História Magnética 2 - Capítulo 3


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Categorias Arrow, Doutor Estranho, Guardiões da Galáxia, Homem de Ferro (Iron Man), Homem-Aranha, Homem-Formiga, Legends of Tomorrow, Liga da Justiça, Os Vingadores (The Avengers), Supergirl, The Flash, Thor, Wolverine, X-Men
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Tags Arrow, Avengers, Taylor, The Flash, Vingadores
Exibições 159
Palavras 2.751
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Mutilação, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Capítulo III


Fanfic / Fanfiction Magnética 2 - Capítulo 3 - Capítulo III

Capítulo 3 - Um velho inimigo voltou a surgir. 

— Alan! — exclamou a mesma, abalada. — Eu devo estar no seu coração para você me seguir! Você já era! 

Alan olhou ao seu redor, vendo que Taylor fez um bom estrago neles. Sorriu para Taylor e pôs as mãos nas costas, juntas. 

— Espera, espera! Tem alguém que quer te conhecer, Tay! — ele disse. — Ele já ouviu falar muito de você. 

Ele foi enroscado por arame farpado e puxado brutalmente para trás. Antes de Taylor caminhar até ele e interroga-lo sem mais delongas, ouviu um som de uma arma sendo carregada bem atrás dela, próxima da mesma. Sentiu uma arma sendo apontada para a sua cabeça. Taylor parou e gelou, vendo que a arma não era de metal, e sim de plástico. Ela gostaria, e muito, de saber como é que as pessoas conseguem fazerem armas de plástico. Ou melhor, onde encontravam um plástico tão resistente assim. Isso ainda lhe era muito estranho. 

Alan sorriu irônico para Taylor. Mas a mesma percebeu que havia algo ameaçador e sombrio naquele sorriso. 

— Tay, quero que conheça um amigo meu — Alan fez um sinal, amostrando uma marca no seu braço. Taylor logo se sentiu uma grande e completa idiota, pois viu que em todos tinham uma marca no ombro direito. Antes de conseguir descrevê-lo e identificá-lo melhor, a sua curiosidade falou mais alto e virou-se, recebendo um soco de primeira. 

Taylor já recebeu muitos socos na sua vida, antes e depois de ser a Magnética. Mas nenhum deles nem sequer passaram perto daquele, pois sabia muito bem que nunca recebera soco de algo sólido, duro e de metal. Mas logo começou a se questionar, pois sentia os metais a sua volta. E por que não sentiu aquele? 

Caiu de imediato no chão. Levou vários segundos para recuperar a sua visão. Enquanto isso, o homem que a socou libertava Alan dos arames farpados. 

Depois de vários segundos — lê-se, quando se diz vários, são vários segundos mesmo —, ela consegue levantar o olhar para as duas figuras a sua frente. Alan agora não sorria mais. Seu rosto deu espaço para um semblante mais sombrio e ameaçador. E, ao seu lado, havia o homem que havia a socado. Segurava a arma em suas mãos, e aquela, ao contrário do que Taylor pensava ser de plástico, era de metal. 

— Nanobuto de carbono — disse Alan — Só conseguimos pouco dele, mas foi o suficiente para as nossas armas e para o seu amiguinho aqui. 

Taylor foi rastejando para trás de costas com os cotovelos. Ela estava desesperada ao ver aquele homem. Taylor já o vira antes. Ela tinha certeza disso. Absoluta. Talvez na TV ou algo assim. 

Era alto — o que fez Taylor refletir que todos os super-heróis que ela encontrava eram altos —, e o seu cabelo era liso e castanho escuro, tão liso e castanho quanto os cabelos de Anna. Segurava a arma feita de Nanobuto de carbono nas suas mãos. Era uma espécie de fuzil. Algo cobria do seu queixo até o nariz, também o cobrindo e sendo impossível de reconhecê-lo facilmente. Seus olhos claros e azuis não demonstravam nada. Nem uma sequer emoção. Nenhuma expressão no seu rosto. Exibia somente um olhar frio. Tão frio quanto o de Capitão Frio. Todo o seu corpo estava coberto por um tecido e couro na parte de cima, mas menos o seu braço. Taylor também supôs que aquilo devia ser feito de Nanobuto de carbono, pois não conseguia movê-lo. Era de prata e estava reluzente a luz do dia. Uma estrela vermelha dava mais cor ao seu braço mecânico. Taylor já vira aquela estrela antes de algum lugar. 

Depois de olhá-lo da cabeça aos pés, Taylor o reconhecera. 

— É quem eu acho que estou pensando? — perguntou Taylor, mais para si mesma do que para eles. 

— Soldado Invernal — Alan tirou as dúvidas de Taylor — Sabe, até que vai ser bem divertido ver vocês dois lutando juntos. 

Alan olhou para ele e o mesmo fez ele. Fez um sinal indicando Taylor e ele olhou para a mesma, se aproximando. 

— Não, espera! Bucky! — gritou Taylor, ainda se rastejando para trás. — Bucky! Eu sei o seu nome! É Bucky! — ela fez uma pausa. — Steve me falou de você. Ele me falou de você! 

Bucky continuou a encara-la. 

— Bucky... 

Alan falou algo em russo e ele atacou. 

Taylor finalmente conseguiu se levantar e conseguiu desviar de um soco dele. 

Os dois então iniciaram uma luta corporal. Taylor deu um soco nele e um golpe com a faca, mas nem sequer conseguiu um corte no seu rosto. O Soldado Invernal agarrou o seu pulso e o torceu. Taylor tentou dar um mata-leão nele, mas ele acabou agarrando o seu antebraço e a jogou no chão com facilidade, como se fosse um golpe de judô ou de Kung fu. 

Arame farpado começou a enrosca-lo, mas Alan agarrou Taylor por trás, a socando. Taylor ainda estava muito desnorteada com aquele soco. Ela viu que mais vans como aquela se aproximavam deles. Mais reforços. Taylor de repente ficou muito tonta. Ela não conseguiria lutar daquele jeito. Algo foi injetado pelo seu pescoço. Taylor sentiu a dor de uma agulha e o líquido entrando no seu sangue. Deu uma cotovelada na barriga de Alan e conseguiu derruba-lo no chão. Correu até o Soldado Invernal e desferiu socos nele, mas o mesmo desviava com facilidade. Por fim, ele agarrou o seu pescoço e a prensou contra a porta da van. Taylor se debateu, mas fora inútil. Alan se levantou e caminhou até os dois. Ele falou em russo e o Soldado Invernal a soltou, mas Taylor não pode continuar lutando. Sua visão ficou turva e caiu. Seu corpo estava pesado e mal conseguiu mover  seus membros. 

Soldado Invernal a pegou nos braços. Taylor estava completamente imobilizada. 

— Bom trabalho! — afirmou Alan, satisfeito. 

Um dos homens, que se levantava com dificuldade e se livrava do arame farpado, se aproximou de Alan. 

— Senhor, devemos nos certificar de não houve testemunhas na área? — perguntou ele. 

Alan o olhou com um semblante frio. 

— Sim. Eu vou me certificar de que não haja testemunhas por aqui! — disse ele, pegando uma arma e atirando nele. 

Taylor ouviu o som dos tiros. Foram poucos e conseguiu ver um pouco de sangue no chão. Tirou o dardo que foi atingido nela durante a luta e que nem havia reaparado. Olhou para o homem que a segurava nos braços. O mesmo olhou para ela. Taylor já ouviu histórias sobre ele. Steve já te contou quando criança. Era o seu melhor amigo. O seu parceiro. Esteve do lado dele até a morte. O mesmo homem que agora segurava Taylor nos braços. Quando criança, na época em que os Vingadores eram mais presentes nas vidas de Taylor e de Thomas, Steve contava as aventuras dos dois, deixando Tony com ciúmes. 

— Bucky? — falou Taylor. Os olhos azuis de Bucky continuavam a fitando, mas sem nenhum significado. 

Bucky apenas desviou o seu olhar dos de Taylor. A mesma, antes de entrar na escuridão de dentro da van, olhou para fora da van. Alan derramava sangue na calçada. 

Taylor, inacreditavelmente, tentou lançar um olhar de indefesa. Pois ela finalmente reconheceu aquela marca. Ela já vira antes. O símbolo da HYDRA. E estava agora nas mãos do Soldado Invernal. Mas já foi posta de dentro da van, e apagou completamente. 

*** 

Seus membros foram amarrados firmemente. 

Pensou, por alguns segundos, ser apenas um pesadelo. Mas é muito real para ser. Se debatia, mas estava amarrada muito forte. 

Foi posta em uma maca. Mas, antes, ela soube que passou por muitos meios de transporte. Não sabia quanto tempo havia se passado. Talvez horas. Não sabia nem onde estava, mas, só de ver o símbolo da HYDRA, já supôs que estaria na base da mesma, pois haviam vários homens e mulheres ao seu redor, e a maioria usava jaleco e outros o uniforme do lugar. 

Quatro homens se mantinham ao redor da maca, a empurrando pelos corredores. Os corredores eram escuros e a cada dois metros tinha uma luz no teto, mas nem aquilo fazia os corredores se iluminarem melhor. Era uma escuridão para Taylor. Ela suava tanto de nervosismo quanto do soro no seu sangue. As pessoas falavam em russo. 

Por fim, chegou em uma sala imensa, cheia de cientistas. Taylor viu que haviam vários aparelhos ali. Assim que ela chegou, todos olharam para ela. A maca ficou no meio da sala. Várias mesas com rodinhas foram postas ao lado da maca, enquanto duas cientistas colocavam injeções nela. Taylor gritou, desesperada. 

— O que está acontecendo? — gritava. 

— Fica parada! Não vai te machucar! — garantiu uma das cientistas, colocando um líquido na seringa, contemplando-o. — Só vai doer muito! 

— Você não tem ideia do quanto isso me acalmou — afirmou Taylor. 

A mesma olhou para os lados e viu que ela não era a única da sua idade ali. Além de Bucky estar sentado em uma cadeira e estarem examinando o seu braço mecânico, e haverem mais pessoas na sala. Uma era uma garota. Aparentava ter a mesma idade que Taylor. Seu cabelo era rosa e curta e usava apenas roupas brancas. Estava conectada à vários fios e uma cientista parecia recolamar, pois estava um pouco acima do seu peso para fazer uma espécie de cirurgia que implantaria algo nela. O outro era um garotinho que apresentava ter 10 anos de idade. Seus cabelos lisos eram loiros e seus olhos claros. 

Ambos olhavam para Taylor e depois para Bucky. Eles foram retirados daquela sala, menos Bucky, que permaneceu intacto sem mexer um músculo sequer. 

— Eu quero o meu pagamento — diz uma voz se aproximando da maca. 

— Tenha paciência, Alan — falou uma voz tranquila. 

Os dois pararam em frente à maca. Olhavam para Taylor deitada lá. Ela os olhava totalmente atordoada. 

— Quem é você? 

— Você já me conhece, Tay. 

— A conversa é entre eu e ele! — devolveu ela a Alan. 

— Eu sou um estranho para você — falou ele, se ajoelhando até o rosto dele ficar próximo do de Taylor. A mesma não pode o reconhecer, pois ele estava coberto de perto dos pés à cabeça. Seu rosto estava coberto por um capuz de couro também preto e sua voz era muito grossa e diferente. — Mas quem sabe possamos ser amigos. Pois vai ficar aqui por um bom tempo. 

— Por que me levaram até aqui? — perguntou. 

— Porque você é muito importante para o projeto 14-09 — respondeu ele. 

— Que projeto é esse? 

— Você é o projeto 14-09 — o homem acariciou o seu cabelo. Quando ele a tocou, mesmo usando luva, ela sentiu frio e muitas coisas ruins. Medo, preocupação e pavor. Taylor começou a se contorcer de dor e agritar pela mesma causa. 

Ele afastou a sua mãe dela e a encarou. 

 — Você é louco!

O seu semblante passou de divertido para sério repentinamente. 

— Sim. Eu sou sim. — disse sério. Ele se voltou para Alan, se levantando. — Os planos vão ter que mudar, Alan. 

— O quê? Isso é sério? — protestou ele — Não tem o porquê de a deixarmos viva ainda. 

— Sabe o que há na sua mente, Alan? — indagou ele, voltando-se para Alan. Ele segurava um pequeno canivete nas suas mãos — Você quer poder. Quer vingança. Acha que a morte será a maneira perfeita de fazê-la sofrer. 

— Ah, já entendi — Alan soltou um sorriso — Eu sei várias maneiras de tortura-la. — ele se aproximou mais de Taylor. — Seria arriscado ir para Nova York e fazer a tortura ao vivo. Quem sabe uma mensagem por vídeo seja melhor. 

— Eu não estou falando disso, Alan. 

— Essa garota é inútil para mim! — exclamou Alan, irritado. 

— Pelo visto, temos objetivos diferentes, Alan. 

— Claro que nós temos! Mas queremos vingança. — explicava ele — A morte dela é pouco para o Homem de Ferro. Ela precisava viver. Viver para sofrer. Sofrer tanto aos olhos dos Vingadores e da família que no final, eles preferem matá-la para fazê-la parar de sofrer tanto assim. Irão pensar que a culpa foi deles por ela estar nessa situação. 

— Eu não sei o que você planeja e não me interessa nem um pouco! 

— Mas vai te interessar! Mas é uma pena que será tarde demais — disse ele — Você não tem mais nenhum poder sobre mim e os meus capangas. Você perdeu tudo. E perderá ela também. 

— Ela não é sua, Malum! — afirmou Alan. O homem, que se chamava de Malum, fez um sinal para alguns agentes da HYDRA e eles agarraram Alan. 

Malum recarregou uma arma que recebera de um dos agentes da HYDRA e apontou-a para Alan. 

— O que está fazendo? 

— Ela é minha, Alan! — afirmou ele — Só minha! 

Taylor, quando via que haveria um tiroteio ou quando alguém atiraria em outra pessoa, ela desviava os olhos rapidamente. Mas ela viu a bala chegando a cabeça de Alan. Ela fechou imediatamente os olhos. Alan caiu no chão, morto.

Malum entregou a arma para um dos agentes da HDYRA e se voltou para Taylor.

— Você é minha, Taylor! — murmurou Malum — Só minha! 

— Por favor, não — implorou Taylor — Eu sei que o que vai fazer comigo vai ser ruim. Por favor, não! 

— Por que está tão nervosa? — Por um milésimo de segundo, Taylor viu que ele parecia ter encolhido de tamanho. Parecia agora estar da sua altura. — Eu não vou te fazer mal, Tay! 

Por que todo mundo gosta de me chamar de Tay? Pensou consigo mesma. 

  — E não vou deixar com que ninguém a machuque ou que te faça mal! 

— Eu fui sequestrada e injetaram algo em mim! — resumiu Taylor — JÁ ESTÁ ME FAZENDO MAL! 

Malum começou a afagar os cabelos de Taylor. Mas uma das cientistas empurraram a maca para outra sala. 

Seu coração estava acelerado. Uma seringa foi injetada na sua pele. Predador pegou o que parecia ser algo de choque. Taylor sabia muito bem o que era e ouviu ele falando para colocar carga máxima para os cientistas presentes ali.

Taylor recebeu um choque. A última coisa que se lembrava foi de gritar de dor e de Malum olhá-la com prazer. 

E assim se vai os últimos momentos que Taylor está acordada. 

*** 

Já se faziam 10 horas que houve o sequestro. 

Ele olhava para a cena do crime. Aquela mentira parece ter dado certo para os policiais. Um carro acabou acertando o portão, fazendo o arame farpado se soltar. Para a mentira ficar mais convincente, alguns agentes da SHIELD colocaram marcas de pneus na calçada. 

Natasha se aproximava de Tony cautelosamente, enquanto o mesmo encarava o sangue no chão. O sangue da sua filha agora desaparecida. 

— As câmeras de segurança da rua estavam desligadas. A da mansão também. — avisou Natasha — Não acabaram nenhuma pista além do sangue. 

Tony olhava para o sangue, enquanto só restava ele e Natasha ali. O rosto de Tony permanecia triste. 

— Meus pêsames, Tony — falou Natasha, surpresa por nunca ter visto Tony tão abalado quanto estava agora. Ele mal dirigiu uma palavra sequer com ela. Apenas dizia respostas objetivas como sim ou não, ou até mesmo talvez. 

  — A culpa é minha! — se culpou Tony, olhando para a mansão. — Pepper ficou em perigo por minha causa. Agora são os meus filhos... 

— Não havia nada que pudesse fazer, Tony — Natasha tentou consola-lo. — Foi totalmente inesperado. 

— Não foi James que mentiu para você que era um herói. — disse Tony, ainda abalado e sem olhar para ela — E que deixou morar sozinho por dois anos em outro estado. Isso foi um erro... Eu não devia ter... 


  — Tony, ela tem 18 anos e não conseguiria prever uma coisa dessas! — afirmou Natasha — Ela é uma garota esperta e passou por muita coisa. Nós vamos encontra-la. 

— Loki... 

— O quê? 

— Foi Loki. Ele a pegou! 

— Por que Loki pegaria a sua filha? 

Tony havia se esquecido daquele detalhe. 

— Para se vingar? — supôs ele. 

— Mas ele... 

— Eu só quero achar a minha filha — interrompeu Tony. — E dar um soco no desgraçado que a tirou de mim! 

Natasha ficou em silêncio por alguns segundos. Ela colocou a mão sobre o ombro de Tony, como forma de conforto para ele. 

— Eu te prometo, Tony. Nós vamos acha-la — prometeu Natasha — Eu também tenho um filho e entendo essa situação. Seja lá onde a Taylor estiver, nós iremos encontra-la. — Tony assentiu com a cabeça, olhando para ela — Já contou para eles? 

— Eles já sabem. Thomas se trancou no quarto e não quer falar nem comigo e nem com Pepper. Chloe e Alex nem foram para o treino lá da SHIELD e Torunn está em Asgard, mas Thor já deve ter dado a notícia — suspirou Tony. 

  — Anna e Dylan — corrigiu Natasha. — Vai ficar tudo bem, Tony. 

 


Notas Finais


Tannn. Dannnn dannnn. Dannnn

Espero que gostem!!!!

Comentem!!!!! :) :D


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