História Magcon (boyXboy) - Capítulo 1


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Categorias Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Carter Reynolds, Dolan Twins, Hayes Grier, Jack & Jack, Jacob Whitesides, Magcon, Matthew Espinosa, Nash Grier, Shawn Mendes, Taylor Caniff
Personagens Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Carter Reynolds, Chris Miles, Hayes Grier, Jack and Jack, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Jacob Whitesides, Matthew Espinosa, Nash Grier, Nate Maloley, Shawn Mendes, Taylor Caniff
Exibições 112
Palavras 1.470
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Idiot (Aaron x Cameron)


Cameron Dallas POV

- CAMERON COMO VOCÊ FAZ ISSO? COMO EU VOU VOLTAR PRA CASA PORRA

- Para de dram... 

- QUE FRIO PORRA PORRA PORRA

- Calma Aaron

- CALMA O CACETE - ele saiu da piscina se tremendo todo ainda com roupa, tentando se secar e me deixando falando sozinho, e assim eu não pude deixar de conter a risada.

- Calma Aaron foi só uma brincadeira cara eu pego sua roupa - ele continua bufando 

- É o minimo né? Leva pra mim, to indo pro banho

...

E esse foi o showzinho que meu melhor amigo Aaron Carpenter acabou de dar, tudo isso só por que eu joguei ele na piscina de roupa e tudo, nada demais ué. Estamos de férias da magcon tour, optamos por ficar em casa curtindo o verão de boas na casa que compramos juntos há pouco mais de uma semana atrás, e desde então eu tenho zoado ele demais, inclusive confesso que estou pegando um pouco pesado, mas fazer o que? A culpa não é minha, tá no meu signo. 

Eu fui até o seu quarto e peguei sua toalha e uma cueca, junto com uma roupa qualquer que estava jogada em seu guarda roupa, e assim desci pro banheiro principal e dei um berro da porta perguntando se podia entrar e ele disse que sim, abri a porta e joguei as coisas dele em cima da mesinha perto do box, peguei minha escova de dentes e coloquei a pasta, e fiz minha higiene, com isso ele acabou o banho e saiu do box sem toalha nem nada.

- NEM ME PAGOU UM JANTAR E JÁ QUER FODER QUERIDO? - falei debochando 

- VAI SE FODER DALLAS 

Ele pegou a toalha e começou a se secar de costas pra mim, fazendo com que consequentemente visse sua bunda (que bunda) pelo espelho. Me senti estranho, arrepios passaram por todo o meu corpo e de alguma forma senti que poderia ter aquela visão o dia inteiro e não iria reclamar, porém tentei parecer calmo e normal, acabei de forma rápida, passei uma água em meu rosto/boca e saí dali quase que correndo.

Estava em meu quarto e aquela visão não saia da minha imaginação de jeito nenhum, eu só podia estar ficando louco, Aaron era como um irmão para mim, não poderia ter pensamentos maliciosos com ele por que eu era HÉTERO. Quando me dei conta já estava com a famosa barraca armada, tentava manter a calma e lutava desesperadamente para não me render e começar a punhetar ali mesmo, eu não podia, não pensando em Aaron. Depois de um certo tempo joguei tudo no ar e retirei minha cueca, começando a masturbar devagaramente o meu membro, aos poucos aumentando o ritmo, por fim se tornando algo frenético. Estava em êxtase, no ponto alto da excitação, me contorcia, gemia baixinho e com os olhos fechados me tocava de uma forma absurdamente gostosa, eu estava tão concentrado no que fazia, que não percebi que Aaron estava na porta, de boca aberta, com uma vasilha cheia de pipoca e dois copos cheios de Coca-Cola. Quando me dou conta. olho pra ela assustado e envergonhado.

- Ia te chamar pra uma maratona de filmes, mas vejo que você está meio ocupado, deixa pra outro dia, vou descer.

- NÃO - eu grito - Quer dizer, não, eu desço em 5 minutos, tem muita pipoca pra gente bater, quer dizER COMER AI MEU DEUS QUE VERGONHA!

Ele só confirma com a cabeça e sai rindo e batendo a porta de meu quarto.

Ok, eu não estou bem, com que cara eu vou olhar pra ele depois de ter me visto parecendo uma cobra de tanto que me contorcia? Após muitos exercícios de crise de ansiedade consegui me acalmar, então coloquei minha camiseta e minha cueca, e desci pra sala, como sempre tentando manter a calma. 

Chegando lá ele estava jogado no sofá coberto com um edredom grosso, sem camisa e com um milhão de coisas jogadas na mesinha de centro da sala. Cheguei por trás, dei a volta no sofá e sentei ao seu lado puxando um pouco de seu cobertor, sem falar nada, ficamos assim por cerca de meia hora, até que ele se injuriou da situação e parou o filme que estava passando na Netflix, se levantou, acendeu a luz e se sentou de frente pra mim no sofá, olhando fixamente sem se quer piscar. 

- E então? Por que está assim? - Disse ele

- Assim como Aaron? Ta louco?

- Ah Cameron, vai se foder, você mal olha na cara desde que te vi, sabe, ah, você sabe o que estou querendo diz - eu aproximei meus lábios aos seus, não sabia o que estava fazendo, tinha perdido meus sentidos e minha sanidade, e depois de eternos segundos finalmente juntei nossos lábios, os deixando juntos por alguns segundos.

- Será que deu pra entender?

Ele olhava fixamente pra mim, com o mesmo olhar que dei pra ele quando era mais cedo, um mix de sentimentos sem fim, medo, excitação, vergonha e muito mais. Uma corrente de medo percorreu por mim quando me dei conta do que tinha feito, porém logo acabou quando o vi avançando novamente em mim e levantando minha camisa.

De forma sensual entre as pausas dos nossos beijos ele sussurrava coisas em um ouvido, me fazendo delirar de uma forma absurda, eu queria ele pro resto da minha vida. Estavamos ambos apenas de cueca, até que ele para de me beijar e começa a distribuir beijos por meu pescoço, por fim deixando um chupão forte que com certeza ficaria marcado, passou para meu abdomen, fazendo uma trilha de beijos até o ponto principal da noite. Com o objetivo de me torturar ele brincava com meu pênis por cima do fino tecido que cobria ele.

Aaron Carpenter POV

- AARON PELO AMOR DE DEUS 

- Você promete que vai parar de me zoar?

- S-s-si-m

- Não senti muita sinceridade - apertei seu pênis de uma forma que até eu senti a dor dele

- Sim, eu prometo A-aaron 

- Tudo bem

Tirei minha ultima peça e logo depois abaixei a sua, liberando um membro gigante pra fora, respirei fundo e fui em frente, comecei me dedicando apenas á glande, após alguns minutos, com seu auxilio tratei de ir até a base, repeti isso diversas vezes por um bom tempo, até que ele pede para eu parar pois estava vindo. 

Por mais que estivesse me mostrado seguro até então, nunca tinha tido uma verdadeira experiencia sexual completa, nem com mulheres e muito menos com homens, então estava nervoso, não tinha certeza do que realmente queria.

- Cam

- Sim, amor

- É a minha primeira vez

- Tudo bem, é a minha também, tem certeza que quer continuar?

- Vai ser cuidadoso?

- Claro que vou - digo sorrindo da forma mais meiga que pude no momento

- Vamos - disse mais confiante

Assim ele abriu a camisinha, me dando para eu colocar em seu membro, eu fiquei em uma posição agradável e assim ele se posicionou, primeiramente só brincando no anelzinho, e depois começou a forçar na entrada, com o auxilio de um lubrificante, segundos depois deslizou pra dentro de mim, minha vista escureceu e perdi meus sentidos, ele continuou entrando até que chegou na base de seu pênis, parando e deixando eu me acostumar com seu mastro dentro de mim, a dor era quase que impossível de se aguentar, mas com um certo tempo foi passando, assim se tornando prazer, rebolei em sinal para ele começar e assim fez, os movimentos aumentavam a cada segundo, os gemidos que antes eram baixinhos para não atrapalhar a noite dos vizinhos agora eram tão altos que suponho que poderiam ser ouvidos no bairro inteiro. Quando ele atingiu minha próstata, eu dei o maior berro que já dei em toda a minha vida, e ele continuava tocando ali e involuntariamente meus gritos saiam cada vez mais altos, assim como os de Cam. Depois de longos 20 minutos, ele acelerou mais ainda seus movimentos, e logo depois parou caindo na cama e me trazendo para seus braços já com seus pênis fora de mim, nossas respirações eram profundas e cansadas, estavamos suados e exaustos. 

Ele tirou a camisinha, deu um nó, e jogou no lixo próximo ao meu criado mudo e voltou pra cama, me abraçando e beijando meu rosto

- Isso foi incrível - disse Cam

- Eu tenho que concordar

- E agora? 

- Acho que é a hora do pedido de namoro?

- Aaron Carpenter, você aceita namorar com o cara mais lindo dos Estados Unidos?

- Claro que sim, palhaço

Sorrimos para nós mesmos e assim adormecemos nessa noite nem tão fria em New York City, nus, felizes e compromissados. 


Notas Finais


XOXO
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