História Magazine - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias The GazettE
Personagens Aoi, Uruha
Tags Aoiha
Visualizações 34
Palavras 2.824
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção, Lemon, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Gente ne perdoem pela demora da Second Chance! Então aqui vai uma que tava guardada pra compensar.
<3

Enjooy! ~

Capítulo 1 - Capítulo Único


[Aoi’s POV]

Cheguei um pouco mais cedo que o normal no estúdio.

Pouco não, muito, quase uma hora para ser mais exato.

Porque diabos cheguei tão cedo?

Porque eu tinha que fazer alguns exames de rotina, e como poderia demorar resolvi ir mais cedo para evitar atrasos. Acontece que não demorou nada.

Peguei um café no caminho e resolvi que o melhor a fazer era seguir pro estúdio.

Ficar perambulando aquela hora da manha na rua não fazia o mínimo sentido!

Me joguei no sofá pequeno do estúdio, cruzei as pernas e levei o copo de café aos lábios, sorvendo o líquido com calma quando fitei uma revista jogada sobre a mesinha de frente ao sofá.

Na capa tinha uma das fotos do photoshoot que Uruha fez há algumas semanas atrás.

Arqueei o cenho e ergui meu braço, pegando a revista em mãos.

Analisei a capa, antes de seguir para o interior da mesma.

A foto ficou muito boa, claro que o modelo ajudava e muito.

Takashima era lindo.

Eu admirava o loiro secretamente.

Aquela pele branquinha, os lábios daquele formato tão tentador...aquelas coxas. Ah ele era perfeito.

Folheei a revista e cheguei nas outras fotos de Kouyou.

Já na primeira foto dei de cara com as coxas expostas dele.

Senti uma fisgada em meu baixo ventre assim que puis os olhos naquela foto.

Deus! Como ele conseguia ser tão gostoso?

Sequei o loiro da forma mais despudorada possível através das fotos inanimadas.

Ali eu podia me dar esse luxo, afinal de contas ninguém poderia me ver entregue aos meus desejos mais insanos.

Analisei cada pequeno detalhe de cada foto, me remexendo diversas vezes conforme um discreto volume surgia entre minhas pernas.

Pulei de susto quando a porta abriu repentinamente.

Quase enfartei ao dar de cara com o objeto de meus desejos.

O susto que levei deve ter no mínimo me delatado, por que a cara que o outro me encarava era de pura desconfiança.

Fechei a revista por instinto e a mantive fortemente tapando o maldito volume que me entregaria constrangedoramente.

 - O que você tava fazendo?
 - Nada ué, só estava lendo.

Tentei soar o mais casual possível, mas eu sabia que minha cara estava vermelha igual um tomate.

 - Hm...até pareceu que te peguei no flagra.
 - Que?
 - Sim, o pulo que você deu...essa cara vermelha. – Apontou pra minha cara.

Merda.

Vi seus olhos descerem para a revista em meu colo e encarar a mesma.

O calor no meu rosto se intensificou e eu devia ter ficado mais vermelho ainda, se é que isso é possível.

Não é como se ele pudesse ter uma visão raio-x e estaria enxergando minha ereção, mas ele definitivamente estava vendo que a revista em questão era a de seu photoshoot e minha reação bizarra podia estar sendo mal interpretada.

Procurei o relógio no estúdio, vendo que ainda faltava quase meia hora para o horário do ensaio.

Kouyou sempre se atrasava.

Sempre!

Por que diabos ele resolveu chegar mais cedo bem hoje.

Maldição.

Não identifiquei direito o que o sorriso que ele moldou significava.

Mas me pareceu...malicioso?

Ele percebeu? Será?

Deus! Quero sumir dali.

O pior é que eu nem podia levantar, a maldita ereção ainda estava bem desperta em meio a minhas pernas.

Eu já estava suando, mais um pouco eu entraria em pânico sob aquele olhar julgador.

Suspirei aliviado quando ele decidiu parar de me encarar e seguiu para o canto da sala largando uma chave e alguns outros objetos sob a mesma.

Enquanto eu tentava me recompor e confabulava uma maneira de sair dali sem ser notado, Takanori e Akira chegaram.

Ótimo, mais expectadores para minha tragédia.

 - E ai!
 - Bom dia! Essa revista ai é a do photoshoot do Uru?

Quando eu pensei que não podia piorar, piora.

Caralho, Takanori.

 - Uhum. – Acho que meu tom saiu mais ameaçador do que eu pretendia. O que chamou a atenção de todos para mim.

Parabéns Shiroyama, tá conseguindo cavar sua cova.

 - Credo. Ficou ruim?
 - Não! Quer dizer, não vi. Eu tava lendo uma reportagem, não cheguei lá ainda.

Que desculpinha chola.

Kouyou me sorriu daquele jeito estranho de novo, enquanto Takanori se jogou do meu lado.

 - Deixa eu ver?

Ele quase arrancou a revista da minha mão, quase.

Segurei com todas as minhas forças, iniciando uma disputa infantil entre eu e ele.

 - Sai Taka! Depois você vê!
 - Ah Yuu! Qualé depois você lê essa reportagem idiota! Quero ver como ficou as fotos do Kou!
 - Depois você vê, inferno! 

Um bater de palmas ecoou na sala chamando nossa atenção pro nosso líder que acabara de chegar.

 - Crianças, não briguem! Vamos parar de criancice e começar o ensaio?

Kouyou e Akira riam da nossa briguinha infantil.

Respirei fundo, me concentrando em sumir com aquela maldita ereção.

Naquela distraída que dei, Takanori puxou a revista com mais força, revelando minha semi ereção.

Arregalei os olhos e engoli seco, vendo o menor repetindo meu arregalar de olhos direcionados a meu baixo ventre.

Saltei do sofá e sai quase correndo, falando que precisava ir no banheiro.

Ouvi uma gargalhada que reconheci ser de Takanori.

Só rezava para que ninguém mais tenha visto.

Depois que me acalmei e a ereção já havia me deixado em paz, joguei água infinitas vezes no rosto e resolvi voltar.

Entrei sem olhar pra ninguém e me posicionei, apressando o inicio do ensaio.

Durante o ensaio, Takanori me provocou algumas vezes. Apertando minha bunda por vezes, e em outras fazendo sinais obscenos.

Minha vontade era de socar aquele anão de jardim.

Pouco depois do meio dia demos uma pausa para o almoço.

Enquanto repousava minha guitarra, Takanori colou em mim e aproveitou o fato de eu estar levemente abaixado, para colar em minha orelha também.

 - Você tava duro vendo o Kou né?
 - Caralho Takanori, sai daqui.

Ele conseguiu me deixar completamente vermelho de novo.

Me ergui findando aquela conversa escrota, e ele gargalhava da minha cara mais uma vez, rodei os olhos e segui para o restaurante deixando ele sozinho com as risadas dele.

Não demorou para que todos se juntassem a mim na mesa.

Sempre íamos no mesmo restaurante e comíamos todos juntos.

Era um lugar agradável e a comida era boa, além de que era na própria companhia, o que nos dava paz.

A praga do baixinho sentou do meu lado, Akira do seu, Kouyou a minha frente e Yutaka ao lado dele.

Começamos a comer, conversando sobre coisas aleatórias.

 - Onde vamos então?
 - Ah sei lá, alguma balada?
 - Gente o Yuu já ta velho pra essas coisas né! Capaz de dormir no meio da pista. – Claro que era Takanori. 

Dei um belo de um tapa na cabeça do menor, recebendo junto com uma risada, uma reclamação.

 - Eu não acho que o Yuu tá velho.

Imediatamente encarei o loiro a minha frente, que sorria pra mim.

Dei um pulo, e quase engasguei, quando senti um pé roçar pela minha perna.

 - Tá tudo bem, Yuu? – Akira perguntou levemente preocupado.

 - Uhum! Engoli errado.

Ninguém pareceu acreditar na minha mentira descarada, mas dane-se. Estava mais preocupado com aquilo que alisava minha perna.

Seu dono, tinha a cara de pau mais descarada que vi na vida.

Seu pé deslizava em minha coxa e eu já sentia arrepios, enquanto ele simplesmente comia calmamente encarando o prato de comida desinteressado.

Ele empurrou a cadeira para mais perto da mesa e então seu pé alcançou meu membro.

Ele sorriu de canto e iniciou uma carícia em meu membro que começou a dar sinais de vida.

O que diabos ele queria com aquilo?

Dane-se, estava bom demais para reclamar.

 - Então balada será!
 - Claro. – concordei com Kai, fingindo que nada acontecia por baixo daquela mesa.

Trocava olhares com o maior que pareciam passar despercebidos pelos olhos dos outros.

Ou era o que eu achava.

Perdi o momento que Takanori percebeu o que acontecia ali e nos flagrou.

Só voltando a realidade quando ele começou a tossir freneticamente.

Kouyou recolheu o pé e voltamos a comer calmamente.

Durante o restante do ensaio minha cabeça estava longe daquela sala.

Tentava pensar se perdi algum momento que Kouyou tenha se insinuado para mim.

Nada.

Desde quando será que ele pensa em mim?

Por que não percebi antes?

Eu o desejava a tanto tempo, teria me poupado muitos momentos íntimos sozinho.

O tempo pareceu voar e me vi ansioso para o fim do ensaio.

Que graças ao bom Deus acabou.

Procurei Kouyou com os olhos, cruzando meu olhar com o dele, recebendo um leve sorriso de canto.

Me apressei a guardar minha guitarra, vendo Kouyou fazer o mesmo e vir em minha direção.

 - Será que pode me dar uma carona?

O loiro costumava ir de ônibus ou andando até o trabalho, por vezes me pedindo carona, já que morávamos perto, mas eu sabia que naquele dia aquilo era só uma desculpa esfarrapada.

 - Claro.

Nos despedimos do outros membros da banda e seguimos em direção a meu carro.

Perdendo um sorriso sacana de Takanori.

Todo o caminho se seguiu em completo silêncio, mas com olhadas longas do loiro sobre mim, que não fazia questão alguma de disfarçar.

Ao chegarmos em seu prédio, obviamente recebi um convite para subir a seu apartamente, que aceitei de imediato.

Não me faria de rogado, Deus sabe quanto tempo esperei por essa oportunidade.

Mal adentramos seu apartamento, ele colou em minhas costas, mordendo meu lóbulo da orelha.

 - Você estava me tarando naquela revista, né Yuu?

Sua mão direita escorregou por dentro de minha camiseta, acariciando o pedaço de pele sob ela.

-    Achou que eu não tinha percebido?

Gemi quando suas unhas arranharam meu abdômen.

-    Droga Kou...achei que eu tinha sido convincente... – Meu tom saiu debochado, arrancando uma risada do maior.
-    Fiquei excitado quando imaginei você duro embaixo daquela revista...juro que tive vontade de arrancá-la dali.

Foi minha vez de rir , mas logo o substitui por mais um gemido.

As mãos fortes de Kouyou agora apertavam meu membro já desperto.

-    Mas...eu gostei mais da nossa brincadeirinha embaixo da mesa.

E só dele mencionar aquilo meu baixo ventre fisgou, fazendo meu membro latejar sobre a jeans apertada.

Já estava ficando cansado de ter minha ereção aprisionada.

Levei minha mão sobre a dele e incentivei um estímulo.

Recebi as carícias de bom grado, junto com algumas mordidas e lambidas em meu pescoço, me deixando cada vez mais sensível aos toques indecentes.

Sua ereção já roçava entre minhas nádegas, aumentando meu tesão.

Rebolei pressionando mais seu membro contra meu traseiro.

Um gemido de aprovação saiu dos lábios do loiro e decidi que aquilo já havia se prolongado demais.

Me afastei dele só o suficiente para pressioná-lo contra a porta.

Unindo nossos lábios, iniciando um beijo quente. Nossas línguas se esfregando eroticamente.

Ergui uma perna de Kouyou e friccionei nossas membros, causando um arrepio bom, que percorreu minha espinha.

Fui obrigado a quebrar o beijo em busca de ar.

Kouyou me empurrou bruscamente e me jogou no sofá mais próximo.

 - Vai ter que ser aqui mesmo.

Debruçou sobre meu corpo e voltou a atacar minha boca, enquanto se livrava das minhas e das suas roupas.

Já livre de qualquer tecido ele voltou a colar nossos quadris, friccionando nossas ereções, agora completamente nuas.

-    Gostoso demais...

Mordeu meu lábio inferior e desceu os beijos até estar de frente a meu membro ereto.

Circulou a glande com a língua quente lentamente, para depois repetir o ato em todo meu falo. Mordi meu lábio inferior em espectativa.

Gemi alto, quando ele finalmente me abocanhou por completo, envolvendo meu membro naquela cavidade tão quente. Ondas de prazer me atingindo a cada movimento de sua boca.

Tentei olhar para o loiro mas só conseguia revirar os olhos em puro êxtase.

-    Isso...

Seus lábios faziam um trabalho magestoso, me arrancando o pouco de sanidade que eu ainda possuia.

-    Ah Kou...não para...

Enrosquei minhas mãos nos cabelos loiros e puxei com violência seu rosto em direção a meu quadril.

Praticamente o obriguei a acelerar os movimentos, me afundando na boca aveludada.

Gemidos desconexos abandonavam meus lábios desenfreadamente.

O movimento de vai e vem se intensificando cada vez mais.

Inconscientemente apertava meus olhos com força, gemendo por entre os dentes.

Ah aquilo estava enlouquecedor.

Eu estava tão perto...

-    Ah Kou...isso...assim...

Só mais algumas estocadas....

Mais algumas...e eu alcançaria o paraíso....

Abri os olhos confuso quando ele se livrou se minhas mãos e abandonou meu membro pulsante.

-    Porra, Kouyou!
-    Estava indo rápido demais, desse jeito a brincadeira acabaria cedo.

Resmunguei, e ele riu da minha cara, levantando o tronco magro e se apoiando nos joelhos.

Levou uma mão ao próprio membro e iniciou uma masturbação lenta.

-    Eu também adoraria ganhar um agradinho...Yuu.

Ele fez questão de gemer meu nome, e foi a minha vez de abocanhar seu membro.

Levei ambas as mãos para as nádegas branquinhas e apertei com força, trazendo em consequencia o quadril dele para mais fundo em minha boca.

Fazia o trabalho unicamente com a minha boca. Permitindo que ele estocasse com força dentro dela.

Suas mãos seguravam meus cabelos e guiavam minha cabeça em direção sua ereção desperta.

Seus gemidos foram se intensificando e as estocadas eram bruscas e desesperadas.

Num movimento rapido inverti as posições e o joguei no sofá, ficando por cima.

-    Desgraçado...

Sim eu me vinguei, não deixei que ele chegasse ao orgasmo assim como ele fez comigo.

-    Vai acabar com a brincadeira rápido demais...

Provoquei repetindo suas próprias palavras e ele riu, me puxando para um beijo necessitado.

Em meio ao beijo, aproveitei a posição para roçar minha glânde em sua entrada, vagarosamente.

Ele se contorceu sob mim e iniciou um rebolado procurando por mais contato.

 - Yuu...

Continuei com aquela tortura, me deliciando com as reações do loiro. Suas mãos estavam cravadas em minhas costas, o corpo se remexia desesperado, enquanto o quadril se jogava contra minha ereção quase suplicando para escorrer para dentro do corpo quente.

-    Porra Yuu! Anda logo com isso!

Sorri sacana com o desespero na voz grave do guitarrista.

-    Com o que Kou? 
-    Você sabe.
-    Não sei não, porque não pede mais claramente?

Ele rodou os olhos frustrado e falou entre os dentes.

-    Enfia logo esse pau em mim.
-    Que romântico.

Sem mais delongas obedeci a ordem raivosa.

Gemi arrastado quando me senti completamente dentro do loiro, tão fundo.

Ao gemidos que me acompanharam foram de puro prazer, o que me convenceu de que não houve dor.

Para confirmar minha hipótese o loiro iniciou um rebolando me permitindo iniciar os movimentos dentro de si.

Me retirei lentamente dentro do corpo maior, para voltar no mesmo ritmo.

-    Ah Yuu...mais rápido...
-    Está cheio das vontades hoje ein...

Claro que não ia deixar de cumprir com cada desejo daquele ser maravilhoso.

Afinal nem em meus sonhos mais sordidos imaginei ele tão entregue a mim.

Aumentei o ritmo das estocadas e logo elas já estavam mais curtas e intensas.

Ergui suas pernas e as encaixei em meus ombros, me permitindo mudar um pouco o ângulo das estocadas.

Já na primeira tive uma resposta satisfatoria do corpo maior, que se arqueou por inteiro e gemeu alto.

-    Deus! Faz de novo!
-    Sim senhor.

Repeti a estocada com força e ele se arqueou mais um vez, quase enterrando a cabeça no estofado de couro.

 - Yuu...

Ainda no mesmo ângulo aumentei o ritmo e a força dos movimentos, imitando os mesmo na ereção completamente rija do loiro e não demorou muito para o corpo do mesmo tremer por inteiro e seu sêmen ser despejado em jatos pela minhas mãos e o abdômen branquinho.

As contrações do loiro sobre meu membro quase me enlouqueceu, iniciando espasmos por todo meu corpo, então abandonei o membro inerte do outro e apoiei o peso de meu corpo sobre meus braços, estocando freneticamente a cavidade tão apertada.

Apenas mais algumas estocadas e foi a minha vez de me render aos prazeres de um orgasmo, tão intenso, que desconfio nunca ter sentido tanto prazer na vida.

Meu corpo tremeu fortemente e me desfiz dentro do loiro, preenchendo o corpo maior com meu mais puro prazer.

Tombei sobre seu corpo, completamente exausto.

Demoraram alguns minutos para que nossas respirações se regularizassem, tão logo senti os dedos longos do guitarristas acariciarem meus fios longos.

 - Se eu soubesse que seria tão bom assim já teria te atacado antes.

Ri assoprado com sua constatação.

 - Se eu soubesse que você arrastava uma asinha pra mim, quem teria te atacado era eu. Sério...cinco contra um não é tão bom assim...

Ele arqueoou a sobrancelha e fez um sinal obsceno com a mão me questionando mudamente sobre a brincadeira.

Ambos caímos em risadas e minutos depois já estávamos em outro cômodo entre amassos mais uma vez.

Definitivamente Kouyou era bem mais gostoso pessoalmente que nas revistas.



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