História Mafiatale - Undertale. - Capítulo 6


Escrita por: ~ e ~cecifrazier

Postado
Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Frisk, Gerson, Mettaton, Napstablook, Papyrus, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Chans, Chara, Mafiatale, Sans, Undertale
Exibições 52
Palavras 815
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hey gente <3

Aqui é a Usagi e a Ceci, espero que gostem do capítulo.

Boa leitura <3

Capítulo 6 - Capítulo 5 - Cannabis


 

E Sans cumpriu a promessa, a garota ficou o dia todo trancada, ele até estranhou o silêncio, pensou que ia ouvir Chara reclamar, mas era apenas o silêncio.  

 

Cuidou de algumas transações e entregou pacotes, ignorou as perguntas de Brian e suspirou quando abriu a porta. 

 

Ela estava aconchegada em sua cadeira, se enrolou na jaqueta e roncava baixinho.  

 

— Pirralha?  

 

— Cuzão... — Ela murmurou enquanto abria os olhos e cruzava os braços. — Tomara que enfiem um cano na sua bunda. 

 

— Pare de reclamar, eu estou cuidando bem de você. — Sans disse enquanto fechava a porta e jogava um saco de papel na mesa. — Trouxe comida.  

 

Jogou-se no sofá e soltou um longo suspiro.  

 

— Eu tô cansado, então vê se não late muito a noite. 

 

Chara o encarou por alguns segundos, então levantou e caminhou até onde o rapaz estava. A garota sentou ao lado do mais alto e virou o rosto.  

 

— Dia difícil? — Perguntou enquanto cruzava os braços. — Não que eu me importe, você é um cachorro idiota. 

 

— Nada, nada... — Suspirou. — Só aqueles inúteis que não sabem fazer nada que presta.  

 

— Não deveria chamar seus esqueletinhos de inúteis.  

 

— Mas são inúteis mesmo. — Sans levantou-se e bufou. — Ainda precisei ter dor de cabeça por causa da Lilyana, já disse que ninguém pode fazer encomendas sem minha permissão, ainda mais no meu nome.  

 

Chara o puxou pelo braço para voltar a sentar do seu lado, então ergueu ambas as mãos e massageou os ombros do mais alto. 

 

— Ela.... É sua namorada? — Perguntou tentando não transparecer a inquietude na voz. — Bem, é como diz o ditado....Cachorros não dão um passo sem uma cadela. 

 

— Não, não é minha namorada. — Sans fechou os olhos e soltou uma risada baixa. — Só é uma prostituta que já abriu as pernas pra gangue toda e acha que tem algum poder sobre mim.  

 

O rapaz suspirou e encarou Chara.  

 

— Por que? — Sorriu sarcasticamente. — Você se importa?  

 

A garota o encarou por vários segundos, então ergueu a mão e puxou o nariz do albino.  

 

— Como se eu fosse me importar com o que um vira lata faz. 

 

Sans soltou uma risada e levantou-se, foi até sua mesa e tirou um dos cigarros de cannabis da gaveta. Jogou-se em sua cadeira e o acendeu. Pôde perceber  que Chara o encarava, então soltou a fumaça no ar e sorriu.  

 

— O que? Você quer um? 

 

Chara virou o rosto e cruzou os braços.  

 

— Não. — Afastou-se do rapaz e sentou em frente a porta. — Quero ir embora. 

 

— Mas não vai. — Deu uma tragada no cigarro e soltou a fumaça. — Disse pros policiais que você está morta, nem queira imaginar o que fariam comigo se soubessem que menti.  

 

Sans era egoísta, fazia tudo para que sua reputação não caísse e jamais se mostraria fraco diante às situações ou problemas. Por isso não se apegava à ninguém, pois sabia que quem o odiasse usaria essa pessoa para vê-lo sofrer, e ele não queria isso. Esse foi um dos motivos por ter saído de casa, por ter abandonado seu irmão, Papyrus, que nem ao menos sabia que Sans existia.  

 

Chara levantou e caminhou até o rapaz, então segurou-lhe o rosto sem usar força e soltou um suspiro.  

 

— Você...É muito frio. — Ela murmurou enquanto pegava o cigarro e o esmagava com o pé.  

 

Chara sentou na mesa do mais alto e apoiou as pernas nos braços da cadeira. 

 

— É, eu vou decifrar você. Cachorros não podem ter tanto mistério, muito menos um poodle como você. 

 

Sans a encarou por alguns segundos e mordeu o lábio inferior, então soltou uma risada baixa e desviou o olhar.  

 

— Claro, cachorros não podem ter tanto mistério. — Redirecionou seu olhar para Chara e puxou-a pela gola da camisa. — Eu digo o mesmo de você então, cadelinha.  

 

— Mas eu não tenho mistério. — Chara sorriu e mordeu a bochecha do rapaz. — A única diferença entre suas vadias e eu, é que não vou ceder, suas piadinhas e joguinhos de palavras não são efetivos.  

 

A garota levantou e encostou propositalmente o rosto do mais alto em seu pescoço, tratou de sussurrar em seu ouvido: — Espero que você também seja imune a mim.  

 

Após sorrir com sarcasmo, Chara deitou no sofá e fechou os olhos, limpou algo que escorreu de seu nariz na manga da blusa, que foi imediatamente manchada de vermelho. Ela virou o corpo e decididamente, iria dormir. 

 

Sans olhou para o teto e soltou um longo suspiro, girou sua cadeira e ficou de frente ao sofá, observando a menina.  

 

Era tão bonita e ousada, dizia e fazia coisas que ninguém de sua gangue se atreveriam a fazer, pois sabiam o preço de desafiar o poderoso líder dos The Skeletons. Sabia que, sequestrando a líder da Delta Rune, as consequências viriam logo, pois Asriel poderia ser mais fraco que Chara, porém quando se tratava se alguém especial ele não importava-se em correr riscos.   

 

Aconchegou-se em sua cadeira e fechou os olhos.  

 


Notas Finais


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