História Magic in the Woods - Capítulo 6


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Categorias Cameron Dallas, Matthew Espinosa, Mitologia Celta, Nash Grier, Shawn Mendes, Supernatural, Teen Wolf, The Vampire Diaries
Personagens Cameron Dallas, Matthew Espinosa, Nash Grier, Personagens Originais, Shawn Mendes
Tags Bruxo, Magia, Teen Wolf, The Vampire Diaries, Vampiro
Exibições 3
Palavras 1.008
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ooooooi gente ❤️

Capítulo 6 - The sky, the sea, the stars and the moon


       Jonathan POV

O que ela estava fazendo ? Liv tinha avançado para cima de mim, tinha pensado que já ia levar algum tapa por alguma coisa que eu tinha dito, mas não, ela acabará de me beijar.
Eu fiquei pasmo, não sabia ao certo se era aquilo mesmo que ela queria, mas deixei ela me conduzir, e ficamos ali, de repente ela se vira, me da uma piscadinha e sai em direção à sua casa.
Eu não sabia o que achar daquilo, se aquilo foi uma medida de precaução por eu estar preocupado demais ou se ela realmente sentia algo por mim, pensei comigo.
A Liv, era uma menina de personalidade forte, linda com seus um metro e cinquenta e cinco centímetros de pura braveza e meiguice. Seus cabelos naturais tinha tons de ouro com fios castanhos e deus olhos, ah seus olhos, seus olhos pareciam uma floresta tropical, um verde que representava a beleza e a calmaria da floresta, entretanto se olhasse bem no fundo de seus olhos você conseguiria ver o gelo de seu coração.

Passei a tarde toda pensando no nosso beijo, pensando em todas as hipóteses possíveis para ele. Cheguei até cogitar a ideia de ligar para ela, mas eu ainda tinha o bom e velho bom senso de sempre.
  — Jona, vem fazer seu jantar. - minha mãe, Yara, grita de seu quarto, pelo que parece a coisa toda com qualquer cara que seja estava boa.
Eu não estava com fome, eu estava corroído pela cogitação da ideia de que aquele beijo podia ter sido algo de sentimento mútuo, foi quando eu não acreditei no que eu estava pensando.
Eu, Jonathan Müller estava apaixonado pela Líder do coven, aquela bruxa sem coração, impiedosa, meiga, eu não tô acreditando nisso, isso não pode estar ocorrendo, peguei meu celular e mandei uma mensagem para Nash, meu amigo de infância, falando o que eu faria se por um acaso eu estivesse apaixonado pela Liv, ele me respondeu na hora " Cara, corre, a Liv é uma pessoa cruel, fria, sem coração, ela so liga para o poder, você lembra qual foi a frase de efeito que ela pendurou na escola " Não existe nem bem nem mal, só existe o poder e aqueles demasiado fracos para o desejarem" ela é definitivamente uma bruxa, daqueles que os humanos têm medo e se vestem no halloween "
Não consegui respondê-lo, eu não sabia o que fazer, comecei a ficar aflito, não sabia o que pensar, todos conheciam Liv Brown e seu jeito de ser, mas eu sabia que se eu quisesse levar adiante isso, não poderia ligar para o que ninguém falasse, ela seria minha e eu seria dela.
Após alguns minutos tomei uma decisão, liguei para ela, não sabia o que dizer,  nem o por que liguei para ela só queria ouvir aquela voz.
 — Oi, quem é ? - ela diz
MEU DEUS o que eu estava fazendo ? Porque eu tinha ligado para ela ? Eu era um imbecil de marca maior, por isso desliguei na cara dela.
Minha inquietação começou quando meu celular não parava de tocar, ela estava ligando de volta para saber quem era, eu dava voltas pelo quarto todo, até que decidi escrever, a doutora disse que se eu escrever tudo melhora:
 " Você parece o sol, seus olhos iluminam meu dia, pena que é psicopata e ainda bem que não carrega consigo uma espada " 
Isso não estava ajudando, qualquer coisa que eu sentia por ela, logo em seguida vinha algo do fundo da minha cabeça, tipo uma voz alertando sobre Liv, sim ela era do mal, ou era só mal compreendida como eu, ninguém, ninguém vai compreender o que eu vi nela, mas eu vi uma luz no fim do túnel para nós só espero que não seja minha morte seguir ela. Eu tinha um plano, se eu quisesse a garota eu precisava seguir ele à risca.
O barulho vindo do quarto de minha mãe não ajuda na elaboração do plano, então decidi ir falar algo a respeito:
 — Mãe, abra essa porta agora, eu estou tentando fazer uma coisa e não dá pra ouvir com essa gritaria toda, vamos antes que eu mande seu namorado Troy embora. - disse com tom de imposição, afinal eu era o homem da casa.
 — Não é o Troy, é o Jony e o Gary, filho, não dá para parar agora, sinto muito.- diz ela.
Sente muito nada, se meu pai fosse vivo ou se pelo menos eu soubesse quem é meu pai eu sairia daqui e iria morar com ele, então peguei meu caderno de poemas e fui a lanchonete, e lá escrevi um poema para declarar meu amor por Olívia Brown.
" O céu namora o mar
E a lua namora as estrelas
Você me daria a honra de ser minha namorada nada perfeita ? "
Depois de um Hambúrguer e uma porção de batatas fritas é isso que sai da mente, nossa Jonathan, como você é imbecil, mas decidir ir vê-la, que mal faria ? O não eu já tenho né ? Foi esse pensamento que me levou até a casa dela.
Chamei ela na porta e declamei o poema para ela, no mesmo instante ela começou a rir, e eu comecei a rir de desespero, pensando, ótimo Jonathan você estragou tudo.
 — Você tem ketchup no seu rosto todo.-diz ela me chamando para entrar e pegando algo para limpar meu rosto.
 — É que eu como quando eu fico nervoso.- falei envergonhado.
 — Ficou lindo seu poema, eu simplesmente adorei.- ela diz limpando minhas bochechas.
 — E então, você aceita ? - digo rápido, torcendo que ela não escutasse para poder mudar de assunto.
 — Ah Jonathan, você sabe que não posso assumir essa responsabilidade tão já. - diz e de fato, eu tinha esquecido que a líder do pode começar a namorar para se no fim aquilo virasse casamento e assim, perpetuando a liderança do coven. 
 — Ah, é verdade, eu esqueci. - digo e por fim ela acaba de limpar meu rosto e fica me encarando.



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