História Mahina - Capítulo 2


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Tags Mahina
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Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Na Academia.


Os terroristas ao redor começaram a se aproximar. Más o líder fez um sinal para que parassem.

- Vejo que tem coragem para me desafiar, más terá força? – Disse confiante, olhando casa centímetro dela. É... pela força era impossível vencê-lo.

- Nunca se sabe. – Falou confiante, más em seus pensamentos prevalecia a frase ‘’ Estou ferrada! ”

Ele tentou dar-lhe um bom soco, más a jovem desviou. Ele continuou tentando simultaneamente. Como um louco.

-Ele usa a força bruta como arma principal, isso quando está sem a espada.... Suas mãos não têm tanta agilidade e suas pernas... nem se compara. Ele é do tipo que ataca de frente. Usando toda a força de uma só vez, ficará exausto rapidamente, e nesse momento atacarei. Preciso ganhar tempo, tenho a impressão que a ajuda está a caminho... – Pensou usando a espada para se defender.

- Ora sua! Para de se esquivar, lute! Ou tem medo?! – Ele falou com um ar desafiador, atacando agora usando as pernas cada vez mais rápido.

- Medo de você?! Deve estar brincando! – Falou sentindo seu corpo mais leve, suas pernas ficaram mais firmes, seus braços mais fortes e ágeis, fez um pequeno corte na barriga e no rosto de Riki. Sentiu-se cada vez mais forte. Seus ataques eram involuntários.

Ouviram o barulho de helicópteros, pareciam que eram uns dez. Ela não virou o olhar, deu um salto e acertou um chute bem na cara do homem. Fazendo seu nariz sangrar e ser jogado para trás.

Dos helicópteros começam a descer escadas, e delas soldados, vertidos de preto, a maioria tinha um símbolo de um cervo branco, e um deles tinha um lobo vermelho nas costas, era a líder.

Uma verdadeira guerra começou a ocorrer naquela simples escola, os alunos começaram a correr, desesperados, Mahina não se mexia, continuava perfurando Riki com seu olhar.

- Você teve a chance. – Disse se levantando. – Devia ter me matado. Vocês todos são fracos!

-Quem disse que eu não te matei por fraquesa? – Falou ainda o encarando, suas palavras eram firmes assim como sua postura, não parecia mais uma simples jovem apavorada, más agora uma guerreira de atitude e força. – Você não merece ser morto por mim, e sim pelo tempo, que ficará preso. – Falou fazendo um sorriso.

Os soldados começaram a segura-lo, até imobilizarem-no. Pouco a pouco a derrama de sangue foi acabando.

A garota pouco a pouco foi soltando a espada, que estava com um pouco de sangue. Vários soldados tipo cura foram vê-la, não havia nenhum dano. A não ser seu rosto que estava pálido, não por medo do que acabara de passar, e sim por ver cadáveres de alunos sendo carregados, eram uns cinco. Outros 10 ensanguentados.

Uma leve brisa começou a soprar, fazendo os cabelos ruivos e um pouco encaracolados ficarem sobre sua face. A gola de sua blusa branca, estava esgaçada. Sua calça cinza não estava suja, a não ser uma pequena mancha em sua ponta.

Os olhos castanhos da menina começaram a passear ao redor, até repousarem sobre o corpo da comandante daqueles soldados, que ia em sua direção. Ela era alta, uns 1,70 de altura. Seus cabelos eram curtos e loiros. Batom rosado sobre os finos lábios, pele clara, séria.

- Senhorita, me chamo Yasu Takakashi. Sou a comandante deste grupo de soldados. Nosso nome é RG ( Relâmpagos Governamentais).

- Me chamo... Mahina....  Mahina Mochizuki.

-Bom, Mochizuki, você fez algo que poucos cidadãos sem experiência em batalha fariam. Mesmo tendo poucas chances de vencer, você quis proteger uma vida. Sua família ficara honrada em saber que a Academia Ninja sempre terá as portas abertas para você. Então o que me diz?

Mahina arregalou seu olhar, ficou encarando Takakashi, ela era calma, mesmo tendo desespero de alunos ao redor das duas. Bom, era de se esperar de uma comandante, a experiência de momentos sangrentos. Além do seu nome Yasu significar calma, tranquilidade.

-Sério? É... eu adoraria. – Disse dando um pequeno sorriso de canto. A mulher se despediu, dizendo que voltaria no dia seguinte.

Todos os alunos foram para casa, Mahina não viu mais Hayato. Más ele já deveria estar em casa.

Os testes para a academia foram adiados. A escola ficaria sem aula uma semana, para reparar os danos causados na escola, e ainda os problemas em relação aos pais dos alunos. Principalmente os que faleceram e os que ficaram gravemente feridos.

No dia seguinte, Mahina estava se arrumando. Colocou uma roupa normal, e um tênis. Um representante da academia iria busca-la em casa. Havia marcado para 7 horas, e o homem já havia chegado quinze minutos antes.

-Isso que eu chamo de pontualidade...- Pensou. A jovem saiu de casa, se despediu dos pais. E ficou frente a frente com aquele homem, vestido de um azul claro. Não tinha nenhum símbolo nas costas, isso quer dizer que não era soldado.

- Bom dia, senhorita Mochizuki. Hoje irei leva-la para a AN. (Academia ninja). Já deve estar sabendo que haverá dormitórios, uniformes e livros providenciados pela própria escola. Aos fins de semana, os alunos voltam para casa.

-Certo. Más... pode me chamar de Mahina, mesmo. – Falou sinceramente. Ela não era muito de formalidades. – E você é...

- Mil desculpas! Me chamo Seiji Kobayashi.

- Ok! Então vamos lá, Sei! – O homem achou engraçado o modo informal e sincero que a jovem falava. Parecia ser uma boa pessoa. Carregava apenas uma bolça, na maioria das vezes os alunos levavam uma mala...

Entraram no carro, que parecia ter sido comprado ontem. Tinha aquele belo cheirinho de carro novo. Era espaçoso. E de com azul escura, deixando o uniforme de Sei bem destacado.

Demoraram mais ou menos uma hora para chegar, pois o trânsito estava impossível. Pois muitos alunos haviam se qualificado para entrar na academia.

-Nem me despedi de Hayato... depois mando uma mensagem para ele. – Pensou.

Trocaram poucas palavras, de vez ou outra silencio.

Ao chegarem, Sei a guiou até um auditório enorme. Cheio de alunos vindos de várias escolas do país. Todos tinham em média 12 ou 13 anos. Sentou-se em uma das últimas cadeiras. Sei se despediu e saiu.

Depois de uns cinco minutos, o auditório estava cheio. Uma mulher de cabelos compridos, lisos e azulados e um homem de cabelo ralo e loiro, entraram.

- Bom dia. Meninas e meninos. Eu me chamo Yoki Shimizu, sou uma diretora desta instituição. Nesta escola como já devem ter ouvido falar, há dois diretores.

- Bom dia. Meu nome é Kazumi Abe. – Sua voz era agradável, transmitia calma para os alunos. – Sou o outro diretor desta AN, peço que se sintam em casa. – Disse dando um sorriso, dando a palavra para Shimizu.

- Nesta instituição quero que deem o melhor que tem, além dos estudos, obviamente terão treinamentos duros, e a cada passo que vocês derem iram aumentando seu nível de experiência. Logo poderão fazer missões, cada missão tem seu nível de dificuldade. E devem ser efetuadas com perfeição. Para os alunos que entraram por meio de testes, terão em seus dormitórios duas mudas de farda para as aulas teóricas, e práticas. Para os alunos que entraram apenas com o esforço financeiro de seus pais, já digo que podem se preparar, pois pegarei mais pesado com vocês. – Falou seriamente, encarando cada um que estava naquela imensa sala. Teve um silencio amedrontador por alguns segundos, os alunos se entreolharam. Pareciam temer aquela diretora. – Pois não é qualquer um que pode ficar nesta escola, deve sempre ter boas notas, aqui um simples 7.00 não é permitido. Caso aja duas notas abaixo da média, o aluno tem sérios riscos de sair deste local.

- A cara fala sério... 



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