História Mafioso - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Big Bang, G-Dragon
Personagens D-Lite (Daesung), G-Dragon, Personagens Originais, Seungri, T.O.P, Taeyang
Tags Bigbang, Cassino, Máfia, Mafioso, Romance
Visualizações 44
Palavras 1.450
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Hentai, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


IAE, GALERÃO!!! <3 <3
Sumi, né? Desculpa, eu não estava bem :(
E sobre esse cap... só leiam. Foi fácil fazer não, viu?!
Se tiver erro(s), podem falar comigo. Gosto que mostrem isso para que um dia eu possa ter cuidado para não cometê-lo(s) de novo.
Boa leitura, gente.

Capítulo 2 - Fim do caso


Fanfic / Fanfiction Mafioso - Capítulo 2 - Fim do caso

"[...] A estudante Sun Hee, de 21 anos, foi encontrada morta em seu antigo apartamento. A polícia conclui que sua morte foi suicídio. [...]"

"[...] Sun Hee foi perseguida pela polícia por dois incansáveis dias como principal suspeita da morte do empresário Christopher Becker. Depois de localizarem um antigo apartamento em que ela morou, a polícia a encontrou presa por uma corda em seu pescoço. [...]"

Desliguei a TV e virei pro outro lado do sofá; a polícia está mentindo junto com a mídia. Não que eles estejam fazendo isso de propósito, é só que eles realmente não sabem a verdade. Meu nome não apareceu nas notícias, o erro já começa aí.

Eu havia cuidado de tudo pra que aquela noite fosse marcante e foi, mas não do jeito que planejei, foi marcante de um jeito ruim.

Eu descobri a trairagem de Sun Hee porque nosso jantar estava marcado para às 20:00hrs e quando deu 20:32 recebi uma mensagem sua dizendo que não viria, mas ela não disse o motivo, nem uma desculpada esfarrapada ela se esforçou pra enviar.

Eu fiquei puto!

Peguei a chave do carro e fui até a casa dela. Eu queria, por bem ou por mal, a verdadeira explicação. Eu sei que ela estudava, que faculdade é uma coisa séria, mas três semanas sem se ver e quando vem a calhar uma noite sou descartado? Eu não queria uma boa ou péssima explicação, eu queria a verdade. 

E eu nem precisei ter o trabalho de sair de dentro do carro pra saber a verdade, tudo que precisei foi olhar à janela do quarto e ver dois corpos se beijando. Sun Hee e Christopher Becker. 

Não senti nada. Nem raiva, ódio ou nojo.

Nada.

Só peguei o celular do bolso, tirei uma foto deles e guardei o aparelho de novo. Quando minha ficha caísse eu lhe diria que sabia deles e essa foto seria a prova do que eu sei. Mas, naquele momento, tudo que eu queria era sair dali.

Preferi voltar pra casa e lidar sozinho com o meu eu vazio. Sabia que quando chegasse em casa tudo que não senti na hora viria como uma onda gigantesca e eu me afogaria ali mesmo. E eu estava certo. Doeu sentir tudo aquilo. Doeu também lembrar que um dia amei aquela vagabunda. Mas eu aceitei.

É verdade que eu aceitei o fato de que fui traído, mas quando acordei na manhã do dia seguinte não me conformei em não fazer nada referente a isso, eu quis ao menos saber o que ele tinha de melhor e com certeza não era o dinheiro dele.

Quando ele se tornou vizinho de Sun Hee, ela me disse que o novo dono da casa do lado era o empresário Christopher Becker, mas nunca entendi o porquê de um jovem homem, que tem seu nome estampado no ramo dos negócios, ter ido parar numa casa tão chula como aquela. Bom, eu não entendia até relacionar o caso deles ao passado de Sun Hee.

Fazia dois anos que ela havia voltado de um intercâmbio na Alemanha e apenas um que nós estávamos juntos. Ele nunca foi o amante, eu quem fui.

Antes eu só queria mostrar que sabia da verdade e terminar sem muito escândalo, mas relacionar os fatos e eles se encaixarem tão bem me deixou com tanta raiva que tudo que desejei foi acabar com a vida deles. E acabei. Literalmente.

Quando deu 23:00 horas, entrei no carro e fui em direção a casa de Sun Hee. Deixei o meu carro no final da rua porque não queria que me vissem nele. Entrei na casa pela porta da cozinha, subi as escadas da sala que davam ao corredor que tinha um quarto e um banheiro. Passei na frente do quarto e vi Sun Hee deitada de bruços, nua. Ela estava com a o rosto pro outro lado e estava entretida com o celular, por isso não me viu. 

Ouvi o barulho do chuveiro e sorri, as coisas nunca pareceram tão boas pra mim como naquele momento. Ele estava lá e isso facilitou muito o meu trabalho.

Caminhei até o banheiro, que tinha a porta só escorada, Becker tomava seu banho despreocupadamente, tão tranquilo que nem me viu e, bom, aprendi naquele instante que eu estava lidando com um casal cego e não estou falando de amores.

Puxei a cortina transparente, bati sua cabeça na parede e rodei minha faca preferida no peito dele. Tão rápido e silencioso que nem tempo pra agonizar ele teve, só ficou lá sujando todo o banheiro de sangue.

Eu me sentia, por parte, aliviado, já que só metade do que eu pensei fazer havia sido realizado. Christopher nunca foi meu alvo principal nessa história, mas se eu não fizesse nada com ele com certeza descobririam que o autor do crime sou eu (provavelmente ele sabia da minha existência e me faria de suspeita se algo acontecesse a Sun Hee) e venhamos e convenhamos que não estou com muita paciência para brincar de Tom&Jerry com a polícia.

Antes de sair do banheiro, tirei uma sacola amassada do bolso da minha calça e guardei minha faca ali. Olhei para as minhas botas e elas estavam molhadas, eu deixaria pegadas pela casa inteira se saísse com elas e isso seria péssimo. Fiquei descalço, coloquei a faca dentro de uma das botas e as cobri com meu casaco, eu as levei nas mãos. Um pouco nojento, mas necessário.

Voltando pelo corredor, vi a desgraçada do mesmo jeito. É cega mesmo.

Cega não só pelo fato de não ter notado que matei o seu cara dentro de sua própria casa e já estar bem longe dali em uma Lamborghini, mas também por nunca desconfiar de quem eu sou mesmo depois de um ano de convivência. Sun Hee não sabia que sou um criminoso, um mafioso. Ela só sabia que sou o dono de um cassino que dá ótimos lucros. E foi aí que eu percebi a minha real função nesse romance: o meu dinheiro. 

Talvez eu tenha sido cego também, mas posso afirmar que nada material foi retirado de mim; eu posso ter sido cego, só que eu consegui voltar a ver antes que tudo me fosse tirado.

E naquela noite, enquanto minhas roupas batiam na máquina de lavar, eu dormi ansioso. Eu teria de esperar pelo amanhã para concluir a outra parte do que planejei.

E eu esperei.

A primeira notícia do jornal das oito da manhã foi a de sua morte. Christopher Becker havia sido assassinado e o criminoso não havia sido encontrado. E a história não parava de melhorar para o meu lado.

O cara era noivo, coisa que eu não sabia. A noiva estava na Alemanha, mas veio fazer uma visita surpresa para ele aqui na Coreia. Ela havia chegado na casa dele por volta das seis da manhã, mas ninguém abriu a porta pra ela. Ligou pra ele e nada. Ligou pro trabalho dele e ninguém havia o visto.

Curiosa pra saber onde é que seu noivinho loiro estava, resolveu perguntar a vizinhança se algum deles havia o visto. Bateu na primeira porta e ela se escancarou. A imagem que ela viu foi a de uma sala alagada. Olhou o andar de baixo e nada, mas quando chegou no andar de cima... Ah, seus olhos ficaram mais molhados do que aquela casa inteira.

A polícia chegou no local, identificou o corpo do babaca e a casa como propriedade de Sun Hee, mas ela não estava lá. Sun Hee fugiu e francamente não tinha ideia de onde ela poderia estar, só que eu poderia piorar sua situação onde quer que ela estivesse.

E eu o fiz.

A polícia a encarou como uma suspeita, já que o corpo estava em um local que legalmente lhe pertence. Lá acharam o celular dele que tinha conversas com Sun Hee onde ela pedia para que ele passasse um tempo aqui na Coreia. Deduziram que ela era uma interesseira que já vinha planejando pegar o dinheiro de Christopher, matá-lo e depois dar o pé. Só que não tinham cem porcento de certeza se ela era amante dele ou não, já que não tinha nada ali que afirmasse isso.

Mas tinham a mim. 

Tudo que fiz foi enviar para a polícia a foto deles dois em anonimato e depois dar um fim no meu celular.

E pronto! Sun Hee se tornou a principal suspeita.

A polícia agora tinha certeza, ela deveria ser presa. Mas onde ela estava?

Pesquisaram tanto sobre a "assassina" que nessa manhã descobriram um antigo apartamento dela e lá acharam seu corpo pendurado.

Com o suicídio de Sun Hee e eu deitado no meu sofá, chegamos ao fim do caso.


Notas Finais


Muita maldade do GD? huahuahua são só os primeiros caps, amores.
GD ainda vai ter que fazer jus a essa sinopse, então vem muita coisa por aí.
Até a próxima. (tentarei não demorar tanto)


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