História Magia existe - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Argo Filch, Bellatrix Lestrange, Blásio Zabini, Cedrico Diggory, Cho Chang, Draco Malfoy, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Horácio Slughorn, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley II, Neville Longbottom, Pansy Parkinson, Ronald Weasley, Rúbeo Hagrid
Tags Harry Potter
Visualizações 22
Palavras 987
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Escolar, Famí­lia, Festa, Luta, Mistério, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Capítulo 1


Alexandra Menezes. 
Ela ajeitou os cabelos castanhos, os pondo atrás da orelha, arqueando as sombrancelhas e sorrindo metidamente. ARGH! Como eu odiava essa garota!!
Alessandra encarou aquela menina, assim como eu a encarava. Nós duas nos demos os braços, prontas para esbarrar em Letícia — uma das meninas mais irritantes e metidas do mundo, se não é a mais.
Passamos correndo por ela, batendo nossos braços em sua cabeça. Acontece que ela era tão cabeça dura, que nossos braços ficaram doloridos.
— OK, isso é golpe baixo! — Letícia gritou, correndo atrás de mim e puxando meu cabelo.
— Ai, sua VACA! — gritei, enquanto lutava para me soltar de suas mãos.
Alessandra correu até ela e lhe deu um soco no rosto. Ela soltou meu cabelo, enquanto xingava Alessandra inapropriadamente.
— Valeu — disse para Alessandra, enquanto corríamos até Letícia e dávamos um puxão em dupla em seu cabelo.
Ela gritou ainda mais, mas então paramos, quando nossos pulmões estavam sem ar de tanto rir.
Letícia olhou para a gente, levantando a cabeça e passando a mão onde haviamos puxado seu cabelo. Depois, aprumou a roupa e o corpo, e nos olhos ferozmente.
— Alexandra, você é a pior vizinha do mundo! — ela gritou, enquanto eu agradecia a ela, sendo sarcástica.
Alessandra riu. Bom, ainda bem que estávamos no lobby, pois se descêssemos do prédio, minha mãe com certeza veria nossa briga, e então me meteria a maior bronca, coisa que eu realmente não queria que acontecesse.
— Ei, Alexandra, vamos sair daqui. Acho que têm coisas melhor para fazermos, certo? — ela disse, e eu sorri.
— Com certeza.
— Não tão rápido, nerds! — ela disse. 
Nós nos viramos para encará-la. Simplesmente estava cansada de Letícia. Alessandra estava ali em minha casa para ficar comigo! E não para dar uma voadora em Letícia.
Simplesmente, essas coisas não aconteciam no Brasil. Infelizmente. Mas com a gente é diferente, sabe? A gente sabe como abalar Belém. Bater na garota mais popularzinha já era um começo. Ai, Deus, como ela me irrita!
— Que é? — Alessandra disse, com uma voz dura e fria.
— Eu tenho uma dúvida sobre Harry Potter. — eu e Alessandra nos entreolhamos.
— Como é que é?? — perguntamos ao mesmo tempo. Tipo, se ela nos chama de nerds, é porque lemos livros como Harry Potter. Livros perfeitos como Harry Potter. Hmm... não é?
Ela sorriu.
— É uma coisa rápida. Por mais estranha que pareça.
Olhei para Alessandra novamente, mas essa encarava Letícia mortalmente.
— Fale logo, antes que puxemos seu cabelo de novo.
Ela sorriu. 
— Se estivessem nos livros... Seriam da Armada do Dumbledore ou seriam Comensais da Morte?
Eu e Alessandra rimos. Muito. Todos sabiam a resposta! Quem ia querer ser um Comensal? E, afinal, por que diabos ela estava perguntando aquilo para a gente?
— Ah, Letícia, vai se ferrar! — Alessandra disse entre risos.
— Ai, santo Cristo! Dá para responder minha pergunta? 
— Por quê? — perguntei, desconfiada.
— Porque eu tô a fim de saber!
— Por que você está a fim...
— RESPONDE LOGO, CARAMBA! — ela gritou, me interrompendo.
Assustada com o tom irritado de Letícia, respondi:
— Bom... Claro que seríamos da Armada do Dumbledore. Harry sempre! Voldemort nunca!
Eu e Alessandra rimos.
Letícia nos encarou. Tipo, encarou mesmo. Não que ela nunca tenha feito isso antes... como minha infeliz vizinha, ela sempre fazia aquilo... Mas ela nos encarava... como se quisesse lançar um Avada Kedavra ou algo do tipo.
Não que ela gostasse de Harry Potter, e tal. Acho que não. Hm... na verdade, eu não sei. Mas vindo de Letícia, vou dizer; eu não estava nem aí.
— Nossa — Alessandra disse.
— O quê? — perguntei à ela, finalmente tirando o olho de Letícia.
— Ficou frio de repente... Belém estava o maior calor!
Eu, então, arrepiei meus pelos. É, estava realmente frio. 
— Talvez — disse, sarcástica — Seja Letícia aqui... Ela exala maldade. Vamos sair daqui, ale — disse, segurando o braço de Alessandra, e me virando para sair.
Letícia, porém segurou nossos braços.
— É. Talvez eu exale mesmo.
— ALEXANDRA! ABAIXA! — Alessandra gritou, mas eu não entendi.
Então olhei para Letícia. Ela tirava de dentro da calça — hãm... isso mesmo. Calça — uma coisa... Então ela se mostrou. Era nada mais nada menos do que uma varinha.
Isso tudo em apenas uma fração de segundo, e então, sacando a varinha da calça, ela gritou:
— AVADA KEDAVRA! 
— ALEXANDRA! 
Eu abaixei, puxando Alessandra junto comigo. Um raio verde passou sobre nossas cabeças. Eu estava mais confusa do que um peixe no deserto.
Levantamos nossa cabeça, novamente.
— Que diabos...?
— AVADA KEDAVRA, AVADA KEDAVRA, AVADA KEDRAVA!
Puxei Alessandra junto comigo, e subimos na poltrona do lobby, caindo por trás dela e usando-a como escuro.
— Wingardin Leviosa! — Letícia gritou, e a poltrona começou a flutuar, deixando-nos desprotegidas e atônitas.
— Mas o que está acontecendo???? — Alessandra gritou.
— Eu não sei! Mas para de falar! — gritei de volta.
Corremos até o elevador.
— CRUCIOS!
Alessandra caiu ao meu lado, enquanto Letícia se aproxiamava com sua varinha — meu Deus! — e a olhava maliciosamente.
— Pare!! — gritei para ela, mas ela não escutava meus gritos, e sim só apenas os de Alessandra, apelando socorro.
Tive uma ideia. Corri até o elevador, do outro lado do lobby, enquanto Letícia torturava Alessandra. Apertei rapidamente o botão que o chamaria.
Corri até Letícia, e chutei sua barriga. Ela, sem entender nada, já que estava tão fixada em Alessandra sofrer, caiu de costas no chão, xigando nós duas. Enquanto isso, peguei Alessandra no colo com muito esforço, já que ela estava desacordada. 
— Suas vadias! Vão pagar!!! — Letícia gritou, correndo atrás de nós.
O elevador chegou, e eu joguei Alessandra dentro dele, enquanto eu entrava rapidamente.
Apertei milhares de vezes o botão "Portaria", mas a porta demorou-se a fechar, e os gritos de Letícia — nada gentis se posso dizer — ficavam mais próximos.
— FECHA! — gritei, sem mais opções. E então, a porta se fechou, deixando os gritos dela para trás, e me deixando sozinha com uma Alessandra desacordada, eu desamparada... e totalmente sem entender nada.



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