História Magie Noire (Interativa). - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Percy Jackson & os Olimpianos
Tags Deuses, Interativa, Semideuses
Exibições 55
Palavras 1.051
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Harem, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Orange, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa leitura 😚

Capítulo 4 - Até Os Deuses Irão Perecer


"Cantei sobre o caos e a noite eterna, ensinado pela musa divina a me aventurar no declínio sombrio, e subir para reascender." -M. E. Cure.


Por acaso, meu caro leitor, já ouviu falar em Oráculos? Sim, humanos com um dom fascinante de prever o nosso tão precioso e temido futuro. Mundanos sábios que, como diziam, foram abençoados ou amaldiçoados pelos seres divinos que tanto os humanos costumavam orar. Eram como o clero para um povo perdido de um Feudo. Eram mais do que humanos. Tinham o fim de encantar ou assustar as pessoas, contando-lhes seu futuro. Nesse século existem dois oráculos; O Oráculo de Denfos, que habita a mortal chamada Rachel Elizabeth Dare, e O Oráculo de Atena, que pouco de vocês conhecem...


....


Uma única chance. Ela só tinha uma única chance para o último acerto, ou então, estaria tudo perdido. Suas horas preciosas não iriam voltar e seriam todas desperdiçadas. Ela, com a respiração acelerada, segurando firme o objeto frágil que segurava na mão, pensou se não poderia desistir agora mesmo, virar-se e continuar seguindo com sua vida normal. Acontece que sua vida nunca seria normal... Suas palmas suavam e ela engoliu em seco uma vez, mirando.

Então, com uma precisão infalível e profissional, a mulher atirou o objeto, que voou de sua mão, caindo no ligar que agora pertencia com um baque metálico. A bolinha de papel fora jogada no lixo com sucesso, unindo-se com sua irmãs, vitoriosas.


-ISSO!- comemorou a mulher, levantando as mãos em vitória. -Quem precisa de uma festa de basquete aqui, hein? Haha!


Ela, ainda rindo, girou na cadeira com rodas, virando-se para sua mesa de trabalho. Uma pilha de papéis odiados estava empilhada em suas organizadas pastas, porém elas transbordavam de modo rebelde, como se não quisessem ser contidas. Nas letras ela conseguia ver todos os pedidos das filhas de Atena, copiados a mão pela própria deusa imortal, deixados naquela mesa como se fossem recibos velhos. Por que a deusa se dava ao trabalho de anotar todos os pedidos se os jogava para sua fiel depois?


-Vamos ver...- disse a mulher, pegando uma pilha pequena dessas folhas e as examinando. - Por que diabos uma filha de Atena precisa de um Google humano? Vá estudar, querida, aí você não vai precisar do Google. - calando-se, seu olhar se atraiu para outra folha, que começara a brilhar de modo incandescente, quase machucando seus olhos- Mas o que...?


A folhar explodiu em pedaços de ouro, assustando a mulher e fazendo-a gritar de surpresa, jogando-se para trás, tentando não ser atingida. Os pedaços de ouro planaram como aviões de papel dourados e brilhantes, alguns se unindo em uma estranha sincronia organizada, como se pudessem pensar em suas ações. Então, de modo inesperado, todos os aviões pequeninos de ouro puro se aninharam uns aos outros, formando uma silhueta humana e bela; braços finos, coxas grossas, seios dourados e perfeitamente circulares e cabelos longos lisos. Arfando, a mulher reconheceu a deusa Atena, em sua forma mortal, bem a sua frente.


-Senhora!- exclamou ela, com um sorriso belo abrindo-se em seus lábios vermelhos. Ela levantou-se rapidamente, já se preparando para as notícias que a deusa trazia.


Mas é claro que não pensou que a deusa por quem nutria um forte afeto fosse tombar para frente, gritando de dor e pânico. Pois foi exatamente o que aconteceu; a deusa caiu de joelhos, berrando de modo ensurdecedor. Seu corpo agora tinha pele e era tão branco quanto leite de vaca, e seus olhos cinzentos e tempestuosos se arregalavam enquanto uma lança quebra se projetava para fora de seu peito, transbordando sangue divino.


-Alexandra...- sussurrou a deusa.


Alexandra foi rapidamente amparar a deusa, mantendo-se calma for fora, mas sentindo o desespero lhe queimar por dentro. Como algo tão inesperado podia acontecer tão repentinamente? Ela ergueu a deusa, colocando-a com esforço em sua cama. A deusa revirou os olhos, com seu corpo sacudindo-se e tendo convulsões violentas enquanto a mesma gritava de dor, mordendo tão forte seus lábios que eles começaram a sangrar; o sangue escorreu por seu queixo, molhando seu pescoço. 


-Minha senhora...? O que aconteceu?- Alexandra sacudiu a deusa quando a mesma não respondeu, tentando fazer o cinza tempestuoso substituir o branco leitoso dos olhos de Atena. - Senhora!


A mão esquelética e dedos finos da deusa agarrou seu braço, apertando firmemente até sua pele ficar roxa. Seus olhos brancos e mórbidos a encararam com pavor e Alexandra a encarou com mesma intensidade, só que com desespero.


-Os deuses menores... Eles devem ser detidos... Hécate... Invocará a Escuridão.


-Syanka?- murmurou Alexandra, lembrando-se da figura destruidora que povoava os pesadelos do Oráculo que estava contido dentro de si. Em seus sonhos ela sempre matava Alexandra antes dela acordar; explodia seus órgãos enquanto ainda estava viva, a enterrava em uma tumba e a enrolava como uma múmia... Destruía a humanidade rindo maniacamente.


Atena arfou, tentando lutar contra o possível veneno que a lança continha.


-Os deuses estão... Presos. Fui a única que conseguiu escapar. Zeus... Não sabemos onde ele está. - Atena segurou os ombros de Alexandra, enterrando seus dedos em sua pele exposta. - Nós deuses podemos morrer agora, Giana. Podemos ser mortos por qualquer um... Uma guerra se inicia... Selos estão sendo quebrados... Selos divinos... Lutar... Precisamos lutar.


Com isso, Atena tombou na cama, desacordada e presa a sua forma mortal e vulnerável. A mulher agora parecia uma menina assustada e ferida, parecia espantosamente humana com as arfadas pesadas que faziam seu peito estraçalhado tremer. Alexandra não tocou na deusa, sabia que eira que esperar que sua pele divina se curasse sozinha. Se encostasse no ferimento o veneno iria lhe subir pela mão, penetrando dentro de si. Atena era alguém forte e agora estava lutando sozinha, mas mesmo pessoas corajosas e superiores não conseguiam vencer batalhas ou guerras sem parceiros. Os selos divinos eram algo Católico, como poderiam fazer parte do mundo mitológico em que se encontravam? Se os selos fossem iguais ao da Bíblia então será que a Escuridão não seria o próprio Lucifer? Se fosse invocada Syanka poderia destruir a crosta terrestre com os seus punhos. Giana levantou-se da cadeira, saindo para prostrar-se em seu altar de inovação (o lugar onde seu espírito de Oráculo era mais forte).


-Não se preocupe, Atena- sussurrou Giana. - Vou lutar até cair.

 


Notas Finais


Calma! O capítulo enorme ainda está por vir, assim como a chegada dos outros personagens. Mas por enquanto é isso, amores. Até o próximo cap!


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