História Mafiatale - Undertale. - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~cecifrazier

Postado
Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Frisk, Gerson, Mettaton, Napstablook, Papyrus, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Chans, Chara, Mafiatale, Sans, Undertale
Exibições 166
Palavras 1.017
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hey :3

Aqui é a Usagi e a CeciFrazier(gótica), estamos deixando aqui uma fic com um shipp bem... Ah, nós gostamos e pa q

Espero que gostem.

Boa leitura.

Capítulo 1 - Prólogo.


   Nos subúrbios de Ebott, mais especificamente na rua Hotland, haviam vários prédios abandonados e pichados, praticamente caindo aos pedaços. Um deles, o maior de todos, era lar de uma gangue perigosíssima: The Skeletons.

   Seus integrantes usavam máscaras brancas com um largo e assombroso sorriso estampado, faziam assaltos e, até em alguns casos, chegavam a matar pessoas que sabiam mais do que deveriam. Nem mesmo a polícia tinha coragem de enfrentá-los, então decidiram fazer um acordo: os The Skeletons não machucariam inocente e a polícia não os procuraria, a não ser que fosse realmente necessário. O líder da gangue acabou aceitando o acordo e assim, todos viviam "em paz" desde então.


   Porém, havia um gangue que não seguia as regras: Delta Rune. Surgiu da noite para o dia, de forma inesperada e desordenada. Seus líderes? Dois irmãos. Perderam os pais muito cedo, então ficaram a mercê da criminalidade. A mais velha foi a que se entregou primeiro, saiu de casa um dia após seus pais morrerem e passou anos sem dar notícias. O mais novo acabou cedendo a esse caminho sem volta por influência de sua irmã, que três anos depois retornou e o levou para um novo "lar".


    As vezes, Sans gostaria de mostrar uma boa lição naqueles dois.


   Sans não era um homem muito ético, entretanto, tinha palavra, o que ele prometia seria cumprido, sem exceções. Por isso muitos o temiam, pois se ele dissesse que te mataria, você já seria considerada uma pessoa morta.  

   Durante sua existência de 27 anos, acabou tomando várias decisões errada e quando percebeu já não tinha como voltar atrás. Ninguém sabia ao certo o passado de Sans e ninguém atrevia-se a perguntar, nem mesmo as moças que passavam a noite com ele. Sempre muito focado e dedicado ao seu "trabalho", era um homem muito charmoso, sua pele era clara, olhos azuis celeste e cabelos brancos, como uma folha de papel. Além de sua aparência, possuía algumas tatuagens pretas nas costas e braços e dois piercings na sobrancelha esquerda.

   Tinha o típico "humor negro", era sarcástico, escárnio e um completo sádico, sendo capaz de fazer alguém fraco chorar com um simples gesto e ainda divertir-se com isso. Frio e calculista, não tinha piedade de matar e não pouparia alguém que tinha certeza que não deveria ser poupado. Seu coração e sentimentos eram impenetráveis, ninguém parecia conseguir alcançar nem mesmo um sorriso sincero daquele homem.  


   Mais um dia de trabalho, Sans acendeu um cigarro e deu uma bela tragada antes de sair de seu "escritório", foi até o térreo e pôde ver algumas caixas próximas à porta, sem ninguém as vigiando.


— Eu posso saber o que essas caixas ainda estão fazendo aqui? — Exclamou, chamando a atenção de algumas pessoas que estavam próximas dali.



   Logo, Brian, um dos integrantes, correu até seu chefe. Era um rapaz de aparência carismática, estatura alta, pele morena, cabelos pretos e ondulados e olhos verdes. Trajava uma blusa azul escuro, jaqueta de couro preta, calça da mesma cor e coturnos marrons. As vezes, Sans se perguntava porquê pessoas tão jovens sucumbiam à esse mundo, Brian tinha apenas 19 anos, poderia seguir por um caminho melhor se quisesse.


— Desculpa, chefe, mandei a Malyna pegar essas caixas, mas el...


— A obrigação de levar as encomendas pros seus devidos lugares é de quem? — Sans perguntou seriamente.


— É minha, mas...


— Mas nada. Já é a terceira vez nessa semana, pare de brincar com aquelas prostitutas e cuide do seu trabalho.


— Sim, senhor. — Murmurou enquanto afastava-se.


   As encomendas consistiam em: produtos básicos para a higiene de cada um, comida e até mesmo algumas drogas. Como um bom líder, Sans se preocupava em manter o bem-estar das pessoas que dependiam de sua proteção, mas apenas aceitava quem tinha um motivo relevante, jamais aceitaria quem apenas fugiu de casa porque o papai não deu a chave do carro. Sans tinha nojo de pessoas assim. 

   Suspirou e então, foi até a outra sala do andar. Ao entrar, dois homens foram em sua direção, usavam um uniforme da polícia e suas expressões não eram nenhum pouco agradáveis.


— Sans, não é mesmo? Então, parece que surgiu outra gangue na cidade e queremos que você elimine seus líderes. — Um deles disse seriamente.


— Senhor policial, sinto dizer que sua vinda aqui foi em vão, pois não mataremos ninguém sem um motivo plausível. — Sans respondeu com um sorriso sarcástico.


— Não?! Pode me explicar isso então?! — O outro policial entregou uma foto para Sans.


   Ele a analisou bem, e pôde ver um cadáver de uma mulher jogando no chão, suas roupas estavam rasgadas e tinha claros sinais de tortura. Em seu pescoço havia um símbolo roxo, um que conhecia muito bem.


— Então vocês não sabiam que eles faziam esse tipo de agressão? Meio difícil de acreditar. A gangue não é tão organizada como a nossa, mas não obedece às regras. — Sans desviou o olhar para janela. — Delta Rune, mas não precisa se preocupar, são apenas duas crianças que não sabem o que querem da vida.


— Não precisa se preocupar?! — Um deles se exaltou. — Escute, ou você dá um jeito nisso, ou mandaremos botar esse lugar abaixo.


— Diga-me, você não tem medo? Sabe do que sou capaz.


— Ameaças não funcionam mais. — Um policial sorriu enquanto mostrava um arquivo para Sans. — Está vendo isso? Fizemos uma longa pesquisa nos registro e descobrimos... Informações bem interessantes sobre seu passado, Schneider.

    Sans arregalou os olhos e ficou boquiaberto, sempre achou que nada sobre seu passado existisse em registros. Franziu o cenho e voltou a sorrir assombrosamente.


— O que querem que eu faça?


— Faça o que você faz de melhor. — Um dos policiais sorriu. — Mate a garota.


Notas Finais


Ceci - Até o próximo capítulo <3

Usagi- Gostaram? Nos digam! Não esqueçam o comentário e o favorito, isso enche os autores de determinação ♡

Beijinhos com flores de maracujá.


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