História Magic of love - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Tags Alvos Severo Potter, Harry Potter, Hogwarts, Magia, Malfoy, Romance
Exibições 49
Palavras 949
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Fantasia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente desculpa nao postar o cap antes, mas o meu pc quebrou e eu nao tinha tempo livre, entao eu escrevi este cap apenas para não deixar vcs sem nada mas eu espero que vcs gostem pq é agr que o romance e as tretas vão começar
<3

Capítulo 4 - Capítulo 4


Fanfic / Fanfiction Magic of love - Capítulo 4 - Capítulo 4

pós o encontro na enfermaria Daphne não falou com Alvos, ela havia pensado muito no que havia acontecido no ultimo encontro, em como ele foi gentil, segundo Alice o rapaz tinha segundas intenções. 

– Pensando no Potter? – Alice sussurrou para Daphne 

– fala baixo – Daphne falou indicando Scorpius com a cabeça, ele estava fazendo o dever de Transfiguração. Eles continuaram a fazer o dever 

– alguém conseguiu fazer o maldito livro virar um peixe? O meu livro vira um peixe de papel que dissolve na agua. – Daphne disse desapontada 

– Pelo menos o seu vira um peixe! O meu livro vira um rato! – Alice falou  

– Além de mim os únicos que conseguiram foi o Potter e a Weasley. – Scorpius falou convencido 

– Desculpa bonzão! Eu esqueci que você é um ser superior! – Alice falou irônica 

– Espero que isso não aconteça novamente Alice. E agora se dirija a mim apenas como Sr. Malfoy! – ele falou agora com um tom de arrogância extremamente falso fazendo as garotas rirem  

– Você é um idiota Scorp! – Alice falou 

–  Ei! O irmão é meu! só eu chamo ele assim! – Daphne falou totalmente enciumada, mas depois de algumas risadas eles voltaram a treinar o encantamento. Mas por mais que ela se concentrasse sua mente viajava novamente ate o Potter. Fazendo Daphne errar o feitiço diversas vezes, e chegar a conclusão de que precisava vê-lo novamente. 

– Gente já vai dar onze horas. Acho melhor a gente ir dormir. – Daphne disse, Alice e Scorp concordaram, e foram para seus dormitórios, Ela colocou seu pijama, deitou em sua cama e fingiu dormir ate ter certeza que Alice dormia. Daphne levantou sorrateiramente e vagou pelos corredores ate a sala precisa que se mostrou como a sala aconchegante de sempre, e como de costume ela se sentou de frente para a lareira e ficou observando as chamas enquanto pensava em sua vida. E como o esperado não demorou muito ate certo moreno aparecer 

– Achei que estava fugindo de mim! – Alvo disse se sentando ao lado da garota 

– E como eu poderia!? Nós fazemos algumas aulas juntos esqueceu? – ela falou sorrindo, a presença dele a fez se sentir melhor 

– E como eu poderia me esquecer!? Se na maior parte da aula eu fico te admirando. – ele falou 

– Como assim? 

– Daphne... eu sei que a gente se conhece a pouco tempo, mas eu sinto algo por voce desde que nós nos conhecemos no trem no primeiro ano – Daphne olhou para ele na duvida, ela tinha certeza que ele estava mentindo somente para leva-la para cama, como o irmao dele fez com diversas garotas de Hogwarts 

– Alvo você deve estar se confundindo. 

– Não. Não estou. Eu nunca senti por ninguém oque eu sinto pro voce. Eu tentei sair com outras garotas, te esquecer. Mas não consigo 

– E-eu não sei se isso é certo. 

– Então me deixa te mostrar Daphne – e antes que ela pudesse reagir ele a beijou. De inicio Daphne se assuntou, mas foi relaxando com a sensação dos lábios dele nos seus, eles eram quentes e macios, ele passou uma mão pela cintura dela e a outra por sua nuca, e a puxou de forma que seus corpos ficassem colados, então Alvo pediu passagem com a língua e ela concedeu, e uma nova sensação, como um arrepio percorreu seu corpo quando suas línguas se tocaram, quando ele explorava sua boca de forma voraz, e quando o ar se fez necessário eles se separaram, Daphne corou violentamente tomando consciência do que havia feito. 

– A-alvo eu não poss... 

– Dapnhe, pense no que eu te disse hoje, no que eu te mostrei, não é para qualquer pessoa que eu mostro os meus sentimentos, oque eu sinto por você é sincero e verdadeiro. Mas oque você sente por mim? – ele falou a olhando com os olhos verdes extremamente expressivos, então se levantou e saiu, deixando Daphne mais confusa do que já estava. Ela voltou para o seu quarto, mas não conseguia dormir, ela ainda pensava no que o moreno disse. 

No outro dia ela acordou atrasada, se levantou e se arrumou as pressas, sabia que não teria tempo para o café, então correu direto para a aula de poções, ela fez todo o percurso correndo mas quando chegou a aula já havia começado, Daphne parou em frente a porta e recuperou o folego, então pediu licença e entrou, e silenciosamente se sentou ao lado do irmão 

– vocês terão que preparar a poção amortentia, também conhecida como poção do amor, se corretamente preparada a fara a pessoa que a ingerir se apaixonar por aquele que a preparou, as pessoas que sentem seu cheiro, normalmente sentem o cheiro daqueles que amam e de coisas que gostam, vocês tem ate o fim da aula para deixar o frasco com a poção na minha mesa. 

Daphne começou a fazer a poção em silencio, estava brava com seu irmão e Alice por não terem a acordado, irritada por não ter tomado café e confusa por causa do beijo, as vezes ela reparava que Alvo a olhava de soslaio mas preferiu ignorar, ela não tinha certeza do que sentia por ele então continuou a fazer a poção seguindo passo a passo as instruções do livro, e ao terminar a poção tinha uma coloração rosa e Daphne sentia o cheiro de coisas que gostava, como as flores Dama-da-noite que florescia perto de sua casa, o cheiro de café torrado, e um terceiro cheiro, era um perfume masculino, sem duvida era. O aroma era familiar para Daphne, ela fechou os olhos e se concentrou um pouco, então ela se lembrou de quem era o dono do cheiro agradável que a tranquilizava, mas ela nunca ia admitir ou falar isso em voz alta. Era o perfume de Alvo Severo Potter 



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