dele e as lágrimas ainda estavam descendo pelo meu rosto. – S/n eu te amo, me perdoa – Ele apertou minha mão

                – Eu também te amo Jack, eu te perdôo – Eu só conseguia chorar mais e mais e Jack deu um sorriso fraco e fechou os olhos ao mesmo tempo em que uma lágrima caía.

                –Moça, moça, temos que levá-lo para o hospital – Um dos médicos que estava ali falou e eu apenas assenti com a cabeça e então eles o colocaram dentro do Samu e eu entrei junto.

                Talvez aqueles tenham sido os piores momentos da minha vida. Jack devia ter ficado inconsciente cerca de duas vezes e ter alucinado o caminho inteiro.

                Quando chegamos ao hospital ele foi direto para sala de cirurgia e eu tive que ficar ali. Sentada em um sofá na sala de espera. Os minutos pareciam horas e as horas pareciam dias. Aquele sofrimento parecia ser eterno. Eu pedia informação para os médicos e eles diziam que só iriam ter depois da cirurgia, ou que a cirurgia era de risco. Eram sempre as mesmas coisas.

                Algum tempo depois um menino loiro adentrou a sala, ele parecia estar procurando alguém. Era bonito, seu cabelo estava bagunçado, seu perfume era forte e podia ser sentido de longe. E então ele veio em minha direção.

                – S/n? – Ele disse me encarando, apenas assenti com a cabeça– Então você é a irmã do Jack?

                – Sim, quem é você? – Disse enquanto limpava algumas lagrimas que escorriam pelo meu rosto.

                – Park Jimin, amigo do Jack... Você já tem notícias dele? – Neguei

                – Park Jimin? – Ele disse vendo algo em sua planilha

                Jimin levantou e foi até o médico

                – Jack quer te ver. Venha comigo, por favor. – Eu até levantei, mas eles já haviam saído e adentrado a sala em que Jack estava.

                Por que Jack queria ver o Jimin e não eu? Eu sou a irmã dele.

                Depois de alguns minutos Jimin saiu de lá e sentou ao meu lado.

                – Ele vai fazer mais uma cirurgia... Não sabem se ele vai resistir – Ele disse baixo olhando para a janela

                As lágrimas novamente desceram pelo meu rosto. Eu não iria agüentar. Eu não iria suportar. Jimin ficou me olhando e depois de um tempo me abraçou de lado e eu adormeci no ombro dele.

                Depois de um tempo o médico veio até Jimin e pediu para falar com o mesmo, e também que me acordasse, pois teria que falar de um assunto sério. Depois de Jimin me acordar seguimos o médico até uma sala e então ele começou a falar. Eu sentia medo e pavor, no fundo eu sabia o que viria pela frente.

                – Fizemos de tudo, foram feitas várias cirurgias, mas ele não resistiu. Sinto muito. – O médico disse me olhando–

                Meu mundo tinha caído novamente, foi como uma facada em meu coração, eu não queria acreditar, queria que tudo não passasse de um pesadelo, que no final eu iria poder acordar e abraçar ele, dizer o quanto eu o amo. Mas infelizmente não era, aquilo era real e eu não suportava mais sofrimentos. Então eu saí da sala, corri com todas as minhas forças, minha vista estava embaçada por conta das lágrimas e meu coração acelerado, meus pensamentos estavam bagunçados e cada vez mais eu estava ficando sem forças e esperanças.

                Eu sentei no jardim e fiquei lá, depois de um tempo Jimin havia aparecido, e pela segunda vez no dia Jimin me abraçou. E então eu chorei novamente.

                – O que ele queria? – Disse depois de calma– A hora que você foi vê-lo...

                – Ele pediu pra eu cuidar de você – Ele disse olhando para um passarinho que voava ali perto. – Você vai morar comigo

                – Eu mal te conheço, como quer que eu confie em você?

                – Eu estou apenas fazendo o que o seu irmão pediu, cabe a você aceitar ou não.

                                                                                                 *

                Alguns dias depois do enterro de Jack acabei aceitando morar com Jimin. Depois de alguns meses meu quarto já estava arrumado e eu e Jimin nos dávamos muito bem. Ele era um bom amigo.

                Mas era “estranho” também. Saía, na maioria dos dias da semana, o dia todo e às vezes à noite, mas nunca perguntei o porquê de ele fazer isso...

                Até que um dia escutei Jimin falando ao telefone, ele dizia que Jack desde sempre soube que ele fazia parte da máfia, mas que eu nem imaginava.

                Estava aí a solução. Essa história de máfia me deu uma ótima idéia.

                – Jimin, eu escutei direito?  Você faz parte de uma máfia? – Ele parecia nervoso e não sabia o que responder. – Não adianta negar, eu ouvi.

                – S/n você não pode falar pra ninguém – Ele falou vindo até mim.

                – E quem disse que eu vou? – O encarei ­­–Na verdade, eu quero entrar pra máfia.

                – Você o que? – Ele me olhava com dúvida

                – Isso mesmo Jimin. Sem rodeios. Como faço pra entrar?

                – Tem que fazer uns testes...

                – Me leve até o resto – Ele assentiu com a cabeça

                – Vou te levar até lá, depois que eu te treinar. Eles não vão te deixar entrar tão fácil.

                                                                                              *

                Jimin me treinou por cerca de um mês, já sabia muitas coisas, tipo como manusear diversos tipos de armas.

Depois de toda essa demora, um belo dia Jimin disse que eu estava pronta e assim fomos até o carro dele e saímos da casa dele. Demoramos um bom tempo até chegar lá, o silêncio no carro parecia eterno.

                – Chegamos – Ele abriu a porta e desceu, indo até o outro lado e abrindo a porta pra mim.

                Era uma casa, ou melhor, uma mansão, era incrivelmente linda e enorme.

                – Está ciente que terá que passar por conta própria não é? Não vou poder te ajudar nessa. – Apenas assenti. Então adentramos o local, passamos pelo jardim e por uma balança que tinha na frente da casa. E enfim chegamos até a porta. Jimin digitou uma senha e entrou.

                Apenas segui Jimin e o vi cumprimentando os meninos e depois falando para eles que eu queria entrar pra máfia, que era boa e que ele mesmo havia me treinado.

                –Uma garota pode ser muito útil. – Namjoon, o líder da máfia estava me encarando – S/n está disposta a fazer tudo? Até seduzir pra depois a gente – ele apontou para ele e os meninos – aplicarmos o golpe? – Assenti – Então acho que já podemos começar os testes.

                Eu já havia passado por mais de 20 testes, estava exausta

                ­– Pega leve. Ela ainda é novata – Jimin disse para Namjoon enquanto me entregava um copo com água

                – Que seja. Ela ta passada. ­– Ele disse se rendendo e eu não pude evitar um sorriso. – Porém, se você vacilar, já sabe. – Ele passou o dedo pelo pescoço como se fosse uma faca, em sinal de que eu morreria. – Com o tempo você vai conhecer os outros integrantes. Estão dispensados. Vemos-nos amanhã.

                Jimin me parabenizou e então nos despedimos dos outros e fomos para a casa.

                E agora eu faço parte de uma das máfias mais perigosas de New Orleans. E meus novos companheiros são (fora Jimin): Namjoon, líder da máfia, Jin, braço direito do líder, Chen, a pessoa que monta os planos, e o resto que participa da parte prática, J-Hope, Sehun, Yoongi, TaeHyung, Baekhyun, Chanyeol, Kyungsoo, Luhan, JungKook, Kai, Suho, Lay e mais alguns...

                A todo o momento estranhava o fato de ser aceita, tão facilmente. Tinha receios, e principalmente medo. Por outro lado pensava que, para eles, uma garota seria bem vinda. Afinal eu ficaria com a parte de seduzir, e sair de cena, depois ele aplicam o golpe e pronto.

                Mas eu queria ser mais que isso, eu queria participar, correr riscos, e não apenas ser a “isca” da ação... Mas isso vai mudar com o tempo, eu vou fazer as coisas mudarem.

                  E agora essa é a minha vida.


Notas Finais


Espero que tenham gostado :3
Ah, não foquem tanto nesse flashback, pois ele foi só para uma explicação básica, para não ficar em branco. As coisas principais vão ocorrer ao longo da fanfic. ♥


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